O Le Figaro comemora a notícia de que Lula vai comprar os caças franceses que nunca ninguém na história deste mundo comprou. Em troca, eles vão usar parte do contrato para levar, como diz o jornal francês, 10 aviões Hércules, produzidos pela Embraer. Lembram quando Evo Morales estatizou duas refinarias da Petrobras na Bolívia e o Brasil aceitou U$ 30 milhões como pagamento? Lula é, sem dúvida, um negociante e tanto.segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Um negócio da França.
O Le Figaro comemora a notícia de que Lula vai comprar os caças franceses que nunca ninguém na história deste mundo comprou. Em troca, eles vão usar parte do contrato para levar, como diz o jornal francês, 10 aviões Hércules, produzidos pela Embraer. Lembram quando Evo Morales estatizou duas refinarias da Petrobras na Bolívia e o Brasil aceitou U$ 30 milhões como pagamento? Lula é, sem dúvida, um negociante e tanto.Vale? Petrobras? Que nada! Odebrecht!
No limite da responsabilidade.
Neste vídeo, um piloto opera um Rafale no limite da sua responsabilidade. Como Luiz Inácio Lula da Silva operando em favor da França, tomando uma decisão exclusivamente política em assunto eminentemente técnico. Quanto o país pagará por isto?
Petrobras censura blog-espelho.
Patriotada.
Não é só Lula que está cada vez mais criativo, empilhando corcovados para explicar a "fundura" do pré-sal. Dona Marisa não deixa por menos. Em homenagem à alta costura francesa e às três garrafas de Romanée-Conti 1978 tomadas ontem à noite, Dona Marisa enfiou algo semelhante a uma toalha de mesa no pescoço para combinar com o verde patriota do vestido. Fica o registro para a história deste país. No dia da França no Brasil, Carla Bruni não veio. Ainda bem.A independência do Lula.
Lula comemora com Sarkozy, com direito a fumacinha francesa produzida pela nossa poderosa esquadrilha de Tucanos, o negocião de bilhões de euros envolvendo submarinos, helicópteros e aviões de caça Rafale. Lula não cabe em si de tanta felicidade. Ele sempre fica assim quando faz negócios com outros presidentes, envolvendo o patrimônio nacional. Especialmente hoje, quando comemora a sua "segunda independência".O petróleo não é nosso: é do PT.
FGTS: Lula proibe trabalhador de lucrar.
Um roubo contra os minoritários.
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA), revelou a esta Folha um segredo de polichinelo. Aumentar a participação no capital total da Petrobras é "um desejo e uma meta" do governo, afirmou -como se o Planalto já não estivesse tomando todas as providências a seu alcance com esse objetivo.Como se sabe, um dos quatro projetos de lei que integram o "marco regulatório" do pré-sal trata da chamada capitalização da Petrobras. No primeiro passo, a União empresta, sem licitação, 5 bilhões de barris de petróleo à estatal. Trata-se de riqueza mineral por ora hipotética -supõe-se que esteja em algum lugar do subsolo marítimo, na área do pré-sal-, mas vultosa: equivale a mais de um terço das reservas comprovadas do país.Pela proposta oficial, o valor do barril, que vai definir quanto a Petrobras terá de pagar à União pelo empréstimo, será fixado "a partir de laudos técnicos elaborados por entidades certificadoras" -mais uma incógnita, que comumente varia entre US$ 5 e US$ 15, o que situará o valor do empréstimo entre US$ 25 bilhões e US$ 75 bilhões, uma margem de variação abissal.As incertezas não param aí. O projeto não informa quais serão os juros e os prazos para a Petrobras devolver esse empréstimo ao Tesouro Nacional. Esses aspectos, cruciais para saber se haverá ou não transferência de recursos do contribuinte para uma empresa com 70% do capital nas mãos de particulares, serão fixados pela caneta solitária do ministro da Fazenda.Apenas no final do projeto de lei o objetivo do governo começa a ficar claro. O penúltimo artigo autoriza a União a "subscrever ações do capital social da Petrobras" -e ao Tesouro fica permitido endividar-se o quanto for necessário para fazer tal aporte. Informações como a de Lobão e da ministra Dilma Rousseff completam a mensagem.O Planalto não se contenta em "capitalizar" a estatal, o que decerto será necessário para uma empresa destinada a explorar novas e promissoras jazidas nos próximos anos. Quer, principalmente, aumentar a fatia do capital nas mãos da União -e os acionistas minoritários que se preparem para a batalha.No afã de diminuir a competição pelas ações da petrolífera, o governo dispõe-se a negar a possibilidade de acessar o FGTS ao trabalhador que, no passado, comprou ações da Petrobras com recursos do fundo -e, assim, livrou parte de sua poupança compulsória da corrosão financeira. O governo comete, aqui, um injustiça.Cotistas do FGTS detêm apenas 2% do capital da Petrobras. Não parecem ter escala para provocar problemas de liquidez no fundo, como alega a ministra Dilma Rousseff. No FGTS, seu dinheiro amarga rendimento pífio, muitas vezes inferior à inflação. A necessidade de capital da Petrobras deveria ser encarada como uma oportunidade para aumentar a presença dos trabalhadores brasileiros na empresa, fomentar o mercado acionário doméstico e estimular uma cultura de poupança na população.Mas o desejo de Lobão -e o do presidente Lula- vai em outra direção.
PToffoli não esconde a que vem.
O advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli, enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal), há duas semanas, um parecer sustentando que o Ministério Público não tem poderes para realizar investigações criminais. A opinião, que reabriu antiga polêmica, foi dada numa ação em que a Adepol (Associação dos Delegados de Polícia no Brasil) questiona se promotores de Justiça, nos Estados, e procuradores da República, na área federal, violam a Constituição ao exercer atribuição que seria exclusiva da Polícia Federal e da Polícia Civil. Toffoli também surpreendeu, porque contrariou pareceres da Presidência da República e do Ministério da Justiça -ao qual está vinculada a PF- que opinaram pelo não acolhimento da ação da entidade de policiais. O relator é o ministro Ricardo Lewandowski. Como Toffoli assessorou Lula em campanhas eleitorais no PT e aspira a uma vaga no Supremo, seu parecer foi visto como um aceno à ala conservadora da Corte, que, na gestão de Gilmar Mendes, tem mantido o Ministério Público na berlinda. Toffoli nega essa intenção. "Os efeitos colaterais do parecer são a anulação do processo do mensalão, para a felicidade de réus como José Dirceu, com quem Tofolli trabalhou na Casa Civil", diz a procuradora da República Lívia Tinoco.
domingo, 6 de setembro de 2009
Forçando a barra.
As jazidas ficam debaixo de uma lâmina de água e de camada de sal, que, em alguns pontos, correspondem a dez morros do corcovado empilhados.
A primeira...
Charme francês.
Dizem que Nicolas Sarkozy está trazendo um pequeno mimo para o jantar íntimo que terá hoje à noite, com Lula. Para comemorar os bilhões e bilhões de euros dos submarinos franceses, mandou tirar da adega pessoal e colocar na mala três garrafas de Romanée-Conti 1978. Custo? Pouco mais de 50 mil euros. Sarkozy, como todo bom francês, sabe ser gentil com os gentios. E há os benefícios, há os benefícios...Como é crime eleitoral em francês?
Jornalista: Já decidiu se vai ser presidente... candidato de novo?
Presidente: Não, nessas coisas a gente não pensa. Eu não estou pensando nem no que eu vou fazer depois da Presidência, nem no que eu vou fazer depois... Essas coisas é o seguinte: um ano e quatro meses é muito tempo de governo para quem quer trabalhar. Eu tenho muita coisa para fazer no Brasil, nós temos muitas obras em andamento e a minha preocupação agora é cuidar com exclusividade disso. Depois, no ano que vem, em abril, eu vou cuidar da minha candidata a presidente da República, que eu quero elegê-la. Depois disso, sabe Deus o que vai acontecer.
Can Can.
O Ciro de sempre. Ou de nunca.
Eu. Não é por nada, não. Sou o mais treinado. Evidentemente, tenho minhas debilidades também. Lamentavelmente, não há nenhum anjo disponível.
Quais são suas debilidades?
Tenho um partido médio. Tenho uma indignação que às vezes se traduz em gestos interpretados como intempestividade. A gente aprende. Comecei cedo. Fui prefeito de capital aos 29 anos. Fui o mais jovem governador do País, com 32 anos. Não tinha manual, fui fazendo. Tenho o hábito da franqueza. A cultura política brasileira exige muito mais moderação. Aprendi na luta, errando.
sábado, 5 de setembro de 2009
Milionários da noite para o dia.
Protógenes 1%.
Ficou pronta na segunda-feira passada uma pesquisa do Vox Populi sobre as intenções de voto para o Senado em São Paulo. Perguntou-se a 1 500 paulistas o seguinte: "Para qual desses candidatos você daria o seu primeiro voto? E o segundo? (Dois senadores serão eleitos.) Computadas as respostas, fica-se sabendo que Geraldo Alckmin teria uma eleição tranquila (e se for candidato, pois a meta de Alckmin é voltar ao governo). Alcançaria 39% dos votos como primeira opção e 24% como segunda. Em seguida, iriam Aloizio Mercadante (20% e 17%), Romeu Tuma (12% e 27%), Orestes Quércia (8% e 18%). Na lanterna ficou Protógenes Queiroz, que seria a primeira opção para apenas 1% dos eleitores e a segunda para 3%.
O blog foi injusto ao afirmar, dias atrás, que o "doutor" faria 50.000 votos. Fará 100.000.
Cuba nas manchetes.
Da Veja, repercutindo o que já foi post neste blog:O Granma é ansiosamente esperado por uma fila que se forma a partir das 6 horas da manhã. A maioria é de aposentados, que completam a pensão minguada com o comércio de jornais para uso sanitário. Nas ruas de Havana, cada exemplar é revendido por cinco vezes seu preço na banca. Na falta do Granma, os revendedores oferecem exemplares do Juventud Rebelde (o papel é igual ao do Granma, mas a tinta azul usada na sua impressão desperta suspeitas). Em situação de aperto, há quem utilize o Trabajadores. O semanário sindical é, contudo, desprezado devido a seu papel áspero e à tinta laranja que deixa marcas reveladoras nas mãos e nas roupas das pessoas. Até mesmo na redação do Granma, os jornalistas e demais funcionários usam as sobras de papel da gráfica. "Meus amigos sempre faziam piada, dizendo que se lembravam de mim quando iam ao banheiro", disse a VEJA o jornalista cubano YPP, que trabalhou no Granma até 2006. Por temor de represálias, ele pediu para ser identificado apenas pelas iniciais. Autor de uma matéria na qual fazia críticas veladas ao regime, YPP recebeu uma punição típica das ditaduras comunistas: foi proibido de trabalhar não apenas na imprensa, mas em qualquer lugar. Hoje vivendo no exterior, ele lembra como sua avó cortava cada folha do Granma em quatro pedaços e deixava uma pilha no banheiro para os netos usarem.
Basta ter oposição.
Explicação 1 - A populista e demagógica
Explicação 2 - A politicamente correta.
2010: contra o "petróleo é nosso", a "saúde é nossa".
Hoje a Folha publica:
Com o anúncio das regras do pré-sal e o fim do tratamento contra o câncer, o governo quer inaugurar uma nova fase da candidatura de Dilma Rousseff à Presidência. A ministra da Casa Civil deve tirar uma semana de férias a partir de terça-feira. Quando voltar, terá uma agenda de trabalho mais política, um discurso mais eclético e popular e mais gente envolvida em sua pré-campanha. Uma das principais novidades será a tentativa de ampliar a imagem da ministra para algo além de "mãe do PAC", o Programa de Aceleração do Crescimento -um dos principais selos do segundo mandato petista, mas com fraco apelo popular, conforme constatado em pesquisas contratadas pelo PT.
E a Veja estampa:
A cerimônia do pré-sal revelou como isso será posto em prática. O programa econômico da candidata, já desenhado pelos seus assessores, terá um forte viés estatizante. Já tem até um slogan: "Brasil, quinta potência mundial". Dilma buscará conquistar o eleitorado difundindo a tese de que o Brasil será uma das maiores potências econômicas do mundo na próxima década, graças sobretudo à abundância de recursos naturais – principalmente o petróleo. Para isso, no entanto, segundo a ministra, há a necessidade de uma presença mais forte do estado, não só como regulador da economia, mas como o principal investidor e indutor do crescimento.
Já que o blog tem antecipado um pouco as constatações, aqui vai um recado: o maior problema do Brasil é a saúde. Entre petróleo e saúde, a última ganha de 10 x 0 na escolha de pobre que não tem carro para abastecer e que nem sabe de onde vem a gasolina. Saúde é o grande diferencial que a candidatura de José Serra(PSDB-SP) poderá ter. Mas tem que saber usar, banindo do discurso a palavra "genérico", trocando, por exemplo, por " eu quebrei o monopólio das multinacionais para fazer remédios brasileiros, para salvar vidas de brasileiros e fortalecer as nossas empresas." Não tem nada mais nacionalista do que os genéricos. Não tem maior privatização na história deste país do que os genéricos. Agora, é preciso ter cuidado: a oposição não deve ser frontalmente contra a aprovação da nova CPMF. Deixa isso para o filhote do Bornhausen, para uma tropa de choque. Só tem uma palavra que pode fazer os tucanos vencerem as eleições e ela tem cinco letrinhas: s-a-ú-d-e. Qual é o pobre que não conhece o "G" dos remédios populares? Aliás, quantos hospitais o Lula construiu em oito anos? Aliás, quanto você gasta por mês em planos de saúde? Aliás, por que não teve Tamiflu e o Brasil se transformou no país com o maior número de mortes no mundo? Aliás, quantas pessoas podem fazer quimioterapia como a Dilma, no hospital Sírio-Libanês? Aliás, Dilma nao se curou de câncer dentro da igreja da pastora presa nos Estados Unidos: ela se curou de câncer dentro de um hospital onde pobre não entra. E por aí vai.
Vem aí a frase.
Começa a guerra de 2010.
Não há mais dúvida: Battisti é petista.
É por isso que eles defendem com tanta convicção este assassino italiano. Em entrevista ao Estadão, o terrorista serial killer, Cesare Battisti, que deverá ser julgado pelo STF nos próximos dias, podendo ser extraditado do país para apodrecer atrás das grades, fala, age e raciocina como um legítimo petista. Daqueles que "não sabiam". Leiam aqui e vejam se não é o mesmo discursos dos lulas, dirceus, genoinos, delúbios, paloccis e assemelhados.A metástese PToffoli.
O indecente vale-tudo que manteve José Sarney na presidência do Senado comprovou que o governo deixou de pecar nas sombras para delinquir às claras. Decidido a garantir o controle do Poder Legislativo, atropelou a lei, a ética e o decoro sem disfarces nem cautelas. A tentativa de infiltrar no Supremo Tribunal Federal o bacharel José Antonio Toffoli, chefe da Advocacia-Geral da União, informa que chegou a vez do Judiciário. Se o resultado do julgamento de Antonio Palocci confirmou que há tumores a remover, a entrega de uma toga a Toffoli anunciará a chegada da metástase. A Constituição exige que um ministro do Supremo tenha notável saber jurídico e reputação ilibada. O despreparo do bacharel escolhido é notório. A reputação agoniza na folha corrida e morre num prontuário ainda em montagem.
Aqui, a íntegra do artigo.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Eu quero minha independência do Lula.
Lula fará, no próximo domingo, o tradicional pronunciamento de 7 de setembro. Desta vez, porém, o assunto principal de sua fala será o pré-sal. Lula aproveitará o mote das comemorações para passar a mensagem de que a descoberta de petróleo na camada pré-sal é a nova independência do Brasil. Na segunda-feira, em seu programa semanal "Café com o Presidente", Lula já havia dito que o lançamento do novo marco regulatório do pré-sal representava "um novo Dia da Independência para o Brasil."
No+Chávez.
Gripe H1N1: a culpa é da oposição.
Sai das entrelinhas, José Serra.
No ar, mais uma safadeza do PT.
Nem levantou voo e um helicóptero recém-adquirido pelo governo do Acre, por R$ 7,9 milhões, pode sofrer reparos.O "defeito", apontado pelo Ministério Público Federal, está em sua fuselagem, pintada com as cores da bandeira acriana e na qual foi desenhada uma estrela vermelha, símbolo do PT -partido que administra o Estado. O governo diz que o desenho faz referência à estrela de sua bandeira, mas, para o procurador da República Ricardo Gralha Massia, trata-se de publicidade que "favorece o PT perante a coletividade". Ele pede que a imagem seja removida ou corrigida em 15 dias. O governo pode acatar ou não a recomendação, e tem cinco dias para se manifestar.
Campanha por PToffoli no STF.
Em campanha para emplacar José Antonio Toffoli na vaga aberta no STF com a morte de Carlos Alberto Direito, integrantes do governo saíram a campo para tentar neutralizar a informação de que o advogado-geral da União foi reprovado na primeira fase dos dois concursos que prestou para virar juiz (1994 e 1995). Além de argumentar que os reveses ocorreram há 15 anos, e que desde então Toffoli aprimorou os conhecimentos jurídicos, a ideia é promover o balanço de sua gestão na AGU. Em destaque, uma anunciada economia de R$ 476 bi para a União graças à ação do órgão -R$ 221 bi teriam resultado do entendimento de que o crédito prêmio de IPI foi válido apenas até 1990.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Blog do Lula abriu área de comentários.
O barbudo e o barbeiro.
Lula ainda vai carregar no seu corpo uma hérnia de disco contraída de tanto dobrar a espinha para Hugo Chávez, durante oito anos de mandato. Vai levar também marcado na sua paleta o fato de ser um dos maiores incentivadores para o esmagamento de um dos países mais pobres da América Latina, Honduras, justamente para fazer o que ele mais gosta: dobrar a espinha para as imposições de Hugo Chávez. Hoje os Estados Unidos, pressionado pelos bolivarianos de toda a espécie, cortou a ajuda econômica ao país, que já vive em clima de eleições democráticas e livres para escolher um novo presidente. Desta vez, o Brasil alinhou-se aos americanos. Uma das retaliações da diplomacia petista é o cancelamento de um programa de erradicação do mal de Chagas, que vem salvando a vida de centenas de hondurenhos. Uma vingança digna da maldade de Lula. O barbudo liberou o "barbeiro" - o mosquito(ou percevejo) propagador da doença - para picar livremente o povo hondurenho, porque é um povo que ama e defende a democracia. E que não dobra a espinha, como ele, para Hugo Chávez."Estou curada".
A "doutora" dá longa entrevista à Rádio Gaúcha, onde declara que está curada. E faz campanha no Rio Grande do Sul. Cansativa, como sempre. Enfadonha pela própria natureza. Chata. Daria uma bela síndica de conjunto habitacional na Vila do IAPI, em Porto Alegre.
40.000 novos cabos eleitorais.

Piada pronta.
A web é "libertária".
Em que pese a capacidade do Congresso de mudar tudo em cima da hora para deixar tudo como está, há algo evidente nesse "imbróglio" legislativo sobre a relação entre web e eleição: o Congresso pouco ou nada entende do fenômeno da web. E do que entende, não gosta. Alguém poderia dizer que, afinal, a web é muito recente, por isso a dificuldade. Não é. A web comercial tem no Brasil quase 15 anos de existência. A internet apareceu por aqui mais de dez anos antes. O problema não é a novidade, mas a essência mesma da rede. A web é libertária demais para este tipo de discurso. Já se tentou coibir a expressão política em rede, e os tribunais superiores já se manifestaram contra isso. Essa energia anárquica volta-se muitas vezes contra o estabelecido, foge ao controle. Isso é um problema para um Congresso como o nosso, em um país cartorial como o Brasil, onde tudo para ser legítimo precisa estar submetido a regulamentos, decretos e portarias. Não demora muito vai se propor o Dia Nacional do Blogueiro e o Registro Nacional de Twitteiros e Afins (RNTA), eventualmente com necessidade de diploma para sua obtenção. Afinal, trata-se de uma mídia com milhões de usuários. E mídia nada fácil de usar, como se viu por exemplos recentes de irrevogabilidade revogável. Quem quiser postar algo contra ou a favor de um candidato, o fará, em um site fora do Brasil, por exemplo. Exigir que um debate na rede inclua um monte de candidatos significa não querer que ele aconteça. Ponto. A rede não é um sistema de "broadcasting", onde uma emissora transmite um sinal e envia um determinado conteúdo, uma mensagem, a milhões de ouvintes. Não é TV, nem rádio. Não é uma concessão. São milhões de usuários (no Brasil serão mais de 70 milhões ano que vem, no atual ritmo de crescimento) enviando mensagens a milhões de usuários. Quase todos, diga-se, eleitores. "É proibido isso e aquilo na web em época eleitoral." Ok, e aí? Vamos colocar um sargento da Rota no ombro de cada usuário do Twitter, de cada blogueiro, de cada autor de comentário, de cada emitente de uma mensagem, um e-mail, um sms? Multar todo mundo? Fingir que não viu? Nos EUA, a turma de Obama usou a web a seu favor. Deu no que deu.
E o "delega" era "comuna".
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Rio 2016.
Anônimo, pero no mucho.
Quem eles pensam que são?
Lula afunda minoritários no Pré-Sal.
Pré-Sal: vai jorrar dinheiro para a Petrobras.
Qual a sua avaliação da nova regulação?
Muito ruim, um absurdo. O objetivo primeiro da mudança de modelo era uma questão de renda. A distribuição hoje não beneficia a Nação como um todo. Então, o governo diz que vai mudar criando um fundo social para receber parcela dessa arrecadação. Ao mesmo tempo, diz: no pré-sal, a Petrobrás vai ser a única operadora. Mas, como a Petrobrás não tem recursos para isso, precisa ser capitalizada. E pega os primeiros 5 bilhões de barris do pré-sal para capitalizá-la. Cadê o fundo que criou? Se o primeiro dinheiro dos barris novos paga os títulos de capitalização da Petrobrás, para que criou o fundo? Para que mudou o modelo? Para dar dinheiro à Petrobrás? Há uma grande inconsistência entre a propaganda e o que apresentaram. A propaganda diz que tem um objetivo, mas o que apresentaram é um modo de pegar dinheiro da concessão e capitalizar a Petrobrás.
Sindicato dos milicos.
Apaga a luz. Por determinação do comandante Enzo Peri, o QG do Exército faz hoje um feriado "fora de época" e, a partir do dia 14, passará a funcionar às segundas em regime de meio expediente, apenas depois das 13h. Trata-se de medida de contenção de despesas. E/ou de protesto dissimulado contra o contingenciamento do Orçamento das Forças Armadas.
Dilma tunga minoritários da Petrobras.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Lula culpa a imprensa pela crise.
Empresa envolvida com o Juiz Lalau dá laudo para a Petrobras.
U$ 240 milhões para o bispo tarado.
Não seja burro, José Serra.
Tucanagem.
O presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE), disse ontem, em palestra a tucanos, que contra uma candidata como a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) o partido "não tem o direito de perder as eleições". Foi uma maneira de cobrar mobilização. Guerra disse que "toda vez que a ministra apareceu, ela diminuiu". "Dilma falando nos ajuda". O tucano afirmou, porém, que o PSDB tem problemas a resolver. Usando a campanha de Geraldo Alckmin, de 2006, como exemplo, ele se queixou da falta de empenho de democratas onde o presidente Lula exercia liderança. "Democratas nos apoiaram. Mas democratas e os tucanos fizeram muito pouca campanha", disse ele, segundo quem, em alguns lugares, a aliança foi "entre aspas".
Aplauso para Lula.
Gostou? Leva pra você.
Telma & Louise. Bilhete passado pela ministra Dilma Rousseff à senadora Ideli Salvatti (PT-SC) ontem, na reunião do conselho político: "Este é um momento em que fica claro que vale a pena essa luta toda. Minha certeza de que o melhor de tudo é ter parceiras como você. Este é meu orgulho! Um abração!".



