domingo, 14 de setembro de 2014

Aécio recebe o apoio de Ronaldo.


O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, recebeu neste domingo, 14, no Rio o apoio explícito do ex-jogador Ronaldo Fenômeno. Amigo do presidenciável, ele já havia declarado seu voto em Aécio, mas pela primeira vez acompanhou o candidato em uma agenda de campanha. Em evento na Central Única das Favelas (CUFA), na zona norte carioca, ele defendeu um olhar que vá além da segurança pública para as comunidades, com políticas de qualificação e geração de renda.

Aécio e Ronaldo chegaram juntos à CUFA, em Madureira, na zona norte carioca, onde participaram do lançamento do livro "Um país chamado favela", de Celso Athayde, fundador da CUFA, e Renato Meirelles, presidente do Instituto Data Popular. Juntos, ensaiaram um jogo de capoeira e se arriscaram na "dança do passinho".

Na saída, Aécio voltou a criticar as campanhas de suas principais adversárias na corrida eleitoral. O tucano disse que a proposta do PT fracassou pelo "absoluto descompromisso com a ética que envergonha a todos os brasileiros" e pela má condução da economia. "O Brasil parou de crescer. E parando de crescer para de gerar empregos. Por isso a candidata do PT terá muita dificuldade em vencer as eleições", disse.

Aécio afirmou que o programa econômico do PSDB é desenvolvido por pessoas qualificadas e tem condições de inspirar aos mercados credibilidade e respeitabilidade: "Para atender os mercados? Não. Para voltarmos a crescer e dar emprego".

Em seguida, voltou sua artilharia contra a presidenciável Marina Silva (PSB) reafirmando que sua candidatura não adquiriu condições de governabilidade. "Repito: o Brasil não é para amadores", disse. O candidato do PSDB afirmou que tem um projeto coerente com seu passado e que não muda de posição ao sabor dos ventos. Indagado sobre a perda de apoio nessa fase da campanha, Aécio se limitou a admitir que o quadro das eleições mudou completamente após a morte do então candidato Eduardo Campos (PSB).

"As coisas mudaram, mas minhas convicções são as mesmas. Errado seria eu mudar de ideia porque alguém "tuitou" contra uma proposta minha ou porque preciso agora agradar a um setor da economia porque tem votos, mesmo que lá atrás, como no caso do agronegócio com a Marina, tenha sido frontalmente contrário, por exemplo, ao avanço dos transgênicos", afirmou.

Apesar de estar em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto, Aécio Neves fez questão de se mostrar confiante. Ele afirmou que acredita em uma virada até o dia 5 de outubro, data do primeiro turno das eleições. "Minha expectativa é que depois de várias ondas nesta eleição está chegando a hora da onda da razão. E na onda da razão somos nós que vamos vencer as eleições", disse. No dia 25 de agosto, Aécio classificou o desempenho da candidata Marina Silva como uma onda nas pesquisas eleitorais.

Marina escolhe um lado e atira a primeira flecha contra os produtores rurais.

Num encontro com lideranças indígenas na tarde deste domingo (14), a candidata Marina Silva (PSB) afirmou não ter "posicionamento ideologicamente contra hidrelétricas". Ponderou, contudo, que os empreendimentos precisam ser, além de economicamente, economicamente, socialmente e culturalmente viáveis. 

Aos índios, também disse ser contra o projeto de lei que transfere para o Congresso o poder de demarcar terras indígenas. Ela defende manter a demarcação como prevê a Constituição. Prometeu apenas fortalecer a Funai (Fundação Nacional do Índio) e "manter, ampliar e aprimorar" as políticas de quotas para índios e negros. 

A Funai tem cometido verdadeiros crimes contra a propriedade privada no campo, inventando terras indígenas onde há mais de 100 anos existem terras agrícolas tituladas. Além disso, as condicionantes estabelecidas na demarcação de Raposa Serra do Sol são desobedecidas, especialmente aquela em que diz que terra indígena é aquela ocupada até outubro de 1988.
 
Marina ouviu uma lista enorme de demandas e recebeu cartas com pleitos. As lideranças indígenas declararam apoio à candidata do PSB. Ela, contudo, prometeu apenas analisar e promover a mediação dos pleitos apresentados. "Seria leviana se dissesse que 100% será atendido", disse. (Com informações da Folha Poder)

A síntese perfeita.

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A "onda da razão" chega ao Estadão.

Durante toda a campanha, o jornalismo do Estadão perseguiu de forma impiedosa o candidato Aécio Neves. Não foi uma nem duas vezes que este blog registrou verdadeiros absurdos nas páginas do jornal. Quase sempre, em defesa da indicação de José Serra e não do mineiro como candidato à presidência. Posteriormente, com a indicação de Aécio pelo PSDB, o jornal passou a manifestar a sua preferência por Eduardo Campos, de forma nítida. Até a sua morte. Sentindo os perigos para o país que representam a eleição de Marina ou a reeleição de Dilma, hoje o jornal paulista faz um editorial de apoio a Aécio Neves. A "onda da razão", tão falada pelo tucano, finalmente chegou ao mais tradicional jornal do país.

A razão contra a baixaria e a apelação

O Estado de S.Paulo
14 Setembro 2014 | 02h 04 

A inacreditável baixaria e a apelação na qual o desespero de Dilma Rousseff e a empáfia de Marina Silva transformaram a campanha eleitoral em sua fase decisiva tiveram um contraponto na atuação de Aécio Neves, terceiro colocado nas pesquisas de intenção de voto, em sua participação, no último dia 10, na rodada de entrevistas com os presidenciáveis realizada pelo jornal O Globo. No momento em que o PT apela para o que sabe fazer melhor - atacar e iludir - e Marina recorre ao bom-mocismo e à manipulação de obviedades para seduzir um eleitorado ávido por mudanças, o candidato do PSDB introduziu um sopro de racionalidade no debate eleitoral.

O que se pode esperar daqui para a frente da campanha petista é a desfaçatez crescente de Dilma Rousseff diante do mar de lama que envolve seu governo, como ela demonstrou sem o menor constrangimento na entrevista ao Estado publicada no dia 9, ao responder sobre o mais recente escândalo na Petrobrás: "Se houve alguma coisa, e tudo indica que houve, eu posso garantir que todas, vamos dizer assim, as sangrias que eventualmente pudessem existir estão estancadas". "Sangrias", aliás, sobre as quais a ex-ministra de Minas e Energia e chefe do governo "não tinha a menor ideia".

Marina Silva, por sua vez, tem falado muito sobre a "nova política" que se propõe a levar ao Planalto e pouco sobre como e o que fará para transportá-la do plano das boas intenções para a realidade dura de um ambiente político que a prática dos últimos 12 anos levou a limites extremos de degradação. E fala pouco sobre os 24 anos em que, sob as asas do guru Lula, militou nas falanges petistas que, com denodo e método, se dedicaram a desmoralizar as instituições democráticas do País. 

Surpreendido, como todo o Brasil, pela reviravolta provocada na campanha eleitoral com a morte trágica de Eduardo Campos, Aécio Neves, cuja candidatura até então parecia presença certa contra Dilma Rousseff no segundo turno, defronta-se agora com a necessidade de, em circunstâncias mais desfavoráveis do que até então, demonstrar que é a melhor opção para um eleitorado claramente ávido por mudanças.

Sem considerar a questão estritamente política, que é essencial, mas pouco compreendida em toda sua complexidade - ou simplesmente rejeitada pela maior parte do eleitorado -, o fator decisivo numa eleição presidencial é certamente a economia, traduzida em seus efeitos sobre o cotidiano dos cidadãos. Para reduzir a questão a sua expressão mais simples, quando a economia vai mal a produção cai, os empregos minguam, a carestia aumenta e a insatisfação geral se instala. É exatamente o que acontece hoje no País, depois de quatro anos de incompetente e desastrado governo. 

Diante desse desastre que nem a indispensável existência de programas sociais como o Bolsa Família consegue mais dissimular, está claro que o Brasil precisa, mais uma vez, de uma competente ação governamental de estabilização e desenvolvimento econômico, a exemplo do que ocorreu 20 anos atrás, quando a inflação anual atingia incríveis quatro dígitos e o então ministro da Fazenda do governo Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, comandou uma equipe de economistas que criou e implantou o Plano Real, a partir de três fundamentos básicos: metas de inflação, câmbio flutuante e superávit primário.

Esse é, claramente, um desafio para o qual Dilma Rousseff, até por formação ideológica, não tem a menor disposição - nem o PT dispõe de quadros habilitados - para enfrentar. Marina Silva, por sua vez, tampouco conseguiu demonstrar até agora genuína disposição, e disponibilidade do necessário apoio de quadros técnicos, para a difícil tarefa de recuperar a economia brasileira.

Além do comprometimento histórico dos tucanos com a estabilidade e o desenvolvimento econômico do País, Aécio Neves pode contar com a credibilidade de quadros técnicos comprovadamente competentes. E essa foi a ênfase de sua participação na entrevista ao jornal carioca, ao repudiar a baixaria e a apelação emocional na campanha: "Tenho feito um esforço maior e vou fazê-lo até o último dia desta eleição. Acredito que, no momento da decisão, vai prevalecer a onda da razão".

Pesquisas internas do PSDB indicam queda de Marina e subida de Aécio.

 Vence nesta semana o prazo que o senador tucano Aécio Neves deu a seus aliados para reagir na disputa pela Presidência da República: 15 de setembro. Em terceiro lugar nas pesquisas eleitorais, ele tenta frear as discussões dentro do próprio partido sobre o rumo que deve seguir se ficar fora do segundo turno. 

Com 15% das intenções de voto no levantamento mais recente do Datafolha, Aécio está quase 20 pontos percentuais atrás das duas candidatas que empataram na liderança da corrida, a presidente Dilma Rousseff (PT) e a ex-senadora Marina Silva (PSB). 

Parte do PSDB defende o apoio a Marina no segundo turno da eleição. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, principal fiador da candidatura de Aécio no partido, faz parte desse grupo. Pessoas próximas a FHC dizem que ele não "jogou a toalha", mas vê com "realismo" a situação de Aécio na disputa e tem discutido o assunto dentro do partido. O ex-presidente nega ter falado sobre o tema com aliados de Marina.

Ciente do debate interno, o candidato tem enviado recados para dentro e fora do PSDB. Nos últimos dias, ele repetiu várias vezes que irá para a oposição se não chegar ao segundo turno, adotando discurso quase obrigatório para um candidato que ainda diz acreditar em uma virada. 

Na sexta-feira (12), o tucano conversou sobre o assunto com aliados em São Paulo. Disse ver sinais de "nervosismo" na campanha de Marina, que oscilou negativamente nas pesquisas da semana passada. Na sua avaliação, afirmou, "começou uma mexida" no ambiente eleitoral que pode ser o início de um "esfarelamento" da rival. 

A tese é amparada em levantamentos internos do PSDB e pesquisas divulgadas para o público, que na semana passada mostraram Marina perdendo votos na classe média e em cidades grandes. Para o candidato tucano, o comportamento desses segmentos do eleitorado aponta tendências, por serem compostos por pessoas mais bem informadas e, portanto, mais atentas às acusações que têm sido feitas contra Marina. 

A ex-senadora está há mais de dez dias sob ataque dos adversários, que lançaram dúvidas sobre sua capacidade de obter apoio no Congresso para governar e suas intenções ao defender a autonomia do Banco Central e o investimento em fontes de energia alternativas ao petróleo. 

QUEIXAS
As últimas pesquisas mostram que, se Marina perdeu votos com isso, eles não migraram para a urna de Aécio. Mesmo assim, estrategistas do comitê tucano apostam que muitos eleitores antipetistas que trocaram Aécio por Marina devem voltar para o PSDB e podem ajudar o candidato a ganhar até seis pontos percentuais na reta final. 

"Eles estão nervosos", disse Aécio a um interlocutor na sexta. "Nunca ligaram para a gente. Essa semana, não passaram um dia sem reclamar." Segundo os tucanos, integrantes do PSB fizeram contato com o comitê de Aécio para dizer que ele estava criticando Marina demais, o que ajudaria a desidratar a pessebista e, ao mesmo tempo, fortalecer a presidente Dilma.

"Não vou fazer ataques pessoais", afirmou o senador ao mesmo aliado. "Mas não tem jeito. Ainda acredito que dá para virar isso aí. Se der certo, nas próximas semanas vou esbarrar com ela na casa dos 22%, 23% dos votos."(Folha de São Paulo)

"Dilma não tem moral para pleitear um segundo mandato", afirma Aécio diante de mais denúncias de corrupção no governo.

O candidato do PSDB ao Palácio do Planalto, Aécio Neves, disse que o governo da presidente Dilma Rousseff não tem condições morais para pleitear o segundo mandato, ao comentar reportagem da “Veja” neste sábado. Segundo a revista, o PT foi chantageado para que não fossem revelados documentos comprovando a suposta participação de integrantes do partido no escândalo da Petrobras.

- A marca do governo do PT é essa, uma denúncia por semana, e cada uma mais grave que a outra. Nós temos que resgatar o padrão ético na Presidência da República - afirmou Aécio. Aécio lembrou que essa é a reta final da campanha, e disparou mais críticas. Cobrou ética da Presidência da República. 

- Nós temos que resgatar o padrão ético na Presidência da República. O governo da presidente Dilma perdeu as condições, perdeu autoridade até moral de pleitear um segundo mandato - afirmou. De acordo com o texto, a legenda teria arrecadado R$ 6 milhões na estatal para calar denúncias envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro Gilberto Carvalho, chefe da Secretaria-Geral da Presidência e um dos coordenadores da campanha de Dilma, e outros petistas. O tucano ainda afirmou que a presidente Dilma perdeu as condições de governar e que Marina Silva “não adquiriu essas condições”.

Aécio se negou a comentar a última pesquisa Ibope, divulgada na sexta-feira, em que aparece novamente em terceiro lugar, com 15% das intenções de voto, atrás de Marina e Dilma. - Um pouco antiga, né? - retrucou, após perguntar quando foi feito o levantamento e a reportagem responder que foi entre os dias 5 e 8 deste mês. Aécio disse que estará no segundo turno. "Só não sei com quem", emendou. 

O tucano participou de evento com jovens na Praça do Papa, região centro-sul da capital mineira.Durante o encontro, foi assinado um pacto pela juventude e igualdade racial. O presidenciável seguiu em carreata até a Praça Sete, no Centro da cidade, acompanhado do candidato ao governo mineiro pelo PSDB, Pimenta da Veiga, e ao Senado, também pelo partido tucano, Antônio Anastasia. Neste domingo, o tucano fará campanha no Rio. (O Globo)

Inacreditável amadorismo! Marina Silva muda programa e defende aumento da inflação. Os bancos adoraram a ideia!

Um dos economistas mais influentes da equipe que assessora a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, propôs na semana passada o aumento da meta oficial de inflação fixada para o próximo ano, para acomodar reajustes de preços no início do novo governo se Marina for eleita. 

A ideia foi lançada pelo economista Alexandre Rands e não faz parte da plataforma da candidata, mas deverá ser discutida internamente nos próximos dias. Ela foi apresentada em público pela primeira vez em evento organizado pelo Bank of America/Merrill Lynch na segunda-feira (8), em São Paulo, que reuniu 500 investidores e executivos do mercado financeiro. 

A meta de inflação é o alvo fixado pelo governo para dar à sociedade uma ideia do que esperar do comportamento dos preços. Essa referência perdeu credibilidade na gestão de Dilma Rousseff (PT), porque a inflação ficou sempre muito acima da meta anunciada, de 4,5% ao ano. 

O PSB cogitou a possibilidade de propor uma redução da meta para 3% em 2019, mas a ideia foi abandonada pelo programa de governo divulgado em agosto por Marina. O documento assume apenas o compromisso de "trabalhar com metas de inflação críveis e respeitadas". 

No encontro com os investidores na segunda, Rands afirmou que é "preciso acabar com a hipocrisia", referindo-se à dificuldade que o governo tem encontrado para alcançar a meta atual. A inflação hoje está em 6,5% ao ano e o próprio Banco Central prevê que só será possível chegar aos 4,5% em 2016.
Marina enviou sete representantes para falar aos investidores, entre eles o economista André Lara Resende, um dos formuladores do Plano Real, e o deputado Walter Feldman (SP), coordenador da campanha e um dos seus principais porta-vozes hoje. 

À Folha Rands disse defender o aumento da meta com redução do intervalo de tolerância, hoje de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. "Todo mundo sabe que [a inflação] será de 6,5% para cima. Manter a meta em 4,5% é hipocrisia", afirmou. "Se não tem chance de chegarmos a 4,5%, tem que fixar uma meta realista", acrescentou. Na sua avaliação, alcançar uma inflação de 5,5% em 2015 será um "plano audacioso", mas possível de cumprir. 

Adotar uma meta maior, mas factível, poderia ajudar a resgatar a credibilidade do governo e murchar expectativas de aumentos de preços no futuro. Quando a capacidade de prever a trajetória dos preços é baixa, os reajustes preventivos tendem a ser maiores. Para Rands, parte da inflação atual resulta da incerteza sobre os objetivos do governo. Com a nova meta, a pressão tenderia a arrefecer. "Parte do problema hoje é assumir uma meta que todos sabem que não será cumprida", disse.

NERVOSISMO
A mesma estratégia foi adotada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2003, no início de seu primeiro mandato, quando a meta foi elevada de 4% para 8,5%. O objetivo então era acomodar reajustes de preços provocados pela disparada do dólar ocorrida no ano anterior, quando as incertezas criadas pela eleição de Lula provocaram nervosismo no mercado financeiro. Naquele ano, a inflação foi a 9,3%. 

Desta vez, uma meta maior ajudaria a acomodar reajustes de tarifas públicas, como passagens de ônibus e energia elétrica, e o preço da gasolina, que foram represados nos últimos tempos para não pressionar mais a inflação. 

Além disso, disse Rands, o futuro governo trabalhará com um orçamento definido neste ano e, por isso, terá limites para reduzir despesas --o que poderia ajudar a diminuir a pressão nos preços. A proposta de Rands foi bem recebida por participantes do encontro de segunda. O ex-diretor do Banco Central Luiz Fernando Figueiredo, sócio da Mauá Sekular Investimentos, disse que a proposta daria mais transparência à política do próximo governo. 

"Ela cria uma trajetória de queda da inflação e, em vez de cobrar só no final [se o objetivo foi cumprido], permite analisar ano a ano o comportamento da inflação", disse. Na reunião de segunda, os representantes de Marina também procuraram afastar desconfianças sobre sua capacidade de obter apoio no Congresso para governar. Eles disseram apostar num grande realinhamento dos partidos políticos após as eleições.(Folha de São Paulo)

sábado, 13 de setembro de 2014

Estarrecedor! Dilma afirma no JN que não há negros à altura do seu primeiro escalão.

Hoje, para surpresa e indignação de um país que possui mais de 50% da população da cor negra, Dilma Rousseff fez a seguinte declaração:

“Eu tenho muitos negros no segundo escalão. E acho que isso reflete também o fato, por isso é muito importante a lei de cotas nas universidades. Nós temos de formar pessoas negras para ocuparem os postos mais altos desse país. Temos de fazer isso.”

Como assim o Brasil tem negros que formar para ocupar o primeiro escalão de um governo? Como assim? Está afirmando que não existem negros mais capazes que os corruptos que a cercam? Isto é uma afirmação que merece ser analisada e contestada pelos movimentos pela igualdade racial no Brasil. É um absurdo que beira ao racismo. Leia e assista aqui.

Aécio hoje na TV.


O assunto é segurança pública.

Minas: Dilma monta palanque de corruptos.

Hoje, em Belo Horizonte, os corruptos Cassinho, Fatinha e Carlinhos, todos corruptinhos do PT, confraternizaram no palanque de Dilma. Todos muito à vontade e muito bem recebidos pela "presidenta".

A presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, participou neste sábado de evento de campanha “Contra o Preconceito”, em Nova Lima (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte, ao lado do prefeito Cassinho Magnani (PMDB) e do ex-prefeito e candidato a deputado estadual Carlinhos Rodrigues (PT).

Rodrigues teve os dois mandatos que exerceu como prefeito marcados por escândalos e envolvimento em mais de 40 processos na Justiça mineira. Ele foi condenado pela Justiça mineira por contratações irregulares na prefeitura e repasses ilegais de terrenos públicos em valor estimado de R$ 60 milhões. O petista apoiou o atual prefeito Magnani.

No ano passado, Magnani e a vice-prefeita, a petista Fatinha Aguiar, tiveram os mandatos cassados por abuso de poder político, acusados de cessão de uso de terrenos públicos a particulares em troca de apoio político e promessa de tablets a estudantes do município. Por enquanto, uma liminar do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mantém os dois no cargo até o julgamento definitivo. (Valor Econômico)