sexta-feira, 25 de julho de 2014

Milhares de evangélicos oram por Aécio.

O candidato à Presidência da República Aécio Neves (PSDB) esteve, na noite desta sexta-feira, em um encontro de jovens evangélicos da Igreja Sara Nossa Terra, no ginásio de esportes Ibirapuera, em São Paulo. No intervalo entre as apresentações de bandas e cantores gospel, ele subiu ao palco acompanhado do ex-deputado e bispo fundador da igreja, Robson Lemos Rodovalho. O tucano foi apresentado como uma “pessoa conhecida e querida” e recebeu uma oração.

- O senador Aécio Neves passou aqui para que nós orássemos por ele. A bispa Lúcia vai fazer uma oração de fé e amor para que Deus possa abençoar a sua caminhada, trajetória e, especialmente, esta nação, dando homens que tenham a missão de amor e de servir a população brasileira - disse o bispo.

Aécio retribuiu a oração com um breve pronunciamento em que falou da importância de “valores cristãos e da família”. - Me sinto honrado de estar aqui na confraternização de jovens reunidos nos valores cristãos e da família brasileira fundamentais para que possamos construir um futuro de maior generosidade, amor ao próximo e a Deus. Esses são também os meus valores.

É a segunda vez que o tucano participa de um encontro evangélico nesta campanha. No mesmo evento estiveram presentes no dia anterior o governador de São Paulo e candidato à reeleição, Geraldo Alckmin (PSDB), e o candidato a senador José Serra. Neste sábado, Aécio, Alckmin e Serra estarão juntos na capital paulista numa visita ao Memorial do Carandiru. (O Globo)

Presidente do Partido dos Trabalhadores comemora demissão de trabalhadores do Santander. É o novo PT. O PT que manda demitir.

O presidente do PT, Rui Falcão, afirmou na noite desta sexta-feira (25) que o banco Santander pediu desculpas pelo texto distribuído para correntistas em que descreve a reeleição da presidente Dilma Rousseff como uma ameaça à economia. Ele disse que foram feitas demissões na instituição.

"Já houve um pedido de desculpas formal enviada à Presidência. [...] A informação que deram é que estão demitindo todo o setor que foi responsável pela produção do texto. Inclusive gente de cima. E estão procurando uma maneira resgatar o que fizeram", disse Falcão.

O presidente do PT afirmou que o Santander informou que 40 mil pessoas receberam o texto. Ele disse que o comunicado prejudica a campanha da presidente e comparou a iniciativa a críticas de economistas em 2002 à eleição de Luiz Inácio Lula da Silva.

"Já vimos esse filme no passado. Eles criaram o Lulômetro para medir como a bolsa oscilava. Agora mesmo a Bolsa sobe e desce, e deve estar beneficiando quem não está interessado no resultado eleitoral, mas em ganhar dinheiro com ação", disse o presidente do PT.

A militantes do PT do Rio, Falcão classificou o caso como "terrorismo eleitoral". Mas afirmou que aceita as desculpas do banco. "Aceito as desculpas do banco, mas isso não elide o que aconteceu. Isso é proibido. Instituições bancárias ou financeiras não podem fazer manifestações que interfiram na decisão do voto." (Folha Poder)

Dilma foge do PT e corre atrás do PMDB que, por sua vez, escapa da Dilma nos dois maiores colégios eleitorais do país para ficar com Aécio. Que fase!

Skaf quer distância de Dilma que não quer saber do PT por perto em São Paulo.

Ontem Dilma foi ao Rio para tentar conter o movimento Aezão, expressão que resume a campanha de 60 prefeitos e centenas de vereadores e deputados do PMDB que estão trabalhando para Aécio presidente e Pezão governador. Para isso, cortou volta do candidato petista Lindbergh Farias, que ficou a ver navios. Dilma chegou ao cúmulo de reverenciar Eduardo Paes, prefeito do Rio, com um beijo na mão, como publicamos no post abaixo. O evento foi pífio, com a presença de meia dúzia de prefeitos fluminenses. 

Em São Paulo, segundo o Blog do Josias, Paulo Skaf, candidato do PMDB ao governo de São Paulo, reiterou nesta sexta-feira que não cogita enganchar sua campanha à de Dilma Rousseff.  Um dos operadores do comitê de Skaf explicou ao repórter o que está por trás da aversão de Skaf à companheira de chapa do correligionário Michel Temer: “Segundo o Datafolha, 47% dos eleitores de São Paulo declaram que não votariam em Dilma nem pintada de ouro. O instituto também informa que, num eventual segundo turno, Dilma seria derrotada no Estado por Aécio Neves [50% a 31%] e até por Eduardo Campos [48% a 32%]. Por que deveríamos nos vincular a ela? Errar é humano. Mas nem o apreço que temos pelo Temer justifica escolher o erro em São Paulo só porque ele foi cuidadosamente planejado em Brasília.”

No Rio, Aécio vai às ruas e diz que Dilma só faz campanha em lugar fechado.

Em visita à favela Vigário Geral, na zona norte do Rio,  Aécio Neves, candidato tucano à presidência, falou sobre a campanha da presidente Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, que nessa quinta esteve na cidade e teve encontro com prefeitos de municípios do Estado, na Baixada Fluminense.

"A diferença central da nossa campanha para a da presidente Dilma é isso aqui: estou andando na rua, sem ninguém (aliados políticos)", afirmou Aécio. "Nossa campanha será olhando para as pessoas. A presidente, por enquanto, tem tido dificuldade de se apresentar à população. Os eventos são fechados, quase com imposição da presença de aliados. Muito mais do que prefeitos e deputados, vou contar com a população brasileira", disse.

O candidato tucano se manifestou também sobre a decisão do TCU (Tribunal de Contas da União) de isentar de culpa pela compra da refinaria de Pasadena a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, e o conselho de administração da Petrobras, integrado por ela à época.

"Acho apenas curioso que os diretores da Petrobras sejam responsabilizados e os membros do conselho, que verificam, que têm responsabilidade formal na decisão, tenham tido tratamento diferenciado. Não pré-julgo ninguém, acho apenas que todos devem prestar esclarecimentos de questões que surgem. Acho apenas que está faltando uma palavra da presidente sobre esse caso."

Aécio, acompanhado da filha Gabriela Neves, de 22 anos, foi recebido na favela pelo coordenador do grupo AfroReggae, José Júnior, escolhido para também coordenar a parte da campanha do PSDB dedicada à juventude.

Médicos brasileiros aderem "Fora, Dilma".

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Cresce o movimento dos médicos em todo o Brasil. Eles estão trocando o jaleco branco pela camiseta "Fora Dilma e leve o PT com você", mesmo perseguidos pelas patrulhas petistas que os denunciam na Justiça Eleitoral. Estima-se que os médicos do país possam mobilizar até 4 milhões de votos. A campanha é viral, espalhando-se por todo o Brasil. 

Por que Dilma não chama o embaixador do Brasil na Rússia? Derrubar avião com 295 passageiros não é desproporcional e inaceitável?

A última e única vez que o Itamaraty se manifestou sobre a gravíssima situação da Ucrânia foi em 19 de fevereiro de 2014, logo após um dia em que mais de 100 ucranianos morreram em conflitos de rua. Vejam a nota:

O Governo brasileiro acompanha com preocupação a deterioração do quadro político e institucional na Ucrânia e lamenta profundamente as mortes ocorridas em Kiev. O Governo brasileiro conclama todas as partes envolvidas a dialogar. A crise política na Ucrânia deve ser equacionada pelos próprios ucranianos, de forma pacífica e com base no respeito às instituições e aos direitos humanos.

Neste caso, Dilma e sua diplomacia alinhada com a esquerda internacional, entrega a sorte do país aos próprios cidadãos, sem pedir a intervenção de nenhuma instituição internacional, mesmo sabendo que por trás de tudo está a Rússia. Em março passado, o Brasil se absteve de votar, quando a Assembleia-Geral da ONU aprovou por ampla maioria uma resolução não vinculante em defesa da integridade territorial da Ucrânia, na qual denuncia a reincorporação da Crimeia à Federação Russa.

Agora vejam a nota emitida após o ataque à escola palestina, cuja autoria ainda não está esclarecida, que gerou uma duríssima resposta da chancelaria israelense:

O Governo brasileiro considera inaceitável a escalada da violência entre Israel e Palestina. Condenamos energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza, do qual resultou elevado número de vítimas civis, incluindo mulheres e crianças. O Governo brasileiro reitera seu chamado a um imediato cessar-fogo entre as partes. Diante da gravidade da situação, o Governo brasileiro votou favoravelmente a resolução do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas sobre o tema, adotada no dia de hoje. Além disso, o Embaixador do Brasil em Tel Aviv foi chamado a Brasília para consultas.

Em resposta, Israel chamou o Brasil de anão diplomático. E de não fazer jus no contexto internacional ao seu potencial econômico. Tem razão Israel se olhar a posição do Brasil em relação ao conflito na Ucrânia. Três dias antes do avião da Malaysia Airlines ser derrubado por um míssil russo entregue a mercenários pagos por Putin, Dilma estava com o presidente russo aqui no Brasil, em encontro dos Brics.

Após o ato terrorista hediondo, que tem a digital da Rússia, não houve manifestação. Nenhuma nota. Nem condolências. Os 295 mortos civis não foram considerados inaceitáveis e nem uso desproporcional de força na avaliação do governo Dilma. A orientação oficial da presidente é não condenar o conflito entre a Rússia e a Ucrânia, para não atrapalhar as negociações dos emergentes. Para Dilma, os holandeses, alemães, tailandeses mortos no avião valem menos do que os palestinos, que valem mais do que os  israelenses. Nossa presidente, sem dúvida, sofre de nanismo moral. 

Assim como fez com ministro do STF no Mensalão, Lula pressionou ministro do TCU para livrar Dilma das acusações sobre a escandalosa compra de Pasadena.

Lula manda recado a Eduardo e irrita o governador que continua a temer pecha de “traidor”
Assim como tentou melar o julgamento do Mensalão, constrangendo o ministro do STF, Gilmar Mendes, em encontro furtivo no escritório do ex-ministro da Defesa, Nelson Jobim, Lula também convocou para o seu escritório um ministro por ele indicado para o TCU. Objetivo: pressionar o tribunal para que isentasse Dilma Rousseff da responsabilidade sobre a escandalosa compra de Pasadena. Desta vez, não era Mendes. Era Múcio. Funcionou. A notícia abaixo é do Estadão.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comandou a operação do governo para evitar que a presidente Dilma Rousseff fosse responsabilizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por sua participação na compra da refinaria de Pasadena pela Petrobrás. Lula recebeu o ministro do TCU José Múcio Monteiro (foto) em um encontro na segunda-feira, em São Paulo, dois dias antes de o assunto entrar na pauta da corte de contas.

Múcio confirmou ao Estado o encontro, mas negou que tivesse tratado de Pasadena. "Eu estava em São Paulo, não via o ex-presidente Lula desde o ano passado e resolvi fazer uma visita a ele de cortesia. Somos amigos. Não falamos absolutamente em Pasadena, não sabia que estava em pauta. Se eu soubesse, era capaz até de eu ter tocado no assunto. Conversamos sobre política, eleição, Brasil, o governo dele, as perspectivas, blablabá, a vida dele, a minha... conversa de compadre, foi exatamente o que aconteceu", disse.

Após a conversa com Lula, porém, o ministro do TCU procurou os colegas e ponderou que responsabilizar Dilma neste momento eleitoral seria politizar demais o caso, além de repetir a defesa do governo de que a presidente votou a favor da compra da refinaria com base em resumo incompleto sobre o negócio.

Ex-ministro de Relações Institucionais no governo Lula e conterrâneo do ex-presidente, Múcio foi nomeado para o TCU pelo petista. Até o início da semana, havia a expectativa no governo e na campanha de Dilma de que o ministro José Jorge, um ex-pefelista que se transformou no ministro responsável por relatar o caso, iria indicar a responsabilidade dela por ter votado a favor da compra da refinaria como presidente do Conselho de Administração da Petrobrás. Ele responsabilizou o ex-presidente da Petrobrás José Sergio Gabrielli, amigo de Lula, e os demais diretores da petroleira, mas decidiu excluir Dilma.

A interlocutores justificou que foi avisado de que, se incluísse a presidente, seu relatório seria todo rejeitado pela corte. Como havia divergência na área técnica sobre responsabilizar o conselho de administração, seria a justificativa para os votos contrários. Neste caso, optou por "salvar" o relatório. Assim, o assunto se mantém na pauta do tribunal e da imprensa, uma vez que se inicia a fase de defesa e há a possibilidade de os "punidos" resolverem contar o que não veio à tona até agora.

Bancos orientam clientes a não reeleger Dilma para não perderem dinheiro.

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Para o Santander, que enviou a correspondência acima aos seus clientes, a reeleição de Dilma será uma catástrofe financeira: câmbio desvalorizado, alta de juros, Bolsa caindo, deterioração dos fundamentos macroeconômicos. Se você quer manter o seu dinheiro seguro, ouça o seu banco. Eles sabem das coisas. Dá até medo votar na Dilma. 

Dilma empurra Brasil para a precariedade: empresas fecham vagas, aumenta emprego sem carteira assinada e mais brasileiros vão viver de bico. É hora de mudar.

A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) mostrou outra face da recente - e ainda embrionária - piora do mercado de trabalho. Em junho, a ocupação cresceu puxada pela precariedade. No mês, foram fechados 55 mil empregos com carteira assinada nas quatro regiões para as quais foram divulgados dados (São Paulo, Belo Horizonte, Rio e Recife). Ao mesmo tempo, cresceu o emprego sem carteira assinada (28 mil vagas) e a ocupação por conta própria (34 mil vagas). A variação é sempre em relação ao mês de maio.

Nos últimos anos, a queda do desemprego e a forte demanda por trabalhadores permitiu o aumento da formalização no mercado de trabalho, com número crescente de contratações com carteira de trabalho assinada, o que significa acesso ao INSS e a benefícios como seguro-desemprego, FGTS etc.

O aumento das ocupações precárias pode estar relacionado ao aumento de ocupações temporárias O camelô que foi para a rua vender produtos verde-amarelos durante a Copa é um exemplo do "conta própria", que voltou a crescer nas estatísticas. O garçom que reforçou a equipe em um bar pode ser um exemplo de "sem carteira".

Mas há sinais além da Copa. Em junho, na comparação com maio, foram fechadas 88 mil vagas na indústria (setor que contrata com carteira). Por outro lado, o emprego doméstico voltou a crescer. Foram 40 mil novas vagas em casas de família. Esse fenômeno é mais recente. Na comparação com junho do ano passado, o saldo ainda é negativo (17 mil vagas a menos).

Outro sinal do mercado de trabalho mais deteriorado é a queda no rendimento médio real. A renda caiu 1% no Recife, 2,2% em Belo Horizonte, 0,5% no Rio e 1,6% em São Paulo, sempre na comparação com maio, já descontada a inflação. Em parte, essa queda é consequência do aumento das vagas precárias (que pagam menos) e do fechamento dos empregos formais (que pagam mais), mas como essa troca ainda é pequena diante do total de ocupados, a queda no rendimento parece parte de um processo que irá mais longe. (Valor)

Dilma e os votos de Israel.

O que importa são os votos. Foi pensando neles que Dilma mandou o Itamaraty sair das suas tradições e atacar ferozmente o estado de Israel, dando guarida ao terrorismo do Hamas, que usa crianças como escudos humanos e mulheres bomba para matar civis inocentes. 

Também é pensando em votos que Dilma vai pisar numa espécie de solo sagrado de Israel, ao ir à inauguração do mega templo da Igreja Universal do Reino de Deus, em São Paulo, na próxima quinta-feira. 

De acordo com a direção da Universal, o Templo do Rei Salomão, com 100 mil metros quadrados, foi bancado exclusivamente com doações de fieis e integrantes da própria igreja, sem necessidade de recorrer a financiamentos bancários. O bispo Edir Macedo, fundador da Universal, quis erguer uma réplica do templo que, segundo a Bíblia, foi construído em Jerusalém, no século XI AC. O Muro das Lamentações, em Israel, é um resquício do segundo templo, erguido no século VI AC.

O objetivo do líder da igreja, com a obra, é trazer um “pedaço da Terra Santa para o Brasil”. Por isso, foram importadas pedras de Israel para revestir o templo. Do lado de fora, há oliveiras trazidas do Uruguai.Já que ele (Edir Macedo) não poderia levar todas as pessoas para Israel, ele gostaria de trazer um pedaço de Israel para cá. As pedras são o mais próximo que a gente tem do templo original, já que vieram de Hebron (Israel), de onde saíram as pedras do primeiro templo — afirmou Rogério Araújo, arquiteto responsável pela obra. O desenho da obra não teve espaço para inovações, de acordo com a Universal. — O projeto foi feito com base nas passagens bíblicas e nas ruínas existentes em Jerusalém — acrescentou o arquiteto.

Não será feita nenhuma homenagem aos palestinos. Ninguém questionará nos sermões se a Palestina tem direito a um pedaço de Israel. Muito menos Dilma. Para ela, a única coisa sagrada são os votos dos dois milhões de fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus.