A esquerda em armas jamais instituiu uma democracia! Nunca, em lugar algum. No Brasil, ela ridicularizava os que persistiram no jogo político. Mas foi através dele que a maioria da opinião pública mudou de lado, retirou apoio ao status quo, chegou-se à anistia e se restabeleceu o regime constitucional. Anote aí: a esquerda em armas não puxou seus gatilhos pela democracia e pela Constituição! E ninguém sacou um bodoque para restaurar o governo de Jango. As coisas não foram como lhe contam, leitor.Reprovar um lado não significa aprovar tudo que foi feito pelo outro. O contexto não justifica as duas décadas inteiras de exceção, nem o emprego da tortura. Mas anistia é perdão e pacificação. Lutando por algo muito pior do que o regime que dizia combater, a esquerda em armas praticou incontáveis assaltos e sequestros, executou mais de uma centena de militares e civis, e “justiçou” adversários e companheiros. Tivesse vencido, ia faltar prisão e paredón no país. Perdeu. Empenhou-se pela anistia e a obteve. Foi perdoada. Mas parece não saber perdoar. Quer restaurar ódios na ausência dos quais a política lhe fica incompreensível.
sábado, 16 de janeiro de 2010
Reabrindo a ferida.
A esquerda em armas jamais instituiu uma democracia! Nunca, em lugar algum. No Brasil, ela ridicularizava os que persistiram no jogo político. Mas foi através dele que a maioria da opinião pública mudou de lado, retirou apoio ao status quo, chegou-se à anistia e se restabeleceu o regime constitucional. Anote aí: a esquerda em armas não puxou seus gatilhos pela democracia e pela Constituição! E ninguém sacou um bodoque para restaurar o governo de Jango. As coisas não foram como lhe contam, leitor.Reprovar um lado não significa aprovar tudo que foi feito pelo outro. O contexto não justifica as duas décadas inteiras de exceção, nem o emprego da tortura. Mas anistia é perdão e pacificação. Lutando por algo muito pior do que o regime que dizia combater, a esquerda em armas praticou incontáveis assaltos e sequestros, executou mais de uma centena de militares e civis, e “justiçou” adversários e companheiros. Tivesse vencido, ia faltar prisão e paredón no país. Perdeu. Empenhou-se pela anistia e a obteve. Foi perdoada. Mas parece não saber perdoar. Quer restaurar ódios na ausência dos quais a política lhe fica incompreensível.
Foto do dia.
O presidente Barack Obama referiu-se à "extraordinária generosidade" do povo dos Estados Unidos com o Haiti, anunciando o estabelecimento do Fundo Clinton-Bush para coordenar o envio da ajuda de pessoas e organizações ao país caribenho, assegurando que se realize rapidamente e com segurança. Hillary Clinton já chegou a Porto Príncipe e respondeu com um "não é justo" às críticas das ratazanas de que o país estaria impedindo a chegada de aviões ao país. Ocorre que os jagunços do bolivarianismo, como Celso Amorim, ministro de Relações Exteriores do Brasil, estão atacando os Estados Unidos por estarem tentando achar uma forma de fazer chegar alimentos e remédios até as pessoas, sem gerar motins, conflitos, saques e mais mortes entre a população desesperada de um país destruído. Não há como jogar de pára-quedas. Não há como descer helicópteros. Não há estruturas intactas para fazer as coisas de forma organizada. É o caos e, como mostra a foto, não é hora de "amorinizar" a situação.É você amanhã, petralha.
Declaração de Sebastián Piñera, da Coalizão pela Mudança, favorito para vencer a eleição contra a esquerda amanhã, no Chile, apesar de todo o uso abusivo da máquina por parte da Bachelet. Fora! Vão trabalhar!
Mídia boa mesmo é da TV Sarney.
O filme de terror da esquerda.
Lula: "eu ficarei bem".
O "avanço" que o Brasil pode esperar.
Esta senhora da foto, que já foi uma guerrilheira, que já participou de uma organização terrorista, que já foi organizadora de um "bancos de dados" contra Dona Ruth Cardoso, que já foi uma "doutora" e que já mandou "agilizar" uma investigação da Receita Federal contra um irmão da outra senhora à esquerda, disse ontem:"Continuar o governo Lula é fazer tudo igual? Não, para nós do governo continuar o governo Lula é avançar."
Áecio tira a escada de Dilma.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
O imbecil Amorim.
Jobim "mata" quatro brasileiros no Haiti.
A saúde "perfeita" de Cuba.
Síndrome de "chefe".
Toma-lá-dá-cá.
Serra já venceu Aécio, Lula e a mídia.
Má fé.
Não foi de graça.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Merchã do filme do Lula. Na novela das 8!
Itamaraty do B.
Frase de Marco Aurélio Porquito Garcia, assim conhecido em Honduras em função daquela sua dentadura que ofende as relações internacionais, assessor especial do Itamaraty do B junto às FARC, Fidel, Chávez, Ahmadinejad e outros "democratas", batendo boca (a dele é praticamente podre) com o presidente do PSDB. A propósito, Marco Aurélio Garcia enfrentou alguma vez as urnas? Ao que se tem notícia, somente nos conchavos internos do PT. A propósito, Sérgio Guerra poderá virar ministro de José Serra, se não for eleito. E Garcia, vai virar o quê? O porta-voz informal das FARC no Brasil?
Sindicato vira entidade de "direitos humanos".
Só 262 dias.
Dilma do PPT.
Eles gostam mesmo é de dinheiro.
Decretada a incompetência da Dilma.
Com esse escorregão(de não mudar o decreto do PNDH III), a ministra Dilma Rousseff demonstrou de forma irrefutável seu despreparo para mais um cargo federal. Já havia mostrado sua inépcia ao chefiar o Ministério de Minas e Energia, onde sua gestão foi abaixo de inexpressiva. Chamada para a Casa Civil, foi desde o início poupada, pelo presidente, de toda a responsabilidade pela articulação política. Foi-lhe atribuída a gerência dos investimentos federais e, em 2007, o presidente Lula entregou-lhe a coordenação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Mais que isso, ele a nomeou "mãe do PAC". Mais uma vez a ministra demonstrou sua inépcia gerencial, desmentindo novamente sua injustificável fama de executiva.
Lula lá.
Do colunista Cacau Menezes, do Diário Catarinense:Altas fontes. Fiquei sabendo ontem, de altas fontes, que o presidente Lula anda de namorico com a ex-modelo Luiza Brunet, e que por isso seu casamento com Marisa está por um fio. Aliás, os dois já estariam separados.Se for verdade, Cacau sai na frente de novo. Se for mentira, só o tempo dirá.
SENAI x ITA.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Lula cria o CGPEAGBRCM. Pode chamar só de "comissão".
Perguntinha básica.
Jobim responde insensibilidade de Lula.
Para entender o título, leia o post abaixo.
Zilda Arns não assinaria esta nota.
Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República.
....................................................................
Para ela, jamais existiria este "em especial". Todos são iguais, especialmente quando morrem em pleno trabalho em prol dos Direitos Humanos. Os quatro militares que morreram junto com ela teriam o mesmo tratamento dela, se ela viva estivesse, em qualquer situação. Mas vá esperar sensibilidade de um governo que odeia os seus militares.
Zilda Arns não assinou.
Esquilomania derruba a Lulomania.
Da Folha:
Embalado como blockbuster, "Lula, o Filho do Brasil" segue desapontando nas bilheterias. Após uma estreia aquém do esperado, o filme teve, no seu segundo final de semana em cartaz, uma queda de 49% em relação à abertura. Segundo o boletim Filme B, que monitora o mercado cinematográfico, o filme foi visto por 102 mil pessoas entre sexta-feira e domingo.Quando se leva em conta o tamanho do lançamento, em mais de 430 salas, o número é baixíssimo. "Alvim e os Esquilos 2" vendeu, nesses três dias, 640 mil ingressos.
Lula guerra e ódio.
O babushka do Lula não fala?
Responsável direta pela edição do decreto do PNDH III, ao ponto de ir às lágrimas na cerimônia de lançamento, a babushka stalinista do Lula continua em silêncio. Não explica porque mudou o texto, retirando o que estava negociado e acordado. Vai abrir a boquinha embotocada quando? Quando aprender a lutar capoeira como o chefe, para completar a sua habilidade de montar e desmontar um fuzil em trinta segundos? A babushka stalinista do Lula tem outras por dentro. A pior delas não é a mentirosa. É a cínica.Marina detona Dilma.
Pré-candidata à Presidência pelo PV, a senadora Marina Silva (AC) afirmou que os conflitos entre ministérios sobre o Programa Nacional de Direitos Humanos provam a falta de coerência do governo.Marina, que deve enfrentar nas urnas a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, provável candidata do PT, responsabilizou o ministério pelos erros no processo. "A Casa Civil passar por cima de uma coisa assim [divergências] e levar para o presidente assinar, em um tema tão polêmico", disse. A senadora se disse favorável à comissão da verdade, mas acha que a decisão sobre uma revisão da Lei da Anistia cabe apenas ao Judiciário.Apesar de ser pessoalmente contrária à descriminalização do aborto, Marina defende um referendo popular sobre o tema.
O teu discurso não nega.
"Eu tenho orgulho do governo que o senhor está fazendo. Estamos completando 120 anos de República, e quando imaginamos que um operário seria motivo de tanto orgulho?"
Stalinismo farofeiro.
Reunidos num decreto depois de retocados por revolucionários de araque, os mesmos sinais de perigo bastam para anunciar a iminência do naufrágio. O que para Lula é instrumento eleitoreiro vira programa de governo quando transcrito por um Paulo Vannuchi, um Tarso Genro, um Franklin Martins ou qualquer outro devoto de velharias desaparecidas do mundo civilizado há 30 anos.Em parceria, o presidente que jamais levou um livro no isopor da praia e a Irmandade dos Órfãos do Muro de Berlim produziram um indispensável esboço ideológico do governo Lula. Sob o codinome Programa Nacional de Direitos Humanos, foi lançada no Natal a primeira edição do Guia do Stalinismo Farofeiro.
Leia aqui.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Notícias do Haiti?
Dedo na ferida e na cara.
Justiçamento.
O golpe dentro do golpe.
Pronto. A Comissão da Verdade era apenas o bode na sala e o aborto um pequeno deslize semântico, já que não é política de governo. Muda-se duas palavrinhas e o monstrengo vai ser tocado em frente, com o fim da liminar de reintegração de posse que, para quem não é jurista, é uma espécie de habeas corpus para proteger a propriedade privada, o fim da liberdade de construir no Brasil empresas jornalísticas livres, o fim da Justiça como poder da República, entre tantos absurdos. Tocar o PNDH III em frente é o golpe dentro do golpe. O PNDH 3 deve ser exterminado, é o alien do esquerdismo arcaico e patético que ainda sobrevive no Brasil. Combina com Dilma, Vanucchi, Tarso, Franklin Martins, Minc e outros hospedeiros. O PNDH III, longe da ficção, é um verdadeiro filme de terror, com direito a duplo sentido. Estamos apenas no trailer.
A corrupção lulista.
O recente caso envolvendo Oi/Telemar/BrTelecom, em que empresários fizeram um multibilionário negócio proibido por lei, mas já certos de que Lula mudaria a Lei de Telecomunicações para favorecê-los, esse fica não só na história do governo Lula, mas na biografia verdadeira de Lula.O negócio da compra de submarinos franceses, com a participação até da empreiteira Odebrecht (contratada na França para burlar a necessidade de concorrência aqui), está embrulhado em sombras, dólares e euros. Mas o negócio com os caças Rafale fala por si e pelo dos submarinos.A falta de pudor com que o governo, por intermédio de pessoas do nível de presidente da República e de ministros de Estado, se lança em artimanhas medíocres, umas em seguida às outras, para impingir um negócio que até o mais leigo dos leigos percebe ser absurdo, tem lastro histórico: volta à América Latina e celebra a África nos momentos, em ambas, de mais explícita imoralidade governamental.E lá se vão, nesse arrastão, até pessoas de quem se podia discordar, mas, até aqui, sem desconsiderar suarespeitabilidade. "O barato sai caro" -se isso é a argumentação que o ministro das Relações Exteriores oferece, em Paris, para a compra dos caças, só se pode deduzir que os motivos de Celso Amorim não são mais do que bajulatórios. À vista de uma pretendida candidatura em que a ajuda de Lula será o fator decisivo.E que lição insultuosa vem dar à FAB o novo ministro de Assuntos Estratégicos, Samuel Guimarães, com o argumento de que escolher um avião de caça "não é como comprar um automóvel, o preço não pode ser o único determinante" (para o repórter Bernardo Mello Franco). Os meses de estudo da FAB entre os diferentes aviões, os milhares de páginas então produzidos, a ponderação das respectivas contribuições para a futura indústria aeronáutica brasileira, tudo isso foi apenas comparação de preço, como na compra de um carro? Nessa pequenez pelo menos ficou-se sabendo que o ministro de Assuntos Estratégicos compra carro pelo preço. O que é bem coerente com a "aliança estratégica" que o governo Lula não construiu: compra ao governo Sarkozy, no que talvez venha a ser a maior transação comercial já feita pelo governo brasileiro. Mas "o preço não pode ser o único determinante", porque "o barato sai caro".
A Folha não sabia.
Ainda bem que existem os blogs para ajudar a grande imprensa que está aí. A notinha acima, que aparece envergonhada como deveria, mostra como um grande jornal brasileiro fez dezenas de matérias sem ler o documento do PNDH III. Foi alimentada por press-releases do Franklin? Turma do dossiê vai redigir o decreto.
Depois de ouvir os ministros Paulo Vannuchi (Direitos Humanos) e Nelson Jobim (Defesa) sobre o texto do terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos, o presidente Lula deverá indicar integrantes do alto escalão para compor o grupo encarregado de elaborar o projeto de lei destinado a tratar do funcionamento da comissão da verdade, pivô da crise com militares. "Para que depois ninguém diga que não leu o documento", diz um auxiliar do presidente.Como o decreto prevê que o grupo seja chefiado pela Casa Civil, o nome mais forte em circulação no Palácio do Planalto para comandar o debate é o de Erenice Guerra, secretária-executiva da pasta e desde sempre braço direito da ministra Dilma Rousseff.
Cartaz falso.
Este é um cartaz falso que está circulando pela web. É uma montagem em cima de um modelo usado no final dos anos sessenta e início dos anos setenta. Os personagens retratados foram presos ou exilados, em épocas diferentes. Mexer com o passado tem destas coisas. Quem olha um cartaz como este e não é informado que é falso pode ter uma idéia distorcida da História. Estas pessoas jamais foram procuradas ao mesmo tempo pela polícia. É isso que dá mexer com um passado que já estava pacificado para 99,999999% dos brasileiros. Só gera ódio e revanche dos dois lados. Uma lástima.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Esquerda racha o Brasil.
CUT, a filha do Lula.
Guerra é guerra.
Uma ONG ameaça o Brasil.
O nome da ONG chega dar engulhos e vômitos: Justiça Global. Isto parece nome de série de TV. Os justiceiros multinacionais caçando vítimas. Exceto em Cuba, na Venezuela, na Bolívia, na Nicarágua, no Equador. Hoje, uma dirigente desta organização não governamental, sustentada sabe-se lá porque fundos, Andressa Caldas (foto), foi para os jornais ameaçar o Brasil, dizendo que "a revisão ou a suspensão do decreto permite acionar os organismos internacionais ". Neste caso, acionar quem? Ora, a OEA do Insulza. A OEA onde quem manda é o Hugo Chávez. A OEA bolivariana. Para a ongueira, o Brasil não tem Congresso e não tem Judiciário. Somos todos uns imbecis. Um dos orgulhos desta Justiça Global, em dez anos de atividades no Brasil, é ter deflagrado o debate sobre "o papel do Poder Judiciário no agravamento da criminalização dos movimentos sociais". A cara dela não diz tudo? Sejam moderados nos comentários.Os mesmos.
Acima, o cartaz da anistia, criado por Ziraldo. Ao lado, a atual cartilha dos direitos humanos do Vanucchi, criada pelo Ziraldo, vinte anos depois. No cartaz da anistia, está a chave de tudo: "ampla, geral e irrestrita". Ziraldo, que é um dos mesmos ou mais dos mesmos, se preferirem, esteve preso por algumas horas, algumas vezes, nos idos de 1968. Ninguém tocou um dedo nos seus cabelos prateados. Não parou de trabalhar um minuto, não parou de ganhar dinheiro um só minuto. No entanto, recebeu R$ 1.000.253, 24 de indenização, numa só bolada, em 2008. Como anistiado político. Em 2009, a The Raldo Estudio de Arte e Propaganda Ltda., empresa de Ziraldo, faturou R$ 285.443,20, dos quais R$ 250.000,00 contra a EBC, onde o chefão é o Franklin Martins, o ex-guerrilheiro e ex-sequestrador. Não se tem notícia de concorrência para este trabalho. De 2004 até 2009, o Ziraldo faturou R$ 889.066,70, uma média de R$ 150.000,00 por ano com o governo Lula. A história também é feita de números de vivos. E de números financeiros. Ziraldo é a prova viva de que, toda vez que a esquerda cavoca o passado, a coisa toda rende muito, muito dinheiro. A OAB também sabe disso. As entidades e ONGs que apóiam a idéia sabem disso, basta ver os convênios que as sustentam. É fim de governo. É fim de festa. A boquinha tem tudo para acabar. Do lado de lá não existe nenhum menino maluquinho. São todos sexagenários muito espertos e muito lúcidos.Caça aos militares.
"Os militantes contra a ditadura já foram punidos, inclusive à luz da legislação do regime ditatorial existente na época no Brasil. O que é preciso fazer, até porque nunca foi feito antes, é apurar as responsabilidades daqueles que, de dentro do Estado, torturaram e mataram", afirma Marcelo Zelic, vice-presidente do Grupo Tortura Nunca Mais de São Paulo. "Esta é a segunda tentativa do ministro Nelson Jobim de ganhar no tapetão", afirma Zelic. "Na 11ª Conferência Nacional de Direitos Humanos, em 2008, os membros da pasta da Defesa já tinham tentado mudar o caráter da comissão nacional de verdade e justiça, propondo que ela se chamasse comissão da verdade e reconciliação. Perderam. Agora, de novo, tentam esvaziar o plano."
Querem, efetivamente, um movimento de caça aos militares. Sem reconciliação. Com revanchismo. Com a faca entre os dentes. Com sangue nas mãos. Com ódio. Eles se sentiram vitoriosos ao tirar a palavra "reconciliação" do primeiro texto. Se você vestia uma farda de 1964 a 1979, prepare-se. Eles vão buscar você para responder pelo crime hediondo de defender o Brasil contra a instalação de uma ditadura comunista.
Fidel e Marighella também assinam lista da AJD.
Mais duas assinaturas exclusivas no abaixo-assinado para acabar com a Lei da Anistia. A lista, tida como um dos instrumentos de pressão a favor do PNDH III, é organizada pela Associação dos Juízes pela Democracia. Veja aqui.
Uma Comissão da Verdade com Dilma já!
domingo, 10 de janeiro de 2010
PNDH III: tudo indica que Lula mente.
"Este PNDH-3 será um roteiro consistente e seguro para seguir consolidando a marcha histórica que resgata nosso País de seu passado escravista, subalterno, elitista e excludente, no rumo da construção de uma sociedade crescentemente assentada nos grandes ideais humanos da liberdade, da igualdade e da fraternidade."
A "sociedade" do Vanucchi.
O INESC é um dos signatários que participaram da formulação do PNDH III. O convênio milionário que este instituto tinha com o governo federal, de R$ 446 mil, foi inteiramente quitado em 9 de dezembro de 2009. Com quem era o convênio? Com a secretaria do Vanucchi! Sabe o que o Vanucchi disse sobre o PNDH III? Que foi a "sociedade" quem redigiu o Plano. Agora ficou mais claro que "sociedade" é esta. A nota estará sendo atualizada, pois o Coronel está em plena pesquisa.- Terra dos Direitos - R$ 69.990,00
- Fala, Preta! - R$ 259.280,00, de 2003 até agora.
- MNDH - R$ 475.679,00
- Nação Bantu - R$ 919.698,00 (projetos diversos)
- Ademir Torres - R$ 381,41
- Lídia Yoshikawa - R$ 19.800,00
- Marivaldo de Castro Pereira - R$ 19.829,00
- Paula Ferreira Lima - R$ 24.369,00 (coordenadora do PNDH)
OAB pede demissão de ministros.
Cezar Britto, Juniti Saito e Wadih Damous. É bom para o calça frouxa da FAB saber com quem está tratando. Hoje, eles estão pedindo oficialmente a sua cabeça.Esta é a posição da Ordem dos Advogados do Brasil, que saiu em defesa de Paulo Vanucchi, o homem que quer fazer uma Constituinte pessoal, rasgando a Constituição Federal e jogando a Lei da Anistia na lata do lixo. A frase é de Wadih Damous, presidente da OAB carioca. Por sua vez, Cezar Britto, o presidente nacional, ligou para Vanucchi em solidariedade às suas ameaças de demissão. Leia aqui. Conheça um pouco mais do presidente da OAB-RJ, na notícia abaixo, de 30 de outubro de 2009, na qual uma juíza o condena por ter embolsado o dinheiro do FGTS de um cliente:
A juíza Claudia Vieira Maciel de Souza, da 6ª. Vara Cível, Falência e Concordata do Fórum de Porto Velho, Rondônia, condenou o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional do Rio de Janeiro, Wadih Damous, e seus dois sócios, por não prestação de contas e dano material contra um cliente, o servidor público federal Luiz Nunes da Silva. Transitada em julgado, a sentença de 19 de junho de 2009, gerada pelo processo 001.2006.025124-6, entrou esta semana em processo de execução no Fórum de Porto Velho. O Sr. Luiz Nunes da Silva teve sua contribuição para o FGTS resgatada por Wadih Damous em 1993, no Rio de Janeiro, mas nunca recebeu seu dinheiro. Leia a íntegra aqui.
Só falta dobrar o Lula!
A juíza Kenarik, que além de receber o seu gordo salário como magistrada ainda presta serviços remunerados ao governo Lula (basta clicar o seu nome no Portal da Transparência para ver pagamentos recebidos no Ministério da Saúde, Presidência da República e Ministério da Justiça, entre outros) é a voz retumbante na luta pelo fim da Lei da Anistia. É secretária da Associação dos Juízes pela Democracia (ver post abaixo). O blogueiro da Veja, Reinaldo Azevedo, mostra quem é a juíza na sua militância política. Leia o post. A juíza Kenarik foi capa da Caros Amigos em novembro, o ministro Vanucchi foi capa em dezembro. Fazia parte da campanha organizada que foi abortada a partir dos blogs, que repercutiram a revolta dos militares. Observem, em trechos abaixo, que o grande objetivo, que fica claro hoje com a ameaça de demissão de Vanucchi, é emparedar Lula. Eles apostam, de forma organizada que, baseados na popularidade do presidente, aprovarão o documento e poderão encarar a sociedade brasileira e, no apagar das luzes, pavimentar o caminho para uma ditadura socialista a ser implantada em um suposto governo Dilma. Para isso, pressionam Lula, descaradamente. Colocam Lula contra a parede, abertamente. Esta é a grande luta da esquerda, hoje. Eles estão pouco se lixando para os militares covardes, que são descritos literalmente como covardes por Vanucchi, em sua entrevista ( eles, os militares,"fizeram a transição e tiveram a oportunidade de se meter em crises políticas no Brasil, mas não se meteram...") , portanto não se meterão agora. Vejam os trechos abaixo, dos dois principais personagens do PNDH, até agora. Vejam como tratam Lula. É agora que vamos ver quem é Lula e a que veio. Lúcia Rodrigues Caros Amigos) - Por que o governo Lula não faz nada de mais concreto(para acabar com a Lei da Anistia), se é um governo teoricamente de esquerda? E tem um ministro dos Direitos Humanos que foi torturado, inclusive.
Kenarik Boujikian Felippe (Juiza e Secretária da Associação dos Juízes para a Democracia) - Eu não sei se o governo Lula é um governo de esquerda. Eu não concordo quando se diz que é um governo de esquerda, e nem sei se até é teoricamente. Ele foi eleito por uma base grande de esquerda, isso sim, mas ele não é um governo exatamente de esquerda. Tanto que, em termos de Executivo, o que é que foi feito em relação a essa matéria? Ele tem que assumir, ele é o presidente, foi ele quem recebeu milhões de votos. Como é que ele não assume uma coisa dessas? Deixa cada ministério falar o que acham sobre esse tema. Então, nesse processo nós temos essa tensão dentro do governo. E tensão eu acho que pode existir, mas tem que ter alguém que diga se é A ou B. Alguém tem que dizer isso. Quem seria? Só pode ser o presidente.
(A entrevista foi concedida na edição de novembro de 2009, para a revista Caros Amigos.)
....................................................................
Tatiana Merlino (Caros Amigos) - É por isso que os arquivos não foram abertos?
Paulo Vanucchi ( o ministro que quer acabar com a Leia da Anistia) - Existe outra proposta de fazer o enfrentamento. Era legítima, eu já defendi isso quando eu tinha 19 anos. Tenho o maior respeito pelo jovem que eu fui. Eu tenho muita certeza de que em muitos aspectos ele foi um jovem melhor do que eu sou. E em outros aspectos eu acho que estou melhor. No fundo não acreditam que será possível qualquer transição com o parlamento, ele vai se aperfeiçoar, terá que ser visto, ele é uma tribuna de debate, de denúncia, para em algum momento criar uma alternativa da ruptura. Pode ser que só a história mostrará isso. Eu não acredito nisso, eu acho que nesse momento a estratégia é de ir avançando à democracia. Para isso, precisa de ter maioria parlamentar. E o eleitor, nesse momento, racha o voto no meio. Ele dá metade para o Lula e metade para o anti-Lula. Em termos matemáticos, ele põe 100 deputados do Lula e 400 anti-Lula. Então obriga a ter um ministério em que o PMDB tem virado o fiel da balança, talvez saia de novo e que vai ter áreas como Comunicação, Hélio Costa, Agricultura, Stephannes, Defesa, Jobim, que são figuras que têm uma história de vida, um acúmulo inteiramente diferente do Lula, do PT etc. Então nesse sentido é presidencialismo de coalizão. E o presidente Lula, a quem cabe o papel de arbritrar, ele vai definir essa discussão? Ele tem sobre esse tema, em primeiro lugar, uma cabeça, uma visão, uma cultura muito diferente da minha. No meu longo período de assessor nunca tive confusão sobre isso. Até a cabeça do irmão dele Frei Chico, comunista, torturado. Eles sempre tiveram opiniões diferentes. Segundo, nesse momento o Lula é uma figura política que tem em suas preocupações centrais as ideias de moderação e intermediação. Às vezes eu brinco dizendo que, nesses 30 anos de trabalho com o Lula, posso ter ajudado ele em alguma coisa. Eu me sinto muito aluno, brinco muito. Já disse isso pra ele. O Lula quer mudar completamente o Brasil, profundamente, sem deixar nenhuma injustiça em pé. Só que ele gostaria muito de fazer isso sem desagradar ninguém.
Abaixo assassinado.
Uma associação dos juízes pela democracia está promovendo um abaixo-assinado a favor do fim da Lei da Anistia. É uma ONG. Entre as mais de 11.000 assinaturas, uma chamou a atenção. Ele teve a cara de ir lá e assinar: ele, um dos maiores personagens da guerrilha. Só falta o Lamarca e o Marighela subirem do inferno para participar. Comissão da Verdade: Vanucchi pauta Lula.
O secretário nacional de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, disse ontem à Folha que é "um fusível removível" no governo e pedirá demissão caso o terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos seja alterado para permitir a investigação de militantes da esquerda armada durante a ditadura militar (1964-1985), como exigem o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e as Forças Armadas."A minha demissão não é problema para o Brasil nem para a República, o que não posso admitir é transformarem o plano num monstrengo político único no planeta, sem respaldo da ONU nem da OEA", disse.Ele condena a tentativa de colocarem no mesmo nível torturadores e torturados. Uns agiram ilegalmente, com respaldo do Estado, os outros já foram julgados, presos, desaparecidos e mortos, comparou o secretário, citando o próprio presidente Lula, que foi julgado e condenado a três anos (pena depois revista) por liderar greves no ABC.Lula volta ao trabalho amanhã espremido entre o amigo e assessor de mais de 30 anos e ministros como Jobim e Reinhold Stephanes (Agricultura), que têm sido críticos ácidos do plano de direitos humanos, ao lado de outros setores, como a Igreja e a imprensa.Vannuchi aposta que Lula tentará uma opção intermediária: "O presidente Lula é construtor de caminhos de meio termo. Mas, se não for possível, não posso ficar. Vou optar pelo caminho da Dona Lindu [mãe de Lula]: sempre de cabeça erguida", disse.Não é a primeira ameaça de demissão no governo por causa do plano. A primeira crise surgiu em dezembro quando os comandantes do Exército, general Enzo Martins Peri, e da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, fizeram a mesma ameaça só que por motivos opostos. A pressão era para que Lula revogasse trechos do plano que, entre outras coisas, cria uma "comissão da verdade" para apurar torturas. Os militares classificaram o documento como "excessivamente insultuoso, agressivo e revanchista" às Forças Armadas. Ficando ou saindo, Vannuchi diz que o saldo do plano já é amplamente positivo, "porque provocou um intenso debate interno sobre Direitos Humanos, abarcando as posições dos mais diferentes setores. Que sejam necessários ajustes, não me oponho, mas há limites". Segundo ele, "as críticas são desproporcionais e baseadas em interpretações equivocadas". Na sua opinião, o plano "não é uma peça da esquerda radical, é uma construção que, eventualmente, contém imperfeições e até erros, mas fundamentada em elementos essenciais da democracia". Um dos equívocos que aponta foi cometido, segundo ele, por Stephanes e pela senadora Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da Confederação Nacional da Agricultura. Para Vannuchi, "não é possível ser contra o agronegócio, como eles dizem, mas é preciso garantir que não oprima, não viole, não asfixie a agricultura familiar e o médio produtor". Nos itens sobre a descriminalização do aborto, ele admite mudanças para deixar o texto mais aberto, menos específico. Esse é um ponto nevrálgico, porque produziu uma reação firme da Igreja, aliada da causa dos Direitos Humanos. O centro da discussão, porém, está na questão militar. Vannuchi e Jobim concordam num ponto: o plano não propõe o fim da Lei da Anistia, tanto que o item dois do capítulo 6 cita a lei, reconhecendo, portanto, sua legitimidade. "Pena que cita o número e a data da lei, e as pessoas não reconheceram ali a Lei da Anistia", disse Vannuchi. Ele passou ontem pelo menos duas horas, lendo tanto as críticas que se avolumam nos jornais quanto o próprio texto, para fazer uma autocrítica: "Estou revendo ponto por ponto, com reflexão, com humildade, mas a decisão é do presidente Lula". De férias numa praia, Vannuchi aguarda a convocação do presidente a qualquer momento para debate o plano. É possível que isso ocorra simultaneamente ou logo depois da reunião de Lula com Jobim para o debate do plano. A tensão é nítida dos dois lados.
Pacotão da Dilma (2)
Ajustes. Embora afirmem que Lula seguramente fará revisões no terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos, auxiliares do presidente descartam que ele contemple o pedido dos militares para que movimentos de luta armada sejam investigados.
Panelaço. Apesar do silêncio quando a polêmica com militares estourou, o PT prepara uma reação para defender o programa. O partido acionou ONGs e intelectuais para que se manifestem.
Pacotão da Dilma(1).
Como tem sido típico no governo Lula, confunde-se, mais uma vez, a lógica militante de partidos, sindicatos e ONGs com a ética da responsabilidade, que deveria prevalecer no trato da coisa pública. Revive-se, em microcosmo, uma das piores tradições do esquerdismo, derrotada no decurso do século passado. Um grupo diminuto se elege senhor da razão e da história e se julga no direito de impingir suas posições à população.Tais investidas terão escassa, para não dizer nenhuma, consequência prática, e esse não deixa de ser um indicador de que a sociedade brasileira amadureceu.


