segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Dilma: mais conhecida, menos votada.
Ibope mostra que nada mudou.
Prêmio "Quanto É" para Lula e Aécio.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai receber na noite desta segunda-feira, em São Paulo, o prêmio "Brasileiro do Ano", oferecido pela revista "IstoÉ". Segundo a revista, Lula será homenageado por sua contribuição para elevar o Brasil à posição de protagonista de uma nova ordem mundial e pela maneira como o país enfrentou e superou a crise econômica. A solenidade ocorrerá às 20h, no Sheraton WTC Hotel. Esta é a terceira vez que o presidente recebe o prêmio. Em 2006, ele foi homenageado pelas conquistas sociais, econômicas e políticas obtidas naquele ano. Em 2002, ainda como presidente eleito, Lula dedicou o prêmio ao povo brasileiro. Além do presidente, mais quatro personalidades serão homenageadas como "Brasileiros do Ano 2009": o ministro da Fazenda, Guido Mantega (Economia); o nadador Cesar Cielo (Esportes); o cineasta Daniel Filho (Cultura); e o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (Política).
O fracasso do ENEM.
Ah, bom.
BNDES favorece estados petistas.
domingo, 6 de dezembro de 2009
Propinodutos.
Há exatos 30 dias atrás, Arruda e Lula brincavam de polícia na cerimônia de assinatura do decreto que criava um plano de carreira para os bombeiros de Brasília. Em seu discurso, Lula dizia: Que bom, companheiro Arruda, que a gente tem uma polícia ganhando um salário razoável; ... porque a gente tem a certeza de que a única hipótese de a gente não ter um policial levando propina da bandidagem é o policial ganhar o suficiente para cuidar da sua família. E um governador ou um presidente da República não levar propina, mesmo ganhando uma fortuna e tendo todas as benesses do cartão corporativo secreto, quando é que vamos ter certeza?Será que é idéia do Franklin Martins?
A proximidade de Lula com Ahmadinejad é tanta que o que está acontecendo hoje no Irã pode ser uma consultoria do Franklin Martins. Como estão previstos protestos da oposição para amanhã, Ahmdinejad está bloqueando e reduzindo a velocidade da internet e avisando aos jornalistas estrangeiros que não saiam das suas sucursais para fazer a cobertura. As manifestações, basicamente organizadas por estudantes, estavam sendo divulgadas pela web. Ahmadinejad está prometendo reprimir com violência, o que significa algumas dezenas de mortes a mais na conta do maluco da bomba atômica. Será que tem o dedo da turma do Lula assessorando o aliado?
Ilustre desconhecida.
O La Prensa, um dos principais jornais hondurenhos, repercute a declaração de Dilma Rousseff, una alta funcionária brasileña, sobre a possibilidade de que o Brasil venha a reconhecer as eleições democráticas daquele país. Lula deveria providenciar um palanque em Tegucigalpa, pois a candidata, por lá, continua sendo uma ilustre desconhecida.
Festa para Evo.
Hoje tem festa nos morros cariocas. E não é pela vitória do Flamengo. Hoje tem comemoração nas fronteiras esburacadas do Brasil. E não é pela vitória do Mengão, não. Hoje tem muvuca nas favelas paulistas. E não é a torcida do timão, comemorando que porcos e bambis não serão campeões. Hoje tem festa do PCC, do CV, do ADA nas penitenciárias do Brasil. Evo Morales está sendo reeleito para um segundo mandato. O pó está garantido. O ouro em pó boliviano e bolivariano.
O que é dos tucanos está guardado.
Para PT, ética é secundária em 2010.
FOLHA - Petistas afirmam que no mensalão do PT não houve uso do dinheiro público, o que o difere do caso do DEM. Qual a sua opinião?
RICARDO BERZOINI - A palavra mensalão foi cunhada por Roberto Jefferson como um sistema de pagamentos a congressistas para votar de acordo com o governo. Sob o ponto de vista da formulação do chamado mensalão, isso ficou absolutamente carente de provas. O que ficou caracterizado foram relações indevidas entre partidos.
FOLHA - A denúncia acolhida pelo STF define um esquema abrangente, que inclui uso de estatais, negociata com cargos públicos, caixa dois, evasão de divisas, peculato, lavagem de dinheiro. Com base em que o sr. afirma que não se desviou dinheiro público?
BERZOINI - Essa é a nossa convicção. Evidentemente o resultado final, judicial, dependerá do Supremo. Mas, após examinarmos detidamente depoimentos e argumentos, temos a convicção de que não houve trânsito de dinheiro público.
FOLHA - E o caso da VisaNet, que envolveria o Banco do Brasil?
BERZOINI - Temos a convicção de que é improcedente.
FOLHA - E no mensalão do DEM?
BERZOINI - Neste caso, a pessoa que denunciou e participou de gravações com autorização da Polícia Federal [Durval Barbosa, ex-secretário do governador José Roberto Arruda] descreve um esquema muito mais nítido de apropriação de recursos públicos e uma sistemática periódica de distribuição desses recursos para parlamentares e amigos do governo. Obviamente vai ser discutido na Justiça, mas o que veio à tona até agora denota uma sistemática permanente de apropriação de recursos público. Sou muito criterioso com isso e por isso tenho sido comedido nas minhas declarações.
FOLHA - No mensalão do PT qual foi, então, a origem do dinheiro?
BERZOINI - Tudo isso ainda terá um exame mais detido no processo do Supremo.
FOLHA - O PT está sendo cauteloso no caso do DEM para evitar que digam "quem não tem pecados que atire a primeira pedra"?
BERZOINI - O PT está sendo criterioso dado o pouco tempo que tem de divulgação. Não tem nenhum discurso verborrágico e oportunista. Há um clima em Brasília de muita indignação. Mas, vamos separar o que é a apuração jurídica, judicial, do clima político.
FOLHA - A oposição não fez isso com o PT em 2005. E o PT, na oposição, atacava mesmo sem a conclusão de processos judiciais.
BERZOINI - O partido sempre agiu com critério. Em 1992, nós retardamos a apresentação do impeachment do Collor porque achávamos que era importante que a CPI concluísse seu trabalho. Em 1999, muita gente queria defender o "Fora FHC". Mas a maioria do PT aprovou que não usaria esse slogan.
FOLHA - DEM, PSDB e PT chegam a 2010 sem ter como debater ética?
BERZOINI - Em 2006 avaliamos, pelo impacto que sofreu, que o PT deveria ter franqueza no debate com a população, admitir que os problemas ocorreram. Tivemos problemas reais, mas que foram exagerados porque havia o interesse de desestabilizar o governo. Enquanto o sistema político tiver esse grau de participação do setor privado, a tendência é que esses escândalos se repitam.
FOLHA - A ministra Dilma vai abordar a ética nos palanques em 2010?
BERZOINI - Esse assunto que envolve, para nós, o debate da reforma política. Deve ter um peso importante, mas que não seja o assunto central. O assunto central são os rumos do país, para onde o país está caminhando em termos de desenvolvimento, geração de emprego, infraestrutura.
sábado, 5 de dezembro de 2009
CGU, mais suja que bumbum de bebê?
Por falar em CGU e em cartão corporativo - veja post abaixo - o que o seu funcionário Marcos Motta Monteiro comprou no dia 7 de abril de 2009, véspera da Páscoa, na Lojinha da Criança, ao valor de R$ 75,98 e na By Baby Artigos Infantis, ao custo de R$ 99,50? Quem ficou papai, titio ou vovô na AGU, fazendo a festa com dinheiro público? Ou o que é? Ou está nas atribuições do órgão mais insuspeito do Brasil comprar roupinha de criança com dinheiro público?
Dia Internacional Contra a Corrupção.
Analfabeto...funcional.
Caetano Veloso, citando Lula, em discurso realizado em Lisboa, Portugal.
Off topic
Só um santo vence a quadrilha em 2010.
Top secret entre Lula e Ahmadinejad.
Comentar o Código Penal cairia melhor.
"EL NUEVO Príncipe" (editora El Ateneo), de Dick Morris (coordenador de Clinton em 2006), é leitura básica para entender a complexidade da comunicação política dos governos, muito maior que a do marketing eleitoral, pois ocorre dia a dia. E se insere num universo diversificado, de imprensa, comunicação direta, boatos, opinião pública segmentada, contracomunicação da oposição e dos insatisfeitos e da internet. Morris fala disso em "Governar", na parte 2 de seu livro. Nele, trata de temas como popularidade cotidiana, exercício da liderança, agressividade ou conciliação, inércia burocrática, cuidar das costas (controlar seu partido), cortejar a oposição, grupos de pressão, buscar recursos e continuar sendo virtuoso, o mito da manipulação da mídia e como sobreviver a um escândalo.A este último ponto Morris dedica atenção. "Não há como ganhar na cobertura de um escândalo. A única maneira de sair vivo é falar a verdade, aguentar o tranco e avançar". Com vasta experiência junto à imprensa dos EUA, lembra que, quando ela abre um escândalo, tem munição guardada para os próximos dias. Os editores fatiam a matéria, pedaço a pedaço, para a cada dia ter uma nova revelação.De nada adianta querer suturar o escândalo com uma negação reativa, pois virão outras logo depois, desmoralizando a defesa. E outros veículos entram com fatos novos, para desmentir. Para Morris, a chave é não mentir. O dano de mentir é mortal. "Uma mentira leva a outra, e o que era uma incomodidade passa a ser obstrução criminal à Justiça".A força de um escândalo é a sua importância política. As pessoas perdoam muito mais aqueles fatos sem relação com o ato de governar.E ir acompanhando a reação do público. "Se os eleitores se mostram verdadeiramente escandalizados com o que se diz que ele fez, é melhor que não tenha feito. Roubar dinheiro quase sempre não se perdoa".Em outros tipos de escândalo, como os de comportamento, os eleitores se mostram mais suaves e compreensíveis. Os mais velhos são sempre menos tolerantes. Os de idade intermediária tendem a ser mais flexíveis, especialmente com escândalos de comportamento. Os eleitores jovens se fixam mais no caráter do governante. Assim, além da complexidade de enfrentar um escândalo, a comunicação de governo deve ser, pelo menos, etariamente segmentada. Na medida em que o governante nada tenha a ver diretamente com o fato, que os responsáveis sejam de fato afastados por traição de confiança. Caso contrário, o próprio governo será contaminado e terá perdido precocemente a batalha de opinião pública e, assim, a batalha política.
O DEM na mão do Arruda.
A implosão do esquema de corrupção montado no governo do DF provocou um abalo sísmico no DEM. Diante das cenas chocantes, os democratas concluíram que a única saída para minimizar o prejuízo eleitoral do partido com o escândalo seria a expulsão imediata do governador. A estratégia, porém, precisou ser alterada após uma reunião na qual Arruda ameaçou revelar segredos que aparentemente não podem ser expostos à luz do sol. "Se vocês radicalizarem comigo, eu radicalizo com vocês", avisou o governador. Nem todo mundo entendeu. Não parece ter sido o caso do presidente do DEM, o deputado Rodrigo Maia, amigo de Arruda e padrinho de algumas nomeações em seu governo. Além da suspeita de que Arruda possa ter colocado sua máquina de desvios a serviço do partido, um detalhe ainda desconhecido liga a cúpula do DEM ao epicentro do tremor. Maia é íntimo do publicitário Paulo César Roxo Ramos, arrecadador informal da campanha de Arruda e acusado por Durval de operar a engrenagem de achaques que funcionava no governo do amigo. A intimidade de Paulo Roxo com o presidente do partido era tal que no sábado dia 28, assim que foi divulgado o primeiro vídeo da corrupção, o publicitário correu à casa em que Maia vive em Brasília, não por coincidência alugada por outro amigo do presidente do DEM, André Felipe de Oliveira, ex-secretário de Esportes no governo Arruda. Roxo estava preocupado com a reação de Arruda caso o DEM decidisse emparedá-lo. "Você precisa segurar o partido. O desgaste pode ser muito maior se Arruda fizer uma besteira", alertou. Essa proximidade alimenta a suspeita de que a arca clandestina de Brasília pode ter contaminado o caixa nacional do partido. Na semana passada, sob a condição de anonimato, um dirigente do DEM revelou a VEJA que pelo menos oito comitês de candidatos apoiados pelo partido nas últimas eleições municipais receberam dinheiro captado por operadores de Arruda. O deputado José Mendonça, do DEM de Pernambuco, era um dos mais aflitos. Ele pediu insistentemente a deputados e senadores do DEM que poupem Arruda da expulsão.
The dream is over.
O apoio ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, caiu abaixo de 50% pela primeira vez nas pesquisas periódicas realizadas pela CNN, segundo informou nesta sexta-feira a rede que, no entanto, anunciou que 62% dos consultados se mostrou a favor de sua nova estratégia no Afeganistão. Quarenta e oito por cento dos americanos questionados aprovou o Governo Obama nos quase 12 meses que está no cargo, sete pontos percentuais menos que na última pesquisa, realizada em novembro, na qual obteve 55% de adesões. Cinquenta por cento disse que não respalda o trabalho do presidente, contra 42% de há um mês. Os dois pontos percentuais que completariam 100% da amostra são a margem de erro deixada pela empresa de consultoria CNN Opinion Research Corp., responsável pela pesquisa.
Cai a máscara.
"Se acredito que Chávez e o que ele representa, com seus estados vassalos, são um perigo para o futuro da América Latina?! Sem dúvida nenhuma, principalmente se não encontrarem um freio" - declarou Vargas Llosa durante a Feira Internacional do Livro (FIL) de Guadalajara, no México. Vargas Llosa criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva por manter uma política externa de "vergonha, com uma política democrática interna e outra política antidemocrática, externa". Segundo o escritor, parece que Lula apoia "ditadores e aprendizes de ditadores" por "razões de estratégia política", quando a política e a moral "não devem estar dissociadas".
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Ela não fala português.
O "cara" é uma "piada".
A medalha de ouro para hipocrisia política deve ser para o Brasil...o que faz da posição política brasileira uma evidente hipocrisia política é que somente dias antes de pedir ao mundo que não reconhecesse a eleição de Lobo em Honduras, Lula sa Silva deu uma esplêndida acolhida na capital brasileira ao homem forte do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, dando-lhe o reconhecimento internacional que tanto necessita... Além disso, como pode Lula da Silva querer manter sanções internacionais contra Honduras, enquanto, ao mesmo tempo, exorta o mundo a levantar as sanções que recaem sobre Cuba? Aparentemente, o Brasil quer manter a suspensão de Honduras na OEA, ainda que recentemente tenha liderado a votação que levantou a suspensão de Cuba no mesmo organismo, que durou quase duas décadas. Esta é uma posição curiosa, considerando que o governo cubano não tem permitido eleições livres nem partidos de oposição nos últimos 50 anos, algo que certamente não se pode dizer do governo de fato de Honduras. É certo que o Brasil pode estar sendo obrigado a tomar uma defesa mais ativa da posição de Zelaya, porque o presidente deposto está na embaixada do Brasil em Tegucigalpa. Porém a posição do Brasil na crise de Honduras é uma piada.
"Demo" do dinheiro na cueca veio do PT.
Flagrado em vídeo colocando maços de dinheiro na cueca, o empresário Alcyr Collaço tem um histórico de crimes financeiros e negócios engendrados à sombra do poder político. Ex-operador credenciado na Bolsa de Valores de São Paulo, ele foi alvo de denúncias sobre aplicações suspeitas de fundos de pensão, investigadas em 2005 pela CPI dos Correios...Com a ficha suja e os negócios prejudicados em São Paulo, Collaço transferiu-se para Brasília em 2003. Veio pelas mãos do petista Marcelo Sereno, ex-membro da Executiva Nacional do PT e assessor da Casa Civil da Presidência na primeira fase do governo Luiz Inácio Lula da Silva.Collaço também mudou seu ramo de negócios com a compra do jornal. Chegou a integrar o núcleo operacional de um esquema, engendrado no Palácio do Planalto, para montar uma estrutura de poder destinada a durar décadas, com o PT na cabeça. Idealizado pelos ex-ministros José Dirceu (Casa Civil) e Luiz Gushiken (Comunicação), com o qual Collaço se encontrou algumas vezes, o esquema incluía a construção de uma rede nacional de comunicação, integrada por mídias regionais, financiadas por recursos captados junto a fundos de pensão, entre outras fontes. Informações do Estadão.Aos gritos.
Hall da Lama.
Lulinha condenado:R$ 20 mil para Veja.
Do Estadão:A juíza Luciana Novakoski de Oliveira, da 2ª Vara Cível de Pinheiros, na capital, indeferiu ação de indenização por danos morais movida por Fábio Luís da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, contra a Editora Abril e o repórter Alexandre Oltramari, da revista Veja. A juíza indeferiu ainda outra ação contra os mesmos réus, além do lobista Alexandre Paes dos Santos, que, em conversa com o repórter, cuja transcrição foi anexada a processo judicial, se referiu a Fábio Luís da Silva com termos ofensivos.A primeira ação foi movida após publicação, pela revista, da reportagem O Ronaldo de Lula, sobre a atuação de Lulinha na empresa Gamecorp. O texto, segundo a juíza, "traça um paralelo entre o sucesso profissional do autor (da ação), filho do presidente da República, com o jogador de futebol Ronaldo, já que ambos seriam considerados fenômenos em suas respectivas áreas ". A juíza acrescenta que "a matéria insinua que tal sucesso decorre de sua filiação e das facilidades de acesso" a pessoas influentes."O fundo da reportagem é verdadeiro e aborda assunto de relevante interesse público", diz ela. As sentenças determinam que Lulinha arque com despesas processuais e honorários advocatícios de R$ 20 mil.
Mensalão STF: petista usa tese do partido.
Ex-advogado do PT e indicado a cargo no STF (Supremo Tribunal Federal) pelo presidente Lula, o ministro José Antonio Dias Toffoli votou ontem a favor do ex-governador tucano Eduardo Azeredo (MG), usando o mesmo argumento que petistas defendiam no caso do mensalão federal.Ou seja, que o simples fato de ocupar a chefia do Executivo, como sustentou Toffoli ontem no julgamento, não significa, por si só, envolvimento com eventuais irregularidades de seus subordinados."A peça acusatória, sem especificar de modo concreto a participação do investigado, atribui-lhe objetivamente responsabilidade pelos eventos tidos como delituosos pelo fato de ser ele à época governador de Minas Gerais", disse Toffoli ontem na leitura de seu voto. Segundo o ministro, a denúncia do Ministério Público não estabeleceu vínculo de Azeredo "com a prática do crime" e, portanto, "meras suspeitas" não podem ser suficientes para a abertura de processo.Durante o escândalo do mensalão, o PT argumentou que o presidente Lula não poderia ser responsabilizado por eventuais desvios cometidos por integrantes do governo.Esse mesmo argumento foi utilizado ontem pelo ministro Eros Grau para rechaçar as acusações. Ele afirmou que se a denúncia fosse aceita contra Eduardo Azeredo, o mesmo deveria ter ocorrido com o presidente Lula no caso federal.Em 2007, o STF aceitou denúncia do Ministério Público Federal e abriu processo contra 40 pessoas acusadas de envolvimento no esquema, entre eles o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, e o ex-presidente do PT José Genoino.Procurador-geral da República à época, Antonio Fernando de Souza não incluiu Lula no rol dos acusados: "Não há referência ao presidente Lula que possa ser tomada como elemento capaz de justificar uma ação penal", disse na ocasião.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Falou o Nobel da Paz.
Para Vossa Excelência, Fernando Henrique Cardoso. Presidente, na escola estou aprendendo coisas sobre a bomba atômica. Já sei que ela destruiu Hiroshima e Nagasaki, e um dia poderá destruir o Brasil. Se o Senhor puder nos ajudar acabando com esse mal, será muito agradecido. O povo precisa de paz.
Ana Carolina Toniolo, Fábio Borges Rodrigues, Henrique Cesar Barcella Ferri (Alunos da 4-B)
Fernando Henrique Cardoso , estou escrevendo a carta para o senhor desarmar todas as bombas atômicas de Hiroshima. A bomba está acabando com Hiroshima, a maioria das pessoas estão mortas e outras estão sofrendo e com o desejo de poder movimentar-se. Senhor Presidente, fale para aqueles que estão inventando a bomba , destrui-las para não acontecer mais a tragédia em Hiroshima e em outros estados e países, juntos vamos combater as tragédias em nosso País, juntos vamos acabar com as bombas atômicas.
Elen de Cassio Trozzi, Leonardo Augusto Landi e Jonathan Santine Pereira(Alunos da 4-B)
Eu não quero mais bomba atômica porque ela causa mortes, tristeza, ferimentos graves, mata tudo ao redor e não gosto dela, ela faz pessoas ficarem loucas, surdas, mudas e cegas, deficiente física. Por favor não crie outra vez a bomba atômica.
Ronaldo Cirino Cesário, Camila Cristina Parizi e Ana Carolina Toniolo (Alunos da 4-B)
Eu manifestaria a paz pelo povo, desarmando as bombas atômicas e fazendo com que não houvesse mais guerra e violência nas ruas e nas casas fazendo com que esta violência vire uma só paz. Porque é mau ver a bomba muitas pessoas ficariam cegas, surdas e loucas.
Danilo de Souza, Julianny Priscila Rocha Celeguini e Mariana Motta Gionimi(Alunos da 4-B)
Luiz Inácio Lula da Silva (analfabeto e candidatíssimo a Prêmio Nobel da Paz, hoje, 3 de dezembro de 2009, na Alemanha)
Solidariedade ou cumplicidade?
Petista rejeita mensalão tucano.
O ministro José Antonio Dias Toffoli concluiu seu voto-vista pela rejeição total da denúncia formulada pelo Ministério Público Federal contra o ex-governador de Minas Gerais e atual senador Eduardo Brandão Azeredo (PSDB/MG), pela suposta prática dos crimes de peculato (artigo 312 do Código Penal) e lavagem de dinheiro (artigo 1º, inciso V, da Lei 9.613/98). Tais crimes teriam sido praticados mediante desvio de R$ 3,5 milhões de três empresas estatais para beneficiar a campanha de Azeredo pela reeleição para o governo de Minas, em 1998.A denúncia foi formulada no Inquérito (INQ) 2280. O Plenário do STF deverá decidir se aceita ou não a denúncia. O ministro Dias Tofoli pediu vista dos autos no dia 5 de novembro, depois que o relator do INQ, ministro Joaquim Barbosa, havia votado pela aceitação da denúncia. Em seu voto-vista, trazido hoje a Plenário, Dias Toffoli sustentou a inépcia da denúncia, fundamentando-se no artigo 41 do Código de Processo Penal (CPP). Logo mais, os demais ministros deverão proferir seus votos no processo.
Acredite se quiser.
Evo sem Morales.
Os vices.
Esvaindo-se.
A transcrição das escutas do mensalão do Distrito Federal demole o discurso de José Roberto Arruda (DEM) segundo o qual o denunciante Durval Barbosa, "herança maldita" de Joaquim Roriz, ocuparia posto "meramente burocrático" em seu governo. A portas fechadas, ele discute com o secretário não apenas pagamento de propina a deputados como distribuição de cargos ("Quem a gente tem que colocar na Saúde?"), avaliação do governo ("E as pesquisas? Estamos bem, né?"), tratativas com o Judiciário ("Você me orienta, me diz: Arruda, preciso que você faça isso") e até mesmo a organização da festa de aniversário de sua filha pela ex-mulher de Durval.
Vice da Dilma: é deplorável, né Lula?
Vejam quem pegava uma grana no Mensalão do DEM em Brasília. Michel Temer, presidente do PMDB e vice da Dilma.Como diria Lula: "é deplorável!".
É guerra.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Vice da Dilma no Panetonegate.
Um novo vídeo obtido em primeira mão pela reportagem iG pode envolver quatro deputados federais no escândalo de corrupção no governo do Distrito Federal. Na conversa gravada no dia 17 de setembro de 2009, o ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa e o empresário Alcir Collaço, dono do jornal Tribuna do Brasil, conversam sobre números que traduziriam valores remetidos a parlamentares do PMDB: Tadeu Filippelli (DF), Henrique Eduardo Alves (RN), Eduardo Cunha (RJ) e o presidente da Câmara, Michel Temer (SP). Assista aqui.
Vice da Dilma no Camargoduto.
- Refinaria do Nordeste S/A, conhecida como Abreu e Lima: a construção está atrasada em cerca de um ano e poderá custar mais que o dobro do previsto --cerca de R$ 23 bilhões.
- A empreiteira participa do consórcio Energia Sustentável do Brasil, responsável pela construção e operação da usina de Jirau, no rio Madeira (RO), que receberá R$ 7,2 bilhões do BNDES --maior empréstimo já realizado a um único projeto.
- Outra hidrelétrica do PAC, a usina de Estreito, também sob a responsabilidade da Camargo Corrêa, recebeu R$ 116,2 milhões em financiamento.
- Fora do PAC, o maior negócio da Camargo Corrêa com o governo federal foram as obras de infraestrutura dos jogos do Pan do Rio, em 2007. Também foi uma das 20 empresas que patrocinaram a reforma do Palácio da Alvorada, há cinco anos, com R$ 920 mil.
Dinheiro Escondido na Meia (DEM).
Tchau, Zelaya.
Lula: "ignorante e desinformado".
Em Honduras, Uribe é o "cara".
Dilma é a nossa Raul Castro.
Pega com quem? Pega com o DEM!
Ao ler seu comunicado de defesa, Arruda disse que o diálogo gravado em 21 de outubro foi "conduzido para passar uma versão previamente estudada". Mas, nos trechos transcritos no inquérito que apura montagem de caixa dois em campanha eleitoral e distribuição de propina, o governador aparece perguntando como está "a despesa mensal com político". Questiona ainda quem pega e quem entrega a suposta propina e orienta a unificar os pagamentos."Tem que unificar tudo!", diz Arruda, após ouvir nomes de seis deputados distritais e um administrador regional de partidos da base (PMDB, PP, PRP, PMN) que estavam sendo beneficiados com valores distintos, entregues por mais de um integrante do primeiro escalão do governo do Distrito Federal.O mensalão teria se desorganizado com a saída de Domingos Lamoglia da chefia de gabinete. "Se ele não vai pegar com o Domingos, ele vai pegar com quem?", questiona Arruda, que demonstra saber o valor exato do suposto repasse ao presidente do PP. "O natural seria com o Fábio, né?", diz o chefe da Casa Civil, José Geraldo Maciel, referindo-se a Fábio Simão, novo assessor de Arruda.No diálogo, o governador deixa claro a insatisfação com possíveis esquemas paralelos na Secretaria de Saúde, até ontem comandada pelo deputado federal Augusto Carvalho (PPS). O próprio Barbosa diz: "Cê tem que pegar Antunes [Fernando Antunes, presidente do PPS no DF] e dar uma freada. O Augusto mais o Antunes tomaram muito dinheiro". Arruda teria aparentemente perdido o controle e expressado a vontade de trocar o comando do órgão.Os diálogos foram monitorados pela PF e gravados por Durval Barbosa, ex-secretário e colaborador da investigação.
Como o Coturno ia dizendo.
...Na prática, sua(de Brasília) relevância como plataforma política é ínfima. Com 1,7 milhão de pessoas aptas a votar, responde por apenas 1,3% do eleitorado brasileiro. ..Fosse o Piauí (1,7% dos eleitores brasileiros) o palco do mensalão do DEM, a visibilidade do escândalo tenderia a ser menor...Do ponto de vista do Democratas, o partido já tem uma imagem depauperada. Rumará com mais rapidez para o oblívio, ampliando sua tucano-dependência -com poder reduzido na formação da chapa presidencial. Mas o tempo de TV para o PSDB continua garantido.Tudo considerado, a insignificância política de Brasília minimiza o impacto do mensalão do DEM sobre a eleição presidencial. Exceto se o escândalo transbordar para outros Estados e houver aspersão de lama em políticos de maior calibre. Uma hipótese ainda remota, embora não improvável.
O Delúbio do DEM.
Durval Barbosa.terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Duplo sentido.
Covardia ou cumplicidade.
Colocando Brasília no devido lugar.
Chapa pura.
"Ou você é muito ingênuo ou seu serrismo gritante leva você a análises políticas nada brilhantes".
Ao que parece, o post doeu. Dividir a oposição é a única forma de eleger o cone de trânsito. Aécio é uma figura secundária, opaca, sem dimensão nacional. Por enquanto, bonitinho, mas ordinário politicamente. Deveria se colocar no seu devido segundo lugar, onde é o seu atual lugar. Entrar na fila. Aécio jamais sacrificou nada na sua carreira pelo bem do país. Aliás, que carreira mais fácil e mais sem contratempos. Fica só uma lembrança: jamais será presidente da República se for o responsável pela derrota da oposição em 2010. Ponto final.
E os do Lula são absolvidos.
O procurador da República em Florianópolis, Marcelo da Mota, recorreu ao Tribunal Regional Federal, de Porto Alegre, da decisão da juíza Ana Cristina Krämer, da 1ª Vara Federal Criminal de Florianópolis, que considerou nulas as acusações contra 31 denunciados na Operação Influenza por causa de grampos ilegais, autorizados apenas pela Justiça estadual.No processo, Marcelo da Mota havia solicitado o encaminhamento ao Supremo Tribunal Federal de continuidade nas investigações de pessoas com foro privilegiado que apareciam nas gravações.Entre os políticos citados nas gravações estavam o deputado federal Décio Lima (PT-SC), o governador de Santa Catarina, Luiz Henrique (PMDB), e o assessor parlamentar Marcelo Sato Rosa, que trabalha para a deputada estadual Ana Paula (PT), mulher de Décio Lima. Sato é casado com Lurian, filha do presidente Lula.Nas gravações, feitas em 2008, o empresário Francisco Carlos Ramos- um dos presos na operação- aparecia pedindo favores a Lima e Sato, segundo a Polícia Federal. Luiz Henrique era citado por interlocutores de diálogos grampeados."Se esses agentes políticos cometeram crime ou não, só a investigação em instância superior irá determinar", afirmou o procurador de República. Na sua edição desta semana, a revista "Veja" divulgou supostos diálogos entre agentes políticos e empresários investigados na Operação Influenza. De acordo com a revista, o empresário João Nojiri aparece em relatórios policiais reservados determinando à sua secretário depósito de R$ 10 mil ao genro do presidente.O advogado Ronei Danielli negou que os diálogos sejam de Sato e disse que entrou na Justiça com pedido de resposta para ele e de reparação por danos morais para Lurian.O procurador Marcelo da Mota disse que esses diálogos não chegaram ao processo: "Se houve esses grampos, eles não foram inseridos no inquérito, pois não estavam no processo".Lima também disse que entrou na Justiça contra a revista por reparação por danos morais e direito de resposta.



