É muito dinheiro. É uma montanha de dinheiro. O gasto saltou de R$ 6,9 milhões para R$ 13,9 milhões, até novembro. Os R$ 7 milhões que Tarso Genro gastou a mais (até agora!) do que em 2008 no cartão corporativo secreto do Ministério da Justiça dariam para comprar umas dez casas iguais às da governadora Yeda Crusius (PSDB-RS). Tarso duplicou os gastos secretos. Dobrou os gastos secretos. Aumentou em 101% os gastos secretos. Os gaúchos, antes de votarem no Tarso, deveriam perguntar: para onde foi tanto dinheiro secreto, hein ministro? Por que só o Ministério da Justiça dobrou os custos do cartão corporativo da sua pasta em 2009? Será que é só porque não precisa comprovar nada, porque é sigiloso, porque é secreto, porque é blindado por lei? Qual o motivo para tanta gastança secreta, hein ministro? Para onde foi o dinheiro, ministro? Prendemos mais traficantes? Prendemos mais bandidos? Aumentou o número de operações? Por que os cofres foram abertos, hein ministro? Qual o retorno para a sociedade, ministro, para esta verdadeira boca livre com dinheiro público? Queremos um relatório, ministro. É uma montanha de dinheiro. Um rio de dinheiro. Um caminhão de dinheiro. Para onde foi tanto dinheiro, hein ministro? Veja bem: os seus colegas do Planejamento, da Fazenda, da Previdência, da Defesa, do Esporte, do Meio Ambiente, todos gastaram menos no cartão corporativo em 2009 do que em 2008. Bem, o cartão deles não é secreto e o seu é, não é mesmo ministro?sábado, 2 de janeiro de 2010
Tarso dobra gastos no cartão secreto.
É muito dinheiro. É uma montanha de dinheiro. O gasto saltou de R$ 6,9 milhões para R$ 13,9 milhões, até novembro. Os R$ 7 milhões que Tarso Genro gastou a mais (até agora!) do que em 2008 no cartão corporativo secreto do Ministério da Justiça dariam para comprar umas dez casas iguais às da governadora Yeda Crusius (PSDB-RS). Tarso duplicou os gastos secretos. Dobrou os gastos secretos. Aumentou em 101% os gastos secretos. Os gaúchos, antes de votarem no Tarso, deveriam perguntar: para onde foi tanto dinheiro secreto, hein ministro? Por que só o Ministério da Justiça dobrou os custos do cartão corporativo da sua pasta em 2009? Será que é só porque não precisa comprovar nada, porque é sigiloso, porque é secreto, porque é blindado por lei? Qual o motivo para tanta gastança secreta, hein ministro? Para onde foi o dinheiro, ministro? Prendemos mais traficantes? Prendemos mais bandidos? Aumentou o número de operações? Por que os cofres foram abertos, hein ministro? Qual o retorno para a sociedade, ministro, para esta verdadeira boca livre com dinheiro público? Queremos um relatório, ministro. É uma montanha de dinheiro. Um rio de dinheiro. Um caminhão de dinheiro. Para onde foi tanto dinheiro, hein ministro? Veja bem: os seus colegas do Planejamento, da Fazenda, da Previdência, da Defesa, do Esporte, do Meio Ambiente, todos gastaram menos no cartão corporativo em 2009 do que em 2008. Bem, o cartão deles não é secreto e o seu é, não é mesmo ministro?Cartão secreto: os Silva estouram de alegria.
O PIB deve ficar em zero. O IGPM ficou negativo. O mundo enfrentou a pior crise nos últimos 20 anos. O dólar desabou. E o Lula aumentou, até novembro, os gastos secretos, não revelados, não declarados, não auditados, com o cartão corporativo, em 38% em relação a 2008. Gastou uma média de R$ 617 mil mensais sem ter que dar explicações a ninguém. Quando a fatura do Natal e do Ano Novo entrar, os gastos irão bater em mais de R$ 7,5 milhões, aumentando os gastos em mais de 50%. Como referência, a outra conta secreta, da ABIN, mesmo com toda a arapongagem, aumentou apenas 3%. Se Lula aumentou em mais de 50% as suas despesas secretas, a ABIN, que cuida justamente da sua vida secreta, que foi a responsável por "secretizar" o cartão do Lula para que ele não corresse perigo de ser envenenado com picanha argentina e vinho francês, não teria que ter aumentado mais ou menos na mesma proporção? É óbvio que sim. Outro detalhe: Lula não pode afirmar que assumiu despesas de outros cartões do Palácio, pois estes gastaram R$ 70 mil em 2008 e reduziram os gastos para R$ 40 mil em 2009. Uma merreca. Para que não se diga que há perseguição, os gastos totais do Governo Federal com cartão corporativo em 2009 foram de R$ 64,5 milhões, contra R$ 55,2 milhões em 2008, um aumento de 16,8%. Mas sabe quem foram os grandes responsáveis? Tarso Genro, cujo ministério da Justiça aumentou em 101% os gastos (cerca de R$ 7 milhões a mais) e Lula, o presidente (R$ 2,5 milhões a mais). O mais interessante é que as duas contas, a do Tarso e a do Lula, estão protegidas sob sigilo. Ninguém controla. Ninguém fiscaliza. Ninguém comprova. Ninguém pode olhar uma só notinha. No mundo secreto de Lula e Tarso Genro, com certeza, não teve crise econômica. Muito antes pelo contrário.Reparação.
O Blog saiu atrás do clandestino Paulo Vanucchi, que ontem emitiu o Comunicado 01/10 da ALN, chamando os militares de torturadores sexuais. O que falam sobre ele nos ninhos de ratos? Pois o Blog foi lá para a Adital, uma agência de notícias criada pelo Frei Betto e financiada pelo bolivarianismo e pela esquerda brasileira. Lá, em uma carta aberta escandalosa enviada ao "amigo e companheiro" Paulinho por algumas ratazanas, encontrei o link para o filme acima. Vejam o trailer de "Reparação", com estréia em 2010, e leiam aqui como o tema é sensível para a escória terrorista que ainda vive, luta e quer, sim, a revanche. Não passarão.
Pega na mentira.
Em meio à saia-justa de Lula com os militares sobre o terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos, a oposição tentará fazer com que a polêmica chegue à ministra-candidata Dilma Rousseff. O PPS preparou um pedido de informações para que ela se pronuncie sobre o episódio. "Dizem que Lula não conhecia o texto, e o que acabou publicado, segundo os militares, não era o acordado. Das duas uma: ou o presidente de fato concordou com a redação, ou a Casa Civil, última instância por onde passa este tipo de documento até sua publicação, vendeu gato por lebre", diz o deputado Raul Jungmann (PE). Os oposicionistas ainda tentam fazer colar a ideia de que Dilma não pode arbitrar o conflito pelo seu passado de guerrilheira.
Lula vendendo Lula.
Vem cá, totó!
Dilma é o Homem-Lata da história do Mágico de Oz: uma candidata à procura de um coração. Se parecer feroz ao eleitor, o roteiro traçado pelos marqueteiros se desfaz. Ciro, por sua vez, tem vocação e toda "legitimidade" para distribuir pancadas. Afinal, atormentar Serra é (quase só) o que tem feito. Candidato postiço em São Paulo ou "laranja" da corrida nacional, curiosamente pode sobrar para Ciro, um político temperamental e acostumado a ditar os próprios rumos, o papel do cãozinho Totó de Dorothy, quer dizer, Lula.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Comunicado 1/10 da ALN.
Estava escrito na estrela.
A carta é O Bobo ou O Louco, no tarô. No caso, sem dúvida, é O Bobo. O bobalhão do Ciro Gomes(PSB-CE, atual SP) caiu feito um patinho nas seduções de Lula. Estava escrito na estrela do PT. Hoje, primeiro dia do ano, Ciro é alvo de um debochado José Dirceu, no Blog do Noblat: " faltando nove meses para a eleição, Dilma está consolidada em segundo lugar, com 23% das intenções de voto, dez pontos à frente do deputado federal Ciro Gomes (PSB), que tem 13% e que vê cair por terra seu discurso sobre sua candidatura ser boa alternativa para Lula no caso de Dilma não se viabilizar." Ciro sabe que o chefe da sofisticada organização criminosa do mensalão é o "camarada em armas" de Dilma e o grande ideólogo do PT que vai mandar em um eventual governo da doutora. Portanto, Ciro não vai levar nem mesmo a vaga da situação para ser candidato ao governo do estado de São Paulo. Terá que correr à presidência da República sem dinheiro, sem espaço na TV, sem apoio da máquina pública, apenas para tirar uns votinhos de Serra e garantir o segundo turno. Fazer o papel de sparring. De bobo. Ou aceitar ser ministro de fim de governo, abandonando o seu sonho de um dia ser presidente. No tarô, O Louco ou O Bobo signfica ingenuidada, irracionalidade, precipitação, arrebatamento. Não é a cara do Ciro Gomes?Calcanhar de Aquiles.
Sede de vingança.
Todos os assassinados pela esquerda.
AS VÍTIMAS DAS ESQUERDAS ANTES DO AI-5
1 - 12/11/64 - Paulo Macena, Vigia - RJ
Explosão de bomba deixada por uma organização comunista nunca identificada, em protesto contra a aprovação da Lei Suplicy, que extinguiu a UNE e a UBES. No Cine Bruni, Flamengo, com seis feridos graves e 1 morto
2 - 27/03/65- Carlos Argemiro Camargo, Sargento do Exército - Paraná
Emboscada de um grupo de militantes da Força Armada de Libertação Nacional (FALN), chefiado pelo ex-coronel Jeffersom Cardim de Alencar Osorio. Camargo foi morto a tiros. Sua mulher estava grávida de sete meses.
3 - 25/07/66 - Edson Régis de Carvalho, Jornalista - PE
Explosão de bomba no Aeroporto Internacional de Guararapes, com 17 feridos e 2 mortos. Ver próximo nome.
4 - 25/07/66 - Nelson Gomes Fernandes, almirante - PE
Morto no mesmo atentado citado no item 3. Além das duas vítimas fatais, ficaram feridas 17 pessoas, entre elas o então coronel do Exército Sylvio Ferreira da Silva. Além de fraturas expostas, teve amputados quatro dedos da mão esquerda. Sebastião Tomaz de Aquino, guarda civil, teve a perna direita amputada.
5 - 28/09/66 - Raimundo de Carvalho Andrade - Cabo da PM, GO
Morto durante uma tentativa de desocupação do Colégio Estadual Campinas, em Goiânia, que havia sido ocupado por estudantes de esquerda. O grupo de soldados convocado para a tarefa era formado por burocratas, cozinheiros etc. Estavam armados com balas de festim. Andrade, que era alfaiate da Polícia Militar, foi morto por uma bala de verdade disparada de dentro da escola.
6 - 24/11/67 - José Gonçalves Conceição (Zé Dico) - fazendeiro - SP
Morto por Edmur Péricles de Camargo, integrante da Ala Marighella, durante a invasão da fazenda Bandeirante, em Presidente Epitácio. Zé Dico foi trancado num quarto, torturado e, finalmente, morto com vários tiros. O filho do fazendeiro que tentara socorrer o pai foi baleado por Edmur com dois tiros nas costas.
7 - 15/12/67 - Osíris Motta Marcondes, bancário - SP
Morto quando tentava impedir um assalto terrorista ao Banco Mercantil, do qual era o gerente.
8 - 10/01/68 - Agostinho Ferreira Lima - Marinha Mercante - Rio Negro/AM
No dia 06/12/67, a lancha da Marinha Mercante “Antônio Alberto” foi atacada por um grupo de nove terroristas, liderados por Ricardo Alberto Aguado Gomes, “Dr. Ramon”, que, posteriormente, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN). Neste ataque, Agostinho Ferreira Lima foi ferido gravemente, vindo a morrer no dia 10/01/68.
9 - 31/05/68 - Ailton de Oliveira, guarda Penitenciário - RJ
O Movimento Armado Revolucionário (MAR) montou uma ação para libertar nove de seus membros que cumpriam pena na Penitenciária Lemos de Brito (RJ) e que, uma vez libertados, deveriam seguir para a região de Conceição de Jacareí, onde o MAR pretendia estabelecer o “embrião do foco guerrilheiro”. No dia 26/05/68, o estagiário Júlio César entregou à funcionária da penitenciária Natersa Passos, num pacote, três revólveres calibre 38. Às 17h30, teve início a fuga. Os terroristas foram surpreendidos pelos guardas penitenciários Ailton de Oliveira e Jorge Félix Barbosa. Foram feridos, e Ailton morreu no dia 31/05/68. Ainda ficou gravemente ferido o funcionário da Light João Dias Pereira, que se encontrava na calçada da penitenciária. O autor dos disparos que atingiram o guarda Ailton foi o terrorista Avelino Brioni Capitani
10 - 26/06/68- Mário Kozel Filho - Soldado do Exército - SP
No dia 26/06/68, Kozel atua como sentinela do Quartel General do II Exército. Às 4h30, um tiro é disparado por um outro soldado contra uma camioneta que, desgovernada, tenta penetrar no quartel. Seu motorista saltara dela em movimento, após acelerá-la e direcioná-la para o portão do QG. O soldado Rufino, também sentinela, dispara 6 tiros contra o mesmo veículo, que, finalmente, bate na parede externa do quartel. Kozel sai do seu posto e corre em direção ao carro para ver se havia alguém no seu interior. Havia uma carga com 50 quilos de dinamite, que, segundos depois, explode. O corpo de Kozel é dilacerado. Os soldados João Fernandes, Luiz Roberto Julião e Edson Roberto Rufino ficam muito feridos. É mais um ato terrorista da organização chefiada por Lamarca, a VPR. Participaram do crime os terroristas Diógenes José de Carvalho Oliveira, Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Edmundo Coleen Leite, José Araújo Nóbrega, Oswaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza Maia, Renata Ferraz Guerra Andrade e José Ronaldo Tavares de Lima e Silva. Ah, sim: a família de Lamarca recebeu indenização. De Kozel, quase ninguém mais se lembra.
11 - 27/06/68 - Noel de Oliveira Ramos - civil - RJ
Morto com um tiro no coração em conflito na rua. Estudantes distribuíam, no Largo de São Francisco, panfletos a favor do governo e contra as agitações estudantis conduzidas por militantes comunistas. Gessé Barbosa de Souza, eletricista e militante da VPR, conhecido como “Juliano” ou “Julião”, infiltrado no movimento, tentou impedir a manifestação com uma arma. Os estudantes, em grande maioria, não se intimidaram e tentaram segurar Gessé que fugiu atirando, atingindo mortalmente Noel de Oliveira Ramos e ferindo o engraxate Olavo Siqueira.
12- 27/06/68 - Nelson de Barros - Sargento PM - RJ
No dia 21/06/68, conhecida como a “Sexta-Feira Sangrenta”, realizou-se no Rio uma passeata contra o regime militar. Cerca de 10.000 pessoas ergueram barricadas, incendiaram carros, agrediram motoristas, saquearam lojas, atacaram a tiros a embaixada americana e as tropas da Polícia Militar. No fim da noite, pelo menos 10 mortos e centenas de feridos. Entre estes, estava o sargento da PM Nelson de Barros, que morreu no dia 27.
13 - 01/07/68 - Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen - major do Exército Alemão - RJ
Morto no Rio, onde fazia o Curso da Escola de Comando e Estado Maior do Exército. Assassinado na rua Engenheiro Duarte, Gávea, por ter sido confundido com o major boliviano Gary Prado, suposto matador de Che Guevara, que também cursava a mesma escola. Autores: Severino Viana Callou, João Lucas Alves e um terceiro não-identificado. Todos pertenciam à organização terrorista COLINA- Comando de Libertação Nacional.
14 - 07/09/68 - Eduardo Custódio de Souza - Soldado PM - SP
Morto com sete tiros por terroristas de uma organização não identificada quando de sentinela no DEOPS, em São Paulo.
15 - 20/09/68 - Antônio Carlos Jeffery - Soldado PM - SP
Morto a tiros quando de sentinela no quartel da então Força Pública de São Paulo (atual PM) no Barro Branco. Organização terrorista que praticou o assassinato: Vanguarda Popular Revolucionária. Assassinos: Pedro Lobo de Oliveira, Onofre Pinto, Diógenes José Carvalho de Oliveira, atualmente conhecido como “Diógenes do PT”, ex-auxiliar de Olívio Dutra no Governo do RS.
16- 12/10/68 - Charles Rodney Chandler - Cap. do Exército dos Estados Unidos - SP
Herói na guerra com o Vietnã, veio ao Brasil para fazer o Curso de Sociologia e Política, na Fundação Álvares Penteado, em São Paulo/SP. No início de outubro de 68, um “Tribunal Revolucionário”, composto pelos dirigentes da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), Onofre Pinto (Augusto, Ribeiro, Ari), João Carlos Kfouri Quartin de Morais (Maneco) e Ladislas Dowbor (Jamil), condenou o capitão Chandler à morte, porque ele “seria um agente da CIA”. Os levantamentos da rotina de vida do capitão foram realizados por Dulce de Souza Maia (Judite). Quando retirava seu carro das garagem para seguir para a Faculdade, Chandler foi assassinado com 14 tiros de metralhadora e vários tiros de revólver, na frente da sua mulher, Joan, e de seus 3 filhos. O grupo de execução era constituído pelos terroristas Pedro Lobo de Oliveira (Getúlio), Diógenes José de Carvalho Oliveira (Luis, Leonardo, Pedro) e Marco Antônio Bráz de Carvalho (Marquito).
17 - 24/10/68 - Luiz Carlos Augusto - civil - RJ
Morto, com 1 tiro, durante uma passeata estudantil.
18 - 25/10/68 - Wenceslau Ramalho Leite - civil - RJ
Morto, com quatro tiros de pistola Luger 9mm durante o roubo de seu carro, na avenida 28 de Setembro, Vila Isabel, RJ. Autores: Murilo Pinto da Silva (Cesar ou Miranda) e Fausto Machado Freire (Ruivo ou Wilson), ambos integrantes da organização terrorista COLINA (Comando de Libertação Nacional).
19 - 07/11/68 - Estanislau Ignácio Correia - Civil - SP
Morto pelos terroristas Ioshitame Fugimore, Oswaldo Antônio dos Santos e Pedro Lobo Oliveira, todos integrantes da Vanguarda Popular Revolucionária(VPR), quando roubavam seu automóvel na esquina das ruas Carlos Norberto Souza Aranha e Jaime Fonseca Rodrigues, em São Paulo.
20 - 07/01/69 - Alzira Baltazar de Almeida - dona de casa - Rio de Janeiro/RJ
Uma bomba jogada por terroristas embaixo de uma viatura policia, estacionada em frente à 9ª Delegacia de Polícia, ao explodir, matou Alzira, que passava pela rua
21 - 11/01/69 - Edmundo Janot - Lavrador - Rio de Janeiro / RJ
Morto a tiros, foiçadas e facadas por um grupo de terroristas que haviam montado uma base de guerrilha nas proximidades da sua fazenda.
22 - 29/01/69 - Cecildes Moreira de Faria - Subinspetor de Polícia - BH/ MG
23 - 29/01/69 - José Antunes Ferreira - guarda civil-BH/MG
Policiais chegaram a um “aparelho” do Comando de Libertação Nacional (Colina), na rua Itacarambu nº 120, bairro São Geraldo. Foram recebidos por rajadas de metralhadora, disparadas por Murilo Pinto Pezzuti da Silva , “Cesar’ ou “Miranda”, que mataram o subinspetor Cecildes Moreira da Silva (ver acima), que deixou viúva e oito filhos menores. Ferreira também morreu. Além do assassino, foram presos os seguintes terroristas: Afonso Celso L.Leite (Ciro), Mauricio Vieira de Castro (Carlos), Nilo Sérgio Menezes Macedo, Júlio Antonio Bittencourt de Almeida (Pedro), Jorge Raimundo Nahas (Clovis ou Ismael) e Maria José de Carvalho Nahas (Celia ou Marta). No interior do “aparelho”, foram apreendidos 1 fuzil FAL, 5 pistolas, 3 revólveres, 2 metralhadoras, 2 carabinas, 2 granadas de mão, 702 bananas de dinamite, fardas da PM e dinheiro de assaltos.
24 - 14/04/69 - Francisco Bento da Silva - motorista - SP
Morto durante um assalto, praticado pela Ala Vermelha do PC do B ao carro pagador (uma Kombi) do Banco Francês-Italiano para a América do Sul, na Alameda Barão de Campinas, quando foram roubados vinte milhões de cruzeiros. Participaram desta ação os seguintes terroristas: Élio Cabral de Souza, Derly José de Carvalho, Daniel José de Carvalho, Devanir José de Carvalho, James Allen Luz, Aderval Alves Coqueiro, Lúcio da Costa Fonseca, Gilberto Giovanetti, Ney Jansen Ferreira Júnior, Genésio Borges de Melo e Antônio Medeiros Neto
25 - 14/04/69 - Luiz Francisco da Silva - guarda bancário -SP
Também Morto durante o assalto acima relatado.
26 - 08/05/69 - José de Carvalho - Investigador de Polícia - SP
Atingido com um tiro na boca durante um assalto ao União de Bancos Brasileiros, em Suzano, no dia 07 de maio, vindo a falecer no dia seguinte. Nessa ação, os terroristas feriram, também, Antonio Maria Comenda Belchior e Ferdinando Eiamini. Participaram os seguintes terroristas da Ação Libertadora Nacional (ALN): Virgílio Gomes da Silva, Aton Fon Filho, Takao Amano, Ney da Costa Falcão, Manoel Cyrilo de Oliveira Neto e João Batista Zeferino Sales Vani. Takao Amano foi baleado na coxa e operado, em um “aparelho médico” por Boanerges de Souza Massa, médico da ALN.
27 - 09/05/69 - Orlando Pinto da Silva - Guarda Civil - SP
Morto com dois tiros, um na nuca e outro na testa, disparados por Carlos Lamarca, durante assalto ao Banco Itaú, na rua Piratininga, Bairro da Mooca. Na ocasião também foi esfaqueado o gerente do Banco, Norberto Draconetti. Organização responsável por esse assalto: Vanguarda Popular Revolucionária (VPR).
28 - 27/05/69 - Naul José Montovani - Soldado PM - SP
Em 27/05/69 foi realizada uma ação contra o 15º Batalhão da Força Pública de São Paulo, atual PMESP, na Avenida Cruzeiro do Sul, SP/SP. Os terroristas Virgílio Gomes da Silva, Aton Fon Filho, Carlos Eduardo Pires Fleury, Maria Aparecida Costa, Celso Antunes Horta e Ana Maria de Cerqueira César Corbusier metralharam o soldado Naul José Montovani, que estava de sentinela e que morreu instantaneamente. O soldado Nicário Conceição Pulpo, que correu ao local ao ouvir os disparos, foi gravemente ferido na cabeça, tendo ficado paralítico.
29 - 04/06/69 - Boaventura Rodrigues da Silva - Soldado PM - SP
Morto por terroristas durante assalto ao Banco Tozan.
30 - 22/06/69 - Guido Boné - soldado PM - SP
Morto por militantes da ALN que atacaram e incendiaram a rádio-patrulha RP 416, da então Força Pública de São Paulo, hoje Polícia Militar, matando os seus dois ocupantes, os soldados Guido Bone e Natalino Amaro Teixeira, roubando suas armas.
31 - 22/06/69 - Natalino Amaro Teixeira - Soldado PM - SP
Morto por militantes da ALN na ação acima relatada.
32 - 11/07/69 - Cidelino Palmeiras do Nascimento - Motorista de táxi - RJ
Morto a tiros quando conduzia, em seu carro, policiais que perseguiam terroristas que haviam assaltado o Banco Aliança, agência Muda. Participaram deste assassinato os terroristas Chael Charles Schreier, Adilson Ferreira da Silva, Fernando Borges de Paula Ferreira, Flávio Roberto de Souza, Reinaldo José de Melo, Sônia Eliane Lafóz e o autor dos disparos Darci Rodrigues, todos pertencentes a organização terrorista VAR-Palmares.
33 - 24/07/69 - Aparecido dos Santos Oliveira - Soldado PM - SP
O Banco Bradesco, na rua Turiassu, no Bairro de Perdizes, foi assaltado por uma frente de grupos de esquerda. Foram roubados sete milhões de cruzeiros. Participaram da ação:
- Pelo Grupo de Expropriação e Operação: Devanir José de Carvalho, James Allen Luz, Raimundo Gonçalves de Figueiredo, Ney Jansen Ferreira Júnior, José Couto Leal;
- Pelo Grupo do Gaúcho: Plínio Petersen Pereira, Domingos Quintino dos Santos, Chaouky Abara;
- Pela VAR-Palmares: Chael Charles Schreier, Roberto Chagas e Silva, Carmem Monteiro dos Santos Jacomini e Eduardo Leite.
Raimundo Gonçalves Figueiredo baleou o soldado Oliveira. Já caído, ele recebeu mais quatro tiros disparados por Domingos Quintino dos Santos.
34 - 20/08/69 - José Santa Maria - Gerente de Banco - RJ
Morto por terroristas que assaltaram o Banco de Crédito Real de Minas Gerais, do qual era gerente
35 - 25/08/69 - Sulamita Campos Leite - dona de casa, PA
Parente do terrorista Flávio Augusto Neves Leão Salles. Morta na casa dos Salles, em Belém, ao detonar, por inadvertência ,uma carga de explosivos escondida pelo terrorista
36 - 31/08/69 - Mauro Celso Rodrigues - Soldado PM - MA
Morto quando procurava impedir a luta entre proprietários e posseiros, incitada por movimentos subversivos.
37 - 03/09/69 - José Getúlio Borba - Comerciário - SP
Os terroristas da Ação Libertadora Nacional (ALN) Antenor Meyer, José Wilson Lessa Sabag, Francisco José de Oliveira e Maria Augusta Tomaz resolveram comprar um gravador na loja Lutz Ferrando, na esquina da Avenida Ipiranga com a Rua São Luis. O pagamento seria feito com um cheque roubado num assalto. Descobertos, receberam voz de prisão e reagiram. Na troca de tiros, o guarda civil João Szelacsak Neto ficou ferido com um tiro na coxa, e o funcionário da loja, José Getúlio Borba, foi mortalmente ferido. Perseguidos pela polícia, o terrorista José Wilson Lessa Sabag matou a tiros o soldado da Força Pública (atual PM) João Guilherme de Brito.
38 - 03/09/69 - João Guilherme de Brito - Soldado da Força Pública/SP
Morto na ação acima narrada.
39 - 20/09/69 - Samuel Pires - Cobrador de ônibus - SP
Morto por terroristas quando assaltavam uma empresa de ônibus.
40 - 22/09/69 - Kurt Kriegel - Comerciante - Porto Alegre/RS
Comerciante Kurt Kriegel, morto pela Var-Palmates em Porto Alegre.
41 - 30/09/69 - Cláudio Ernesto Canton - Agente da Polícia Federal - SP
Após ter efetuado a prisão de um terrorista, foi atingido na coluna vertebral, vindo a falecer em conseqüência desse ferimento.
42 - 04/10/69 - Euclídes de Paiva Cerqueira - Guarda particular - RJ
Morto por terroristas durante assalto ao carro transportador de valores do Banco Irmãos Guimarães
43 - 06/10/69 - Abelardo Rosa Lima - Soldado PM - SP
Metralhado por terroristas numa tentativa de assalto ao Mercado Peg-Pag. Autores: Devanir José de Carvalho (Henrique) , Walter Olivieri, Eduardo Leite (Bacuri), Mocide Bucherone e Ismael Andrade dos Santos. Organizações Terroristas: REDE (Resistência Democrática) e MRT (Movimento Revolucionário Tiradentes).
44 - 07/10/69 - Romildo Ottenio - Soldado PM - SP
Morto quando tentava prender um terrorista.
45 - 31/10/69 - Nilson José de Azevedo Lins- civil - PE
Gerente da firma Cornélio de Souza e Silva, distribuidora da Souza Cruz, em Olinda. Foi assaltado e morto quando ia depositar, no Banco, o dinheiro da firma. Organização: PCBR (Partido Comunista Brasileiro Revolucionário). Autores: Alberto Vinícius Melo do Nascimento, Rholine Sonde Cavalcante Silva, Carlos Alberto Soares e João Maurício de Andrade Baltar
46 - 04/11/69 - Estela Borges Morato - Investigadora do DOPS - SP
Morta a tiros quando participava da operação em que morreu o terrorista Carlos Marighela.
47 - 04/11/69 - Friederich Adolf Rohmann - Protético - SP
Morto durante a operação que resultou na morte do terrorista Carlos Marighela.
48 - 14/11/69 - Orlando Girolo - Bancário - SP
Morto por terroristas durante assalto ao Bradesco.
49 - 17/11/69 - Joel Nunes - Subtenente PM - RJ
Neste dia, o PCBR assaltou o Banco Sotto Maior, na Praça do Carmo, no subúrbio carioca de Brás de Pina, de onde foram roubados cerca de 80 milhões de cruzeiros. Na fuga, obstados por uma viatura policial, surgiu um violento tiroteio no qual Avelino Bioni Capitani matou o sargento da PM Joel Nunes. Na ocasião, foi preso o terrorista Paulo Sérgio Granado Paranhos.
50 - 18/12/69 - Elias dos Santos - Soldado do Exército - RJ
Havia um aparelho do PCBR na rua Baronesa de Uruguaiana nº 70, no bairro de Lins de Vasconcelos. Ali, Prestes de Paula, ao fugir pelos fundos da casa, disparou um tiro de pistola 45 contra Elias dos Santos
57 - 11/06/70 - Irlando de Moura Régis - Agente da Polícia Federal - RJ
Foi assassinado durante o seqüestro do embaixador da Alemanha, Ehrendfried Anton Theodor Ludwig Von Holleben. A operação foi executada pelo Comando Juarez Guimarães de Brito. Participaram Jesus Paredes Soto, José Maurício Gradel, Sônia Eliane Lafóz, José Milton Barbosa, Eduardo Coleen Leite (Bacuri), que matou Irlando, Herbert Eustáquio de Carvalho, José Roberto Gonçalves de Rezende, Alex Polari de Alverga e Roberto Chagas da Silva.
58 - 15/07/70 - Isidoro Zamboldi - segurança - SP
Morto pela terrorista Ana Bursztyn durante assalto à loja Mappin.
59 - 12/08/70 - Benedito Gomes - Capitão do Exército - SP
Morto por terroristas, no interior do seu carro, na Estrada Velha de Campinas.
60 - 19/08/70 - Vagner Lúcio Vitorino da Silva - Guarda de segurança - RJ
Morto durante assalto do Grupo Tático Armado da organização terrorista MR-8 ao Banco Nacional de Minas Gerais, no bairro de Ramos. Sônia Maria Ferreira Lima foi quem fez os disparos que o mataram. Participaram, também, dessa ação os terroristas Reinaldo Guarany Simões, Viriato Xavier de Melo Filho e Benjamim de Oliveira Torres Neto, os dois últimos recém-chegados do curso em Cuba.
61 - 29/08/70 - José Armando Rodrigues - Comerciante - CE
Proprietário da firma Ibiapaba Comércio Ltda. Após ter sido assaltado em sua loja, foi seqüestrado, barbaramente torturado e morto a tiros por terroristas da ALN. Após seu assassinato, seu carro foi lançado num precipício na serra de Ibiapaba, em São Benedito, CE. Autores: Ex-seminaristas Antônio Espiridião Neto e Waldemar Rodrigues Menezes (autor dos disparos), José Sales de Oliveira, Carlos de Montenegro Medeiros, Gilberto Telmo Sidney Marques, Timochenko Soares de Sales e Francisco William.
62 - 14/09/70 - Bertolino Ferreira da Silva - Guarda de segurança - SP
Morto durante assalto praticado pelas organizações terroristas ALN e MRT ao carro pagador da empresa Brinks, no Bairro do Paraíso em são Paulo.
63 - 21/09/70 - Célio Tonelly - soldado da PM - SP
Morto em Santo André. Quando de serviço em uma rádio-patrulha, tentou deter terroristas que ocupavam um automóvel.
64 - 22/09/70 - Autair Macedo - Guarda de segurança - RJ
Morto por terroristas, durante assalto a empresa de ônibus Amigos Unidos
65 - 27/10/70 - Walder Xavier de Lima - Sargento da Aeronáutica - BA
Morto quando, ao volante de uma viatura, conduzia terroristas presos, em Salvador. O assassino, Theodomiro Romeiro dos Santos (Marcos) o atingiu com um tiro na nuca. Organização: PCBR (Partido Comunista Brasileiro Revolucionário).
66 - 10/11/70 - José Marques do Nascimento - civil - SP
Morto por terroristas que trocavam tiros com a polícia.
67 - 10/11/70 - Garibaldo de Queiroz - Soldado PM - SP
Morto em confronto com terroristas da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) que faziam uma panfletagem armada na Vila Prudente, São Paulo.
68 - 10/11/70 - José Aleixo Nunes - soldado PM - SP
Também morto na ocorrência relatada acima.
69 - 10/12/70 - Hélio de Carvalho Araújo - Agente da Polícia Federal - RJ
No dia 07/12, o embaixador da Suíça no Brasil, Giovanni Enrico Bucher, foi seqüestrado pela VPR. Participaram da operação os terroristas Adair Gonçalves Reis, Gerson Theodoro de Oliveira, Maurício Guilherme da Silveira, Alex Polari de Alverga, Inês Etienne Romeu, Alfredo Sirkis, Herbert Eustáquio de Carvalho e Carlos Lamarca. Após interceptar o carro que conduzia o Embaixador, Carlos Lamarca bateu com um revólver Smith-Wesson, cano longo, calibre 38, no vidro do carro. Abriu a porta traseira e, a uma distância de dois metros, atirou, duas vezes contra o agente Hélio. Os terroristas levaram o embaixador e deixaram o agente agonizando. Transferido para o hospital Miguel Couto, morreu no dia 10/12/70.
70 - 07/01/71 - Marcelo Costa Tavares - Estudante - MG
Morto por terroristas durante um assalto ao Banco Nacional de Minas Gerais.
Autor dos disparos: Newton Moraes.
71 - 12/02/71 - Américo Cassiolato - Soldado PM - São Paulo
Morto por terroristas em Pirapora do Bom Jesus.
72 - 20/02/71 - Fernando Pereira - Comerciário - Rio de Janeiro
Morto por terroristas quando tentava impedir um assalto ao estabelecimento “Casa do Arroz”, do qual era gerente.
73 - 08/03/71 - Djalma Peluci Batista - Soldado PM - Rio de Janeiro
Morto por terroristas, durante assalto ao Banco do Estado do Rio de Janeiro.
74 - 24/03/71 - Mateus Levino dos Santos - Tenente da FAB - Pernambuco
O PCBR necessitava roubar um carro para participar do seqüestro do cônsul norte-americano, em Recife. No dia 26/06/70, o grupo decidiu roubar um Fusca, estacionado em Jaboatão dos Guararapes, na Grande Recife, nas proximidades do Hospital da Aeronáutica. Ao tentarem render o motorista, descobriram tratar-se de um tenente da Aeronáutica. Carlos Alberto disparou dois tiros contra o militar: um na cabeça e outro no pescoço. Depois de nove meses de intenso sofrimento, morreu no dia 24 de março de 1971, deixando viúva e duas filhas menores. O imprevisto levou o PCBR a desistir do seqüestro.
75 - 04/04/71 - José Julio Toja Martinez - Major do Exército - Rio de Janeiro
No início de abril, a Brigada Pára-Quedista recebeu uma denúncia de que um casal de terroristas ocupara uma casa localizada na rua Niquelândia, 23, em Campo Grande/RJ. Não desejando passar esse informe à 2ª Sessão do então I Exército, sem aprofundá-lo, a 2ª Sessão da Brigada, chefiada pelo major Martinez, montou um esquema de vigilância da casa. Por volta das 23h, chega um casal de táxi. A mulher ostentava uma volumosa barriga, sugerindo gravidez.
O major Martinez acabara de concluir o curso da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, onde, por três anos, exatamente o período em que a guerra revolucionária se desenvolvera, estivera afastado desses problemas em função da própria vida escolar bastante intensa. Estagiário na Brigada de Pára-Quedista, a quem também não estava afeta a missão de combate à subversão, não se havia habituado à virulência da ação terrorista.
Julgando que o casal nada tinha a ver com a subversão, Martinez iniciou a travessia da rua, a fim de solicitar-lhe que se afastasse daquela área. Ato contínuo, da barriga, formada por uma cesta para pão com uma abertura para saque da arma ali escondida, a “grávida” retirou um revólver, matando-o antes que pudesse esboçar qualquer reação. O capitão Parreira, de sua equipe, ao sair em sua defesa, foi gravemente ferido por um tiro desferido pelo terrorista. Nesse momento, os demais agentes desencadearam cerrado tiroteio, que causou a morte do casal de terroristas. Eram os militantes do MR-8 Mário de Souza Prata e Marilena Villas-Bôas Pinto, responsáveis por uma extensa lista de atos terroristas. No “aparelho” do casal, foram encontrados explosivos, munição e armas, além de dezenas de levantamentos de bancos, de supermercados, de diplomatas estrangeiros e de generais do Exército. Martinez deixou viúva e quatro filhos, três meninas e um menino, a mais velha, à época, com 11 anos.
76 - 07/04/71 - Maria Alice Matos - Empregada doméstica - Rio de Janeiro
Morta por terroristas quando do assalto a um depósito de material de construção.
77 - 15/04/71 - Henning Albert Boilesen - (Industrial - São Paulo)
Quando da criação da Operação Bandeirante, o então comandante do II Exército, general Canavarro, reuniu-se com o governador do Estado de São Paulo, com várias autoridades federais, estaduais, municipais e com industriais paulistas para solicitar o apoio para um órgão que necessitava ser criado com rapidez, a fim de fazer frente ao crescente terrorismo que estava em curso no estado de São Paulo. Assim, vários industriais, entre eles Boilesen, se cotizaram para atender ao pedido daquela autoridade militar. Por de3cisão de Lamarca, Boilesen, um dinamarquês naturalizado brasileiro, foi assassinado. Participaram da ação os terroristas Yuri Xavier Pereira, Joaquim Alencar Seixas, José Milton Barbosa, Dimas Antonio Casimiro e Antonio Sérgio de Matos. No relatório escrito por Yuri, e apreendido pela polícia, aparecem as frases “durante a fuga trocávamos olhares de contentamento e satisfação. Mais uma vitória da Revolução Brasileira”. Vários carros e casas foram atingidos por projéteis. Duas mulheres foram feridas. Sobre o corpo de Boilesen, atingido por 19 tiros, panfletos da ALN e do MRT, dirigidos “Ao Povo Brasileiro”, traziam a ameaça: “Como ele, existem muitos outros e sabemos quem são. Todos terão o mesmo fim, não importa quanto tempo demore; o que importa é que eles sentirão o peso da JUSTIÇA REVOLUCIONÁRIA. Olho por olho, dente por dente”.
78 - 10/05/71 - Manoel da Silva Neto - Soldado PM - SP
Morto por terroristas durante assalto à Empresa de Transporte Tusa.
79 - 14/05/71 - Adilson Sampaio - Artesão - RJ
Morto por terroristas durante assalto às lojas Gaio Marti.
80 - 09/06/71 - Antônio Lisboa Ceres de Oliveira - Civil - RJ
Morto por terroristas durante assalto à boate Comodoro
98 - 15/02/72 - Luzimar Machado de Oliveira - Soldado PM - Goiás
O terrorista Arno Preiss encontrava-se na cidade de Paraiso do Norte, que estava incluída no esquema de trabalho de campo do MOLIPO. Usava o nome falso de Patrick McBundy Comick. Arno tentou entrar com sua documentação falsa no baile carnavalesco do clube social da cidade. Sua documentação levantou suspeita nos policiais, que o convidaram a comparecer à delegacia local. Ao deixar o clube, julgando-se desmascarado, Arno sacou seu revólver e disparou à queima roupa contra os policiais, matando o PM Luzimar Machado de Oliveira e ferindo gravemente o outro PM que o conduzia, Gentil Ferreira Mano. Acabou morto.
99 - 18/02/72 - Benedito Monteiro da Silva - Cabo PM - São Paulo
Morto quando tentava evitar um assalto terrorista a uma agencia bancária em Santa Cruz do Rio Pardo.
100 - 27/02/72 - Napoleão Felipe Bertolane Biscaldi - Civil - São Paulo
Morto durante um tiroteio entre os terroristas Lauriberto José Reyes e José Ibsem Veroes com policiais, na rua Serra de Botucatu, no bairro Tatuapé. Nesta ação, um policial foi ferido a tiros de metralhadoras por Lauriberto. Os dois terroristas morreram no local.
101 - 06/03/72 - Walter César Galleti - Comerciante - São Paulo
Terroristas da ALN assaltaram a firma F. Monteiro S/A. Após o assalto, fecharam a loja, fizeram um discurso subversivo e assassinaram o gerente Walter César Galetti e feriram o subgerente Maurílio Ramalho e o despachante Rosalindo Fernandes.
102 - 12/03/72 - Manoel dos Santos - Guarda de Segurança - São Paulo
Morto durante assalto terrorista à fábrica de bebidas Charel Ltda.
103 - 12/03/72 - Aníbal Figueiredo de Albuquerque - Coronel R1 do Exército - São Paulo
Morto durante assalto à fábrica de bebidas Charel Ltda., da qual era um dos proprietários
104 - 08/05/72 - Odilo Cruz Rosa - Cabo do Exército - PA
Morto na região do Araguaia quando uma equipe comandada por um tenente e composta ainda, por dois sargentos e pelo Cabo Rosa foram emboscados por terroristas comandados por Oswaldo Araújo Costa, o “Oswaldão”, na região de Grota Seca, no Vale da Gameleira. Neste tiroteio foi morto o Cabo Rosa e feridos o Tenente e um Sargento.
105 - 02/06/72 - Rosendo - Sargento PM - SP
Morto ao interceptar 04 terroristas que assaltaram um bar e um carro da Distribuidora de Cigarros Oeste LTDA.
106 - 29/06/72 - João Pereira - Mateiro-região do Araguaia - PA
“Justiçado exemplarmente” pelo PC do B por ter servido de guia para as forças legais que combatiam os guerrilheiros. A respeito, Ângelo Arroyo declarou em seu relatório: “A morte desse bate-pau causou pânico entre os demais da zona”.
107 - 09/09/72 - Mário Domingos Panzarielo - Detetive Polícia Civil - RJ
Morto ao tentar prender um terrorista da ALN.
108 - 23/09/72 - Mário Abraim da Silva - Segundo Sargento do Exército - PA
Pertencia ao 2º Batalhão de Infantaria de Selva, com sede em Belém. Sua Companhia foi deslocada para combater a guerrilha na região do Araguaia. Morto em combate, durante um ataque guerrilheiro no lugarejo de Pavão, base do 2º Batalhão de Selva.
109 - 27/09/72 - Sílvio Nunes Alves - Bancário - RJ
Assassinado em assalto ao Banco Novo Mundo, na Penha, pelas organizações terroristas PCBR - ALN - VPR - Var Palmares e MR8. Autor do assassinato: José Selton Ribeiro.
110 - –/09/72 - Osmar… - Posseiro - PA
“Justiçado” na região do Araguaia pelos guerrilheiros por ter permitido que uma tropa de pára-quedistas acampasse em suas terras.
111 - 01/10/72 - Luiz Honório Correia - Civil - RJ
Morto por terroristas no assalto à empresa de Ônibus Barão de Mauá
112 - 06/10/72 - Severino Fernandes da Silva - Civil - PE
Morto por terroristas durante agitação no meio rural.
113 - 06/10/72 - José Inocêncio Barreto - Civil - PE
Morto por terroristas durante agitação no meio rural.
114 - 21/02/73 - Manoel Henrique de Oliveira - Comerciante - São Paulo
No dia 14 de junho de 1972, as equipes do DOI de São Paulo, como já faziam há vários dias, estavam seguindo quatro terroristas da ALN que resolveram almoçar no restaurante Varela, no bairro da Mooca. Quando eles saíram do restaurante, receberam voz de prisão. Reagindo, desencadearam tiroteio com os policiais. Ao final, três terroristas estavam mortos, e um conseguiu fugir. Erroneamente, a ALN atribuiu a morte de seus três companheiros à delação de um dos proprietários do restaurante e decidiu justiçá-lo. O comando “Aurora Maria do Nascimento Furtado”, constituído por Arnaldo Cardoso Rocha, Francisco Emanuel Penteado, Francisco Seiko Okama e Ronaldo Mouth Queiroz, foi encarregado da missão e assassinou, no dia 21 de fevereiro, o comerciante Manoel Henrique de Oliveira, que foi metralhado sem que pudesse esboçar um gesto de defesa. Seu corpo foi coberto por panfletos da ALN, impressos no Centro de Orientação Estudantil da USP por interveniência do militante Paulo Frateschi.
115 - 22/02/73 - Pedro Américo Mota Garcia - Civil - Rio de Janeiro
Por vingança, foi “justiçado” por terroristas por haver impedido um assalto contra uma agência da Caixa Econômica Federal.
116 - 25/02/73 - Octávio Gonçalves Moreira Júnior - Delegado de polícia - São Paulo
Com a tentativa de intimidar os integrantes dos órgãos de repressão, um “Tribunal Popular Revolucionário” decidiu “justiçar” um membro do DOI/CODI/II Exército. O escolhido foi o delegado de polícia Octávio Gonçalves Moreira Júnior.
117 - 12/03/73 - Pedro Mineiro - Capataz da Fazenda Capingo
“Justiçado” por terroristas na Guerrilha do Araguaia.
118 - Francisco Valdir de Paula - Soldado do Exército-região do Araguaia - PA
Instalado numa posse de terra, no município de Xambioá, fazendo parte de uma rede de informações montada na área de guerrilha, foi identificado pelos terroristas e assassinado. Seu corpo nunca foi encontrado.
119 - 10/04/74 -Geraldo José Nogueira - Soldado PM - São Paulo
Morto numa operação de captura de terroristas.
A lista que publiquei com os 119 assassinados pelas esquerdas estava incompleta - e é bem provável que ainda falte muita gente. Como lembrou o leitor Guilherme Lamb, faltou listar o assassinato do civil Manoel da Silva Dutra durante assalto ao banco Andrade Arnaud, no Rio, no dia 31 de março de 1969. O caso é particularmente importante porque um dos então terroristas que participaram da operação se chamava Carlos Minc - sim, este mesmo que hoje veste coletes coloridos e conversa com as toras da floresta. Ele vinha do Colina, que se fundiu com a VPR para formar a VAR-PALMARES. Foi companheiro de armas de Dilma Rousseff. Antes de Minc defender a descriminação da maconha em showzinho em homenagem a “Jah”, ele se dedicava a drogas bem mais pesadas, como se vê. Foram roubados R$ 45 milhões. O grupo depois planejou e executou o famoso “assalto ao cofre do Adhemar”. Minc estava na operação. Dilma ficou nos bastidores. Já então ela era comandava, mas não aparecia. Mais ou menos como fez com o tal decreto dos direitos supostamente humanos. Para todos os efeitos, ela não tem nada com isso. A lista, não tenham dúvida, pode e deve ser atualizada — ou corrigida.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Feliz 2010!
O vídeo é de 10 anos atrás, mas vale pelo humor e alegria. Um grande Ano Novo a todos! Que 2010 nos encontre fortes, francos e felizes.
Pouso de barriga.
Entrou areia grossa na bilionária compra dos 36 caças Rafale, produzidos pela França. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, tem dito aos mais próximos que o comando da Aeronáutica se decidiu pelos caças suecos, fabricados pela Gripen – recusando-se, assim, a chancelar o negócio com os franceses, como deseja Lula. Nessas conversas, Jobim admite que, quando deixar o ministério, em abril, nenhuma solução terá sido dada.
Gangorra.
Alguém acha que ela é capaz de perdoar?
As cenas mostram momentos célebres da luta da guerrilha terrorista pela "democracia". A democracia do lado de lá não evoluiu tanto assim." Naquela época que nós não podíamos andar livres pelas ruas, nem tampouco visitar as nossas famílias, essa opressão empurrou uma parte da juventude brasileira e boa parte das lideranças políticas do país à resistência contra o processo de fechamento e contra a ditadura.É sempre doloroso lembrar de todos que foram para a cadeia, de todos que foram, de uma forma ou de outra, barbaramente torturados. E muitas vezes tiravam destas pessoas o último traço de humanidade. E, também, muitas vezes tiraram-lhes até a vida".
"Nós sobrevivemos, Inês, para presenciar e participar da construção de um novo Brasil. Não me conformo nunca, nem vou me conformar com o destino de muitos companheiros e companheiras que perderam suas vidas, perderam, naquele momento, essa oportunidade que hoje nós temos."
Trechos do discurso da ex-guerrilheira da VAR-Palmares, Dilma Rousseff, anistiada e indenizada, na cerimônia de lançamento do projeto para acabar com a Lei da Anistia. Oh! ela estava lutando pela democracia.
Lula sabia, palavra por palavra.
Dilma tem ódio.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Plebiscito 2010: militares x terroristas.
- Família - 90%
- Bombeiros - 88%
- Igrejas - 76%
- Forças Armadas - 71%
- Sindicatos - 46%
- Congresso Nacional - 35%
- Partidos Políticos - 31%
CCC protege o reveillon do Rio.
Adelaide Scritori(foto), a medium que espanta nuvens, raios e trovões, foi contratada e estará no camarote vip de Eduardo Paes, prefeito da cidade, na hora dos fogos, no Rio. Estará rezando, orando, batucando, sei lá o quê, para não chover. Ela faz parte da turma boa do CCC. Não, não é aquele saudoso. É a turma da Fundação Cacique Cobra Coral.Dilma vai virar em Porto Alegre?
A candidata do PT à corrida presidencial em 2010, ministra Dilma Rousseff passa o Réveillon em Porto Alegre?Bela pergunta! Ninguém sabe, e a questão está sendo tratada como segredo.A verdade é que a ministra já marcou (e depois desmarcou) duas vezes sua ida a um salão de beleza, na Capital gaúcha.Estaria ela distraindo a imprensa ou somente indecisa?
OAB babuína.
Não é nojento?
Um dos membros da "Comissão da Verdade" mora em São Paulo, na Brasilândia. Para chegar até a reunião onde serão julgados os militares, sai da sua casa, na Rua Carlos Marighela, 13, vai até a Rua Olga Benário e dobra na Rua Carlos Lamarca. Veja no mapa. Lula "ama" a "upa".
Melancias arrependidas.
Não foi por falta de aviso. As melancias arrependidas acharam que passariam incólumes, empanturrando-se nos coquetéis e cartões corporativos. Acharam que a guerra tinha terminado e que tinham feito um bom acordo. Preferiram fazer pacto com bandido, com assassino, com terrorista. Deu no que deu. A corda foi esticando, esticando e, agora, é só botar no pescoço. Então acham as melancias arrependidas que uma guerrilheira é um pelego? Que uma assaltante de bancos é um cachaceiro de porta de fábrica? Que o "duas caras" vai à Cuba por causa das belas morenas e do bom charuto? Quem muito se abaixa, a bunda aparece. Quem com porcos (a palavra está na moda) se mistura, farelo come. É hora das verdadeiras melancias. As velhas e boas melancias verde-amarelas. Ainda existem? Leia aqui.terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Emporcalhando.
"Nós vamos fazer o PAC número 2 a partir de março do ano que vem, portanto, vai ter mais obras para o ABC Paulista, para Osasco, para Guarulhos, porque nós também não fazemos distinção de que partido é o prefeito ou o governador. Seja de qualquer partido, ele foi governador ou foi prefeito e o seu povo precisa, a gente tem mais é obrigação de fazer sem olhar... Você não pode deixar de dar comida para um porco porque você não gosta do dono do porco." - Lula, hoje, "elogiando" o porco, digo, o povo paulista.Na coleira.
Da Folha Online:A LLX Logística obteve um financiamento de até R$ 407,7 milhões junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para a aquisição de equipamentos nacionais para o chamado Porto Sudeste. O financiamento foi aprovado no âmbito do Programa de Sustentação do Investimento, com taxas de juros fixas de 4,5% ao ano. Na foto, Lula e Eike Batista, o homem mais rico do Brasil e dono da LLX, em jantar em New York.
Mercosul, o hino.
Estão achando a bandeira ruim? Então esperem pra ver as criancinhas nas escolas cantando o hino do Mercosul, com a seguinte letra:
Los países del sur unidos,
Por razones profundas reunidos.
Hoy la unión regional,
En razón ancestral,
En razón cultural,
En mercosur se va a encontrar.
Mercosur, mercosur, mercosur,
Unión triunfal,
Mercosur, Mercosur, Mercosur,
Nació para ganar.
Las tierras de la vid,
Del oro y del café,
Del petróleo y del cereal,
Ganaderos, agrícolas y pesqueros,
Trabajando en la unidad.
Mercosur, Mercosur, Mercosur,
Unión triunfal,
Mercosur, mercosur, mercosur,
Nació para ganar.
De las selvas el sol,
De los hielos nevados,
De las pampas húmedas nació,
De las tierras marrones y coloradas,
Mercosur al mundo se abrió.
Mercosur, Mercosur, Mercosur,
Unión triunfal,
Mercosur, mercosur, mercosur,
Nació para ganar.
Los hermanos del sur,
Se acercan a trabajar,
Por la paz, por la unión,
Por la gloria y la lealtad,
Los países al fin reunidos,
Trabajando en la unidad.
Mercosur, Mercosur, Mercosur,
Unión triunfal,
Mercosur, Mercosur, Mercosur,
En unión triunfal.
Mercosul, a bandeira.
Esta lei que coloca em pé de igualdade a bandeira do Brasil com a bandeira do Mercosul é uma decorrência da idéia de bloco ou comunidade. Não entremos em pânico. Desde 1955, a bandeira da Europa tem o mesmo tratamento das bandeiras nacionais, sendo hasteada ao lado delas. Grave é o que o Lula disse, em 2006, quando a Venezuela foi aceita no grupo: "Na bandeira do Mercosul (que possui quatro estrelas) está faltando a estrela da Venezuela. Espero que logo tenhamos a estrela da Bolívia e depois de toda a América do Sul". Isto sim, é politicagem barata, de um presidente analfabeto. A bandeira da Comunidade Européia tem 12 estrelas e elas nunca representaram o número de países. O número foi escolhido por não ter uma conotação política e por oferecer representações positivas, que agradavam o maior número de países, tais como: 12 signos do Zodíaco;12 horas num relógio;12 meses num ano;12 apóstolos;12 deuses olímpicos;12 tábulas da Lei Romana. Já na bandeira do Mercosul, além da linha verde, que representa o horizonte, as quatro estrelas representam a constelação do Cruzeiro do Sul. Mas poderiam significar as 4 estações do ano, as 4 fases da Lua, os 4 elementos do universo. Pena que neste momento mais difícil do continente simbolizem tão somente as 4 bestas do apocalipse, as 4 patas de um jumento e a mão do Lula no meio de tudo isso.O imbecil parte para a ignorância.
50 Mais Financial Times - Merkel e Lula.
Angela Merkel e Lula da Silva também moldaram a década, segundo o Financial Times. Cada um do seu jeito, é claro. Até quando os ingleses carregarão o trauma da morte do brasileiro no metrô de Londres?
50 Mais Financial Times - Bush and Bin.
George Bush e Osama Bin Laden também moldaram a década. E como moldaram...
50 Mais Financial Times - John de Mol
O criador do Big Brother moldou a década, segundo o Financial Times. Assista o vídeo e tente entender por quê.
50 Mais Financial Times - Ahmadinejad
Ahmadinejad, amigão de Lula, explica o PAC iraniano. Não é a cara da Dilma falando do PAC brasileiro?
50 Mais Financial Times - Jay-Z
Mas não é a mensagem deles depois do mensalão? É só trocar o black pelo red e loura com uma Dillinger pela Dilma com um fuzil...
"Nós somos, isso mesmo, eu disse nós somos,
Somos "Roc Nation", mostre sua lealdade,
Coloque seus soldados em alerta, todos tudo negro
Cartas negras, carros negros, todos tudo negro
E nossas garotas são como armas, armadas como
Dillingers
Eu duvido cada vez mais se vocês são mesmo de verdade
Nós somos La Familia, explico tudo mais tarde
Mas por enquanto, deixe me voltar a que interessa
Perdi alguns milhares e vou recuperá-los
Paguei minha dívida, perdi uma aposta de 5 milhões..."
Retrospectiva 2009: Lula, o "cara" (2)
No dia 1º. de abril, Lula lascou emocionado, em carta à Argentina, lamentando a morte de Raul Alfonsin: “tive nele um interlocutor e um amigo”. No entanto, mandou Sarney representá-lo no funeral. Lula “acompanhou com atenção” e “seguiu com interesse” a revolta internacional contra os testes com mísseis de longo alcance, feitos pela Coréia do Norte, a que chamou de “foguete”. Lula armou a sua lona novamente na Argentina e de lá bradou: “ vocês querem declaração?” E declarou que o Brasil “era dono do próprio nariz”, “ não tenho medo de crise, sou de uma região do Brasil onde criança que tiver medo da crise, nem nasce”. Lá pelo final do mês, Lula recebeu Alan Garcia, do Peru, no Acre e defendeu a sua criação, a Unasul: “O Alan só tem um defeito. E um defeito muito grave: ele deveria participar mais das reuniões da Unasul.” O presidente peruano não se manifestou sobre a observação de Lula, sabedor de onde a tal Unisul iria dar. E abril terminou, sem que a gente conseguisse identificar o que Lula fez para ser transformado em fenômeno das relações internacionais.
Maio começou com uma intensa programação e um verdadeiro frisson no Itamaraty. Estava para chegar o “ele”, o “aquele”, o grande adversário do "império", o Ahmadinejad. A visita acabou adiada, tendo em vista a eleição iraniana que se aproximava e onde o iraniano fraudou os resultados. Lugo, o bispo presidente e pai de todos os paraguaios visitou o Brasil e Lula levou-o a andar de trem, no Pantanal. O assunto, no entanto, era Itaipu. As manchetes foram que Lula não cedeu nada e que o acordo que só vence em 2023 estava de pé. Em julho, o Brasil cedeu e permitiu que o Paraguai passasse a vender livremente a sua cota de energia, não necessariamente para a Eletrobras. Se Lula não for eleito o homem do ano no Paraguai, será uma injustiça como nunca foi vista neste país. Lula continuou recebendo outros presidentes. Recebeu Abdolaye Wade, do Senegal, e Hugo Chávez, o guru bolivariano, na Bahia. Durante um evento, o áudio vazou e Lula estava cochichando com Chávez. "Calma Chávez, se eu eleger a Dilma, esses acordos vão sair. Eu vou ser o presidente da Petrobras e o Gabrielli será meu assessor".Chávez ainda respondeu: "e eu vou fazer o quê? Eu não quero fazer nada". Sem dúvida, um grande momento das relações internacionais. Lula também foi à China, vender alguma coisa com asas. Não conseguiu destravar as vendas da Embraer, congeladas desde 2007, mas a China liberou a compra de frangos do Brasil. O momento cômico da viagem ficou por conta de um trecho do discurso do presidente, onde ele afirmava que, entre os dois países, há "grande convergência de interesses" na busca por um desenvolvimento sustentado e por "uma ordem internacional mais justa". A China, como se sabe, é um ditadura comunista e a maior poluidora do planeta. Por fim, não pode ficar sem registro a viagem de Lula para as arábias na condição de futuro sheik da OPEP, em companhia de Dona Marisa Letícia, que não foi vista de burka. Uma declaração de Lula entrou para a história, comprovando que o “cara” é mesmo o “cara”. Disse Lula: "No Brasil, tem uma coisa interessante que vocês precisam conhecer. Apareceu alguém vendendo algo na porta de um brasileiro, ele sabe que é um turco que está vendendo". A platéia ficou em silêncio. Lula não. "Qualquer vendedor que for vender um produto na casa das pessoas, prontamente ele é chamado de turco. Eu não sei se é o turco nascido em Istambul ou no tempo do Império Otomano, nascido na Arábia Saudita ou no Líbano".
Querem começar ou terminar junho por Manuel Zelaya? Bem, comecemos por viagens de Lula próximas a Honduras, uma para a Costa Rica, a outra para a Guatemala, além de El Salvador. Na Costa Rica, ele contou a história do “sapito” que atrapalhou a construção de uma hidrelétrica e ainda disse que não mataria nem mesmo uma “cucaracha”, além de dizer que a economia brasileira estava como “Deus gosta”. Na Guatemala, prestou solidariedade ao vivo e a cores ao seu presidente, acusado em vídeo gravado por um adversário assassinado de que, se morresse, a culpa seria do amigão de Lula, que estaria planejando a sua morte. Em El Salvador, Lula prestigiou a posse de Maurício Funes, seu velho conhecido, e marido de sua amiga e antiga militante do PT, Vanda Pignato. Para ajudar na montagem do novo governo, Lula já havia mandado a San Salvador o seu chefe de gabinete, Gilberto Carvalho. A campanha do vencedor foi feita pelo marqueteiro de Lula. Dizem que não foi a Petrobras quem pagou. Lula participou da Conferência Mundial da OIT, onde o pais sofreu duras críticas por fazer cara de paisagem para problemas com direitos humanos em Sri Lanka e Coréia do Norte, justificadas da seguinte forma pelo assessor de todas as horas, Marco Aurélio Porquito Garcia: “O Brasil não tem de ficar distribuindo certificados de bom comportamento ou de mau comportamento pelo mundo afora.” Em visita ao Cazaquistão, Borat baixou em Lula. Declarou o presidente sobre o mar de lama em que José Sarney mergulhou: "Não li a reportagem do presidente Sarney, mas penso que ele tem história no Brasil suficiente para que não seja tratado como se fosse uma pessoa comum". Por fim, Lula assumiu para si a responsabilidade de resolver a crise em Honduras. E, no dia em que Zelaya foi defenestrado, já saiu peitando o país com uma nota em que “condenava de forma veemente a ação militar que resultou na retirada do Presidente de Honduras, José Manuel Zelaya, do Palácio Presidencial em Tegucigalpa no dia de hoje e sua condução para fora do país”. Lula não contava com a força da democracia e amarga, seis meses depois, um hóspede inconveniente como o único traste de bigode e de chapéu que restou do episódio.
Estadinho.
O Blog tem deletado vários comentários ofensivos vindos de admiradores do atual estado de coisas no Estadão. A eles, o Coturno dedica duas manchetes publicadas na edição de hoje que comprovam o jornalismo de quinta categoria que vem sendo praticado por lá, nestes dias de recesso dos editores. Comparem as manchetes e entendam os fãs da imprensa "maria gasolina" e da imprensa "chapa branca" que não há bobos na blogosfera. Um blog pode ser de direita, de esquerda, de centro, mas um jornal tem que ser única e exclusivamente um jornal, o que o Estadão não tem sido nos últimos dias, com a sua escancarada campanha a favor de Lula, Dilma e do PT.Mensalão: empresários são condenados.
A ex-presidente da Brasil Telecom Carla Cico e o ex-diretor financeiro da empresa Paulo Pedrão Rio Branco foram condenados pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) em processo relacionado ao mensalão, esquema de pagamento a políticos revelado pelo presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, em 2005.Cico foi multada em R$ 300 mil, e Rio Branco, em R$ 100 mil, por não terem sido diligentes na administração da operadora. Eles ainda podem recorrer da punição junto ao Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional.A BrT foi envolvida no escândalo do mensalão porque pagou R$ 4,4 milhões às agências de publicidade DNA Propaganda e SMP&B Comunicação, pertencentes ao publicitário Marcos Valério, personagem chave do mensalão, sem haver contrato comercial com elas.A CVM começou a investigar o caso em julho de 2005, quando foi noticiado que algumas companhias abertas, entre elas a BrT, fizeram pagamentos às duas agências, e que os recursos se destinariam ao financiamento de campanhas políticas.Na ocasião, a tele divulgou um fato relevante ao mercado financeiro em que admitia o pagamento de R$ 823,5 mil à DNA e de R$ 3,7 milhões à SMP&B, mas sustentava que tinham sido regulares. A investigação da CVM confirmou o pagamento dos R$ 4,4 milhões às duas agências, nos anos de 2003 e 2004, sem que houvesse contrato comercial.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Lula, asila o Umar Farouk AbdulMutallab!
O PAC micou.
2009: os micos do PT.
Retrospectiva 2009: Lula, o "cara".
Em janeiro, Lula tenta virar o mediador na crise entre palestinos e judeus. Celso Amorim faz uma viagem onde é recebido rapidamente por todos os envolvidos. Resultado: zero. O nosso presidente também cumprimenta Obama e a sociedade multiétnica norte-americana. A Itália chama o seu embaixador para consultas, tendo em vista a escandalosa proteção do governo brasileiro ao terrorista assassino italiano Cesare Battisti. E Lula não vai a Davos, em protesto contra a crise.
Em fevereiro, tem carnaval. O Brasil é um dos países que apóia a pacificação nacional do Zimbábue. Lula manda um técnico do Ministério da Agricultura para resolver uma praga na agricultura da Libéria. Recebe o presidente da Namíbia, Hifikepunye Pohamba. Empresta um helicóptero para a Cruz Vermelha resgatar seis reféns das FARC. Recebe Uribe, presidente da Colômbia, a quem tenta convencer para negociar em moeda local, para não depender do dólar. Celso Amorim quase transforma o caso da maluca Paula Ventura Oliveira em rompimento de relações diplomáticas com quem? A Suiça!
Em março, a agenda de Lula, em busca da salvação do planeta, fica lotada. Foi o mês dos vices. Vice da China, vice da Holanda, vice da Líbia, todos em Brasília. Mas também vem o Príncipe de Gales. Charles chegou um pouco antes da aprovação da Reserva Raposa Serra do Sol. Lula obtém o apoio incondicional do presidente do Uruguai para aumentar o número de cadeiras no Conselho de Segurança da ONU. Vai a New York para um seminário de empresários falar mal dos Estados Unidos, a quem culpa pela crise. Mais helicópteros: desta vez para o Ministro de Relações Exteriores e Cultos da Bolívia, Embaixador David Choquehuanca Céspedes, para ajudar a combater o narcotráfico na fronteira entre os dois países. Em troca, o Brasil recebe o importantíssimo apoio da Bolívia para sentar em uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU. Recebe Cristina Kirchner e a declaração mais importante é que está “rezando por Obama”. Recebe Gordon Brown e a declaração mais importante é que a crise é culpa dos “banqueiros de olhos azuis”.
Nunca na história deste país.
domingo, 27 de dezembro de 2009
Um ano do Parque Dona Lindu.
Estadão em campanha.
Dividir para reinar.
Com 2009 moribundo, uma avalanche de análises da era Lula é previsível. O problema é que toda essa avaliação será contaminada pela campanha, na qual Lula fará de tudo para eleger Dilma Rousseff, sua Medvedev de saias. E a real qualificação dos acertos e erros dos oito anos do petista será embotada, de lado a lado, pela aposta no "nós contra eles".É do jogo. Mas é notável como esse clima ácido que se anuncia carrega também uma das marcas indeléveis desses oito anos: o estímulo à cultura divisionista da sociedade.Curiosamente, Lula foi eleito com um discurso conciliador ("Carta ao Povo Brasileiro", José Alencar na vice). No poder, a acomodação pragmática (manutenção da política econômica) e a dissolução moral (mensalão e alianças com os Judas de ocasião) reforçaram a ideia de um grande pacto.Mas tudo isso é permeado pela virulência ressentida contra "os outros". Amparado pela enorme popularidade, Lula levou sua logorreia a níveis inéditos. O palavrão no palanque não é detalhe, é ato falho traindo o ethos do poder lulista.Com a oposição catatônica, é de se esperar um novo patamar de agressividade a fim de liquidar o jogo rapidamente. Caso haja reação, será no mesmo nível. Em qualquer cenário, não será bonito de ver.
