Yes, we can! Alckmin quer ser o Obama de 2018.

Indagado sobre a sua já lançada candidatura presidencial para 2018, Geraldo Alckmin respondeu ao blogueiro Kennedy Alencar, um dos principais porta-vozes do PT na mídia, irmão do dono da gráfica que imprimiu toneladas de impressos superfaturados para a campanha de Dilma Rousseff:

“Ninguém deve perseguir ser candidato a presidente da República. Isso é destino, não é vontade. Mas também acho que quem for convocado não deve recusar. E é bom que o PSDB tenha boas lideranças preparadas para servir ao país. Mas é muito longe, né? 2018 é uma eternidade”.

Sobre o presidente do PSDB, o senador Aécio Neves (MG), ser um “candidato natural”, Alckmin falou da disputa entre Hillary Clinton e Barack Obama em 2007, um ano antes da eleição presidencial americana:  

“Fiquei um pequeno período nos Estados Unidos em 2007. Quando cheguei lá, o Partido Democrata só falava da Hillary Clinton. O Obama não era nem considerado. Quando acabou a primária, a campanha do Obama já estava até feita, de tal maneira que aquilo se fortaleceu junto à sociedade”.

Recordar é viver

Em 8 de novembro de 2005, Geraldo Alckmin deu a seguinte declaração à Folha de São Paulo:

"Política é destino. Não devemos nunca nos preocupar muito com o dia de amanhã, porque senão não se vive o dia de hoje. O futuro a Deus pertence. Somos instrumentos do povo. Governo não é batalha para tomar o poder, é instrumento para servir ao povo", afirmou.

O tucano disse que não é hora de discutir o impeachment do presidente Lula. "Não colocaria isso neste momento. Porque desvia o foco, ao ficar discutindo se é impeachment ou não. Muito mais importante é o foco na investigação para buscar a verdade e poder esclarecer a opinião pública."

Acabou sendo o candidato à presidência da República, contra todo o PSDB, sendo derrotado por Lula e fazendo menos votos no segundo do que no primeiro turno. 

12 comentários

Folha de S. Paulo - 2003

São Paulo - Brasil



O Brasil e o desemprego de massa

31/08/03



Rubens Ricupero

EM MEIO a tudo o que de pior se abateu sobre nós nos últimos tempos, o mas grave foi o Brasil ter-se deixado arrastar para o círculo do inferno do desemprego de massa. Prisão sinistra da qual não é fácil escapar, em sua porta poderia escrever-se o que Dante afixou na do verdadeiro Inferno: "Lasciate ogne speranza, voi ch' intrate".

Não é melhor a situação da Alemanha, onde a taxa ultrapassou 10%. O desemprego de massa é, aliás, fenômeno característico da União Européia, cujo índice de desocupação flutua em torno de 8%. Atualmente, é de 7,7%, média que esconde fortes disparidades _mínima de 2,8%, em Luxemburgo, máxima de 11,3%, na Espanha. Mesmo os Países Baixos, que pareciam ter descoberto o modelo para eliminar o desemprego (2,7% em 2002), entraram em recessão, com previsões de que a taxa de desemprego atinja 5,5% neste ano e 8% no próximo.

http://www.rubensricupero.com/artigos/2003/folha_2003_31_08.htm

Reply

Cel
Para o Alckmim o lema é "YES, WE NO CAN."

Átila

Reply

Dupla que se merece. Kennedy Alencar e Alckmin, uma entrevista entre a tampa que pergunta e o balaio que responde. O governador, sentindo o vácuo no PT, tenta atrair a simpatia da seita ao ficar contra a maioridade penal aos 16 anos. Dançou, como era de se esperar. Não agradou os petralhas, que perderam a parada, e conseguiu a antipatia de 90% do eleitorado que é a favor da redução. Não se elege nem sequer a prefeito.

Reply

O Bobama de lá vai ser ejetado junto com seus amiguinhos democratas de merda. Aqui podemos cotar já!

Reply

CEL,

Se política é destino então, yes, estou criando o meu destino político rumo à presidência da república. Restará saber se a população irá votar no pindamonhangabense Geraldo considerando que este não tem o capital eleitoral do mineiro Aécio e não tem capital eleitoral fora do estado de São Paulo. Além disso, é a convenção do PSDB em época própria quem decidirá qual será o candidato. O sujeito foi eleito a pouco mais de 6 meses, tomou posse a menos de 6 meses e já está a falar em eleição para o ano 2018, pode? Sim, pode mas não deve, corta. Parlamentarismo já, voto facultativo agora e chega de arremedo de reforma política ou mais uma "reforminha" para garantir o deles como sempre. Phoda-se o politicamente correto, muda Brasil, queremos reformas sérias. Srs. políticos, não subestimem a nação!

Índio Tonto/SP

Reply

Coronel, você que está mais por dentro da política tucana, me diga: em 2006, o Alckmin se impôs mesmo? Quem seria o outro candidato na época? Sei que em 2010 foi cogitado o Aécio.

Reply

O Brasil tem uma divida contra o Aecio Neves. A Dilma roubou a presidencia do Aecio. O povo ja deu o recado com o auto indice de desaprovacao da bruxa.Uma ajuda que o governador alckimim pode da e ficar longe desse Kennedy.

Reply

Por que esse cara nao se cala?

Reply

Cacete!!!! Alkimim nunca mais!!! O PSDB nao entende, @%$@$????

Reply



Acho que há uma estratégia.!!!.

Reply

O texto abaixo de Lauro Jardim, vem a calhar:

A CARAVANA DA GRATIDÃO

Viagens para agradecer os votos

As visitas semanais que Aécio Neves começa a fazer a partir do dia 25 em dezenas de cidades brasileiras, começando por Manaus, são parte do que o PSDB chamará oficialmente de Caravana da Gratidão – ou seja, Aécio vai agradecer os 51 milhões de votos recebidos em outubro.

Por Lauro Jardim

Certamente ele virá a São Paulo. Farei questão de ir ovacioná-lo se o local de sua visita for aberta ao público. Meu VOTO é AÉCIO NEVES 2018!

Alckmin, o picolé de chuchu, é o candidato dos sonhos dos petralhas. É frouxo! Votei nele para governador, mas meu voto para presidente não terá.


Chris/SP


Reply

Aecio não ganha nem no quintal dele. Pare com esta bobagem. Vc vivia descendo o cacete no Aecio e agora ta de joelhos. Alckmim é sim um nome forte e tem o direito. Aecio tem que fazer o dever de casa. Alckmim 2018!!!!

Reply