Dilma 2: Brasil vai de mal a pior e 2015 será um ano terrível.

Não sou economista nem alarmista, mas alguns números são assustadores e qualquer pessoa que tenha um mínimo de raciocínio lógico entra em pânico ao relacioná-los entre si. O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2014 deve fechar sem crescimento, em R$ 4,80 trilhões. Se crescer 0,7% em 2015, chegará R$ 4,83 bilhões. A meta do governo Dilma 2 é fazer 1,2% de superavit fiscal neste ano. Sendo assim, terá que economizar cerca de R$ 60 bilhões ou dar outro golpe na Constituição Federal como o fez com a aprovação do PLN 36. 

Para 2016 e 2017, a equipe econômica prevê um superavit de 2%, o que elevaria a poupança para R$ 100 bilhões. Há, então, um corte de mais outros R$ 40 bilhões a ser feito neste ano e mantido para os próximos dois anos. Não é tarefa fácil, tendo em vista que o governo continua gastando mais do que o país produz. E que 2014 já deixou um rombo de outros R$ 40 bilhões. 

O primeiro corte foi feito na carne do trabalhador mais pobre, nos benefícios trabalhistas, atacando seguro-desemprego, pensões e abonos. Isso deve gerar uma economia de R$ 18 bilhões. Ainda falta cortar R$ 22 bilhões. Onde? Ninguém sabe. Então a saída é aumentar impostos, num país cuja a carga tributária alcançou 37,65% do PIB. Aumentar impostos sobre uma economia combalida, sem competitividade e com vendas em queda é tiro no pé. Sem esquecer que o parco crescimento dos últimos anos foi inflado por bilhões e bilhões de subsídios, agora cortados. 

O desemprego irá aumentar pela simples migração do seguro desemprego para as filas em busca de vagas. A redução do seguro-desemprego vai afetar cerca de dois milhões de vagas durante 2015.  É um conjunto de notícias terríveis para o país, fruto da conta que pagamos desde 2008 para eleger Dilma 1 e que continuamos a pagar por ter eleito Dilma 2. O Brasil miserável, idiota e desinformado, garantiu estas duas eleições. São os primeiros a pagar o preço. O que não deixa de ser justo.

Hoje o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, deu entrevista para a Folha de São Paulo. Ontem ele teve que publicar nota negando que vá mexer no salário mínimo, por ordem de Dilma Rousseff. O PT não quer fazer o tema de casa, qual seja cortar despesas e arcar com as consequências políticas. O país pode estar caindo num poço sem fundo e num beco sem saída. Abaixo, a entrevista.

FOLHA- Ministro, a presidente Dilma prometeu não cortar direitos trabalhistas na campanha. Agora, reeleita, assumiu o discurso da necessidade de ajustes na política econômica e cortou benefícios trabalhistas e previdenciários. Não foi uma quebra de compromisso?
NELSON BARBOSA - Em primeiro lugar, é bom lembrar, as primeiras medidas anunciadas foram relacionadas ao crédito, com elevação da TJLP [taxa de juros de longo prazo] e a revisão das condições de financiamento por parte do BNDES. Na sequência disso, houve a recomposição do IPI para automóveis e aprovação de um novo modelo de tributação de bebidas frias.
Em terceiro lugar, foram anunciados alguns ajustes em alguns programas sociais, que não representam revogação de direitos trabalhistas, mas a adequação deles à nova realidade social e fiscal do Brasil.
Todos estes programas continuam, abono salarial, seguro-desemprego, pensão pós-morte, o que houve foi uma correção de alguns excessos e distorções identificados há bastante tempo e cuja correção contribui para a viabilidade destes direitos trabalhistas no futuro. 

Por que não foram feitos antes?
Não sou a pessoa mais qualificada para dizer por que não foram adotadas antes, mas posso dizer que são necessárias, vão contribuir para a recuperação do equilíbrio fiscal no próximos anos. 

Qual foi a principal distorção encontrada?
Em primeiro lugar, do foco das pensões pós-morte. O Brasil tinha uma legislação de pensão pós-morte das mais generosas do mundo, era um dos poucos países do mundo em que a pessoa poderia ter uma pensão vitalícia contribuindo por apenas um mês. Corrigimos isto. Tem de ser feita pelo menos 24 contribuições. O que é altamente justo e garante a viabilidade do programa da pensão pós-morte para todos.
Até a adoção das medidas, o tempo de casamento não tinha um critério estabelecido. Agora, estamos definindo 24 meses de casamento ou união estável, seguindo uma prática internacional.
E a terceira medida de correção é a proporcionalidade do benefício. Em 132 países que avaliamos, na maioria a recomposição não é integral, é entre 60% e 80% do valor do benefício. 

Sindicalistas criticaram as mudanças no seguro-desemprego num momento de aperto na economia, em que o desemprego pode subir. O que acha desta crítica?
Nós não estamos cortando nenhum benefício, tem de ficar claro. Estamos ajustando as regras de benefícios existentes à nova realidade fiscal e social do país. Nosso levantamento da concessão de seguro-desemprego demonstrou que cerca de 72% a 74% dos benefícios solicitados era o primeiro benefício de pessoas mais jovens, de até 24 anos, devido à formalização.
Dada a situação fiscal, nós achamos que a pessoa tem de contribuir por 18 meses, num período de 24 meses. Hoje é de seis meses. Hoje havia uma distorção, para requerer o benefício pela primeira vez precisava ter trabalhado apenas seis meses.
E depois do segundo tinha de esperar 16 meses e neles trabalhar seis meses. O primeiro pedido tinha regras mais flexíveis do que o segundo e o terceiro. 

O pagamento integral do abono salarial não era um estímulo de rotatividade?
É um programa dos anos 70 e que, na regra anterior, concedia um salário mínimo adicional a todos trabalhadores que ganham até dois salários mínimos, independentemente do tempo trabalhado.
Para o abono não valia a regra do 13º, que é proporcional. O abono era integral. Isto é injusto, qualquer pessoa com bom senso sabe que é injusto.
Estamos apenas adotando a mesma lógica do 13° para o abono salarial e colocando uma carência de seis meses, o que, diante da restrição fiscal, é uma medida necessária e ajuda a preservar todos os programas sociais do governo. 

Faltava então controle dentro do governo nestes benefícios?
No caso do abono, ele foi criado num período em que o salário mínimo era muito baixo, não tinha Bolsa Família, inflação era hiperinflação, não havia muitos programas sociais no Brasil. Ele foi permanecendo. Não estou aqui para dizer de quem é a culpa.
Hoje, a formatação anterior está superada, temos outros programas, como Bolsa Família. Política social é sempre mantida e aprimorada e sendo adequada à evolução da própria sociedade.
O próprio programa Bolsa Família é sempre ajustado. A política social passa por evolução, sem perda de direitos, você vai adequando os benefícios à realidade da economia e da sociedade. 

Há espaço de negociação destas regras no Congresso ou têm de ser aprovadas como apresentadas?
Nós consideramos estas medidas necessárias dentro do contexto macroeconômico deste ano. Segundo nossos cálculos, estas medidas proporcionam uma economia de R$ 18 bilhões, uma redução permanente do gasto obrigatório do governo de cerca de 0,3% do PIB (Produto Interno Bruto) estimado para 2015.
Uma redução de gasto obrigatório e permanente, o que abre espaço para aumentar o resultado primário e para continuar outras políticas sociais, educacionais e de salário mínimo. Vamos defendê-las no Congresso Nacional e ouvir a opinião dos parlamentares, que darão a palavra final. 

Esta previsão de economia não é muito otimista. Como chegaram a este cálculo?
É uma previsão realista, metade dela é no seguro-desemprego, cerca de R$ 9 bilhões, tomando como base as concessões deste benefício nos últimos anos. Cerca de R$ 2 bilhões nas mudanças de auxílio-doença e pensão pós-morte. No abono salarial, é o restante, R$ 7 bilhões. 

A realidade fiscal forçou esta revisão dos benefícios?
A realidade fiscal forçou, mas independentemente dela as pessoas sabem quando alguma coisa está em excesso. Uma pessoa de vinte anos receber uma pensão vitalícia devido ao falecimento de seu cônjuge não é um benefício adequado.
Óbvio que a pessoa precisa de uma assistência, terá o benefício por três anos e terá tempo para se inserir no mercado de trabalho pelas novas regras. 

Como vocês vão conseguir atingir a meta de economia de gastos de 1,2% do PIB neste ano?
Temos os R$ 18 bilhões de redução de gastos com os benefícios, vamos ver quanto será preciso contingenciar [bloquear] verbas do Orçamento. Posso dizer que esse reequilíbrio fiscal será feito de uma forma justa, com uma divisão entre receitas e despesas, a maior parte concentrada em despesas, mas também envolve algum aumento de receita. 

A palavra que mais se ouve nos últimos dias é ajuste, a presidente tocou nela, o sr. também. É um ano de muito sacrifício de 2015?
É um ano de normalização e reequilíbrio. De corrigir alguns excessos e adaptar a política econômica à nova realidade brasileira e internacional. Esta adaptação exige algumas medidas restritivas no curto prazo, mas expansionistas no médio prazo.
Porque estas medidas, ao permitir a recuperação do resultado primário do governo e a redução da inflação, criam as condições para aceleração do crescimento, com maior estabilidade, com maior confiança. 

Não houve um exagero de gastos nos últimos anos?
Eu quero falar para a frente, não cabe a mim fazer julgamentos do passado. Eu estou aqui para resolver os problemas para o futuro, a medida cumpriu o seu papel e atingiu o seu limite, é hora de adaptar a política fiscal às novas circunstâncias do Brasil, o que vai viabilizar crescimento no médio prazo. 

O governo pode adotar uma regra de limitar o crescimento dos gastos públicos em relação à evolução do PIB?
As metas fiscais deste e dos próximos anos já foram anunciadas, 1,2% do PIB neste ano ano e 2% nos dois próximos anos. Há uma discussão na sociedade se além da meta de superávit primário faz sentido se colocar uma meta de crescimento do gasto global em linha com o PIB.
Posso dizer que vamos trabalhar para que o gasto do governo cresça em linha com o PIB ou ligeiramente abaixo do PIB nos próximos anos. Transformar numa regra formal envolve várias discussões, que vamos querer ter, mas não há uma definição formal, porque cada gasto tem sua dinâmica. 

Mas há um compromisso de se buscar limitar o gasto ao crescimento da economia?
Sim, em linha ou abaixo do crescimento da economia. 

Nos últimos anos vinha crescendo acima?
Sim, cresceu mais porque o crescimento da economia desacelerou e a despesa pública cumpriu seu papel anticíclico. Nos últimos anos a despesa pública cresceu bem acima do crescimento real do PIB, momentaneamente isto é necessário, mas a longo prazo isto é insustentável.
A longo prazo, o princípio básico é que despesa pública cresça em linha ou abaixo com o crescimento da economia. Agora, se isto vai ser traduzido numa regra formal, na LDO, é algo ainda a ser discutido, vamos checar se teremos de formalizar, mas estamos fazendo isto na prática. É nossa meta.
Primeiro, vamos estabilizar o crescimento, depois reduzir em proporção do PIB. A filosofia da nova equipe é criar condições para que o gasto do governo cresça em linha com o PIB. No curto prazo pode ainda crescer, devido a compromissos assumidos. 

E o limite para folha de pagamento?
Esta é uma ideia que já foi aprovada no Senado, mas na Câmara ainda não. Esta é uma proposta interessante e correta, de fixar um limite para o crescimento real da folha de pagamento, mas estamos começando um novo governo e ainda vamos analisar.
Mas nosso princípio é continuar reduzindo a folha de pagamento em relação ao PIB, num período de quatro anos. Isto ocorreu no primeiro mandato da presidente Dilma e pretendemos continuar. 

O sr. fez a proposta de simplificação do PIS/Cofins, há espaço fiscal para isto?
Nós estamos vivendo uma situação de restrição fiscal, que trabalhamos para que seja momentânea, mas neste momento não é adequado falar de grandes desonerações ou grande medidas tributárias que envolvam perda de receita. 

O represamento de preços prejudicou a economia por ter criado uma inflação artificialmente menor e prejudicou a receita do governo, porque reduziu o faturamento de estatais. A realidade tarifária vai ajudar o governo?
O ajuste dos preços administrados à nova realidade da economia, como gasolina, água, energia, transporte público, é parte necessária do funcionamento de qualquer economia. Qualquer economia de mercado funciona à base do preço. Ele é o principal mecanismo de incentivo e de sinalização em qualquer economia de mercado.
Por maior que seja o efeito restritivo de algum ajuste de preços no curto prazo, ele é que viabiliza a reorganização da economia para produzir mais aquilo que está caro e menos o que está barato. Este realinhamento vai tornar rentáveis várias atividades, viabilizando vários investimentos e promovendo ampla recuperação da economia rapidamente. Deixa o sistema de preços funcionar que a economia responde.
Isto já está acontecendo, vários preços começaram a ser realinhados, já no último ano do primeiro mandato da presidente Dilma, quando você teve um realinhamento da taxa de câmbio promovido pelo mercado, reajuste do preço de energia, reajustes mais recentes de preços combustíveis, isto é o funcionamento natural de qualquer economia. 

A realidade tarifária vai ser positiva para economia?
A realidade tarifária vai ser positiva, com certeza, à medida que o tempo passa. O primeiro impacto é restritivo, os subsequentes são positivos. 

Foi um erro fazer este represamento?
Estou aqui para trabalhar daqui para a frente, não cabe a mim fazer julgamento do passado. 

Estamos num período de transição e ajuste?
Às vezes uma medida, que tem impacto restritivo no curto prazo, é expansionista se considerar todo seu período de efeito, porque viabiliza investimentos novos, mais crescimento, reduz incerteza sobre futuro e gera incentivo para que empresas e trabalhadores voltem a investir e consumir. Estamos com um plano de quatro anos, não é um ano.
Neste início ele exige medidas que podem ter eventualmente impacto restritivo, mas que têm impacto expansionista ao longo do tempo. 

Até quando será o período de ajuste?
Temos como política trabalhar com a previsão média do mercado, que prevê um crescimento ainda lento em 2015, recuperando-se no final de 2015 e entrando em 2016 com um crescimento mais alto. 

A deterioração fiscal dos últimos anos leva a um risco de perda do grau de investimento do país?
Ainda não conversei com as agências de classificação de risco, pretendo fazê-lo, juntamente com a equipe econômica. É um risco que alguns analistas colocam, mas tenho certeza que vamos conseguir eliminá-lo.
O importante para manutenção do grau de investimento é a confiança numa trajetória fiscal consistente no longo prazo. Não é o resultado de um mês, de um ano, que garante uma boa avaliação, é a confiança que você tem numa política fiscal equilibrada ao longo de vários anos.
Isto é perfeitamente entendido pelas agências classificadoras de risco. Não há estabilidade econômica sem crescimento econômico, como não há crescimento econômico sem estabilidade.

27 comentários

Coronel deu na UOL de manha, mas tiraram do ar , mais aqui vai ai link que diz que Lula trata de cancer de pancreas
http://colunaesplanada.blogosfera.uol.com.br/2015/01/04/lula-faz-novo-tratamento-sigiloso-contra-cancer/

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Paulo Borchio mod

No século passado, no período revolucionário sim porque para mim nunca houve ditadura, a "imprensa engraçada", a mesma canalha que está aí acrescida de tantos ratos , quando o Figueiredo assumiu, logo depois cunhou o dístico "O castigo vem a cavalo". Hoje dev eria cunhar essa pérola " O castigo vem montado numa anta amestrada" por um partido criminoso , verdadeira quadrilha segundo o MP. Deixemos isso para os que pariram Mateus mantendo-os no poder até hoje. A única sorte deles é que não conhecendo o volume de merda que uma anta caga-imagine com esse tanto de antinha ao redor juntamente com o chefe da manada durante tantos anos- ainda têm merda para comer a partir de agora e por algum tempo. Depois, o canibalismo entre seus eleitores.Aí Darwin entra em cena com a sua famosa "Seleção das espécies". Sorte nossa para azar dos grandes criminosos. Os grandões a gente caça depois. Se eu fosse o agora infeliz novo ministro do planejamento e os outros "anormais"- porque é isso- que sendo de outra parição e agora se enfiaram nesse governo corrupto- sairiam agora pois nunca deveriam ter entrado. O Barbosa vai virar Margarina já-já, até já começou. Deveria o Planejamento hoje ser incorporado ao da Agricultura porque é lá o ministério responsável pela manteiga e a margarina.Se ficar vai para lá. E a ministra da área vai passar ele no pão e comê-lo bebendo o leite que produz até ser escorraçada de lá. O da Fazenda,.....tadim dele. E amanhã a Grande Anta dirá que o segundo governo dela está sendo pior por causa dos três que eram e também são ligados ao psdb. Resta saber quantos eleitores seus sobrarão até lá,hehe, para votarem novamente nela. Porque o outro, hummmmmmm!!!!!!!!!!!!

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Para uma eleição séria é necessário que seja abandonada a URNA ELETRÔNICA capaz de produzir fraudes como já demonstraram...caso contrário eles não saem nunca mais do poder!......

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Lula fez tratamento sigiloso e controlou novo câncer278
Leandro Mazzini 04/01/2015 06:00

http://colunaesplanada.blogosfera.uol.com.br/2015/01/04/lula-faz-novo-tratamento-sigiloso-contra-cancer/
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva combateu de um ano para cá um novo câncer e o controlou, dizem fontes ligadas ao petista. Lula se curou da doença na laringe, mas foi acometido de um câncer no pâncreas, que teria sido descoberto no início de 2014. O ex-presidente passou a visitar esporadicamente o Hospital Sírio Libanês em São Paulo durante a madrugada, entrando de carro pela garagem privativa do corpo clínico para evitar boataria. E tomou um forte medicamento para evitar a quimioterapia.
Há dois meses o repórter teve acesso a informações sigilosas sobre o estado de saúde do ex-presidente, e desde então confirmou a informação com quatro fontes distintas, que pediram anonimato – um médico do Sírio, que não compõe a equipe que cuida de Lula; um diretor do PT; um assessor especial do Palácio do Planalto; e um parlamentar amigo de Lula.
O ex-presidente não faz tratamento intensivo no hospital – onde se curou do primeiro câncer – porque estaria tomando diariamente um medicamento importado dos Estados Unidos, que custa cerca de R$ 30 mil por mês (ainda não comercializado no Brasil). Seria sob o princípio do Bevacizumab, com uma versão mais recente e potente do popular Avastin, que ameniza o quadro clínico e a dor, e evita a quimioterapia.
O quadro de saúde impediu Lula de intensificar a agenda de campanha junto à presidente Dilma Rousseff, embora tenha feito visitas a algumas capitais, mas sempre sob orientação e cuidados médicos. A presença do médico Roberto Kalil na festa da vitória de Dilma, no Palácio da Alvorada, onde Lula se encontrava na noite do dia 26 de outubro, não seria mera visita à amiga que também combateu a doença sob os cuidados do mesmo médico de Lula.
Questionada há mais de um mês, a assessoria do Instituto Lula, que responde por assuntos pessoais do ex-presidente, negou veementemente a nova doença, e informou que só se comunicaria oficialmente diante de nota do Hospital Sírio e Libanês. Procurada para uma nota oficial, a assessoria do hospital informou que não vai se pronunciar – e assim não confirmou, mas também não negou.
Neste sábado (3), a Coluna conseguiu contato com mais dois médicos do Sírio. Um repórter colaborador conversou com o médico de Lula, Dr. Roberto Kalil. Indagado sobre a nova doença, ele avisou que não se pronunciaria, e citou o último boletim médico de Lula como o único informe oficial a respeito da saúde do líder petista e paciente.
O documento porém não cita novo câncer, e apenas informa que o quadro de Lula é bom. Uma outra fonte ligada ao hospital confirmou as visitas de Lula pela madrugada, e informou que o ex-presidente passará a fazer seus check-ups a cada seis meses a partir de agora.
CENÁRIO PARA 2018
A situação da saúde do maior líder político do Brasil na atualidade pode mudar todo o cenário político-eleitoral para a próxima eleição presidencial em 2018.
Apesar de negar que será candidato a presidente, Lula o é, desde agora, porque o PT balança no Poder: o País está como nunca rachado ao meio entre petistas e não-petistas, e o partido não tem uma figura nacional de peso eleitoral para concorrer à Presidência no pós-Dilma. O PT vai depender da saúde de Lula, para se lançar, ou para endossar um novo nome.
Nomes não faltam, e veladamente iniciam involuntariamente uma disputa dentro do PT: Sem Lula no futuro cenário, os pré-candidatos ao Planalto hoje são os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil), Jaques Wagner (Ministro da Defesa) e Patrus Ananias, de volta ao Governo, no Ministério do Desenvolvimento Agrário.
O mais forte – o que dependerá de sua atuação – vive fora de Brasília, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel. Ele é amigo de décadas de Dilma, são confidentes, foi ministro bem avaliado e comanda o segundo maior colégio eleitoral do Brasil.

http://colunaesplanada.blogosfera.uol.com.br/2015/01/04/lula-faz-novo-tratamento-sigiloso-contra-cancer/

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Ou povo sai pra rua enquanto é a maioria ou depois vai ser tarde... Aposto que eles vão vetar o "seguro desemprego" e duvido que tirem o FGTS do nosso salário!

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O link sobre o câncer voltou. Engraçado, 30 mil reais o custo do medicamento que ele tem tomado. Temos Sus, Mais Médicos e foi tratar em hospital particular de SP, e ainda, importar o medicamento justo dos imperialistas que tanto ele critica?! Muito hipocrisia de pessoas como ele querer, a força, que sejamos robôs comunistas, que vivem a base do medo, para que eles vivam suas vidas de luxo, que o capitalismo permite?
Por que não cortar a maioria dos ministérios criados? Por que não cortar os cargos comissionados criados para satisfazer os partidos deles? Não! Jamais! Preferem tirar dos trabalhadores honestos. Aliás, trabalhadores, estes, que elegem tais representantes e são os primeiros a entrar na faca. Irônico?!

Neto

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Anônimo das 12:08 ,suas palavras são música nos meus ouvidos,oxalá seja.
Mais um capacho,bobalhão, sem culhões, para a corte de Madame Satã.

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e eu li uma reportagem estarrecedora sobre o programa minha casa minha vida,que na maioria dos estados se transformaram em locais de "boca de fumo" e concentraçao de bandidos.

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Coronel,
recebi a Veja ontem, ainda não li. Pela capa e pelas chamadas da Veja on-line, me parece que a mesma petralhou de vez. Onde vamos parar? Já estou pensando em cancelar minha assinatura da única mídia que ainda não tinha se ajoelhado. Vou dá mais uma chance e aguardar as próximas duas edições.

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Coronel. Ele próprio e os petistas acham que Lula é o Deus presente na terra no século 21. Estou começando a acreditar que sim. Explico. Quando foi detectado um câncer na sua larínge todos os médicos recomendaram uma operação, pois era a melhor maneira de extirpar o mal. A consequência seria a sua voz (para ele a marca registrada) que seria afetada. Não operou e com um tratamento a base de quimio e radioterapia, se curou. Depois disso passaram a dizer (inimigos fofoqueiros para os petistas) que ele ia de madrugada no Sírio Libanês. Fazer o que? Ninguém sabia. Agora vem a notícia apurada por quem publicou no UOL de 4 fontes diferentes, inclusive uma de médico do SL, que ele ia de madrugada para se tratar de um câncer no pâncreas (recidiva?). Não quis fazer quimio e está se tratando com um remédio americano que custa R$ 30.000,00 cada vez, que está resolvendo o problema. Corona, ele é ou não o Deus vivo. Enquanto isto entre nós simples mortais já perdi desde que ele descobriu seu primeiro câncer, parentes e amigos vitimados pela mesma doença dele.

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Quem planta vento colhe tempestade.

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cel,

Não adianta nada do que se falou neste post, pois a vovó da pepa pig não vai cortar cumpanheiros, que é o cancer deste governo, pode ficar tirando migalhas de trabalhador, pois não tem mais o que tirar, mas o barco vai continuar a afundar. A saida é IMPEACHMENT JÁ.

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É, Coronel, a revista Veja tá muito esquisita. Vai perder assinantes, sem dúvida. Também só dou mais duas semanas pra suspender a assinatura, mas acho que não vai adiantar esperar tanto.

Mariana

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Coronel e Coturneiros,

off - sobre seu medo de um fígado de alguém do SUS ir parar na barriga de Luladrão, escrito ali no twitter


Lula tem - percebam o tempo verbal no presente - um carcinoma espinocelular na garganta. O tumor era enorme para a região (fonte super-hiper-segura!!!). Ele não quis perder as cordas vocais na cirurgia que era obrigatória, em uma tentativa heróica de curá-lo.
Ele NÃO está curado do primeiro câncer.
O tumor está lá, silencioso e sorrateiro como um Petralha que nos ferra no calar da noite com suas leis estapafúrdias!!! E o tumor vai matar - MATAR - o Lula sim.

Segundo tumor? Pâncreas? Novo tratamento? Não sei. A informação que tenho é que ele prossegue fazendo quimios escondidinho-da-silva, como um Petralha que sai por aí com dólares em meias, cuecas e malas, para o primeiro tumor!!!!

Se for verdade que além do primeiro tem também o pâncreas lesado, está ferrado de vez.

Do jeito que bebe como um gambá deve ter o fígado estourado. E não se engane Coronel. Nenhum grupo transplantador de boa qualidade (e o do Sírio certamente deve ser!) será louco de transplantar alguém com 1 espinocelular como o dele e quem sabe com um câncer de pâncreas junto. E não há fígado que aguente quimioterapias infinitas...

Bebe como um gambá, é obeso e fuma como um chaminé! Além de tudo é um poço de desequilíbrio e ódio! Não há corpo que aguente...

Como já escrevi hoje: todos colhemos o que plantamos.

Ele se acha o dono do Brasil e ferra milhões de brasileiros com seus incontáveis e diários crimes, e o brasileiro estúpido fica calado.
Ferra o próprio organismo há anos e acha que o corpo ficará quietinho aguentando suas loucuras e maldades, obediente e silencioso, reverenciando sua majestade?? Ledo engano. O corpo responderá à altura!

Ele será, dentro de um tempo relativamente breve, que não sei precisar, Lula-mortinho-da-Silva. É só esperar.

Flor Lilás

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FELIZ 2019, prque 2015, 16, 17. e 18. o PT. Já FUDUE. tudo.

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Corona. A situação do país está critica e pode ainda piorar. A oposição deveria fazer programa na TV mostrando o aumento da energia elétrica para 2015 e mostrando aquele vídeo da Dilma fazendo propaganda e dizendo que a energia iria baixar e que de isto acontecia somente com o PT e em seguida mostrar o aumento do custo ds energia. Não percam essa chance Oposição.

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Coronel,
desdobramentos do caso da empresa de fachada da Petrobras/Gasene, que você postou aqui dia 24/12:

http://oglobo.globo.com/brasil/petrobras-admite-que-usou-escritorio-de-contabilidade-para-construir-gasoduto-14963863

A gentalha vai ficar com dificuldade de inventar que são santinhos. Não falta muito.

Mariana

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Volto a perguntar: será que nem mesmo assim esses tolos entenderão que o pete não tem a menos condição de governar? Não entendem que o pete não sabe fazer poupança, mas sim gastar o dinheiro que OUTROS economizaram?

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Ô Coronel
Por acaso levou os coturnos para passearem em Punta Caña,he?
Se bem que,tanto faz onde,desde que descanse,pois este primeiro trimestre vai lhe exigir muita energia.

Radical Livre

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Ligeiramente fora do contesto, mas pertinente neste Brasil de bandidos , oportunistas e gananciosos egoistas e alienados.
Morreu o filho do novo rico Zeca Pagodinho. Rapaz de 28 anos, faleceu de problemas pulmonares num Hospital do SUS, no Meier....o pai se esbalda no wisky importado.

Há algumas semanas faleceu também, num hospital do SUS e completamente à mingua o pai de um celebrado e decantado humorista milionário global.

Fodam-se eles e suas fortunas , que não servem nem para dar conforto aos familiares próximos

Que porra de mundo é este em que vivemos????

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se lula precisar de um figado "novo", podem pedir 1 bi que p ele eh mixaria!caramba, o cara soh tah vivo graças ao q amealhou durante sua vida "politica".e milhoes de brasileiros nem acesso a 1 misero tratamento tem.

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Flor Lilas.
Tomara que seja antes das eleições de 2018, senão tamo fritos!!!!Esta oposição nossa e nada é a mesma coisa.

OS CARAS:

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OS CARAS: 5 de janeiro de 2015 15:26

apesar de tudo, meu desejo de um Feliz Ano Novo!

Acho impossível ele durar até 2018!!!

Fiquei imaginando quantas pessoas no Brasil emitiram o seguinte pensamento ao ler a notícia do novo câncer deste ser nefasto: tomara que morra logo.
Que triste isso! Esse ser das trevas me atingiu a ponto de me tornar uma pessoa pior! Jamais senti ódio, jamais desejei algo assim ... antes do Lula.
Esse bandido não pode exercer tal poder sobre nós!
Que se vá embora da Terra logo e deixe nosso país livre de sua presença malévola.

Flor Lilás

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Flor Lilás.

Se o Lula precisa de um fígado novo.

Tem que ser da JBS porque só de boi é compatível.

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Boby 5 de janeiro de 2015 22:45

nem de boi! Só de demônio...

Flor Lilás

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O povo brasileiro tem que entender que todos os políticos que estao la em Brasília são nossos empregados e os patrões somos nós e quando o patrão não esta satisfeito com o empregado ele manda embora.

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Não existe oposição. Todos que entrarem na política sempre estarão para si. PT, DEM, PSDB, PSOL, PMDB e o que vier por aí serão sempre assim. O voto hoje infelizmente é algo que pertence a pobre burro e ignorante. Os esclarecidos de que isso NUNCA IRÁ MUDAR, já não votam há anos.

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