Abaixo, o editorial publicado hoje no Estadão. Quem acompanhou por este Blog as discussões do Código Florestal, o mais importante debate realizado no Brasil nos últimos anos, vai reconhecer, no texto, o equilíbrio que vem sendo pregado por uma dita ruralista, em contraposição com o fundamentalismo do pensamento de uma ambientalista. O editorial é a opinião do meio de comunicação e não dos ses jornalistas. Em termos de meio ambiente, o tema sempre foi entregue a radicais da redação, gente para quem uma arvoré de pé vale mais do que um homem, em qualquer situação. É bom ver o editorial do Estadão publicado hoje. Ele retrata fielmente a grande negociação democrática sobre o Código Florestal, um tema que impacta diretamente um terço dos empregos brasileiros e quase um quarto do PIB. Poderia ter sido escrito por Kátia Abreu, mas jamais seria escrito por uma fundamentalista radical e antidemocrática como Marina Silva. Clique para ampliar e ler.
domingo, 11 de dezembro de 2011
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3 comentários:
Coronel,
agora vai, definitivamente!
Parabéns pela luta feita até agora.
Tenho certeza que sua persistência teve valor inestimável!
Flor Lilás
Não tem mais volta! O novo Código Florestal já está na sua reta final.
Marina Silva que caia no ostracismo e vá catar coquinhos!
Bravos, Cel, sua luta diária valeu à pena!
Chris/SP
A política da república da Estrela Solitária não deveria participar de eleições federais, apenas estaduais.
JÁ QUE DILMA ROUSSEFF QUER DIVIDIR O PARÁ, porque ela não reconhece este país invadido em 1908 e coloque como presidanta provisória a Marina Silva.
Ela em seu país R.E.S. poderia fazer as vassalagens com as ong francesas & et caterva , plantar mandioquinhas entre as árvores, viver só de alguns peixes e castanhas, extrativismo de guaraná e castanhas, limitar a população do país a 350 mil habitantes, os outros, os favoráveis à anexação ao Brasil que voltem ao Brasil e deixem a pátria da Marina Silva importar 99% dos alimentos e ter todos os derivados de petróleo doados pela PDVSA, pois Marina nunca liberaria uma licença ambiental para uma refinaria de petróleo. De Brasiléia ela receberá da Bolívia a gasolina que precisa e o resto importará do Brasil e vai pagar em dólares e para equilibrar o orçamento, o país terá cassinos como Las Vegas e maconha legal.
Apesar de asqueroso o esquema seria o único jeito do acre manter 99% de florestas e 1% área urbana e parque hoteleiro ( cassinos e bares de venda de drogas, com tudo pago em dólares ) assim os acreanos não teriam acesso a jogos e drogas.
FORA ONGOLÓIDE DEMENTE MARINA.
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