A bolchevique FUNAI, um pouco por todo o país, está espalhando as semente do ódio entre raças com o desapropriar ilegal de fazendas, casas, plantações, cumprindo rigorosamente ordens de lulla. Atuam com mais poder que a Justiça e os Tribunais e, têm a força da lei de lulla, apoiando suas nefastas e perigosas tropelias.
Vem aí uma sangrenta guerra civil e no nordeste já muito sangue jorrou e não faz muitos anos.
"FUNAI cava a sepultura do Brasil
Agora é na Bahia
Agricultores de Ilhéus, Una e Buerarema voltaram a protestar contra a FUNAI, que quer a todo custo a demarcação 47.370 hectares para os índios tupinambás. A reserva cobiçada abrange a fronteira agrícola mais produtiva desses três municípios, no sul da Bahia.
Luiz Henrique Uaquim, um dos líderes dos produtores, chama a atenção das autoridades para os danos que a demarcação vai trazer para a região e para os 2.800 pequenos e médios agricultores que serão tirados de suas terras.
A área representa 26% do território de Ilhéus, em área rural e no balneário de Olivença, e ainda grande parte da zona rural de Una e Buerarema. No local estão centenas de propriedades rurais, além de residências, comércios, hotéis e vários outros empreendimentos.
Tal demarcação provocará uma crise no sul da Bahia maior que a causada pela vassoura-de-bruxa, ampliando a depressão econômica, o desemprego e jogando pessoas que sempre viveram no campo nas periferias da cidade.
O pequeno agricultor, Manuel Leoneli, de 63 anos, sobrevive com os 13 filhos do cacau, café e banana que cultiva em 23 hectares da Fazenda Deus me Deu, na área de Pedra Branca, em Una. "Se perder minhas terras vou parar debaixo da ponte", queixa-se.
O mais grave, segundo eles, é a violência instalada numa área pacificada, que começou com a invasão de 16 fazendas nesses três municípios, por mestiços que se dizem índios.
Uma delas foi a Santa Rosa, em Una, do produtor José Elias Ribeiro. Ele relata que perdeu metade do seu patrimônio e seus funcionários ficaram sem casa e pertences.
O produtor entende que o governo cuide dos índios, mas observou que "não é marginal, paga seus impostos e não pode ser lesado dessa maneira". José Elias diz que não resistiu, mas ressalta que o clima vai piorar, porque os outros fazendeiros vão reagir.
Emocionado, Sebastião Pereira, trabalhador rural da fazenda invadida, disse que os infratores chegaram na fazenda armados com revólveres e renderam todos os moradores.
Não satisfeito, o grupo ainda queimou casas, saqueou a fazenda, levou móveis e eletrodomésticos e ainda matou bois para comemorar a invasão com cachaça."
Mesmo que tenha suas preferências, este Blog não indicará mais outros blogs. Quando encontrar algo interessante em outras fontes, publicará o post, indicando o nome e o link. Muito obrigado.
3 comentários
Coronel
ReplyA bolchevique FUNAI, um pouco por todo o país, está espalhando as semente do ódio entre raças com o desapropriar ilegal de fazendas, casas, plantações, cumprindo rigorosamente ordens de lulla. Atuam com mais poder que a Justiça e os Tribunais e, têm a força da lei de lulla, apoiando suas nefastas e perigosas tropelias.
Vem aí uma sangrenta guerra civil e no nordeste já muito sangue jorrou e não faz muitos anos.
"FUNAI cava a sepultura do Brasil
Agora é na Bahia
Agricultores de Ilhéus, Una e Buerarema voltaram a protestar contra a FUNAI, que quer a todo custo a demarcação 47.370 hectares para os índios tupinambás. A reserva cobiçada abrange a fronteira agrícola mais produtiva desses três municípios, no sul da Bahia.
Luiz Henrique Uaquim, um dos líderes dos produtores, chama a atenção das autoridades para os danos que a demarcação vai trazer para a região e para os 2.800 pequenos e médios agricultores que serão tirados de suas terras.
A área representa 26% do território de Ilhéus, em área rural e no balneário de Olivença, e ainda grande parte da zona rural de Una e Buerarema. No local estão centenas de propriedades rurais, além de residências, comércios, hotéis e vários outros empreendimentos.
Tal demarcação provocará uma crise no sul da Bahia maior que a causada pela vassoura-de-bruxa, ampliando a depressão econômica, o desemprego e jogando pessoas que sempre viveram no campo nas periferias da cidade.
O pequeno agricultor, Manuel Leoneli, de 63 anos, sobrevive com os 13 filhos do cacau, café e banana que cultiva em 23 hectares da Fazenda Deus me Deu, na área de Pedra Branca, em Una. "Se perder minhas terras vou parar debaixo da ponte", queixa-se.
O mais grave, segundo eles, é a violência instalada numa área pacificada, que começou com a invasão de 16 fazendas nesses três municípios, por mestiços que se dizem índios.
Uma delas foi a Santa Rosa, em Una, do produtor José Elias Ribeiro. Ele relata que perdeu metade do seu patrimônio e seus funcionários ficaram sem casa e pertences.
O produtor entende que o governo cuide dos índios, mas observou que "não é marginal, paga seus impostos e não pode ser lesado dessa maneira". José Elias diz que não resistiu, mas ressalta que o clima vai piorar, porque os outros fazendeiros vão reagir.
Emocionado, Sebastião Pereira, trabalhador rural da fazenda invadida, disse que os infratores chegaram na fazenda armados com revólveres e renderam todos os moradores.
Não satisfeito, o grupo ainda queimou casas, saqueou a fazenda, levou móveis e eletrodomésticos e ainda matou bois para comemorar a invasão com cachaça."
http://gpsdoagronegocio.blogspot.com/2009/06/funai-cava-sepultura-do-brasil.html
que pena!
Reply23:34
ReplyFaltou o " ;) ".