O ano em que Fidel não morreu.

Miguel Cossio escreve artigo no El Nuevo Herald, de Miami, lamentando a sobrevivência de Fidel Castro. Trechos abaixo, íntegra aqui.

Durante 49 anos, milhões cubanos na Ilha e no exílio desejaram o desaparecimento de Fidel Castro. Parecia que em 2007 ia acontecer, porém não foi assim. Não se cumpriu o vaticínio do ex-diretor de inteligência dos Estados Unidos, John Dimitri Negroponte, de que a Castro restavam meses e não anos de vida. Falharam funcionários, politólogos, entendidos em espionagem, jornalistas e babalaôs. O homem segue meio vivo. Ou talvez meio morto... Castro não morreu. Porém está sofrendo o pior dos castigos que podia imaginar: apagar-se minuto a minuto, fora do exercício direto do poder, prisioneiro em seu próprio esqueleto, doente e impotente.

7 comentários

Também serve!!

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Fidel no tiene la barba de Cristo?
.Sí, possue, possue!
.Fidel no tiene la bondad de Cristo?
.Si, tiene, tiene!
.Fidel no tiene tantos seguidores quanto lo tenia Cristo?
.Sí, tiene!
.Eeenntão por que no lo crucificámos?!!!

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Desculpem, sei que "o portunhol" aí de cima está pior do que Fidel, mas...agora já foi.

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Merece apodrecer lentamente. O ruim é que continua fazendo o mal. Pior ainda por ser aqui no Brasil. É preciso ser muito petralha por permitir que isso aconteça.

E podem apostar: quando morrer de fato, o outro criminoso, aqui do Brasil, vai decretar "luto oficial por um mês" ...

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Espero que Deus se compadeça dos cubanos do bem e do resto dos latino-americanos, que estão sendo obrigados a acolherem as idéias retrógradas e carniceiras desta múmia...que Deus, Nosso Senhor, faça a justiça e nos livre desta carcaça desalmada agora em 2008, de preferência no início de janeiro!

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A múmia não poderia escolher um tom melhor para tingir as sobrancelhas?

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A foto parece uma montagem.
El comandante já deve estar no inferno.

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