Chalita: um pote até aqui de mágoa.

O pré-candidato do PMDB à Prefeitura de São Paulo, Gabriel Chalita, diz que foi "perseguido" pelo ex-governador José Serra e que, por isso, trocou o PSDB pelo PSB. Sempre conciliador, Chalita adota um tom mais duro quando vai se referir ao tucano, a quem atribui um suposto "retrocesso" nas políticas educacionais no Estado. "Senti que não havia mais espaço no PSDB para continuar o trabalho que eu estava desenvolvendo. Me senti perseguido por ele [Serra] e não queria apoiá-lo para a Presidência da República. Fui absolutamente autêntico e verdadeiro", declarou. Ele atribui a suposta perseguição ao fato de ter apoiado Geraldo Alckmin na disputa interna pela candidatura à Presidência, em 2006. "Todo o projeto educacional que a gente construiu em São Paulo, que era sólido, o Serra acabou com isso. Começou a perseguir professores, as greves voltaram, e eu ficava incomodado com isso."

O peemedebista reconhece que "é ruim" trocar de partido com tanta frequência: em três anos, ele passou por PSDB, PSB e PMDB. Mas diz que está feliz na nova sigla e assegura que sua pré-candidatura não será moeda de troca do partido numa negociação com o PT de Lula e Dilma.  "São dois partidos que fazem parte de uma aliança nacional, comungam dos mesmos ideais, mas não há como pedir que o PMDB, que é o maior partido do Brasil, não tenha candidato na maior cidade do Brasil", afirmou. Para ele, o partido vive um novo momento: "No congresso do PMDB os dois destaques fomos o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e eu. Não vão puxar meu tapete", afirma.

Chalita também descartou a possibilidade de contar com o apoio velado do ex-governador Geraldo Alckmin, de quem foi secretário de Educação no governo passado. "Esse não é o perfil dele. Sinto que ele gosta de mim, tem carinho por mim. Eu também gosto dele, tenho muito carinho por ele. Mas na última eleição para governador eu não o apoiei", afirmou. Sobre o perfil semelhante ao do ministro Fernando Haddad (PT), Chalita diz que nenhum deles pode ser "monotemático" e só falar de educação. "Tanto ele quanto eu vamos ter de apresentar um programa para São Paulo. E aí o eleitor vai diferenciar." (Folha de São Paulo)

6 comentários

o cara ao invés de ficar magoado com o velhaco, que o incentivou também a trocar de partido insinuando que apoiaria sua candidatura - mas pra variar lhe passou a perna lançando o Radadi - fica de birra com Serra e inventa uma palhaçada de falta de espaço no governo para as suas politicas educacionais...

que são obviamente aquelas bobagens que ele lança em formato de livro...

Serra perseguindo professores?

ele deve estar se referindo ao programa de meritocracia...

eh isso ai, o Chalitao acha que exigir o melhor do profissional eh persegui-lo...

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Sr Coronel:


Esse é o famoso quem?
A soma de dois nada com vinte nada continua nada,a soma de dois chalita com vinte chalita continua nada.

Saudações

Ps Esse é um dos políticos CHATOS da azia em copo de sal de frutas.

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A lebre esta emburrada ?

Tadinha dela !

A bandidagem petista/comunista também não gosta de lebre.

Que tal gerenciar uma padaria.

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Bom, será um bom mote para vender livros. Um escreve, Chalita. E outro indica para cair no Enem, Haddad.

Ora, poço de mágoas nada. Ele é, mesmo, ser linha auxiliar do PT.

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Coroné, esse chalita nome de filtro de café, anda reclamando naquele jornal que defende o lula, tem de ser minúsculo mesmo, que o Serra o perseguia, mas vou dizer uma coisa, esse sujeito como Educador e um zero a esquerda, pois só fala abobrinha em seus livretos, comprei um para minha Esposa que é professora Fundamental e ela disse que esse como Educador não existe, grande abraço.

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É por causa dessa e mais outras criaturas insignificantes da política nacional que São Paulo vai eleger Aloísio Nunes para Prefeito...

Depois de mais um fiasco do ENEM o Haddad vai ver a Prefeitura por um binóculo; aposto que a criançada vai comparecer em peso pra votar contra na próxima eleição. E levar junto os pais...

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