Mangabando-se no New York Times.

E hoje tem matéria do Ministro da Sealopra, no New York Times, com o título: "Ministro das Idéias tenta botar o futuro do Brasil em foco." Algumas frases da entrevista:

"Lula possui uma grande magnanimidade e visão."

"Eu me considero um homem sem charme num país de charmosos."

"(Um novo modelo) exigiria uma reconstrução institucional e nós como brasileiros não sabemos como fazer isto. O povo brasileiro necessitaria redesenhar suas instituições sem a instigação de uma grande crise nacional, como uma guerra."

Para ler a matéria completa, clique aqui.

4 comentários

Mais uma vez: Que vergonha!

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Pois eu prefiro essa outra declaração do Mangabeira Unger, em 2005


"AFIRMO que o governo Lula é o mais corrupto de nossa história nacional. Corrupção tanto mais nefasta por servir à compra de congressistas, à politização da Polícia Federal e das agências reguladoras, ao achincalhamento dos partidos políticos e à tentativa de dobrar qualquer instituição do Estado capaz de se contrapor a seus desmandos.

Afirmo ser obrigação do Congresso Nacional declarar prontamente o impedimento do presidente. (...) Desde o primeiro dia de seu mandato o presidente desrespeitou as instituições republicanas.(...)

Afirmo que o presidente, avesso ao trabalho e ao estudo, desatento aos negócios do Estado, fugidio de tudo o que lhe traga dificuldade ou dissabor e orgulhoso de sua própria ignorância, mostrou-se inapto para o cargo sagrado que o povo brasileiro lhe confiou. (...)"

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Coronel,

Subscrevo o que diz:

http://gustavo-livrexpressao.blogspot.com/2007/05/mangabeira-unger-o-professor-aloprado_95.html



AFIRMO que Mangabeira Unger aderiu ao governo mais corrupto de nossa história nacional. Adesão tanto mais nefasta por demonstrar a falta de honestidade, o oportunismo e a avacalhação de um intelectual que se pretendia sério e respeitado, mas que, no final, mostrou sua verdadeira face, abraçando aquilo que antes esconjurava em troca de uma parcela de poder.

Afirmo que, no artigo que publicou em 15/11/2005, no qual defendia o impeachment de Lula, Mangabeira Unger não estava sendo sincero e que ele jogou no lixo todos seus anos de ensino e todos os livros que escreveu. De agora em diante, tudo que ele vier a dizer ou escrever não merece ser levado a sério.

Afirmo que Mangabeira Unger é um dos intelectuais mais desonestos que já apareceram no Brasil, o que não é coisa fácil, sendo capaz de sacrificar a própria reputação para usufruir as vantagens e benesses do poder.

Afirmo que Mangabeira Unger, ao deixar-se cooptar pelo lulismo, comprometeu-se para sempre com um presidente que, como ele mesmo afirmou, desde o primeiro dia de seu mandato desrespeitou as instituições republicanas.

Afirmo que Mangabeira Unger e seu partido, o PRB, não passam de instrumentos da avacalhação geral que tomou conta do país desde que o lulismo chegou ao poder.

Afirmo que, ao rejeitar tão descaradamente o que escreveu, Mangabeira Unger revelou-se não apenas desonesto e oportunista, mas leviano. Ele se mostrou o maior dos lulistas, pois segue à risca os ensinamentos do apedeuta, que confessou ter vivido de bravatas até sua chegada ao poder.

Afirmo que Mangabeira Unger deve desculpas não a Lula, por tê-lo definido, corretamente aliás, como um governante omisso e preguiçoso, mas ao povo brasileiro, que ele, Mangabeira Unger, tão desavergonhadamente enganou.

Afirmo que Mangabeira Unger, ao retirar seu artigo com ataques a Lula de sua página na internet, revelou não apenas oportunismo, mas covardia intelectual, repetindo o método stalinista de tentar "reescrever" a história, simplesmente fazendo desaparecer dos registros oficiais imagens ou textos considerados inconvenientes (infelizmente para ele, hoje existe a internet).

Afirmo que a repetição perseverante dessas verdades em todo o país acabará por acender, no coração dos brasileiros, uma chama que reduzirá a cinzas um sistema que hoje se julga intocável e perpétuo - e do qual Mangabeira Unger aceitou fazer parte, como mais um de seus aloprados.

Afirmo que, menos de dois anos depois de seu artigo na Folha de S. Paulo, o dever de todos os cidadãos é negar o direito de Mangabeira Unger de querer engabelar a todos novamente, tentando justificar sua adesão aos que corromperam e esvaziaram as instituições republicanas, apelando para lugares-comuns como "a situação mudou" e "Lula não teve nada a ver com a crise". Tais alegações são um insulto à inteligência, um atentado contra a razão.

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Eles têm a 'vaca-louca' e ficam dando palpite aqui...

Lula criticando o embargo europeu à carne brasileira.



será mesmo?

ou ela mora aqui, e vive a relaxar e gozar com a cara do povo brasileiro?

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