2016: o inimigo número 1 é o PT.




Sabem por que a gestão da sua cidade está sendo uma catástrofe? Porque o PT o governo Dilma esmagou os municípios. Não repassou recursos, não atendeu o mais mínimo pedido, acabou com as finanças municipais. Enquanto isso, sua militância sindicaleira treinada organizava greves para colocar a culpa para as costas dos pobres e miseráveis prefeitinhos.

Por isso, em 2016 o inimigo é o PT. O partido. A sofisticada organização criminosa. A ORCRIM. 

A campanha é: não eleja prefeito e vereador petista, pois se ainda não é bandido, vai ficar, porque seguem uma cartilha partidária.

Ah, mas você vai dizer, mas o Paulão é um líder comunitário sério, só porque é do PT... Sim, só porque é do PT ele não deve ser eleito. Há outros 30 partidos para ele se filiar. 

Outros vão dizer:mas eles são governo, tem dinheiro no cofre. Mentira. Eles quebraram o Brasil e não tem um tostão furado a mais. Embolsaram tudo o que havia no cofre. Não caia no golpe das portas abertas em Brasília porque o país quebrou.

Não acredite em ninguém que leve a estrela vermelha. Ela deve ser banida, pois ela destruiu o Brasil. 

Se nós matarmos o mal pela raiz e a raiz é o município, teremos vencido a batalha para os próximos anos.

Não esqueça. Em 2016 inimigo número um é o PT. Depois é a Dilma, o Lula e o resto do bando.

Chantageado pelo governo e pelo puxadinho do PT no STF, Renan tenta tomar o PMDB.


Ele é o próximo, se o governo e o STF bolivariano quiser. Provas e indícios não faltam. Renan Calheiros, presidente do Congresso, já teve ser sigilo quebrado. As provas do seu envolvimento abundam, talvez não tanto quanto Eduardo Cunha. Mas permitem que o seu mandato vá ser julgado pelo Conselho de Ética e corra o risco de ser cassado em plenário. Por isso seu ataque a Michel Temer, sem apoio ao PMDB carioca, o mais chapa branca devido as obras da 2016. Está comendo na mão de Dilma e seguindo as ordens do Planalto. Será assim enquanto servir ao governo. E ele sabe disso e trata de conquistar espaços no PMDB. A matéria a seguir é da Época.

O presidente do Senado, Renan Calheiros, do PMDB de Alagoas, foi poupado do constrangimento de ser acordado por agentes da Polícia Federal batendo a sua porta na terça-feira, quando foi deflagrada a Operação Catilinárias. Mas duas operações diferentes, em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Alagoas, chegaram perto de sua soleira, por investigar afilhados seus suspeitos de desviar dinheiro público. Um deles é Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, subsidiária da Petrobras, que assinou contrato com empresas que fizeram doações para o PMDB alagoano – do qual Renan é dono. O outro é Fabrizio Neves, sócio da gestora de recursos Atlântica, acusado de fazer negócios irregulares que causaram prejuízos ao Postalis, o fundo de pensão dos Correios, feudo do PMDB do Senado. ÉPOCA descobriu mais um fato que perturba Renan: o Supremo Tribunal Federal autorizou, no último dia 9, a quebra de seu sigilo bancário e fiscal no período de 2010 e 2014.


As evidências contra Renan são cada vez mais consistentes e graves. Não por acaso, na semana passada, após o susto de terça-feira, ele se posicionou ao lado da presidente Dilma Rousseff. Para demonstrar apoio, Renan fez duras críticas ao vice-presidente, Michel Temer, que acaba de romper com Dilma. Apesar de Renan estar encurralado por denúncias, seu apoio é valioso para Dilma, especialmente agora que o Senado ganhou poderes para arquivar o processo de impeachment. Em troca, Renan quer proteção.


O petrolão é o escândalo que mais o assusta. Renan sustentou Sérgio Machado na Transpetro por 12 anos. De acordo com o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, por meio de Machado, Renan recebia propina pelos contratos da Transpetro. Segundo despacho do ministro Teori Zavascki que autorizou a quebra do sigilo de Renan, obtido por ÉPOCA, um dos pagamentos veio do contrato de R$ 240 milhões para a construção de 20 comboios de barcaças. A licitação foi vencida em agosto de 2010 pelo consórcio Rio Maguari, formado pelo Estaleiro Rio Maguari, pela SS Administração e pela Estre Petróleo. Ao longo da concorrência, as empresas que viriam a vencer a disputa fizeram doações para a direção estadual do PMDB de Alagoas, cujo responsável é Renan. 

Em seguida, o diretório repassava o dinheiro para a campanha de Renan. “Constata-se que em 19 de julho de 2010 ocorreram duas transferências para a campanha de José Renan Vasconcelos Calheiros, ambas no valor de R$ 200 mil perfazendo-se o total de R$ 400 mil correspondentes aos valores depositados pelas empresas que fraudulentamente venceriam a licitação em comento”, diz o documento do ministro Teori.

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