Com dificuldades para encontrar o novo ministro da Fazenda, a
presidente Dilma Rousseff se reuniu nesta quinta-feira, 20, em sigilo,
com o economista Nelson Barbosa, cotado para assumir o cargo. A reunião
ocorreu no escritório da Presidência, em São Paulo, um dia depois de
Dilma também ter conversado, em Brasília, com o ex-secretário do
Tesouro, Joaquim Levy, e com o presidente do Banco Central, Alexandre
Tombini, para tratar da nova equipe econômica.
O presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, recusou o
convite de Dilma para substituir Guido Mantega na Fazenda. Trabuco e o
presidente do Conselho de Administração do Bradesco, Lázaro Brandão,
estiveram com ela no Palácio da Alvorada, na quarta-feira. O executivo
disse sentir-se "honrado" com a oferta, mas alegou compromissos à frente
do Bradesco para rejeitar a proposta - ele está sendo preparado para o
lugar de Brandão, a partir de 2017.
A recusa representou mais um desgaste para Dilma, que não
conseguiu definir ainda quem vai dirigir a principal área do governo num
momento de turbulência econômica e crise política. Depois do "não" de
Trabuco, Dilma se encontrou nesta quinta com Barbosa, após o velório do
ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos.
Colaborador do Instituto Lula, Barbosa foi secretário
executivo do Ministério da Fazenda e só deixou a equipe no ano passado,
após entrar em choque com o secretário do Tesouro, Arno Augustin. Agora,
porém, Dilma tem planos de transferir Arno para a Itaipu Binacional.
Agenda. A presidente corre contra o tempo
para produzir uma agenda positiva que se contraponha ao desgaste da
Operação Lava Jato, a investigação da Polícia Federal responsável por
desbaratar um esquema de corrupção na Petrobrás.
Nesse cenário, a escolha de um ministro da Fazenda afinado com
o mercado é considerada fundamental para Dilma dar um sinal de que, no
segundo mandato, terá uma política econômica mais ortodoxa. Barbosa,
porém, não tem esse perfil.
Joaquim Levy, hoje administrador de fundos de investimento do
Bradesco, também é citado para comandar a Fazenda. Dilma conversou com
ele na terça e, depois, ouviu Tombini, que deve seguir no Banco Central.
Num passado não muito distante, Dilma e dirigentes do PT
tiveram desavenças com Levy, carimbado no partido como
"ultraconservador". Ele foi secretário do Tesouro no primeiro mandato de
Lula, quando Antônio Palocci era ministro da Fazenda. No desenho em
estudo pela presidente, Barbosa, Levy e Tombini devem integrar a equipe
econômica a partir de 2015, mas ainda há o Ministério do Planejamento no
jogo e até agora não se sabe a posição exata de cada peça. (Estadão)
14 comentários
Como dizia a propaganda, o PT não entregará a economia aos banqueiros. Eles não aceitam.
ReplySerá que essa dificuldades de aceitação de alguém para a pasta não seria os profissionais não querendo se misturar com o pt, afinal, quem se envolve com gente atolada até os dentes em falcatruas n~so fica bem na foto, rsrsrsr
ReplyCoronel,
Replynão adianta, os homens de bem e competente não querem participar desse governo corrupto, canalha e incompetente.
Então o escritório da Presidência em SP voltou a funcionar? Com a decoração medonha de rose noronha?
ReplyE o que esperar de um sujeito que não se envergonha de dizer que é "colaborador do instituto Lula"?
Quem entende profundamente de ECONOMIA jamais aceitará administrar um país CORRUPTO e FALIDO!
Reply>>
ReplyComo é que uma pessoa que SEMPRE votou contra o PT iria aceitar trabalhar para o PT?
Esses petralhas são idiotas mesmo!
<<
Fez muito bem! É bobo?
ReplyCavalaria Ligeira
DILMA QUE FAÇA COM OS CUBANOS TRATADO DE UM MAIS MINISTROS e coloque seus novos ministros como economia, justiça e defesa vindos de Cuba, OS OUTROS PARA A COTA DOS PARTIDOS, o PT com 60% deles e o PMDB com 35% e 5% ou 5 ministros com o PC do B .
Replyministério novo, cem ministros.
PT COM 60 MINISTROS.
PMDB - 35 MINISTROS.
PC do B 5 MINISTROS.
**** O PT teria 40 ministros cubanos e o PC do B teria seus ministros como sempre, apoio total ao desgoverno 2.
O PMDB com "ministério da pesca de lagostas, da pesca de peixes, ministério do planejamento dos outros ministérios.
Ao PSDB seria dada GARANTIA DE MANTER O PARTIDO NA LEGALIDADE E LÍDERES COM GARANTIA DE VIDA E LIBERDADE DE MOVIMENTOS E EXPRESSÃO DENTRO DO PARLAMENTO.
Ao DEM e outros inimigos ilegalidade e perseguição por terrorismo.
*** Processar por terrorismo impede de pedir refúgio nos EUA e Europa.
Piada Pronta ! O Trabuco negou fogo ! Ra ra ra ra ra ra !
ReplyDILMA, PEÇA AO AÉCIO O NOME DE UM MINISTRO DA FAZENDA?
ReplyCoronel, como a dona do Itaú apoiou Marina Silva, a vingativa e terrorista Dilmamona Asinina só quer acordo com o pessoal do Bradesco.
ReplyQuem aceitar uma buxa destas, é um idiota.
ReplyCoronel
ReplyQue nome se dá a tal atitude da desgovernada?????? Chantagem???
LEVY SERÁ NOMEADO SÓ APÓS GOVERNO GARANTIR MUDANÇA DA LEI DO ORÇAMENTO
Votação relevante é na terça, dia 25, na Comissão Mista de Orçamento
Ideia é aliviar indicado de comentar a alteração na meta de superávit
http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2014/11/21/levy-sera-nomeado-apos-governo-garantir-mudanca-da-lei-do-orcamento/
Chris/SP
Quem aceitar já pode ficar na mira do MP e PF, pois boa bisca
Replynão é, pode até não ter maus antecedentes visíveis, mais procurando acha os ocultos.