Após serem presos acusados de depredar o campus de Guarulhos
da Unifesp, alunos da universidade federal vão manter a greve de estudantes que
já dura cerca de 80 dias e prometem novas manifestações.
No campus da Ufam (Universidade Federal do Amazonas), instalada em 1965, a precariedade é tanta que os alunos do ICHL (Instituto de Ciências Humanas e Letras) precisam ler os livros da biblioteca em cabines num corredor escuro -e sob 40ºC. Além disso, dessas 36 cabines, 14 estão sem cadeiras. Entre os blocos, cercados por florestas, há esgoto a céu aberto e até lixões -um deles a menos de 100 m de onde a universidade produz medicamentos. A Ufam paga R$ 5,1 milhões a uma empresa de conservação e limpeza (o total de despesas, no ano passado, foi de R$ 390 milhões).
No campus da Ufam (Universidade Federal do Amazonas), instalada em 1965, a precariedade é tanta que os alunos do ICHL (Instituto de Ciências Humanas e Letras) precisam ler os livros da biblioteca em cabines num corredor escuro -e sob 40ºC. Além disso, dessas 36 cabines, 14 estão sem cadeiras. Entre os blocos, cercados por florestas, há esgoto a céu aberto e até lixões -um deles a menos de 100 m de onde a universidade produz medicamentos. A Ufam paga R$ 5,1 milhões a uma empresa de conservação e limpeza (o total de despesas, no ano passado, foi de R$ 390 milhões).
A pesquisa de dois anos e meio dos professores de
aquicultura da UFPR (Universidade Federal do Paraná) em Palotina, a 590 km de
Curitiba, quase foi arruinada por um rato -mas não desses branquinhos, de
cobaia. O bicho, um dos vários que infestavam a universidade um ano atrás,
invadiu um armário e comeu os materiais usados num experimento. Após apelo dos
professores, o prédio foi dedetizado, mas o laboratório continua instalado em
um banheiro.
Comentário: espera-se que a equipe do marqueteiro Gonzales,
com as suas super câmaras, esteja em campo colhendo material pra os programas
eleitorais. As "federais" seguem em greve, há mais de 80 dias.
que nada!
ResponderExcluiracho que não irão nem tocar no assunto...
os tucanos são muito propositivos, intendi?
Corona,
ResponderExcluirTenta descobrir o que rolou na reunião marcada às pressas para ontem - domingo - as 10h da manhã no prédio da reitoria da Unifesp no comecinho da Sena Madureira. Todos com voto na congregação foram convocados com a imposição de que não faltassem ou atrasassem de jeito nenhum. O clima era de grande preocupação política, e não acadêmica.
E a tal de UNE nem se mexe para protestar sobre o assunto, não é mesmo? Afinal, virou mais uma estatal inútil a serviço da esquerdopatia em vigor no país. Tristes tempos....
ResponderExcluirE a tal de UNE nem se mexe para protestar sobre o assunto, não é mesmo? Afinal, virou mais uma estatal inútil a serviço da esquerdopatia em vigor no país. Tristes tempos....
ResponderExcluirO grosso dessa propaganda COMUNISTA não aparece na tevê e não é captado pelo radar da Justiça Eleitoral.
ResponderExcluirRefiro-me ao trabalho de formiguinha gramsciana realizado todos os dias, ano após ano, à margem da lei, pelo exército de professores militantes ou simpatizantes dos partidos de esquerda – PT à frente – em milhares de salas de aula em todo o país. Para esses professores, não existe calendário eleitoral: toda hora é hora, todo dia é dia de falar de política e de enxovalhar os adversários do PT. No ambiente fechado das salas de aula, com o terreno devidamente preparado pela doutrinação ideológica, a propaganda eleitoral corre solta.
Os professores dizem que não se trata de doutrinação e propaganda, mas de “despertar a consciência crítica dos alunos”, visando à “construção de uma sociedade mais justa”. Mas isso é simplesmente mentira.
O que fazem os despertadores de consciência crítica é martelar ideias de esquerda na cabeça dos alunos. Como se sabe, a visão crítica dos estudantes é direcionada invariavelmente para os mesmos alvos: a civilização e os valores judaico-cristãos, a Igreja Católica, a “burguesia”, a família tradicional, a propriedade privada, o capitalismo, o livre mercado, o agronegócio, o regime militar, os Estados Unidos. “Pensar criticamente”, na concepção de tais professores – e, infelizmente, não se trata de uma minoria –, significa odiar tudo o que não se identifique com a mitologia, com os valores e com o discurso da esquerda.
Logo, só é possível “construir uma sociedade mais justa” seguindo o receituário e votando nos candidatos da esquerda.
Os brasileiros de norte a sul é que deveriam virar jornalistas,gravar tudo e por na net,porque esperar o psdb...
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