O ex-governador José Serra voltou a dizer que não será o candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo em 2012. "Não vou falar disso, já disse que não", afirmou. Serra esteve em Jundiaí (58 km de São Paulo) na tarde deste sábado (10) a convite da Juventude do PSDB para o primeiro seminário a jovens candidatos no Estado de São Paulo. Questionado se algo ainda pode fazê-lo mudar de ideia e concorrer no próximo ano, Serra disse apenas que já deu a negativa e não falaria mais sobre isso. Ele também se negou a falar sobre os atuais pré-candidatos do partido. (Folha Poder)
sábado, 10 de dezembro de 2011
Leia aqui matéria da Veja: PT queria enganar o STF e brecar o Mensalão.
Abaixo, reprodução da reportagem da Revista Veja (clique nas imagens para ampliar e ler), retirada do Blog da Turma do Chapéu:

"Famiglia" Queiroz e a máfia do PT em Brasília.
O inquérito que apura o envolvimento do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, num esquema de desvio de verbas do Ministério do Esporte deverá atingir também sua família. A Polícia Federal e o Núcleo de Combate às Organizações Criminosas (NCOC) do Ministério Público do DF investigam o aumento vertiginoso do patrimônio da mãe, dos irmãos e até de um sobrinho de Agnelo. Delegados e procuradores querem entender como a família do governador, que sempre fez questão de enfatizar sua origem humilde, passou a ostentar em apenas três anos mais de R$ 10 milhões em bens. De acordo com as investigações, os sinais de enriquecimento surgem no início de 2008 e vão até setembro deste ano. Agnelo deixou o Esporte em 2006 e logo depois se tornou diretor da Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária), de onde saiu em 2010 para concorrer ao governo da capital do País. Levantamento preliminar da PF indica que os familiares do político petista não têm fontes de renda para justificar negócios celebrados nos últimos três anos, que incluem a compra de quatro franquias de restaurantes famosos de fast-food e da mais importante confeitaria de Brasília, todas localizadas nos principais shoppings da capital. Carros de luxo, apartamentos e até uma fazenda de gado em Goiás também constituem o que os investigadores batizaram de “império dos Queiroz”.
O MP do DF e a PF suspeitam que a família de Agnelo esteja sendo utilizada para esquentar o dinheiro desviado dos cofres públicos. Além de ter conversado informalmente com agentes que apuram o caso, ISTOÉ obteve com exclusividade parte dos documentos que fundamentam a investigação. O primeiro na lista dos familiares de Agnelo investigados pela Polícia Federal é o ex-vigilante Ailton Carvalho de Queiroz, 51 anos, irmão mais novo do governador. Ailton tornou-se conhecido da mídia em 2008, quando trabalhava na área de inteligência do Supremo Tribunal Federal. Foi ele o responsável pela elaboração de um relatório que indicava a suposta existência de grampos contra ministros do STF. Logo depois do escândalo, o vigilante se licenciou do trabalho. Em seguida, investiu R$ 200 mil numa locadora de veículos chamada Allocare. A empresa, que funciona numa pequena sala comercial na cidade-satélite do Guará, é administrada pelo filho Yuri. Com 23 anos de idade, Yuri tem renda presumida pelo Serasa de R$ 1,1 mil, mas possui em seu nome quatro veículos de luxo, entre eles uma picape Mitsubishi L200 Triton 2011, avaliada em mais de R$ 100 mil.
Em maio passado, Ailton lançou-se num novo negócio. Ele e a irmã Anailde Queiroz Dutra, 49 anos, investiram quase R$ 800 mil numa franquia da Torteria di Lorenza, no Brasília Shopping, o principal shopping do Plano Piloto. Irmã mais nova do governador, Anailde é outra que entrou na mira da PF. Além da Torteria, ela e o marido, Rui Dutra, figuram como proprietários de duas franquias da rede de fast-food Bon Grillê, uma no mesmo Brasília Shopping e outra no Pátio Brasil, também localizado na região central da cidade. Anailde, formada em economia em Salvador, tentou alguns concursos públicos em Brasília, mas não teve sucesso. De uma hora para outra, no entanto, virou milionária. Cada franquia da Bon Grillê custa em média R$ 350 mil. O valor total do investimento num desses shoppings, considerando luva, taxas, equipamento e insumos, pode chegar a R$ 1 milhão, segundo avaliações do mercado. As duas franquias foram adquiridas em 2008. A do Brasília Shopping foi comprada por Anailde em sociedade com outra irmã de Agnelo, Anaide Carvalho de Queiroz, 58 anos. Em 2010, Anaide vendeu sua parte para Rui Dutra. A renda mensal de Anailde, de acordo com o Serasa, gira em torno de R$ 1,7 mil, enquanto a de Anaide Queiroz chega a R$ 1,8 mil. Já os rendimentos da mãe dos irmãos Queiroz, Alaíde, na mesma base de dados, é de aproximadamente R$ 1,2 mil. Leia mais na Isto É.
O MP do DF e a PF suspeitam que a família de Agnelo esteja sendo utilizada para esquentar o dinheiro desviado dos cofres públicos. Além de ter conversado informalmente com agentes que apuram o caso, ISTOÉ obteve com exclusividade parte dos documentos que fundamentam a investigação. O primeiro na lista dos familiares de Agnelo investigados pela Polícia Federal é o ex-vigilante Ailton Carvalho de Queiroz, 51 anos, irmão mais novo do governador. Ailton tornou-se conhecido da mídia em 2008, quando trabalhava na área de inteligência do Supremo Tribunal Federal. Foi ele o responsável pela elaboração de um relatório que indicava a suposta existência de grampos contra ministros do STF. Logo depois do escândalo, o vigilante se licenciou do trabalho. Em seguida, investiu R$ 200 mil numa locadora de veículos chamada Allocare. A empresa, que funciona numa pequena sala comercial na cidade-satélite do Guará, é administrada pelo filho Yuri. Com 23 anos de idade, Yuri tem renda presumida pelo Serasa de R$ 1,1 mil, mas possui em seu nome quatro veículos de luxo, entre eles uma picape Mitsubishi L200 Triton 2011, avaliada em mais de R$ 100 mil.
Em maio passado, Ailton lançou-se num novo negócio. Ele e a irmã Anailde Queiroz Dutra, 49 anos, investiram quase R$ 800 mil numa franquia da Torteria di Lorenza, no Brasília Shopping, o principal shopping do Plano Piloto. Irmã mais nova do governador, Anailde é outra que entrou na mira da PF. Além da Torteria, ela e o marido, Rui Dutra, figuram como proprietários de duas franquias da rede de fast-food Bon Grillê, uma no mesmo Brasília Shopping e outra no Pátio Brasil, também localizado na região central da cidade. Anailde, formada em economia em Salvador, tentou alguns concursos públicos em Brasília, mas não teve sucesso. De uma hora para outra, no entanto, virou milionária. Cada franquia da Bon Grillê custa em média R$ 350 mil. O valor total do investimento num desses shoppings, considerando luva, taxas, equipamento e insumos, pode chegar a R$ 1 milhão, segundo avaliações do mercado. As duas franquias foram adquiridas em 2008. A do Brasília Shopping foi comprada por Anailde em sociedade com outra irmã de Agnelo, Anaide Carvalho de Queiroz, 58 anos. Em 2010, Anaide vendeu sua parte para Rui Dutra. A renda mensal de Anailde, de acordo com o Serasa, gira em torno de R$ 1,7 mil, enquanto a de Anaide Queiroz chega a R$ 1,8 mil. Já os rendimentos da mãe dos irmãos Queiroz, Alaíde, na mesma base de dados, é de aproximadamente R$ 1,2 mil. Leia mais na Isto É.
Atrasado 500 dias, custando R$ 500 milhões a mais, o navio João Cândido é o maior símbolo da gestão da Dilma.
O navio João Cândido foi lançado ao mar sem estar pronto. Hoje é uma carcaça sendo reformada antes de mesmo de ser usada, custando R$ 500 milhões a mais do que o previsto e rumando para 500 dias de atraso em relação ao cronograma do PAC. É o maior símbolo da gestão da Dilma. Clique sobre a imagem e leia, abaixo, matéria publicada hoje no Estadão. E depois assista ao vídeo de lançamento, só cuidado para não ter enjôos a bordo do navio-fantasma João Cândido. Observem que havia até um adesivo no peito dos operários que dizia: "eu construí o primeiro navio do PAC"...
Veja promete.
Daqui a pouco nas bancas.
Atualizando, às 07:57, vejam o que Reinaldo Azevedo publica:
Ao longo desses anos, não foram poucas as vezes em que me acusaram de ser um tanto exagerado nas críticas ao petismo. Serei mesmo? A reportagem de capa desta semana da VEJA demonstra até que ponto eles podem mergulhar na abjeção. Operam, tenho dito aqui, com a inversão orwelliana mais rudimentar: o crime passa a ser uma virtude; e os inocentes, criminosos. Sem limites, sem pudores, sem receios.
A saída que o PT encontrou para tentar se safar do mensalão foi afirmar que tudo não passava de caixa dois de campanha e que todos, afinal de contas, agem do mesmo modo. Só que era preciso “provar” a tese. E ONDE ESTAVAM AS TAIS PROVAS? NÃO EXISTIAM! ORA, SE NÃO EXISTIAM, ENTÃO ELES PRECISAVAM SER FORJADAS. É simples chegar a essa conclusão quando se é petista.
O que VEJA traz, numa reportagem de sete páginas, de autoria de Gustavo Ribeiro e Rodrigo Rangel, revela uma operação típica do mais descarado gangsterismo político. Pior: há evidências de que a cúpula do partido não só sabia de tudo como estava no controle. Vamos ao caso.
Lembram-se da tal “Lista de Furnas”? Ela trazia nomes de líderes da oposição que teriam recebido dinheiro da estatal de maneira ilegal, não-declarada, quando eram governistas e compunham a base de FHC. Gravações feitas pela Polícia Federal, com autorização da Justiça, a que VEJA teve acesso, provam que era tudo uma tramóia operada por dois deputados do PT de Minas. Reproduzo um trecho da reportagem (em azul)...
Cliquem aqui e sigam para o azul do Reinaldo.
Código Florestal venceu a ditadura ambientalista.
"Uma coisa que o nosso país aprendeu a fazer nos últimos tempos é pensar com a própria cabeça e andar com as próprias pernas. Rompendo uma longa tradição de isolamento e até de certo complexo de inferioridade, depois dos anos 1990 o Brasil abriu-se para o exterior e integrou-se à economia e à política do mundo. Sem a proteção do isolamento, nossa economia encontrou o caminho da estabilidade, por seus próprios meios, e hoje, em muitos aspectos, somos uma referência para nações mais ricas e mais antigas, a quem, no passado, prestamos às vezes uma indevida reverência.
Na política, consolidamos instituições democráticas, que favoreceram tanto o desenvolvimento como a justiça social. Hoje, estamos abertos para o mundo, mas não precisamos receber ordens dele. Aprendemos, nesse processo, que cada país tem de ser capaz de reconhecer seus próprios problemas e resolvê-los por si mesmo. A votação do novo Código Florestal é um bom exemplo. Todo o processo de votação, na Câmara e no Senado, mostrou duas coisas: a maturidade da sociedade brasileira e o rigor democrático no funcionamento das nossas Casas legislativas.
A sociedade mostrou maturidade ao reconhecer a necessidade de reformar e de modernizar um Código Florestal velho, de quase meio século, editado quando o Brasil era uma fração do que é hoje e cujo território ainda não havia sido ocupado em sua maior parte. Mostrou maturidade quando soube equilibrar, no seu espírito, as necessidades da produção e do desenvolvimento em um país de população ainda pobre, com as exigências da preservação ambiental. E mostrou, finalmente, muita maturidade quando não se rendeu à propaganda ambientalista, vocalizada por organizações internacionais, cujo interesse principal não é o destino do Brasil, nem a sorte dos brasileiros.
O Código Florestal não é uma peça perfeita, pois é obra humana, obra política como sabemos. É uma obra que não contempla todos os pontos de vista. A política não é o lugar das verdades absolutas e, sim, da construção de consensos. As vicissitudes desse processo deixaram claro que os principais movimentos de propaganda ambientalista não acreditam na política e não aceitam que a sociedade decida suas questões através dos mecanismos da política. Segundo eles, o parlamento brasileiro não é o foro próprio para discutir e decidir questões ambientais, que devem ficar restritas ao âmbito de comissões do Poder Executivo, integradas por "especialistas" em ambiente. Os que amam a liberdade e respeitam o ser humano não têm dúvida de que a pior democracia ainda é muito melhor do que o melhor dos autoritarismos. A ditadura dos especialistas é um pesadelo que não queremos sonhar.
Concluído o processo legislativo, as organizações ambientalistas internacionais se voltam contra a presidente da República, acusando o governo de apatia e de celebrações com ruralistas. Sentenciam que, ao enfrentar a sanção da nova lei, votada democraticamente por impressionantes maiorias na Câmara e no Senado, a presidente estará pondo à prova suas promessas de campanha e sua palavra empenhada. E ao dizer isso, mais uma vez, valem-se de uma falsidade. O novo código não contém nenhuma forma de anistia. Permite que se suspenda a cobrança de multas se -e apenas se- o proprietário rural recompuser a área desmatada. Do ponto de vista do ambiente, o que seria melhor: uma multa, que se perderá nos cofres dos governos, ou a terra recuperada?
O compromisso assumido em 2009 pelo Brasil na Conferência da Organização das Nações Unidas sobre o clima (COP-15), de reduzir em 80% o desmatamento na Amazônia até 2020, está próximo de ser alcançado. E, como disse a presidente nesta semana, a partir de 2015 a Amazônia brasileira passará a captar mais carbono do que emite. O resumo de tudo é que a sociedade brasileira, o Congresso Nacional e o governo não precisam de conselhos alheios. Fizemos uma nova lei e vamos cumpri-la, em benefício dos brasileiros e também da humanidade."
KÁTIA ABREU, 49, senadora (PSD/TO) e presidente da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), escreve aos sábados,
KÁTIA ABREU, 49, senadora (PSD/TO) e presidente da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), escreve aos sábados,
Esses jovens.
Do Painel da Folha:
Chapéu alheio Subsecretário de Juventude de Minas, Gabriel Azevedo viajou a Salvador (BA) em missão não governamental entre quinta-feira e ontem: acompanhou Aécio Neves (PSDB) na abertura de seu "roadshow" pré-eleitoral pelo país e registrou tudo pela internet. O auxiliar de Antonio Anastasia é líder da "Turma do Chapéu", grupo que dá suporte ao senador nas redes sociais.
Atualizando, às 9:36, com respostas de Gabriel Azevedo, pelo twitter. Clique sobre a imagem para ampliar e ler.
Atualizando, às 9:36, com respostas de Gabriel Azevedo, pelo twitter. Clique sobre a imagem para ampliar e ler.
Para justificar ganhos, Pimentel se compara com FHC.
Em entrevista à Folha de São Paulo, em papel de vítima, Fernando Pimentel, o mais novo ministro consultor do PT, fala do tanto que FHC cobra por uma palestra, para justificar seus ganhos. Não fala de Lula, que cobra R$ 300 mil para animar convenção de vendedores de refrigerador. Veja a resposta abaixo:
O sr. sempre defendeu alianças com o PSB. Aproximou-se do PSDB. Esses fatos podem ter contribuído para que o sr. tivesse mais adversários do que deveria no PT mineiro?
Não acho isso, não. Isso é uma coisa ultrapassada. Essas divergências estão totalmente esquecidas.O Robson [Andrade, presidente da CNI, Confederação Nacional da Indústria] me deu um exemplo interessante [de 2010, quando presidia a Fiemg]. 'Esteve lá o Fernando Henrique. Passou a manhã, conversou, tomou café, não me lembro se almoçou. Cobrou R$ 80 mil pela conversa, pela consultoria. E foi pago.' O Larry Summers [ex-secretário do Tesouro dos EUA] esteve lá outro dia, acho que foi na CNI, e cobrou US$ 150 mil para ficar um dia lá.
Hoje FHC passou a tarde defendendo Lula, Dilma e o PT. É um banana.
Por que não te calas, FHC?
É impressionante o estrago que FHC vem fazendo no que resta de oposição. Hoje disse que o PSDB perdeu o rumo, que é assim com o Lula e que o mensalão foi fruto de teatralização de Roberto Jefferson. Entre outras bobagens. Este blog sempre disse que FHC está mais preocupado em lustrar a sua biografia, muito antes de pensar no Brasil. Lamentável.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Aécio dá conselho para São Paulo, mas não fala de Belo Horizonte.
Aécio Neves(PSDB-MG) ou Traécio Neves ou, ainda, Aécio Silvério dos Reis, já corre o Brasil como candidato à presidência. Sua ida a campo culmina com um livro lançado contra os tucanos que, logicamente, poupa o mineiro. Em Salvador, Aécio manifestou-se, novamente, sobre a Prefeitura de São Paulo, sem falar da Prefeitura de Belo Horizonte que ele entregou para o PT do Pimentel das manchetes e para o atual prefeito do PSB.
Após um almoço com políticos baianos em que discursou como postulante ao Palácio do Planalto, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) defendeu que José Serra seja o candidato tucano na eleição para a Prefeitura de São Paulo, em 2012. "[A candidatura do Serra a prefeito] é o sentimento da grande maioria do partido, pela sua liderança, pelas candidaturas que já teve, extremamente competitivo", disse Aécio. "Não podemos forçar ninguém a ser aquilo que não quer, mas, no fundo, há uma esperança de que ele seja o candidato." (Do Estadão)
Enquanto isso, sucessor de Aécio rasga elogios para Pimentel , afinal de contas ele é mineiro, como se ser mineiro, gaúcho ou paulista fosse atestado de idoneidade
Enquanto isso, sucessor de Aécio rasga elogios para Pimentel , afinal de contas ele é mineiro, como se ser mineiro, gaúcho ou paulista fosse atestado de idoneidade
Em meio às denúncias de irregularidades e suspeitas sobre sua empresa de consultoria, o ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, recebeu apoio explícito do governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), nesta sexta-feira, 9, no Rio de Janeiro. “Pelas informações que tenho, mantenho muita confiança no ministro Pimentel, que, além de tudo, é mineiro e um amigo”, disse Anastasia, logo após concluir uma palestra sobre a internacionalização do Estado de Minas Gerais, em evento realizado na Associação Comercial do Rio. “Mas essa questão de ministro de Estado, a competência é exclusiva da presidente da República.”
O ministro e o governador são aliados na política local de Minas Gerais. A ala comandada por Pimentel no PT mineiro costurou junto ao PSDB de Anastasia e do senador Aécio Neves a aliança que elegeu, em 2008, o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB). O acordo frustrou a ala petista que pretendia lançar a candidatura do então ministro de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, e rachou de vez o diretório local do partido. “Os governadores decidiram em Maceió, no ano passado, que as questões políticas de oposição sejam feitas pelo parlamento, e não pelos governadores”, disse Anastasia, deixando claro que não se sentia confortável em falar sobre as denúncias envolvendo o ministro aliado. (Do Estadão)
Pimentel: "tranquilíssimo". E riquíssimo!
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, afirmou nesta sexta-feira, 9, que o Congresso Nacional não deveria chamá-lo a prestar esclarecimentos, mas se o fizer ele terá de ir. O ministro evitou falar sobre as recentes denúncias de suposto tráfico de influência por meio de sua consultoria. "Já falei tudo o que tinha que falar, todas as explicações que tinham que ser dadas, foram dadas. Estou tranquilíssimo", afirmou o Pimentel, que participa de reuniões comerciais bilaterais entre o Brasil e Argentina.(Do Estadão)
Helena Chagas virou ministra, Palocci ficou milionário e Francenildo desempregado...
Na véspera do Dia Internacional de Combate à Corrupção o ex-caseiro que denunciou o ex-ministro Antonio Palocci fez ontem um desabafo em entrevista ao portal do Estado. Francenildo Santos Costa reclama da dificuldade que tem tido para arrumar emprego fixo nestes últimos cinco anos e meio. "Só porque falei a verdade eu vou ser prejudicado pelo resto da vida?". Francenildo vive de bicos como jardineiro e fazendo limpezas de piscina. Aconselhado pelo advogado Wlicio Nascimento, retomou os estudos. Ele aguarda a conclusão de um processo em que pede indenização pela violação de seu sigilo bancário.
Para quem esqueceu o papel de Helena Chagas, a ministra da Comunicação da Dilma, no caso Francenildo, clique aqui.
Para quem esqueceu o papel de Helena Chagas, a ministra da Comunicação da Dilma, no caso Francenildo, clique aqui.
TSE: sinal positivo para tempo de TV e fundo partidário do PSD.
A investida do recém-criado PSD na Justiça Eleitoral em busca de maior fatia nos recursos do fundo partidário deve encontrar um ambiente favorável no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Parecer técnico elaborado pelo tribunal para embasar a decisão dos ministros sobre a nova divisão do fundo favorece o pleito do PSD e ainda sinaliza positivamente para outra demanda da legenda — a conquista de espaço no horário eleitoral gratuito já a partir das eleições municipais em 2012.
A análise técnica, finalizada em 29 de novembro, é centrada na lógica de que, uma vez autorizada a criação de um partido e a migração de parlamentares para a nova legenda, o impedimento de seu acesso ao fundo partidário e a outros direitos próprios dos partidos no país inviabilizaria, na prática, o funcionamento da sigla.
"Autorizada a criação do PSD em momento posterior ao certame, essa circunstância impõe novo fator de divisão do Fundo Partidário", diz o parecer. "Não é lógico imaginar que a Constituição prestigie o pluralismo político, autorize o nascimento de novas legendas e retire delas as condições de existência."
O fundo distribuiu neste ano entre as legendas R$ 265 milhões. A participação de cada legenda no fundo partidário é definida, em sua maior parte, de acordo com a bancada parlamentar eleita em cada sigla no último pleito. Do montante total do fundo, 95% é rateado entre as siglas seguindo esse critério. Os 5% restantes são distribuídos entre todos os partidos igualmente.
A criação do PSD — que conseguiu amealhar uma bancada de 48 deputados e dois senadores — teve impacto direto sobre os recursos destinados às legendas que perderam quadros para o novo partido, sobretudo no que diz respeito ao DEM, a sigla que mais sangrou com a formação do PSD. De uma dotação de R$ 83 mil, o partido pode saltar para cerca de R$ 13 milhões caso se considere a arrecadação do fundo neste ano (o valor depende da arrecadação de tributos da União e da apliação de multas). O DEM é o partido que mais perderá recursos (leia quadro), passando de R$ 18,7 milhões para o mesmo patamar do PSD.
Para o novo partido, aumentar a participação no fundo partidário é uma questão de sobrevivência. Dentro do PSD, é avaliação unânime que a força amealhada pela legenda em sua fase inicial só se manterá se o partido conseguir um bom desempenho nas eleições municipais de 2012 — meta diretamente relacionada ao acesso do partido aos recursos do fundo. "Temos hoje cerca de 560 prefeitos e vamos ter entre 1,3 mil e 1,4 mil candidaturas a prefeituras em 2012", diz o secretário-geral do PSD, Saulo Queiroz.
Os partidos mais afetados pela nova legenda (leia quadro) têm adotado uma estratégia de guerra para enfrentar a disputa no TSE pelos recursos do fundo e devem ingressar na Justiça Eleitoral com ações próprias, para serem ouvidos no processo em que o PSD tenta aumentar sua participação no bolo partidário. O relator do caso, Marcelo Ribeiro, deve intimar os 29 partidos para que se pronunciem em relação ao processo. O julgamento será realizado somente no próximo ano.
Proposta de redivisão - Fatia de cada partido no Fundo Partidário e nova participação se o TSE seguir o tamanho das bancadas
PT - tem 15,95% - fica com 15,94%
PMDB - tem 12,28% - fica com 11,99%
PSDB - tem 11,09% - fica com 10,91%
DEM - tem 7,05% - fica com 4,94%
PP - tem 6,97% - fica com6,56%
PTB - tem 4% - fica com 3,71%
PSD - tem 0,17% - fica com 4,95%
PMDB - tem 12,28% - fica com 11,99%
PSDB - tem 11,09% - fica com 10,91%
DEM - tem 7,05% - fica com 4,94%
PP - tem 6,97% - fica com6,56%
PTB - tem 4% - fica com 3,71%
PSD - tem 0,17% - fica com 4,95%
Do Correio Braziliense
Neste ano, 191 obras do PAC não saíram do lugar. Inclusive o trem-bala.
Uma parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) não saiu da estaca zero este ano. Levantamento feito pelo Estado a partir de dados coletados pela Associação Contas Abertas no Sistema de Administração Financeira (Siafi), do governo federal, mostra que 191 obras e programas, no valor total de R$ 2,6 bilhões, não tiveram nem um centavo empenhado até o dia 6 de dezembro. Isso significa que não foi assinado contrato com prestador de serviço para executá-los, ou seja, eles dificilmente sairão do papel em 2011.
Esse é o caso, por exemplo, dos R$ 350 milhões disponíveis este ano para a implantação de postos da polícia comunitária em todo o País. Ou dos R$ 8,5 milhões constantes do Orçamento para a construção da eclusa de Tucuruí (PA). A paralisia atinge ainda a construção de terminais fluviais, perímetros de irrigação no Nordeste e obras de saneamento nas bacias do São Francisco. A própria administração do PAC foi vítima do empenho zero. Estão disponíveis no Orçamento R$ 2,3 milhões para 'gestão e coordenação do PAC', mas o dinheiro ficou parado.
Em alguns casos, a parada se dá pelas dificuldades enfrentadas pelo Executivo para avançar com seus planos. O trem de alta velocidade (TAV) ligando Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, foi a leilão em julho deste ano mas não apareceram interessados. Isso obrigou o governo a rever toda a modelagem da licitação e ainda não se sabe quando o trem será novamente leiloado. Assim, os R$ 284,6 milhões que havia no Orçamento para estudos técnicos, apoio à implantação e participação da União no capital da concessionária do trem-bala não foram empenhados.
As obras a cargo do Transportes sofreram atrasos por causa do escândalo de desvio de verbas, que levou a uma revisão de todas as licitações em andamento. Nada foi feito em obras grandes, como a adequação de um trecho rodoviário em Pelotas (RS), com R$ 127,5 milhões, e o anel rodoviário de Belo Horizonte, com R$ 100 milhões. Técnicos da área econômica afirmam, porém, que problemas gerenciais não são a melhor explicação para o fraco desempenho do PAC. A principal causa seria o ajuste fiscal que o governo decidiu promover este ano. Embora em tese haja dinheiro disponível no Orçamento para eles, na prática as verbas não são liberadas. No total, o PAC conta este ano com R$ 40,4 bilhões. (Do Estadão)
Esse é o caso, por exemplo, dos R$ 350 milhões disponíveis este ano para a implantação de postos da polícia comunitária em todo o País. Ou dos R$ 8,5 milhões constantes do Orçamento para a construção da eclusa de Tucuruí (PA). A paralisia atinge ainda a construção de terminais fluviais, perímetros de irrigação no Nordeste e obras de saneamento nas bacias do São Francisco. A própria administração do PAC foi vítima do empenho zero. Estão disponíveis no Orçamento R$ 2,3 milhões para 'gestão e coordenação do PAC', mas o dinheiro ficou parado.
Em alguns casos, a parada se dá pelas dificuldades enfrentadas pelo Executivo para avançar com seus planos. O trem de alta velocidade (TAV) ligando Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, foi a leilão em julho deste ano mas não apareceram interessados. Isso obrigou o governo a rever toda a modelagem da licitação e ainda não se sabe quando o trem será novamente leiloado. Assim, os R$ 284,6 milhões que havia no Orçamento para estudos técnicos, apoio à implantação e participação da União no capital da concessionária do trem-bala não foram empenhados.
As obras a cargo do Transportes sofreram atrasos por causa do escândalo de desvio de verbas, que levou a uma revisão de todas as licitações em andamento. Nada foi feito em obras grandes, como a adequação de um trecho rodoviário em Pelotas (RS), com R$ 127,5 milhões, e o anel rodoviário de Belo Horizonte, com R$ 100 milhões. Técnicos da área econômica afirmam, porém, que problemas gerenciais não são a melhor explicação para o fraco desempenho do PAC. A principal causa seria o ajuste fiscal que o governo decidiu promover este ano. Embora em tese haja dinheiro disponível no Orçamento para eles, na prática as verbas não são liberadas. No total, o PAC conta este ano com R$ 40,4 bilhões. (Do Estadão)
Caso Pimentel: agora Eta diz que não tem mutreta.
Após seus sócios negarem na quarta-feira ter contratado os serviços de consultoria do ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, o atual administrador da ETA Bebidas do Nordeste, Leonardo Lopes Coelho, voltou atrás e divulgou na quinta-feira à noite uma nota de quatro linhas. Nela, informa que a empresa teria contratado a P-21 Consultoria e Projetos Ltda para "prestação de serviços de análise econômico-financeira e mercadológica de seu plano de investimentos", por R$ 130 mil.
Lopes ligou para o repórter do GLOBO na quinta à noite, avisando que a empresa enviaria uma nota sobre a consultoria. O repórter pediu que ele lesse o comunicado, antes de enviar a nota, o que foi feito. Questionado se o texto não explicaria a razão da mudança de versão, respondeu que não. E ainda avisou que ninguém poderia conceder entrevista com mais esclarecimentos: — A única coisa que eu posso te falar é sobre a nota da empresa. É a única coisa que eu tenho para te fala. Leia mais aqui.
Pimetel repete "descuidos" petistas.
Consultorias prestadas pelo ministro Fernando Pimentel, em 2009 e 2010, quando não ocupava cargo público forçaram, por inevitável, comparações entre seu caso e o de Antônio Palocci, chefe da Casa Civil que mal pôde assumir de fato o posto no ministério de Dilma Rousseff, pois foi obrigado a se afastar do governo devido a explicações não fornecidas por ele também sobre consultorias. Em ambas as histórias não há, em si, ilegalidades na prestação dos serviços. Um, formalmente na vida privada, tinha todo o direito de buscar o sustento; o outro, mesmo com mandato de deputado federal, não atropelou barreiras legais ao fazer este tipo de trabalho.
O quadro fica menos simples quando se entra em nuances. Recolher os devidos impostos cobrados sobre as notas fiscais emitidas não resolve a questão. Palocci foi forçado a sair porque optou por manter a lista de clientes em segredo, algo natural e aceitável em consultorias normais, mas não se o consultor é uma pessoa influente no partido no poder, ex-ministro poderoso e que recebeu pagamentos de clientes durante a campanha política da presidente, da qual era coordenador. E a caixa registradora da firma de Palocci funcionou mesmo quando Dilma já ganhara o pleito, e ele era o virtual chefe da Casa Civil do novo governo. Não havia alternativa a não ser a despedida do governo.
Pimentel também não era um consultor qualquer, como têm revelado reportagens do GLOBO. Ex-prefeito de Belo Horizonte, parte-chave na montagem de uma frente plural com a participação do PSDB de Aécio Neves, Fernando Pimentel se manteve influente na capital mineira com a vitória de Marcio Lacerda (PSB), candidato da frente, na sua sucessão. A ponto de Otílio Prado, exonerado do cargo de assessor pelo prefeito Pimentel, a horas do fim do mandato, ter sido renomeado no mesmo posto pelo prefeito Lacerda. Prado era sócio do atual ministro na P-21 Consultoria e Projetos Ltda.
De Palocci não se conheceram os clientes. De Pimentel sabe-se bem mais, e o quadro não o favorece, porque há indícios da prática de lobby junto à prefeitura, bem como de coleta de dinheiro “não contabilizado” para caixa dois político-partidário. Não o ajuda o fato de ter prestado consultorias, por exemplo, para a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), quando sempre foi notória sua ligação pessoal com a ainda ministra Dilma Rosseff, já cotada para receber o "dedazzo" de Lula. Robson Andrade, presidente da Fiemg, o cliente, explicou que os serviços de Pimentel foram contratados para preparar projetos a fim de serem apresentados também ao governo federal. Hoje, Andrade é presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O caso de Fernando Pimentel não pode ser incluído na safra de escândalos em que uma miríade de ONGs foi usada para roubar dinheiro público. Ou colocado no mesmo plano dos balcões de negociatas, abertos por partidos em ministérios para superfaturar compra de bens e serviços pelo governo, e embolsar a diferença.O problema do Ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior se encaminha para ser enquadrado no escaninho dos desvios de conduta observados entre quadros do PT. Não será o primeiro curto-circuito causado em hostes petistas devido à proximidade descuidada entre política e negócios. ( Editorial de O Globo)
Hoje é o Dia Internacional contra a Corrupção. Logicamente, não estão previstas comemorações oficiais.
Marchas, corridas, caminhadas, manifestações e debates estão sendo organizados por entidades em várias cidades do País para celebrar o Dia Internacional contra a Corrupção, que ocorre nesta sexta-feira, 9. As atividades não se limitam a esta sexta e se estenderão pelo fim de semana. A data, instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), visa mobilizar a sociedade em torno do tema da corrupção.
Em Brasília, será realizado pela Controladoria-Geral da União (CGU) o principal evento oficial do dia, que ocorre no Centro de Convenções Brasil 21, às 9h, e contará com as presenças de vários ministros de Estado, do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e do presidente do Tribunal de Contas da União, Benjamin Zimler.
A capital federal também vai receber no domingo, 11, a partir das 9h, a 2ª Corrida e Caminhada Venceremos a Corrupção, organizada com o apoio do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), do Instituto de Fiscalização e Controle (IFC) e da União dos Auditores Federais de Controle Externo (Auditar), entre outras entidades. A prova, que será realizada na frente da Esplanada dos Ministérios, recebeu 1,2 mil participantes na sua última edição. Leia mais aqui.
Marina Silva pinta a cara com o sangue de Chico Mendes para abrir guerra contra a democracia.
A descontrolada Marina Silva, ex-ministra, ex-senadora, ex-presidenciável e ex-brasileira, agora a serviço das papeleiras e da agricultura do primeiro mundo, escreve mais um artigo nojento contra o Código Florestal. Um artigo de ódio à democracia. Como sempre acontece, ela volta às origens e lambuza a cara com o sangue inocente de Chico Mendes, que representa o Acre onde ela foi derrotada nas últimas eleições porque quem a conhece muito bem. É sempre bom lembrar que Chico Mendes foi usado por setores da Igreja e ongs internacionais, sendo jogado para a morte para que a luta pelo domínio internacional da Amazônia tivesse um mártir. O desespero de Marina Silva tem alguns motivos, que vale a pena pontuar:
- O desmatamento vem caindo gradativamente e, com a discussão do novo Código Florestal, ao contrário do que ela afirmava na imprensa, caiu ainda mais, em vez de subir.
- O INPE, sempre tão usado por Marina Silva, apontou uma queda de 11% do desmatamento. Dados de satélite, incontestáveis. Um dia antes, a ecoterrorista que vem movendo campanha de difamação contra o Brasil no exterior, havia dito que o Governo Federal iria esconder os números, para divulgá-los somente depois da comferência do clima, ora realizada em Durban, África do Sul.
- Derrotada tanbém no Senado, por mais um placar acachapante, Marina Silva rumou para a conferência do clima. Lá uma ONG, o IPAM, organizou uma coletiva onde esta ex-brasileira espalhou uma coleção de inverdades contra o Brasil, gerando notícias negativas ao país na imprensa do mundo inteiro.
- Ontem - este é o desespero de Marina Silva ! - a ONU confirmou que o Brasil é o país que mais contribuiu para o equilíbrio climático do planeta e que respeita o Código Florestal aprovado pela maioria do parlamento brasileiro. E ainda disse: que bom que os demas países, todos os países, fossem iguais ao Brasil.
Por isso, tanta amargura, tanto ódio, tantos ataques, agora pessoais, feitos por Marina Silva contra representantes democraticamente eleitos pelo povo brasileiro. Como último ato da sua tragédia, Marina Silva, agora, quer que Dilma Rousseff vete o Código Florestal, alegando promessas de campanha. Ora, a atual Presidente nãp estará negando compromisso algum ao referendar a nova lei. O Brasil está atingindo todas as metas pactuadas em organismos internacionais e não há anistia para ninguém. O problema da ecoterrorista Marina Silva é que a pena de Dilma acaba com o seu discurso. Vai ter que arranjar outro para fazer vingar a sua "nova política". É imcomrpeensível que uma pessoa que odeie tanto a democracia queira fundar um partido político. Cairia melhor no seu figurino um grupo ecoterrorista.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Uma pesquisa isenta mostra o quanto o discurso da oposição está equivocado.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), dirigida pela senadora Kátia Abreu (PSD-TO), vem fazendo um trabalho de fôlego para eliminar os bolsões de atraso que convivem com áreas de excelência da agropecuária brasileira. Depois de dissecar o Censo Agropecuário do IBGE, através de um trabalho da FGV que permitiu que a entidade apresentasse uma nova política agrícola para o governo federal, hoje apresentou um pesquisa feita pelo instituto do sociólogo Antônio Lavareda, que radiografou a Classe Média Brasileira. Como este é um blog político, buscamos no levantamento algumas informações que comprovam o que sempre dissemos: o discurso da oposição está equivocado e caquético, velho e ultrapassado, sem a mínima aderência com o que o brasileiro está pensando.
- 86% da classe média está satisfeita ou muito satisfeita
- 65% acha que o Brasil está no caminho certo
- 81% acha que a vida vai melhorar ou melhorar muito
- 85% acha que a sua vida é melhor do que a dos seus país
- 87% acha que a via dos seus filhos será melhor ou muito melhor do que a sua
Entre a grande maioria de satisfeitos, os sentimentos que preponderam são a esperança (57%), a alegria(52%) e a tranquilidade(42%). A constatação é que no Brasil de hoje a classe média está majoritariamente feliz.
As questões relacionadas a valores são interessantes. Quem acha que a pauta do aborto nas últimas eleições estava errada, errou: 86% da classe média é contra o aborto. E teve tucano que achou a estratégia errada. Da mesma forma, outro grande equívoco: 93% é contra a liberação das drogas, 85% é contra a liberação da maconha, 60% é a favor da pena de morte para assassinos, 81% é a favor da diminuição da idade penal e 57% é contra casamento homossexual, 70% é contra invasões de terras.
Privatização, um tema que o tucanato insiste em recuperar, não emociona a classe média. 47% concorda que o governo só deve cuidar de serviços essenciais, enquanto 44% discorda. Um tema destes não pode ser base para discurso político. Não elege ninguém.
Qual a agenda da classe média? Nenhuma surpresa. Para 59% o problema é Saúde, para 38% é Segurança, Violência e Drogas, para 35% é Educação. Corrupção é problema para apenas 13% da Classe Média e Desemprego para 20%.
E o que a Classe Média pensa sobre governo Dilma?
Uma das constatações da pesquisa é salada ideológica que mora na cabeça da Classe Média. A pesquisa identificou a posição política dos entrevistados: esquerda, centro e direita. E pedia para que os entrevistados também identificassem qual a posição política de Dilma Rousseff. Vejam, abaixo, o resultado, considerando-se apenas os que souberam fazer a identificação. Amarelo é como o entrevistado se enxerga, ideologicamente. Vermelho é como ele enxerga Dilma.
Tirem as suas próprias conclusões sobre o quadro acima.O pior de tudo para a Oposição ficou para o fim. Vejam o que a Classe Média respondeu diante da seguinte pergunta: "Pensando nos últimos cinco anos, gostaria que dissesse em relação à sua vida pessoal e de sua família, se cada um dos aspectos que vou citar melhorou, ficou igual ou piorou..." Abaixo, o quadro com as respostas positivas, o "melhorou".
O quadro acima aponta, bem como outras questões, apontam que a Classe Média está em lua-de-mel com a vida e pedalando e andando para o passado. O discurso de legado é uma bobageira sem tamanho. É dar varada n'água. A Classe Média está cheia de esperança e de alegria. Ou a oposição fala de um futuro melhor e esquece as velharias ou não vai voltar ao poder nunca mais. A pesquisa tem muitas outras coisas, mas é bom parar por aqui. Para esta oposição que temos, ela só traz más notícias.
Clique aqui e acesse a pesquisa completa.
Governo quer votar Código Florestal já.
A senadora Kátia Abreu (PSD-TO) acaba de confirmar que o Ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, seguindo orientação do governo, esteve reunido com Marco Maia, presidente da Câmara, acertando que a votação do Código Florestal ocorrerá entre 14 e 21 de dezembro. O governo está satisfeito com a negociação e não quer mais reeditar o decreto que vence no dia 11 e que coloca praticamente 100% da agropecuária nacional na ilegalidade. É hora de ter responsabilidade e não de valorizar o passe. O figurino Marina Silva não cabe em deputado ruralista com quase dois metros de altura. Negociação feita, honre-se. É hora de votar, não de fazer politica partidária.
Pimentel está acima de qualquer suspeita, diz presidente do PT. Eta, eta, eta...
O presidente nacional do PT, deputado estadual Rui Falcão (SP), saiu em defesa do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel. "Acho que, pela sua história de vida e pela sua conduta pública, o ministro Pimentel está acima de qualquer suspeita", afirmou Falcão, que participou nesta quinta-feira, 8, de uma reunião da diretoria da Central Única dos Trabalhadores (CUT), na capital paulista. Leia mais aqui.
(*) Eta é o nome da empresa para o qual Pimentel prestou consultoria sem que ela soubesse, entenderam?
Dilma sabe melhor do que ninguém onde está a sujeira.
Dias atrás a presidente Dilma Rousseff aceitou a demissão do sexto ministro acusado de corrupção, irregularidades administrativas, malfeitos, o nome que se queira dar. A terminologia é de menos, importantes são os fatos. O primeiro ano de governo nem acabou e um em cada seis ministros já caiu em consequência de acusações relacionadas ao mau uso do dinheiro público. Deve ser um recorde mundial.
A primeira constatação é a do comprometimento do governo anterior, pois quase todos os demitidos sob suspeita saíram da cota dos herdados. Nesse sentido, é razoável considerar que a própria presidente foi fraca e aceitou do mentor um pacote estragado, por não ter força para resistir à pressão continuísta. Num esforço de leitura benigna, ela estaria agora fazendo a “faxina” na casa que herdou.
Os fatos, no entanto, são soberanos. A presidente não pode alegar surpresa diante do pacote recebido, pois ela própria compunha o núcleo do governo que sucedeu. Foi ministra durante todo o tempo, boa parte dele na posição estratégica de chefe da Casa Civil. Na prática, governou o país quando o então presidente passou a cuidar exclusivamente da sucessão. Não há como, portanto, alegar desconhecimento ou surpresa. Ela era parte importante do jogo.
Leia aqui, na íntegra, o artigo "O mal essencial", de José Serra.
ONU desqualifica Marina Silva: "ninguém fez mais pelo clima do que o Brasil".
A campanha difamatória contra o Brasil, movida por Marina Silva e suas ONGS a serviço do agronegócio internacional, começa a ter respostas oficiais de órgãos independentes. Cai esta farsa chamada Marina Silva. Cai esta farsa chamada Comitê das Florestas. Cai esta farsa montada por uma imprensa vagabunda, cooptada pelo ambientalismo fundamentalista. Vejam a notícia abaixo, da Folha Poder. É a ONU desqualificando Marina Silva e seus ongolistas.
O secretário-executivo do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Ambiente) e subsecretário-geral da ONU, Achim Steiner, disse nesta quinta-feira (8) que o Brasil não deve ser criticado agora pelas mudanças no Código Florestal, porque nenhum país no planeta fez mais do que o Brasil para combater emissões de carbono nos últimos dois anos. A aprovação da reforma do código no plenário do Senado, nesta semana, causou uma avalanche de críticas internacionais de ambientalistas e opôs as ONGs à ministra Izabella Teixeira (Meio Ambiente), que chegou a Durban nesta quinta-feira para a COP-17, a conferência do clima da África do Sul.
Steiner, um descendente de alemães nascido no Rio Grande do Sul, afirmou a jornalistas que alguns trechos da lei trazem, sim, razões para preocupação com o futuro das florestas. Mas ponderou que a lei foi aprovada num processo democrático. "Às vezes para mim é desconcertante nestas conferências internacionais que debates nacionais controversos num parlamento democrático sejam interpretads de formas diferentes em países diferentes. Por que o debate no congresso dos EUA?" "Se as pessoas querem julgar o Brasil, que o julguem pelo que ele fez. Redução recorde nas emissões por desmatamento no último período de relato. O Brasil, provavelmente, é o maior ator de mitigação no planeta nos últimos 24 meses, excedendo as ações dos países industrializados. Esse é o ponto de partida."
O Planalto mandou Pimentel mostrar tudo, não esconder nada. Vai mostrar o Imposto de Renda?
Ontem este blog publicou um post onde mostrava os últimos quatro anos da declaração de IR de Fernando Damata Pimentel. Em 2008 e 2009, imposto a resituir. Em 2010 e 2011, nem pagamento, nem restituição, apenas a expressão: saldo inexistente a pagar ou a restituir, o que é uma perfeição.
Obviamente e isto está no post, o ministro pode ter recebido cerca de R$ 1,3 milhão como distribuição de lucros e sua empresa, a P21, pode ter pago o imposto, destinando o valor restante para os sócios, como partilha de resultados. Assim, o rendimento não seria tributado na pessoa física, pois já teria sido na pessoa jurídica.
Acontece que é muito dinheiro. É uma montanha de dinheiro. E envolve contratos estranhos e prá lá de suspeitos com empresas e instituições empresariais com interesses na Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, que foi comandada pelo ministro Pimentel. Tem empresa que Pimentel citou como cliente que nunca viu o mineiro na sua frente. Portanto, Pimentel também está faltando com a verdade sobre a origem dos seus estupendos rendimentos.
Fica então o desafio. Se Pimentel não tem nada a esconder, declare que recebeu os R$ 1,3 milhão como distribuição lucros da P21 e mostre o balanço da empresa, onde conste tal operação contábil. O Planalto mandou Pimentel mostrar tudo. Se mostrar as declarações de renda da pessoa física e da pessoa jurídica vai desfazer todas as dúvidas.
Kátia Abreu sobre Marina Silva: "é impossível o diálogo com uma pessoa como ela".
A seguir, os principais trechos da entrevista da senadora Kátia Abreu (PSD-TO) ao Valor Econômico:
Valor: A senhora está satisfeita com o texto aprovado pelo Senado?
Kátia Abreu: Estou feliz com o marco que estamos vivendo, é uma quebra de paradigma muito importante para o país. Sofremos por mais de 15 anos nas mãos de uma ditadura feita por uma minoria do Ministério do Meio Ambiente, do Conama e do Ibama. Os agricultores não tinham voz, eram voto vencido e suas palavras eram motivo de deboche. Meu sentimento de alegria não se deve à ideia de ganhar uma votação no Senado. Acredito que foi feito o que precisava ser feito. Tivemos a sorte de os parlamentares estarem antenados com o assunto, todos quiseram participar.
Valor: Como avalia a reação internacional, principalmente das ONGs ambientalistas, em relação ao texto?
Kátia: A verdade é que acabaram os dias em que só ambientalistas e ONGs internacionais comandavam esse assunto como uma procissão. Ninguém mais vai tratar de meio ambiente no Brasil como um dogma ou religião. E sei que isso deve ser desesperador para essas pessoas, afinal foram muitos anos de comando absoluto. Agora estamos saindo da verdade absoluta e partindo para um debate democrático.
Valor: Houve mudança na postura do Ministério do Meio Ambiente?
Kátia: Eu tenho que reconhecer que, embora a ministra Izabella Teixeira não tenha concordado com algumas de minhas ideias - é claro que ela não é obrigada a concordar -, ela foi importante nesse processo. Essa mudança de condução do debate derrubou a tese de que, se o ministro do Meio Ambiente não fizer tudo o que os ambientalistas querem, não é um bom ministro. É o mesmo que dizer que o ministro da Agricultura tem que atender 100% do que os agricultores querem. Essa ideia acabou. Na Inglaterra, o ministério do Meio Ambiente e da Agricultura é um só. Não há possibilidade de tratar uma coisa sem se atentar para a outra.
Valor: A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva criticou o texto aprovado pelo Senado.
Kátia: Você já viu algum criador querer matar a sua criatura? Foi ela quem construiu todo esse imbróglio. A ex-ministra Marina Silva é quem gerou todo esse desentendimento artificial. Ela é protecionista, mas eu acredito no desenvolvimento sustentável. A verdade é que a ex-ministra perdeu os argumentos e, inclusive, o apoio do Congresso, porque é impossível o diálogo com uma pessoa que pense como ela.
Valor: Que avanços a senhora destaca do texto aprovado pelo Senado?
Kátia: O cômputo da reserva legal com a APP [área de proteção permanente] é um avanço. Imagine que você tenha uma fazenda com um rio, onde a sua APP é tão larga que chega a consumir 30% de sua fazenda. Pela regra anterior, você ainda tinha de deixar mais 20% de área para reserva legal, ou seja, metade da fazenda ficava inviabilizada. Unir o somatório disso e poder ter escalas de 80%, 50% 35% e 20% foi um grande avanço. A decisão de transformar as multas em serviços ambientais também foi extraordinária.
Valor: A decisão de anistiar desmatadores tem sido muito criticada.
Kátia: Querem colar essa ideia de anistia, mas isso não é verdade. Seria anistia se tudo estivesse perdoado. Teremos de recompor áreas por um erro cometido. As regras determinam a recomposição do mesmo bioma, não necessariamente no mesmo Estado. Isso, aliás, vai dar o que falar. Imagine a situação do pampa gaúcho. Como é que aquele bioma será recomposto em outro Estado? Além disso, nós deveremos perder 30 milhões de hectares em área de produção, se tudo for cumprido à risca. Isso significa R$ 40 bilhões. Isso não é prejuízo para os agricultores?
Valor: A senhora acredita em possíveis vetos pelos deputados?
Kátia: Acho que não será um debate fácil. Essa régua de que a área de mata ciliar de qualquer rio tem que ser recomposta entre 15, 30 e até 100 metros é um negócio que não tem como virar realidade. Muita coisa não há como reverter, temos que pensar no que será feito daqui para frente. Acho que é um ponto difícil de ser aceito na Câmara e complicado para os pequenos produtores cumprirem à risca.
Valor: Acredita que um texto final seja enviado à presidente ainda neste ano?
Kátia: Acredito que todos estão com a consciência de que é preciso levar algo para casa. Por isso estou muito confiante na aprovação do código. Temos um marco inicial, há muitas regras e regulações que podem ser feitas depois. Vamos respeitar o momento e aquilo que foi possível obter. Não há verdade absoluta nessa discussão.
Jose Eli da Veiga, o uspiano imbecil.
O Brasil possui 5,2 milhões de propriedades rurais, gera um terço emprego e emprega dezenas de milhões de brasileiro. Mais de 4 milhões de propriedades possuem menos até quatro módulos rurais, que podem chegar até 400 hectares, pois a sua medida muda de região para região. Aí vem este imbecil chamado José Eli da Veiga e repete a mesma bobagem, quando se manifesta sobre o Código Florestal:
Havia uma demanda para que se desse um tratamento especial à agricultura familiar. No entanto, estenderam para todos que têm propriedade até quatro módulos fiscais. Grande parte é de chácaras de famílias urbanas, onde parlamentares, por exemplo, passam fim de semana.
É com esta gentalha despreparada, mal intencionada e burra que a agropecuária, que sustenta literalmente a economia brasileira, tem que discutir, pois eles encontram eco em uma imprensa, via de regra, maldosa, despreparada e desinformada.
Um presídio exclusivo para procuradores e juízes corruptos.
O procurador do Mato Grosso do Sul que está propondo uma prisão para políticos corruptos deveria, por princípio de isonomia, propor um a construção de um presídio para membros do Judiciário condenados pelo mesmo crime. O nome popular deste presídio poderia ser Mansão do Nicolau. Aliás, se o Judiciário trabalhasse mais e fosse mais competente não haveria tanto corrupto solto por aí, a começar pelos mensaleiros do Zé Dirceu.
Imagine uma prisão destinada só para corruptos. Eles teriam suas fotos expostas permanentemente num mural, na entrada do presídio, e receberiam aulas de ética, moralidade e honestidade. Parece exercício de ficção, mas o procurador da República Ramiro Rockenbach, do Ministério Público Federal de Mato Grosso do Sul, propôs ontem ação civil pública que pede a criação do primeiro presídio federal só para corruptos do Brasil, exatamente nesses moldes. No texto da ação, o procurador diz que o país ocupa apenas a 73ª posição no ranking de nações menos corruptas, segundo pesquisa com 182 países feita pela organização Transparência Internacional neste ano.
Rockenbach diz ainda que, hoje, 1.400 pessoas cumprem pena por delitos relacionados à corrupção no país."Se todos os corruptos do Brasil fossem postos na cadeia, precisaria construir pelo menos um [presídio] por Estado", afirma o procurador. Segundo Rockenbach, o presídio teria caráter "simbólico", para que os políticos entendam "que a Justiça não está de brincadeira". "E não é só ficar lá por dois, três dias. Ele pode ter sua foto eternizada [em galeria dos presos condenados] como um corrupto desta nação. Para aprender que o dinheiro do povo não é para ficar fazendo esse tipo de safadeza." A ação civil pública, protocolada ontem na Justiça Federal de MS, menciona escândalos como o mensalão, as denúncias contra o ex-governador do DF José Roberto Arruda (sem partido) e a recente queda de seis ministros da presidente Dilma Rousseff. O valor proposto para a obra, que seria erguida em MS, é de R$ 12 milhões. O Ministério da Justiça ainda não foi notificado sobre a ação. O órgão informou que o quinto presídio federal, a ser construído no ano que vem em Brasília, terá uma ala apenas para autoridades.(Folha Poder)
Pimentel, o consultor porreta.
O hoje ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel (PT), recebeu, em 2009, R$ 130 mil da ETA Bebidas do Nordeste, empresa que produz o refresco de guaraná Guaraeta em Paulista, na Região Metropolitana de Recife. Segundo Pimentel, sua empresa P-21 Consultoria e Projetos Ltda, de Belo Horizonte, teria sido contratada para "elaborar um estudo de mercado para a empresa" pernambucana. Porém, os sócios da empresa de bebidas e o seu administrador na época negam terem contratado o serviço.
Em entrevistas ao GLOBO no fim de semana e na última segunda-feira, Pimentel mencionou três clientes de sua empresa - Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Convap e QA Consulting - e omitiu a ETA Bebidas, na hora de somar os valores que recebeu até o fim de 2010. Os pagamentos da ETA a Pimentel foram feitos em duas parcelas, o primeiro de R$ 70 mil, em maio de 2009, e o segundo de R$ 60 mil, em julho do mesmo ano. Pimentel montou a consultoria logo depois de deixar a prefeitura, em 2009, e se desligou antes de virar ministro do governo Dilma. - Ih, rapaz, esse negócio é muito estranho. É valor muito alto para o trabalho que a gente tinha. Tem alguma escusa, tentaram esconder alguma coisa - disse Roberto Ribeiro Dias, que participou do quadro societário da ETA até 2010.
Aparentemente o plano de negócios que o ministro informa ter desenvolvido não foi bem sucedido: desde então, as atividades da empresa foram diminuindo, até que a ETA fosse vendida ao pernambucano Ricardo Pontes, no início deste ano. O slogan da empresa, no Nordeste, é "Guareta, naturalmente porreta!". Hoje a ETA funciona num galpão numa rua discreta e sem saída, no município de Paulista, região Metropolitana de Recife, e está inoperante. - Esses valores (pagos a Pimentel) não são compatíveis para o nosso negócio. O que a gente fazia de vez em quando era contrato de R$ 10 mil, R$ 15 mil para meninas fazerem propaganda em jogo do Sport com o Santa Cruz. A gente não tinha condições de fazer nada muito diferente disso - diz Ribeiro Dias.(De O Globo)
PAC sob nova direção.
Insatisfeita com o ritmo do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a presidente Dilma Rousseff pretende transferir a gerência de áreas de infraestrutura do plano - como rodovias, ferrovias e recursos hídricos - da seara do Ministério do Planejamento para a Casa Civil. Dilma avalia que o PAC é fundamental para pôr combustível na economia - que parou de crescer no terceiro trimestre - e garantir uma taxa de 5% do Produto Interno Bruto (PIB), apesar da crise internacional, por meio de investimentos públicos. Há 17 dias, o secretário executivo da Fazenda, Nelson Barbosa, admitiu que os investimentos do PAC, em 2011, não contribuíram para acelerar o crescimento. Levou uma bronca de Dilma. As mudanças no programa, considerado uma das principais vitrines do governo, devem ocorrer no ano eleitoral de 2012. A ideia de Dilma é reforçar o perfil técnico da Casa Civil - comandada por Gleisi Hoffmann, pré-candidata do PT ao governo do Paraná em 2014 - e desafogar o Planejamento, dirigido pela também petista Miriam Belchior.(Do Estadão)
Um novo poste.
O PT escalou o publicitário João Santana para comandar a campanha do ministro da Educação, Fernando Haddad, na corrida à Prefeitura de São Paulo em 2012. Ele chefiou a propaganda petista nas vitórias de Lula e Dilma Rousseff nas últimas duas eleições presidenciais. Na capital paulista, atuou na derrota de Marta Suplicy em 2008, quando foi criticado por produzir uma peça que questionava a vida pessoal do prefeito Gilberto Kassab. O marqueteiro se reuniu na segunda-feira com Lula, padrinho político de Haddad, e com o presidente do PT, Rui Falcão. A pauta oficial do encontro foi o novo programa de TV do partido, que vai ao ar hoje à noite. A oficiosa, a campanha do ministro.
Santana e Haddad devem voltar a conversar nos próximos dias para estabelecer um cronograma de trabalho. Eles começaram a discutir a campanha em agosto, quando o publicitário aproveitou um encontro sobre o Pronatec, o programa federal de ensino técnico, para abordar o tema. "Foi uma conversa entre amigos. Ele me perguntou: 'E aí, vai sair mesmo?' Eu disse: 'Vou. E conto contigo na campanha'", relatou o ministro. "O João é um cara ótimo, tem um histórico de belas campanhas. É só ver seu currículo." Dirigentes do PT querem que Santana assuma a imagem de Haddad já em janeiro, quando ele deve deixar o governo para se dedicar à disputa em tempo integral.
Na primeira reunião do seu conselho político, no sábado passado, petistas reclamaram com o pré-candidato que sua campanha está "amadora" e cobraram pressa na montagem de uma estrutura profissional de comunicação. Uma queixa frequente é de que o ministro não estaria se preparando adequadamente para participar de atos públicos e encontros com militantes e líderes comunitários. "Ele chega às agendas de peito aberto, sem preparo prévio e algumas vezes sem saber o que vai ser tratado", observa um cacique petista.Santana terá o desafio de ajudar o novato Haddad a repetir o desempenho de Dilma, que também era inexperiente em eleições ao se candidatar no ano passado. Seu maior trunfo na TV deve ser o mesmo: a exploração da imagem de Lula como dublê de cabo eleitoral e fiador de um rosto novo para a maioria do eleitorado. O publicitário e o presidente do PT não atenderam a reportagem ontem. A sigla planejava anunciar a equipe de Haddad no mês que vem.(Da Folha de São Paulo)
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Pimentel diz ao JN que usou R$ 1,3 milhão para gastos. Por isso não aparece no seu IR. Aliás, pasmem, ele teve até restituição! Explica, Pimentel!
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Damata Pimentel, CPF 129.845.316-04, declarou ao Jornal Nacional, hoje à noite, que recebeu, liquido, pelas suas consultorias, R$ 1 milhão e 300 mil, usando este valor em gastos pessoais. Por isso, segundo ele, o valor não aparece na sua declaração de renda. Não aparece mesmo!
Clique na imagem para ampliar e ler.
Acima, está a informação pública, retirada do site da Receita Federal, sobre os rendimentos do ministro. Esta informação é aberta, basta ter o CPF do declarante que, neste caso, também está publicado na internet. Como todos podem ver, apesar de receber R$ 1 milhão e 300 mil reais para cobrir despesas pessoais, o ministro ainda teve restituição de Imposto de Renda nos dois anos em que foi consultor. Bom, o ministro pode ter recebido o dinheiro na forma de distribuição de resultados, com tributação sobre lucro presumido. Se foi assim, o ministro deveria mostrar, amanhã mesmo, a declaração de renda da sua empresa, a P-21. E lá deverá constar a distribuição de lucros realizada. Transparência é tudo na vida pública. Com a palavra, o ministro Pimentel.
Privataria do PT: TCU impede rombo de R$ 3,5 bilhões em apenas três aeroportos.
O TCU (Tribunal de Contas da União) aprovou os estudos que liberam os editais de concessão dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos (SP) e Brasília (DF), mas determinou várias mudanças nos textos.Entre as mudanças pedidas estão o aumento dos valores de outorga, um novo modelo para garantir que os ganhos de produtividade reduzam as tarifas e também que sejam incluídos no edital critérios mínimos de qualidade para as obras que serão feitas pelos concessionários, o que não estava determinado na minuta de edital apresentada ao órgão de controle. Isso significa que deverá haver exigências sobre o padrão de acabamento e qualidade dos materiais empregados nas obras de ampliação dos terminais de passageiros.
O tribunal determinou ainda que o governo aumente para R$ 3,8 bilhões o valor mínimo a receber de outorga pelo Aeroporto Internacional de Guarulhos ao longo da concessão. O governo havia proposto que o valor mínimo, que é o critério para a escolha do vencedor do leilão, fosse de R$ 2,3 bilhões e depois elevou o valor para R$ 2,5 bilhões. Já para o aeroporto de Viracopos (SP) o mínimo passou de R$ 521 milhões para R$ 1,7 bilhões, e o de Brasília, de R$ 75 milhões para R$ 761 milhões.Leia mais aqui.
AQUI O RELATÓRIO DO TCU, UM DOCUMENTO AVASSALADOR CONTRA A PRIVATARIA DO PT.
AQUI O RELATÓRIO DO TCU, UM DOCUMENTO AVASSALADOR CONTRA A PRIVATARIA DO PT.
Dilma, reaja contra o ecoterrorismo e a ditadura das ONGs internacionais.
Hoje pela manhã uma ONG chamada IPAM, Instituto para a Preservação da Amazônia, organizou a coletiva de Marina Silva, ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente, em plena COP 17, em Durban, África do Sul, montando o palco para que esta inimiga do Brasil espalhasse inverdades contra o país e falsas interpretações sobre o Código Florestal aprovado ontem à noite, pelo Senado.
Esta ONG, o IPAM, já recebeu milhões de reais do Governo Federal para ir lá para fora difamar o setor produtivo mais importante da economia brasileira, dando falsos argumentos para que medidas protecionistas sejam tomadas contra o Brasil pela concorrência internacional. Basta procurar o nome IPAM no Portal da Transparência e no SIAFI para verificar os dados.
Depois da entrevista coletiva mentirosa, o IPAM organizou um Manifesto contra o Brasil e contra o Governo Brasileiro, que está espalhando pelo mundo inteiro. É a ditadura do minoria. É um grupelho de golpistas tentando atropelar a democracia. Leiam aqui o amontoado de mentiras e de falsos argumentos que estes criminosos lesa-pátria estão espalhando mundo a fora. Aqui o texto deste verdadeiro crime contra a nossa pátria, em inglês!
Presidente Dilma Rousseff, este é um blog de oposição ao governo federal, mas existem temas que estão acima de ideologias e partidos políticos. O Brasil está sendo atacado por poderosos concorrentes que querem colocar o país de joelhos. Eles temem o agronegócio. Eles temem a nossa competitividade. Eles estão investindo pesado nestas organizações calhordas e covardes que assinam um Manifesto contra o Brasil e contra o Governo Brasileiro para cercear a nossa soberania. Eles usam uma das formas mais sofisticadas de imposição pelo medo: o ecoterrorismo. É hora de reagir contra estes canalhas. É hora de mostrar a esta gentalha que o Brasil está acima de tudo.
Nem a França quer o Rafale que o Lula queria.
O ministro francês da Defesa, Gérard Longuet, afirmou nesta quarta-feira que a produção do caça Rafale será interrompida caso não sejam feitos pedidos estrangeiros, mas explicou que a manutenção das aeronaves está garantida. "Se a Dassault não vender nenhum Rafale no exterior, a linha de produção será interrompida, depois que a França receber as 180 aeronaves que ordenou", declarou Longuet. "Naturalmente a manutenção das aeronaves será mantida", completou. Ao ser questionado sobre os motivos de a Dassault não conseguir vender o caça no exterior, Longuet disse que o Rafale é mais caro que o americano F/A-18 Super Hornet. "Quando nós encomendamos 200 Rafale, os americanos produzem 3.000 aeronaves", disse.(Folha Poder)
Lula, sobre o Rafale, em 3 de setembro de 2009...
"Um país do tamanho do Brasil não pode comprar um produto de outro país se esse país não passar a tecnologia"
"Eu, sinceramente, até por decoro presidencial, não posso dizer qual é o meu favorito. Nós sabemos que a França é o único país importante que está disposto a discutir conosco a transferência de tecnologia".
"A França se mostrou como o país mais flexível na questão da transferência de tecnologia, e obviamente essa é uma vantagem comparativa excepcional",
Festa de arromba.
Na tentativa de angariar recursos para o partido, o PSDB promoveu anteontem um jantar com empresários e sindicalistas em um bufê em Higienópolis, na zona oeste paulistana. O convite do encontro, no qual foi servido menu francês com caviar, salmão, couer de palmier (palmito) e dry martini, custava R$ 1 mil. No jantar, do qual participaram os pré-candidatos tucanos à Prefeitura, o governador Geraldo Alckmin disse que o PSDB defendia a bandeira da ética. O ex-governador José Serra afirmou ser favorável a amplo leque de alianças na eleição de 2012. Serra elogiou o encontro ao dizer que, mesmo custando "R$ 500", estava mais cheio que em outros anos - havia cerca de 400 pessoas. Corrigido pelo público, disse, em tom de brincadeira, que não havia pago o convite, por isso não sabia o valor do jantar, organizado por Felipe Sigollo, tesoureiro do PSDB estadual.(Do Estadão)
A verdade sobre o Código Florestal: Recomposição 24 x 0 Anistia.
Este é o texto (clique aqui) de 24 de novembro de 2011, que foi aprovado ontem no Senado. Ainda não tem as emendas aprovadas em plenário. Nele, a palavra "RECOMPOSIÇÃO" aparece 24 vezes, em 45 páginas. Sabem quantas vezes aparece a palavra "ANISTIA"? Nenhuma! Zero! Não existe anistia no texto da lei. Querem fazer o teste? Basta clicar no texto e seguir este passo a passo:
Escreva a palavra "anistia" no espaço marcado pela primeira seta vermelha e clique no botão indicado pela segunda seta vermelha....
Este é o resultado que vai aparecer para você, depois de pesquisa automática em 45 páginas do novo Código Florestal:
Quando você ouvir alguém dizer que existe "ANISTIA" no Código Florestal, pode chamar de mentiroso. Ah, faça o seguinte: repita o mesmo passo a passo usando o termo "RECOMPOSIÇÃO". Ele vai aparecer 24 vezes no texto do novo Código Florestal. É hora de recompor a verdade e, bondosamente, anistiar os mentirosos, se eles pararem de mentir.
Vai uma mandioquinha aí, Marina Silva?
No dia em que a Marina Silva, derrotada pela democracia que aprovou o novo Código Florestal, vai fazer coletiva na COP 17, em Durban, África do Sul, para defender os seus interesses políticos e difamar o Brasil, a notícia é que a mandioca salvou o PIB...
E a mandioca, quem diria, engorda até PIB. Na última safra, abençoado pelo clima, o tubérculo cresceu de tamanho e incrementou a produtividade da agropecuária - o maior destaque no PIB. Com expansão de 3,2% em relação ao segundo trimestre, foi o único grande setor que conseguiu aumentar a produção. Em comparação ao terceiro trimestre de 2010, o avanço foi de 6,9%. Além da mandioca salvadora, cujo aumento estimado da produção para este ano é 7,3% sobre 2010, feijão e laranja vingaram, com projeções de 6,1% e 3,1%, respectivamente. Mas, em se plantando, nem tudo dá, e há queda na estimativa de trigo (-14,1%), cana (-9,4%) e café (-7,5%).
- Ela (mandioca) puxou o crescimento. A agropecuária teve desempenho bem acima da média pois produtos que têm safra importante no terceiro trimestre tiveram crescimento de produção e produtividade, caso de mandioca, laranja e feijão - disse Rebeca Palis, gerente de Contas Nacionais Trimestrais do IBGE. A agropecuária vem colhendo boas safras e se beneficia de correções de preços desde 2010. A avaliação é do presidente da Sociedade Brasileira de Agricultura, Cesário Ramalho da Silva. As condições favoráveis, diz, se "irradiam" na rentabilidade do setor, que investe mais em insumos, em sementes com mais tecnologia.
- Quando se tem boas expectativas, tanto em termos de safra como de preços, se usa mais tecnologia nos cultivos. Além disso, houve aumento dos limites por agricultor e dos repasses de crédito para o plano de safra - disse Ramalho. - O momento é positivo. Amarilis Romano, analista do setor agrícola da consultoria Tendências, destaca o "clima favorável" e a modernização: - A expansão veio acima do esperado. A agricultura está se modernizando no país, e isso aparece nos números. ( De O Globo)
.........................................................................
Estes senadores votaram contra o Código Florestal:
.........................................................................
Estes senadores votaram contra o Código Florestal:
- Lindbergh Farias (PT-RJ)
- Paulo Davim (PV-RN)
- Cristovam Buarque (PDT-DF)
- João Capiberibe (PSB-AP)
- Randolfe Rodrigues (PSOL-AP)
- Marinor Brito (PSOL-PA)
- Fernando Collor de Mello (PTB-AL)
- Marcelo Crivella (PRP-RJ)
Brasil estagnado: PIB vai crescer abaixo de 3%.
O PIB brasileiro estacionou no terceiro trimestre, com crescimento zero em relação ao segundo, na série livre de influências sazonais. Foi o pior resultado desde o primeiro trimestre de 2009 (-1,7%). A desaceleração foi generalizada. Como esperado, a indústria teve queda, e a surpresa ficou por conta do recuo dos serviços e da desaceleração do consumo das famílias. Com isso, para diversos analistas, ficou bem difícil o PIB crescer 3% em 2011. Alguns já acham improvável chegar a 3% também em 2012.
"Dificilmente o PIB cresce 3% este ano", diz Bráulio Borges, economista-chefe da consultoria LCA. Levantamento da Agência Estado indica que várias instituições estão revisando suas projeções, para crescimento inferior a 3% em 2011. Mas a maioria acha que o quarto trimestre será melhor que o terceiro. Em relação a igual período de 2010, o PIB do terceiro trimestre cresceu 2,1%, o pior resultado desde a queda de 1,5% no terceiro trimestre de 2009, em plena crise global.
O mau desempenho do PIB no terceiro trimestre atingiu quase todos os setores e subsetores. A desaceleração foi puxada pela indústria e já atingiu o consumo das famílias, suporte da economia brasileira nos últimos anos. Os investimentos também caíram ante o segundo trimestre. Segundo os analistas, a alta da Selic (taxa básica de juros), as medidas de contenção de crédito desde o fim de 2010 e o impacto da crise internacional brecaram a economia brasileira.
A indústria recuou 0,9% e os serviços caíram 0,3% no terceiro trimestre, ante o período de abril a junho, na série dessazonalizada. Na indústria, foi a primeira queda desde o primeiro trimestre de 2009 (-6,4%). Nos serviços, a primeira desde o último trimestre de 2008 (-2,6). A agropecuária, porém, cresceu substanciais 3,2% no terceiro trimestre, impulsionada pela mandioca e laranja e pelo feijão.
O pior desempenho de todos subsetores do PIB foi o da indústria da transformação, que caiu 1,4% ante o segundo trimestre, na série dessazonalizada. Serviços ligados à indústria também foram afetados, com o comércio recuando 1% e transportes e armazenagem crescendo só 0,2%. Na indústria da transformação, houve queda em produtos como automóveis, prejudicados pelos altos estoques (e com férias coletivas em algumas montadoras no terceiro trimestre), e têxteis, vestuários e calçados, que vêm perdendo competitividade por causa do câmbio valorizado e da competição asiática.
As indústrias extrativa mineral e de serviços de utilidade pública foram melhor, crescendo respectivamente 0,9% e 0,8% ante o segundo trimestre. No primeiro caso, com ajuda de programas como o Luz para Todos. No segundo, do minério de ferro. Nos serviços, o destaque foi intermediação financeira e previdência complementar - alta de 1,7% ante o segundo trimestre. ( Do Estadão)
"Dificilmente o PIB cresce 3% este ano", diz Bráulio Borges, economista-chefe da consultoria LCA. Levantamento da Agência Estado indica que várias instituições estão revisando suas projeções, para crescimento inferior a 3% em 2011. Mas a maioria acha que o quarto trimestre será melhor que o terceiro. Em relação a igual período de 2010, o PIB do terceiro trimestre cresceu 2,1%, o pior resultado desde a queda de 1,5% no terceiro trimestre de 2009, em plena crise global.
O mau desempenho do PIB no terceiro trimestre atingiu quase todos os setores e subsetores. A desaceleração foi puxada pela indústria e já atingiu o consumo das famílias, suporte da economia brasileira nos últimos anos. Os investimentos também caíram ante o segundo trimestre. Segundo os analistas, a alta da Selic (taxa básica de juros), as medidas de contenção de crédito desde o fim de 2010 e o impacto da crise internacional brecaram a economia brasileira.
A indústria recuou 0,9% e os serviços caíram 0,3% no terceiro trimestre, ante o período de abril a junho, na série dessazonalizada. Na indústria, foi a primeira queda desde o primeiro trimestre de 2009 (-6,4%). Nos serviços, a primeira desde o último trimestre de 2008 (-2,6). A agropecuária, porém, cresceu substanciais 3,2% no terceiro trimestre, impulsionada pela mandioca e laranja e pelo feijão.
O pior desempenho de todos subsetores do PIB foi o da indústria da transformação, que caiu 1,4% ante o segundo trimestre, na série dessazonalizada. Serviços ligados à indústria também foram afetados, com o comércio recuando 1% e transportes e armazenagem crescendo só 0,2%. Na indústria da transformação, houve queda em produtos como automóveis, prejudicados pelos altos estoques (e com férias coletivas em algumas montadoras no terceiro trimestre), e têxteis, vestuários e calçados, que vêm perdendo competitividade por causa do câmbio valorizado e da competição asiática.
As indústrias extrativa mineral e de serviços de utilidade pública foram melhor, crescendo respectivamente 0,9% e 0,8% ante o segundo trimestre. No primeiro caso, com ajuda de programas como o Luz para Todos. No segundo, do minério de ferro. Nos serviços, o destaque foi intermediação financeira e previdência complementar - alta de 1,7% ante o segundo trimestre. ( Do Estadão)
Um mês depois de deixar prefeitura, Pimentel virou consultor de empresas mineiras para " apresentar projetos regionais aos órgãos de gestão pública".
Uma empresa do ministro Fernando Pimentel ( Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ) recebeu ao menos R$ 500 mil para elaborar projetos a serem apresentados ao poder público por empresas associadas ao Ciemg (Centro de Indústrias do Estado de Minas Gerais). O contrato com as indústrias, mostrado à reportagem pela assessoria do ministro, contradiz a versão apresentada à Folha pelo próprio Pimentel anteontem, quando ele disse que não tinha trabalhado para as empresas, apenas para a entidade patronal. O centro é braço da Fiemg (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais) e tem mais de 900 associadas.Entre elas estão pesos-pesados da balança comercial, interessados em decisões ministeriais de Pimentel.
Um dos coordenadores da campanha de Dilma Rousseff no ano passado e amigo da presidente, Pimentel se tornou titular da pasta responsável por ações de financiamento a exportação e importação, e por fiscalizar a regularidade destas operações. Anteontem, Pimentel afirmou que seus serviços foram prestados apenas em favor da Fiemg, sem relação com nenhuma empresa específica. Ontem, manteve sua versão. Mas o contrato firmado por sua empresa, a P-21 Consultoria Ltda., prevê "prestação de serviços na área de planejamento, consultoria econômica, financeira e tributária para as empresas associadas ao Ciemg, abrangendo os associados desta instituição que tenham como meta a intenção de apresentarem projetos regionais aos órgãos da gestão pública".
A Folha pediu detalhes desses documentos. Não houve resposta. O contrato foi assinado em 2009, pouco mais de um mês depois de Pimentel deixar o cargo de prefeito de Belo Horizonte (MG), elegendo seu aliado, Márcio Lacerda (PSB). Segundo o jornal "O Globo", Pimentel assinou outro contrato com a Fiemg, também de R$ 500 mil, afora R$ 914 mil de dois clientes. A Fiemg não se manifestou. Empresas associadas à federação não responderam. Dilma orientou Pimentel a "não repetir Antonio Palocci" e dar esclarecimentos exaustivos sobre o caso.(Da Folha de São Paulo)
Pimentel saiu da Prefeitura, mas sócio ficou lá defendendo seus interesses.
Apesar de o ministro da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, alegar que já estava fora da prefeitura de Belo Horizonte quando prestou serviços de consultoria, o mesmo não pode ser dito em relação ao seu sócio na P-21 Consultoria e Projetos Ltda e assessor de longa data: Otílio Prado. Exonerado por Pimentel do cargo de consultor técnico em 31 de dezembro de 2008, último dia do mandato de Pimentel como prefeito, Otílio voltou dois dias depois, pela caneta do sucessor, Márcio Lacerda (PSB), afilhado político do petista. Desde então, é assessor especial lotado no gabinete do prefeito, com salário de R$ 8.840. Leia mais aqui.
Pimentel vendeu lote acima do preço de mercado para fornecedor da prefeitura e futuro cliente da sua consultoria.
As relações entre o ministro Fernando Pimentel (PT) e o empresário Roberto Giannetti Nelson de Senna, dono da HAP Engenharia, não se resumem à amizade declarada por ambos. Em 2000, quando Pimentel era vice-prefeito de Belo Horizonte e a HAP colecionava contratos sem licitação com a administração municipal, Senna comprou um lote de Pimentel no bairro Buritis, na capital mineira, por R$ 55 mil. Em vez de registrar o ato em um dos cartórios de Belo Horizonte, os dois viajaram 136 quilômetros para registrar a escritura de compra e venda no Serviço Notarial de Papagaios, cidade de 14,1 mil habitantes no interior de Minas Gerais.
O fato chamou a atenção do Ministério Público de Minas, que obteve novo certificado da tabeliã da cidade atestando a veracidade do registro e o incluiu no inquérito que virou ação civil pública contra Senna, Pimentel e ex-dirigentes da prefeitura. A acusação é de superfaturamento de obras e desvio de recursos públicos para a campanha do petista em 2004. Para o MP, o registro distante tinha como objetivo esconder a relação entre Pimentel e o empresário.
Como noticiou O GLOBO nesta terça-feira, a empresa de Pimentel, a P-21 Consultoria e Projetos, recebeu em 2009 e 2010 R$ 400 mil da QA Consulting, que pertence a um dos filhos de Otílio Prado, sócio do petista na empresa e seu assessor especial quando ele estava na prefeitura. O pagamento foi feito em duas parcelas de R$ 200 mil, a primeira paga em 19 de fevereiro de 2009, dois dias após a QA Consulting receber R$ 230 mil da HAP Engenharia para realizar serviços de "cabeamento estruturado para rede de computadores".
Perguntada sobre o motivo de registrar a escritura de venda do lote por R$ 55 mil, em 2000, em local distante, a assessoria de Pimentel divulgou nota: "Tratou-se de procedimento legal, registrado em cartório e declarado à Receita Federal". Antes, a assessoria informara que a opção de registro em Papagaios teria sido ideia de Senna, em função de melhores preços cobrados pelo serviço notarial daquela cidade. Mas os custos para registro de imóveis são tabelados em Minas desde 1997. Isso significa que tanto em BH quanto em Papagaios Senna pagaria, em 2000, R$ 405,56 pela escritura de um imóvel nesse valor, segundo o Sindicato dos Oficiais de Registro de Minas.
Dois anos após comprar o lote de Pimentel, Senna o revendeu à MRV Engenharia por R$ 47,5 mil, com prejuízo de R$ 7,5 mil (13,6% do valor pago). - Na época o mercado estava mais estável, mas não há explicação para um imóvel abaixar de preço. Desde a crise dos anos 80, isso nunca aconteceu em Belo Horizonte, ainda mais em um bairro em desenvolvimento, como o Burtis - diz o consultor imobiliário na região José Edmar de Faria. Perguntado sobre por que vendeu o imóvel por um preço abaixo, Senna não respondeu. Não quis dizer o motivo do registro em Papagaios. E divulgou nota dizendo ser "ridícula" a acusação de que teria tentado ocultar o negócio, já que a escritura também teria sido registrada em cartório de Belo Horizonte. Mas ele não esclareceu quando isso aconteceu. (De O Globo)
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Senado aprova Código Florestal: 59 x 7.
Apesar da Marina Silva, que fugiu para a COP 17 onde, amanhã, dará coletiva para difamar o Brasil. Apesar da Miriam Leitão. Apesar da Soninha Francine. Apesar do Lindbergh Farias. Apesar das ONGS estrangeiras. Apesar de mentiras e calúnias espalhadas mundo a fora, o Código Florestal foi aprovado, no Senado, por 59 x 7. No dia em que foi anunciado o menor desmatamento da Amazônia dos últimos 24 anos. No dia em que a agropecuária foi o único setor que cresceu, impedindo que o PIB ficasse abaixo de zero no terceiro trimestre de 2011. Agora é na Câmara. E depois na mesa da Dilma. E da mesa da Dilma para a mesa de todos os brasileiros que continuarão a ter a melhor e a mais barata comida do mundo.
PPS nega apoio para eleger mensaleiro João Paulo Cunha.
Causou espanto a notícia de que o PPS, junto com o DEM, estariam apoiando o mensaleiro João Paulo Cunha à prefeitura de Osasco, São Paulo, em 2012. O deputado Roberto Freire, presidente do PPS, acaba de negar veementemente. Leia aqui o post que comunicava o acordo.
Agronegócio salva o PIB.
O Brasil empacou no terceiro trimestre deste ano, mas o agronegócio manteve o pé no acelerador. O PIB nacional registrou estagnação em relação ao trimestre anterior, enquanto o PIB agropecuário cresceu 3,2%.Em relação ao terceiro trimestre de 2010, houve um avanço maior,de 6,9%, segundo os resultados divulgados hoje pelo IBGE. Qual é o segredo do sucesso da agropecuária? Os agricultores hoje estão focados no aumento da produtividade de suas fazendas e conseguindo superar suas marcas a cada safra.
Enquanto isso, o baque sentido pela economia brasileira no terceiro trimestre foi tão forte que o Brasil teve desempenho semelhante à Espanha, um dos piores da zona do euro. O Produto Interno Bruto (PIB, total de bens e serviços produzidos no país) do Brasil e da Espanha tiveram variação nula (0,0%) no terceiro trimestre, na comparação com o segundo trimestre deste ano. No mesmo período, os 17 países-membros da zona do euro tiveram crescimento médio de 0,2%.
Com informações de O Globo.
Assinar:
Postagens (Atom)



















