Em reunião com a bancada do PT na Câmara, o ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, recomendou aos deputados que, ao elogiarem o governo de Dilma Rousseff, não se esqueçam da gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Eu levantei uma preocupação à bancada do PT. O processo de disputa política é permanente. O PT tem que se preocupar em reafirmar e defender o governo Dilma, mas sem esquecer nossa caminhada até aqui. Temos que ter orgulho do legado deixado pelo presidente Lula", afirmou o ministro, aos jornalistas, na saída da reunião. "Estou apenas levantando uma preocupação", justificou.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
A política não sai de José Serra. Azar dos oportunistas.
Entrevista concedida ao Jornal Valor Econômico:
Valor: Como o senhor pretende retomar à cena política nacional? Quais são os seus planos?
José Serra: Eu não vou retornar pelo simples fato de que não sai dela. É o sentido de vida que escolhi. As formas variam desde que me engajei na política, quando líder estudantil, passando pelo exílio, pela universidade, Congresso e Executivo. O conteúdo é que não varia: servir a nosso povo e ao nosso país. Parafraseando aquele poeta espanhol, o caminho será feito pelo andar.
José Serra: Eu não vou retornar pelo simples fato de que não sai dela. É o sentido de vida que escolhi. As formas variam desde que me engajei na política, quando líder estudantil, passando pelo exílio, pela universidade, Congresso e Executivo. O conteúdo é que não varia: servir a nosso povo e ao nosso país. Parafraseando aquele poeta espanhol, o caminho será feito pelo andar.
Valor: O senhor pretende candidatar-se à presidência do PSDB?
Serra: Apesar de todas as especulações sobre isso, devo dizer que a questão é extemporânea. Nem sei bem quando será a eleição. Não vou fazer nenhum gesto que possa, de alguma maneira, encurtar o mandato do presidente Sérgio Guerra. Vou agir como gostaria que agissem comigo. E sempre pensando no interesse do Brasil. E o Brasil precisa de uma oposição com unidade de ação, idéias claras, coragem e disposição para fiscalizar, cobrar, empurrar o governo para as posições que atendam ao interesse dos brasileiros. Vou trabalhar, com minha experiência, meus conhecimentos e minha liderança, para que a oposição seja cada vez mais ágil, mais viva, mais coerente e mais eficiente. Dentro e fora da estrutura partidária. É preciso fazer embate vivo de idéias e propostas. Isso tudo é necessário ao funcionamento da democracia, melhora o país. No Brasil, às vezes, pensa-se que o vencedor leva tudo, “The winner takes all”. Mas não é assim. Tivemos o voto de quase 44 milhões de brasileiros. Perto de 44% dos eleitores que votaram, no segundo turno, apoiaram a nossa proposta. Embora tenha perdido, o PSDB cresceu. Temos de honrar esses votos. Temos de representar esses eleitores. Temos de manter esses eleitores informados e orgulhosos de sua escolha.
Serra: Apesar de todas as especulações sobre isso, devo dizer que a questão é extemporânea. Nem sei bem quando será a eleição. Não vou fazer nenhum gesto que possa, de alguma maneira, encurtar o mandato do presidente Sérgio Guerra. Vou agir como gostaria que agissem comigo. E sempre pensando no interesse do Brasil. E o Brasil precisa de uma oposição com unidade de ação, idéias claras, coragem e disposição para fiscalizar, cobrar, empurrar o governo para as posições que atendam ao interesse dos brasileiros. Vou trabalhar, com minha experiência, meus conhecimentos e minha liderança, para que a oposição seja cada vez mais ágil, mais viva, mais coerente e mais eficiente. Dentro e fora da estrutura partidária. É preciso fazer embate vivo de idéias e propostas. Isso tudo é necessário ao funcionamento da democracia, melhora o país. No Brasil, às vezes, pensa-se que o vencedor leva tudo, “The winner takes all”. Mas não é assim. Tivemos o voto de quase 44 milhões de brasileiros. Perto de 44% dos eleitores que votaram, no segundo turno, apoiaram a nossa proposta. Embora tenha perdido, o PSDB cresceu. Temos de honrar esses votos. Temos de representar esses eleitores. Temos de manter esses eleitores informados e orgulhosos de sua escolha.
Valor: Qual a avaliação do se-nhor sobre a manifestação da ban-cada do PSDB da Câmara em apoio à reeleição do deputado Sérgio Guerra no comando do partido?
Serra: Criou-se um mal-entendido, um equívoco. Se os deputados estão em uma reunião e alguém propõe uma manifestação de apoio ao atual presidente do partido, ê natural que todos apoiem. Todos assinaram. Em nenhum momento se colocou se haveria, ou não, outro candidato. Não era fulano contra beltrano. Eu apoiei a eleição do presidente Sérgio Guerra e o escolhi para coordenar a minha campanha. As assinaturas não devem ser interpretadas como uma manifestação contra mim, ou contra o [senador] Aécio [Neves], ou contra o [ex-presidente] Fernando Henrique [Cardoso], ou contra o [ex-senador] Tasso Jereissati]. Como disse o [governador de São Paulo, Geraldo] Alckmin, ainda é cedo para se decidir sobre a futura direção do PSDB.
Serra: Criou-se um mal-entendido, um equívoco. Se os deputados estão em uma reunião e alguém propõe uma manifestação de apoio ao atual presidente do partido, ê natural que todos apoiem. Todos assinaram. Em nenhum momento se colocou se haveria, ou não, outro candidato. Não era fulano contra beltrano. Eu apoiei a eleição do presidente Sérgio Guerra e o escolhi para coordenar a minha campanha. As assinaturas não devem ser interpretadas como uma manifestação contra mim, ou contra o [senador] Aécio [Neves], ou contra o [ex-presidente] Fernando Henrique [Cardoso], ou contra o [ex-senador] Tasso Jereissati]. Como disse o [governador de São Paulo, Geraldo] Alckmin, ainda é cedo para se decidir sobre a futura direção do PSDB.
Valor: O senhor pretende candidatar-se a algum cargo eletivo nas próximas eleições, em 2012? E em 2014?
Serra: Não vou me candidatar em 2012. E 2014 ainda está muito longe. Seria burrice especular sobre o que vai acontecer daqui a quatro anos. É um erro grave trazer 2014 a valor presente.
Serra: Não vou me candidatar em 2012. E 2014 ainda está muito longe. Seria burrice especular sobre o que vai acontecer daqui a quatro anos. É um erro grave trazer 2014 a valor presente.
Valor: Caso o senhor não pretenda se candidatar à Prefeitura de São Paulo em 2012, qual nome o senhor apoiaria para a disputa?
Serra: Vou apoiar o candidato que o meu partido, o PSDB, indicar.
Serra: Vou apoiar o candidato que o meu partido, o PSDB, indicar.
Valor: Como poderá ser a relação política entre o senhor e o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, caso ele migre do DEM para o PMDB?
Serra: Tenho com o prefeito Kassab uma boa relação, pessoal, de amizade, pessoal e política. Mas seria tolo especular sobre algo hipotético, que pode ou não acontecer num futuro ainda indeterminado.
Serra: Tenho com o prefeito Kassab uma boa relação, pessoal, de amizade, pessoal e política. Mas seria tolo especular sobre algo hipotético, que pode ou não acontecer num futuro ainda indeterminado.
Valor: Como tem sido a sua relação com o governador Geraldo Alckmin? O senhor aprova a aproximação do governo paulista com o governo federal? E concorda com as mudanças que estão ocorrendo em secretarias estaduais, como as de Transportes Metropolitanos, Saúde, Educação, Habitação e Desenvolvimento Social?
Serra: Minha relação com o governador é ótima. Temos conversado com bastante freqüência, e vou torcer e ajudar para que ele faça um excelente governo. Tenho certeza de que fará. Qualquer governante, de qualquer partido, tem de trabalhar em cooperação com outras esferas de governo, de qualquer partido. O interesse da população deve prevalecer. É assim que eu fiz quando fui ministro, prefeito e governador. É assim que vejo o governador Alckmin agir. Sobre as ações estaduais, não estou preocupado se há esta ou aquela diferença em relação a eventuais decisões que eu tenha tomado no passado. Cada governante tem o seu jeito, seu “timing”, sua visão, sua avaliação e as condições objetivas para trabalhar. Tenho plena confiança de que o governador Alckmin vai fazer uma gestão muito boa. Além da certeza, o governador Alckmin tem o meu apoio, a minha torcida, a minha solidariedade e a minha ajuda, se precisar.
Serra: Minha relação com o governador é ótima. Temos conversado com bastante freqüência, e vou torcer e ajudar para que ele faça um excelente governo. Tenho certeza de que fará. Qualquer governante, de qualquer partido, tem de trabalhar em cooperação com outras esferas de governo, de qualquer partido. O interesse da população deve prevalecer. É assim que eu fiz quando fui ministro, prefeito e governador. É assim que vejo o governador Alckmin agir. Sobre as ações estaduais, não estou preocupado se há esta ou aquela diferença em relação a eventuais decisões que eu tenha tomado no passado. Cada governante tem o seu jeito, seu “timing”, sua visão, sua avaliação e as condições objetivas para trabalhar. Tenho plena confiança de que o governador Alckmin vai fazer uma gestão muito boa. Além da certeza, o governador Alckmin tem o meu apoio, a minha torcida, a minha solidariedade e a minha ajuda, se precisar.
Valor: O senhor tem conversado com o senador Aécio Neves? Acredita que ele poderá ser o grande líder da oposição no Congresso?
Serra: Se ele vai ser ou não um grande líder da oposição no Congresso, depende dele. Ele tem experiência pra isso.
Serra: Se ele vai ser ou não um grande líder da oposição no Congresso, depende dele. Ele tem experiência pra isso.
Valor: O senhor disse que passaria a dar palestras, a partir deste ano, como forma de obter recursos. O senhor já começou a dar palestras? Quais foram os convites que o senhor recebeu?
Serra: Vou trabalhar para viver, fazendo palestras, dando aulas e escrevendo. Também sei governar e legislar. Mas, no momento, estou sem mandato.
Serra: Vou trabalhar para viver, fazendo palestras, dando aulas e escrevendo. Também sei governar e legislar. Mas, no momento, estou sem mandato.
Jatinho da Coteminas leva ex-presidente para o Forum Social Mundial.
José Alencar ganha tratamento grátis no Sírio-Libanês e empresta jatinho para o ex-presidente velhaco sair discursando Àfrica afora. Dizem que é por isso que tem jatinho.
Muito além da politicagem.
A despeito das movimentações políticas de Gilberto Kassab (DEM), que se articula para migrar para o PMDB, o governo do Estado e a Prefeitura de São Paulo assinaram, na manhã de hoje, uma série de convênios no valor total de R$ 683 milhões. A parceria se estenderá por diversas áreas, como educação, saúde, saneamento, habitação e meio ambiente. Para a implantação de 4.000 novas vagas em creches, por exemplo, foram destinados R$ 80 milhões -- R$ 40 milhões da prefeitura e R$ 40 milhões do governo estadual. O governador Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou que, do total investido, R$ 480 milhões sairão dos cofres do Estado, R$ 130 milhões virão da prefeitura e haverá uma complementação com dinheiro do BID (Banco Internamericano de Desenvolvimento). Alckmin deu destaque à parceria para retirada de famílias de área de risco, em especial das várzeas do Tietê.(Informaçoes da Folha Poder)
Aecius aegypti.
O mosquitinho da conversa fiada, do conchavo e da politicagem já mordeu o deputadinho baiano, ACM Neto, o novo liderzinho do DEM na Câmara. Segundo o Painel da Folha, ele pretende procurar em breve os ministros Palocci e Luiz Sérgio para propor uma não rebelião da oposição. "Estamos à disposição para conversar sobre uma agenda para o país. Seremos uma oposição firme, mas que conversa", afirma.
STF decide que o mandato é do partido, não das coligações.
Pelo menos uma parte dos leilões e acordos espúrios nos governos estaduais chegou ao fim com a decisão do STF. Estava uma festa. Por exemplo: o deputado se elegia pelo PT, assumia como secretário de estado e no seu lugar entrava um suplente da coligação, do PMDB. Quem saía perdendo era o eleitor, que havia votado no candidato para ser o seu representante no Legislativo, não no Executivo. Ao decidir, a ministra Cármen Lúcia apoiou-se na jurisprudência firmada pela Suprema Corte que, em casos semelhantes, sempre reforçou o entendimento de que, no sistema proporcional, os mandatos parlamentares conquistados pertencem aos partidos políticos, não às coligações formadas por eles para a disputa do pleito. Segundo tal entendimento, as coligações são pessoas jurídicas constituídas temporariamente para determinada eleição, desfazendo-se tão logo encerrado o pleito.
"Minha Casa, Minha Vida" criada e gerida por petistas foi à bancarrota.
A Bancoop, uma espécie de "Minha Casa, Minha Vida" dos petistas, foi criada pelo Ricardo Berzoini. Vendeu apartamento até para o ex-presidente. Era presidida até o ano passado pelo atual tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. O logotipo poderia ser uma estrela vermelha com Bancoop escrito dentro. Quem quiser conhecer a história de um calote de centenas de milhões em milhares de trabalhadores, que em vez de receber as suas casass tiveram dinheiro desviado para as campanhas do PT, basta botar Bancoop do google. Ou na ferramenta de busca deste blog. Agora leiam a reportagem abaixo, do Estadão. É só clicar na imagem para ampliar.
O homem da Dilma em Furnas é do ramo: já levou multa no TCU e tem outros "pequenos casos" ainda pendentes.
O novo diretor-presidente de Furnas, Flávio Decat, já foi punido por irregularidades em licitação feita no período em que ele presidia outra estatal do setor elétrico. O Tribunal de Contas da União aplicou multa em Decat de R$ 16 mil por ter ignorado um veto do próprio tribunal e autorizado, como presidente da Amazonas Energia, a disputa por um contrato de R$ 6,6 milhões. Decat comandou a empresa do grupo Eletrobras até abril do ano passado, quando deixou o governo para atuar na iniciativa privada. De acordo com o TCU, o então presidente da Amazonas Energia autorizou um segundo pregão exatamente igual ao primeiro, suspenso pela corte, para contratar rede digital de comunicação. "Fica claro que a empresa tinha plena consciência de estar indo de encontro à deliberação anterior desta corte", diz a sentença...O próprio Decat afirma que responde no tribunal a outros "pequenos casos". (da Folha de São Paulo)
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Ministro brasileiro declara apoio do governo Dilma à Irmandade Muçulmana.
“Os movimentos de massa [do Egito] lembram muito os que tivemos no Brasil contra a ditadura. Esperamos que ocorra o mesmo que conosco: que esses movimentos saiam dessas lutas para regimes e sistemas de governo democráticos.”
Declaração de apoio de Gilberto Carvalho à Irmandade Muçulmana, carinhosamente chamada de movimento social pelo secretário-geral da Presidência da República, representante oficial do Brasil no Foro Social Mundial, no Senegal.
O que a notícia abaixo tem a ver com a enquete ao lado?
A enquete ao lado mostra, claramente, que as pessoas e as suas biografias estão acima dos partidos políticos. Isto não é novidade alguma. Apenas sujeitos sem predicados como um Rodrigo Maia ou um Severino Sérgio Estelita Guerra, manipulados por Aécio Neves, podem achar que terão algum sucesso traindo os eleitores que deram quase 44 milhões de votos em José Serra e Indio da Costa, achando que PSDB e DEM estão acima deles. Vejam a notícia abaixo e façam as devidas correlações com a enquete ao lado:
O candidato do DEM, Murilo Zauith, 61, venceu a eleição suplementar para prefeito realizada neste domingo em Dourados (a 225 km de Campo Grande). À frente de uma coligação de 14 partidos que incluiu até o PT, PSDB e PMDB, Zauith recebeu quase 71 mil votos, o equivalente a 80% dos votos válidos. O segundo colocado foi Geraldo Sales Ferreira (PSDC), com 14%. O novo prefeito assumirá o cargo para um mandato tampão de menos de dois anos. Paulista de Barretos, engenheiro civil, Zauith já ocupou em 1993 a secretaria do Planejamento da cidade. Foi duas vezes deputado estadual e uma federal. Em 2006, foi eleito vice-governador de Mato Grosso do Sul na chapa de André Puccinelli (PMDB). É o atual presidente estadual do DEM... A vitória por ampla margem, segundo ele, não se deu apenas em razão da grande coalizão de partidos. "Antes mesmo dessa união, meu nome já surgia nas pesquisas como o preferido", disse.
Antes e depois.
Antes...
Vim, hoje, por também reconhecer o papel extraordinário que o presidente Mubarak tem no mundo. Quem acompanha a política sabe que o presidente Mubarak é um homem preocupado com a paz no mundo, com o fim dos conflitos, com o desenvolvimento e com a justiça social.
(Lula, em visita ao Egito, em 8 de dezembro de 2003)
Depois...
Depois...
O Brasil vê "com bons olhos" o movimento popular que contesta, nas ruas do Cairo, o regime do presidente do Egito, Hosni Mubarak. A expressão foi empregada pelo secretário-geral da presidência, Gilberto Carvalho, hoje , em Dacar, no Senegal, na abertura do 11o Fórum Social Mundial (FSM). Segundo Carvalho, os protestos realizados na Tunísia e no Egito nos últimos dois meses devem resultar em mudanças profundas. "Claro que respeitamos a autonomia de cada país, mas temos uma expectativa muito forte de que de fato surja nesses países novos governos". Questionado pelo Estado se o governo defendia a renúncia de Mubarak, após 30 anos de poder, Carvalho foi comedido. "Não queremos fazer uma intervenção direta nesse momento. Mas os movimentos sociais se mostram tão fortes que seria muito importante nesse momento uma atitude do presidente Mubarak evitando a violência e abrindo a possibilidade para novas eleições."
A enquete ao lado mostra que o eleitor vota em pessoas, em primeiro lugar. Partidos deveriam rever os seus conceitos.
Que "capital político" estes dois derrotados têm para vender o seu voto para Aécio Neves? Você deu procuração a eles?
Dêem uma olhada na enquete ao lado. Tirem as suas conclusões. Ao que parece, o eleitorado formador de opinião não aguenta mais os partidos políticos. Basta ver o loteamento que estão promovendo nos governos estaduais e federal. O Brasil está precisando de bons políticos, não de partidos recheados de oportunistas, safados e vendilhões do voto alheio. Os partidos de oposição nunca foram flor que se cheirasse. Mas o que Rodrigo Maia e Severino Sérgio Estelita Guerra estão fazendo com o DEM e o PSDB não tem cabimento. Por ter um cargo partidário, onde estão por maquinações internas e negociações obscuras, acham que podem vender a militância em troca de benesses futuras.Estão vendendo o que não têm. Estão vendendo o voto alheio. Aqui estão sendo avisados desde agora: não vão entregar o que estão prometendo, porque o eleitor não é mais bobo.
O ridículo papel do DEM de Rodrigo Maia como capacho de Aécio Neves.
Em 25 de janeiro passado, o deputado federal Marcos Montes (DEM-MG) desistiu de concorrer à liderança do partido na Câmara Federal. Em nota oficial, emprestou seu apoio à Eduardo Sciarra(DEM-PR), do grupo que tenta limpar o partido da influência do senador mineiro, que praticamente comprou as "jovens lideranças" que deveriam estar revitalizando o partido. Era mentira. Por debaixo dos panos, votou em ACM Neto, mandado pelo ex-governador, de quem foi secretário de estado. Hoje o mesmo deputado está no jornal o Estado de Minas, como parte da tropa de choque que comemora um suposto enfraquecimento de José Serra no PSDB e uma ainda mais suposta ascenção de Aécio Neves como virtual candidato à presidência em 2014. Vejam os dois trechos da reportagem,que mostram o servilismo de parte da cúpula do DEM ao Projeto Minas de Aécio Neves:
ACM Neto foi eleito com vantagem para a liderança da bancada democrata na Câmara dos Deputados. Por trás da vitória apareceu o ex-governador mineiro, que, além de virar votos a favor do baiano, articulou que o deputado federal Marcos Montes (DEM), seu ex-secretário de estado, desistisse da disputa em favor de ACM. A candidatura do deputado baiano à liderança teve o aval do presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), que nunca escondeu sua preferência por Aécio Neves, desde as longas idas e vindas que culminaram com a indicação de Serra como candidato à Presidência. ACM Neto derrotou por 27 a 16 o deputado Eduardo Sciarra (PR), candidato ligado ao demo-serrista Paulo Bornhausen (SC). Essa vitória abre caminho para a eleição em março do senador José Agripino (RN) – também ligado à cúpula aecista dos Democratas – para comandar o DEM.
Marcos Montes nega que haja interferência de Aécio Neves nas discussões internas do DEM. Segundo ele, a sua desistência da disputa e a escolha de ACM Neto com 11 votos de vantagem nada mais é do que um posicionamento claro do partido em torno de um projeto nacional. “Serra é uma página virada para o projeto do Democratas”, afirma. Para ele, é natural que a movimentação de Aécio Neves “cause ciúmes” em figuras ligadas ao ex-governador José Serra. “Terminamos a legislatura passada com uma oposição sem rumo, esfacelada e temos agora a expectativa de um trabalho mais articulado, tendo o senador Aécio Neves como liderança.”
Você votou em quem?
Pelo menos aqui neste blog, uma enquete tem lá o seu valor. É um bom termômetro sobre a oposição, pois é inegável que esta é a linha do Coturno Noturno. Então, vamos lá. Ao lado, está a enquete que busca saber o que orientou o seu voto. Se ele foi um voto partidário, se ele foi um voto em pessoas, se ele foi apenas um voto de oposição. A pergunta é: NAS ÚLTIMAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS, VOCÊ VOTOU EM QUEM? Você pode escolher entre cinco respostas: a) Contra o PT; b) No PSDB; c) No DEM; d) Em José Serra e Indio da Costa; e) Em José Serra. Obviamente, como este é um blog democrático, não existe alternativa para votos petralhas, porque eles não gostam de democracia. Cada leitor, um voto.
Presidente do DEM vira moleque de recados de Aécio Neves.
Esquecendo que o DEM indicou o vice da chapa, deputado Indio da Costa, Rodrigo Maia (DEM-RJ) , presidente do Democratas, abandona o mínimo de decoro e vira um moleque de recados de Aécio Neves, atacando grosseiramente o seu colega de partido. Aliás, figura pífia na política carioca, o filho do candidato derrotado ao senado do Rio, César Maia, rasgou o estatuto do DEM, afastando os seus fundadores, para se manter no comando da legenda. O seu mentor é o tucano mineiro, do qual virou uma espécie de boca de aluguel. A que preço, ninguém sabe.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Senador tucano mais votado do Brasil afirma: "Aécio não é candidato natural".
É natural a candidatura dele (Aécio) à Presidência?
Não, tem de ser construída. Tem muitos nomes que podem vir a ser. Alckmin, acho eu, o próprio Serra...
Confira aqui a entrevista de Aloysio Nunes(PSDB-SP) ao Estadão.
Senador tucano mais votado no Brasil afirma: abaixo-assinado de Severino Sérgio Estelita Guerra foi uma "forma odiosa".
O senador da República Aloysio Nunes (PSDB) criticou duramente “gente” do seu partido que, por meio de articulações oblíquas, tenta isolar o ex-governador de São Paulo e candidato derrotado à presidência José Serra, e seu grupo. “Acho tudo isso muito negativo. O que o eleitor tucano espera do PSDB é que ele dê tiros para fora, não para dentro. Nosso objetivo é fazer uma oposição firme ao PT. E para isso a unidade interna é fundamental”, declarou Aloysio.
O senador se refere ao movimento insuflado pelo presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, dentro da bancada tucana na Câmara, para tentar ser reconduzido à presidência em detrimento das pretensões de Serra. Segundo Aloysio, a movimentação, levada a cabo no início da semana, “foi um erro que um político da estatura do Guerra não poderia cometer”, disse ele, que considerou “odiosa” a forma como a articulação pró-Guerra e contra Serra se sucedeu. “A forma de abaixo assinado é odiosa, gera constrangimento. Poucos deputados têm independência para dizer que isso não se resolve assim.”
O senador rio-pretense considera ainda que, antes de debater quem vai assumir o comando nacional do partido, o PSDB precisa se recompor e definir suas “bandeiras.” “O partido tem de fazer um debate interno sobre os rumos. As bandeiras que temos de pôr como sinais da nossa presença na política, nossas propostas e como reorganizar o partido onde fomos muito mal nas eleições, como nos Estados do nordeste”, disse o rio-pretense, na seguinte entrevista ao Diário:
Diário da Região - Temos acompanhado as discussões internas do PSDB e gostaria de saber do senhor qual o rumo do partido com a tentativa de isolar o grupo do Serra, além de terem excluído o senhor e o Serra do programa de ontem (quinta-feira), diferente do que estava previsto.
Aloysio Nunes - Isso aí eu vi no Painel da Folha. Não tem confirmação disso. O fato de não terem mencionado meu nome é irrelevante. Tenho quase 11,2 milhões de votos. Se suprimiram meu nome numa menção de alguns segundos não me ataca em nada. Sei conter meu ego dentro de limites razoáveis. Agora, o que está havendo, são pressões internas em busca de quem vai liderar, quem vai conduzir partido na oposição, quem vai ser o candidato em 2014... Acho tudo isso muito negativo. O que o eleitor tucano espera do PSDB é que ele dê tiros para fora, não para dentro. Nosso objetivo é fazer uma oposição firme ao PT. E para isso a unidade interna é fundamental, para que possamos juntar nossas forças numa só direção. Segundo que é prematuro você discutir quem poderá ser o candidato em 2014. Tem muita água para rolar ainda. Sabe-se lá como estará o governo, os partidos, quais vão ser as condições do País, os reflexos da eleição de 2012. Tem gente querendo colocar o carro na frente dos bois.
Diário - Quando o senhor fala “gente” é o Aécio Neves?
Aloysio - Não, não é o Aécio. Houve um movimento para recondução do presidente do partido, Sérgio Guerra, que foi deflagrado no interior da bancada do PSDB na Câmara. Pelo próprio presidente, porque esses movimentos não são de geração espontânea. Eu acho que isso foi um erro, porque criou toda uma excitação interna, externa, na imprensa. Então um erro. Erro que político da sutileza e da estatura do Guerra não poderia cometer. Erro de timing, porque atropela o processo de eleições nos diferentes escalões do partido; segundo, pela forma. Forma de abaixo assinado é odiosa, gera constrangimento. Poucos deputados têm independência para dizer que isso não se resolve assim. Vaz de Lima foi um deles, pouquíssimos. Terceiro, antes de escolher presidente o partido tem de fazer avaliação, debate interno, sobre os rumos. As bandeiras que temos de por como sinais da nossa presença na política, nossas propostas, como reorganizar o partido onde fomos muito mal nas eleições, como nos Estados do nordeste, à exceção de Alagoas. E depois ver quem é que tem condição de liderar esse processo. Não dá para começar pelo fim. Na direção do partido temos de colocar o que temos de melhor. O Serra tem que estar dentro, o Goldman, o próprio Guerra, o Aécio. Tem de estar todo mundo junto.
Diário - Bem ou mal o Serra é a grande liderança do PSDB hoje (o tucano teve 44 milhões de votos na eleição presidencial).
Aloysio - Claro, o Serra tem um capital de votos, de prestígio, de história política e uma aliança muito firme com o governador Alckmin. Não pode ficar alijado.
Diário - O Alckmin tem participado deste movimento contra o Serra?
Aloysio - Ele deu uma opinião muito semelhante a minha. Foi dito que havia um consenso geral de todos os governadores e ele desmentiu. Disse que é movimento prematuro e que se o Serra for candidato ele o apoia. Não sei se o Serra é candidato. Sei que ele tem de participar, num lugar ou em outro, na condução do partido. Seja na presidência, na executiva. O que não dá é alijar ele. É um tiro no pé.
Diário - Qual oposição o senhor defende? Sistemática ou mais “republicana”, como sempre dito pelo Aécio?
Aloysio - Mas que “republicana”? Isso não existe. Oposição é oposição em qualquer lugar. No Congresso Nacional, na Câmara de Guapiaçu, na Assembleia, em qualquer lugar. Quem foi colocado nessa posição pelo eleitorado tem o dever de expressar a voz dos que são contra, de fiscalizar, de denunciar quando for o caso. Hoje mesmo fiz discurso comentando a fala da Dilma. É meio intuitivo o que é ser oposição.
O senador se refere ao movimento insuflado pelo presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, dentro da bancada tucana na Câmara, para tentar ser reconduzido à presidência em detrimento das pretensões de Serra. Segundo Aloysio, a movimentação, levada a cabo no início da semana, “foi um erro que um político da estatura do Guerra não poderia cometer”, disse ele, que considerou “odiosa” a forma como a articulação pró-Guerra e contra Serra se sucedeu. “A forma de abaixo assinado é odiosa, gera constrangimento. Poucos deputados têm independência para dizer que isso não se resolve assim.”
O senador rio-pretense considera ainda que, antes de debater quem vai assumir o comando nacional do partido, o PSDB precisa se recompor e definir suas “bandeiras.” “O partido tem de fazer um debate interno sobre os rumos. As bandeiras que temos de pôr como sinais da nossa presença na política, nossas propostas e como reorganizar o partido onde fomos muito mal nas eleições, como nos Estados do nordeste”, disse o rio-pretense, na seguinte entrevista ao Diário:
Diário da Região - Temos acompanhado as discussões internas do PSDB e gostaria de saber do senhor qual o rumo do partido com a tentativa de isolar o grupo do Serra, além de terem excluído o senhor e o Serra do programa de ontem (quinta-feira), diferente do que estava previsto.
Aloysio Nunes - Isso aí eu vi no Painel da Folha. Não tem confirmação disso. O fato de não terem mencionado meu nome é irrelevante. Tenho quase 11,2 milhões de votos. Se suprimiram meu nome numa menção de alguns segundos não me ataca em nada. Sei conter meu ego dentro de limites razoáveis. Agora, o que está havendo, são pressões internas em busca de quem vai liderar, quem vai conduzir partido na oposição, quem vai ser o candidato em 2014... Acho tudo isso muito negativo. O que o eleitor tucano espera do PSDB é que ele dê tiros para fora, não para dentro. Nosso objetivo é fazer uma oposição firme ao PT. E para isso a unidade interna é fundamental, para que possamos juntar nossas forças numa só direção. Segundo que é prematuro você discutir quem poderá ser o candidato em 2014. Tem muita água para rolar ainda. Sabe-se lá como estará o governo, os partidos, quais vão ser as condições do País, os reflexos da eleição de 2012. Tem gente querendo colocar o carro na frente dos bois.
Diário - Quando o senhor fala “gente” é o Aécio Neves?
Aloysio - Não, não é o Aécio. Houve um movimento para recondução do presidente do partido, Sérgio Guerra, que foi deflagrado no interior da bancada do PSDB na Câmara. Pelo próprio presidente, porque esses movimentos não são de geração espontânea. Eu acho que isso foi um erro, porque criou toda uma excitação interna, externa, na imprensa. Então um erro. Erro que político da sutileza e da estatura do Guerra não poderia cometer. Erro de timing, porque atropela o processo de eleições nos diferentes escalões do partido; segundo, pela forma. Forma de abaixo assinado é odiosa, gera constrangimento. Poucos deputados têm independência para dizer que isso não se resolve assim. Vaz de Lima foi um deles, pouquíssimos. Terceiro, antes de escolher presidente o partido tem de fazer avaliação, debate interno, sobre os rumos. As bandeiras que temos de por como sinais da nossa presença na política, nossas propostas, como reorganizar o partido onde fomos muito mal nas eleições, como nos Estados do nordeste, à exceção de Alagoas. E depois ver quem é que tem condição de liderar esse processo. Não dá para começar pelo fim. Na direção do partido temos de colocar o que temos de melhor. O Serra tem que estar dentro, o Goldman, o próprio Guerra, o Aécio. Tem de estar todo mundo junto.
Diário - Bem ou mal o Serra é a grande liderança do PSDB hoje (o tucano teve 44 milhões de votos na eleição presidencial).
Aloysio - Claro, o Serra tem um capital de votos, de prestígio, de história política e uma aliança muito firme com o governador Alckmin. Não pode ficar alijado.
Diário - O Alckmin tem participado deste movimento contra o Serra?
Aloysio - Ele deu uma opinião muito semelhante a minha. Foi dito que havia um consenso geral de todos os governadores e ele desmentiu. Disse que é movimento prematuro e que se o Serra for candidato ele o apoia. Não sei se o Serra é candidato. Sei que ele tem de participar, num lugar ou em outro, na condução do partido. Seja na presidência, na executiva. O que não dá é alijar ele. É um tiro no pé.
Diário - Qual oposição o senhor defende? Sistemática ou mais “republicana”, como sempre dito pelo Aécio?
Aloysio - Mas que “republicana”? Isso não existe. Oposição é oposição em qualquer lugar. No Congresso Nacional, na Câmara de Guapiaçu, na Assembleia, em qualquer lugar. Quem foi colocado nessa posição pelo eleitorado tem o dever de expressar a voz dos que são contra, de fiscalizar, de denunciar quando for o caso. Hoje mesmo fiz discurso comentando a fala da Dilma. É meio intuitivo o que é ser oposição.
(entrevista publicada hoje, no DiarioWeb)
Agora vai.
Em meio às tentativas de Aécio Neves para dominar e dividir o partido, atuando ao mesmo tempo para arrasar o DEM, Fernando Henrique Cardoso, como sempre, fala como deveria ter falado em 2003, fazendo oposição ao governo Lula, desde o primeiro dia. Omitiu-se na sua soberba e arrogância. Vamos ver se agora vai. Leia o artigo mensal do ex-presidente, publicado nos principais jornais brasileiros, neste domingo. Clique duas vezes sobre a imagem para ampliar e ler.
Bobajada.
"O Aécio está fazendo um discurso de refundação do partido, com políticas voltadas para o meio digital e para o meio ambiente. São propostas mais modernas. É nesse caminho que o partido vai seguir".
A frase autoritária e arrogante é do deputado federal Rodrigo de Castro (PSDB-MG), fiel e servil escudeiro do senador mineiro. É a síntese das bobagens que vêm sendo pronunciadas pelos áulicos de Aécio. Apenas um exemplo: José Serra possui 608.545 seguidores no twitter, contra 18.373 de Aécio Neves. A última mensagem do tucano paulista foi ontem, enquanto o tucano mineiro fez seu último post em 30 de agosto. Só por aí dá para ver o quanto Aécio domina o tal "meio digital".Os "meios" que o traecismo está usando para a refundação do partido são bem outros.
Até tu, Demóstenes!
Uma das figuras coroadas do DEM acaba de curvar a espinha para Aécio Neves, que busca acabar com o partido: o senador goiano Demóstenes Torres. "Se Aécio já teve um plano B, hoje, com certeza, ele é o plano A de qualquer partido, disse o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), ao jornal O Tempo, de Belo Horizonte, comentando a notícia de que Aécio Neves estaria criando o Partido da Nova República, se não conseguir dominar o partido, isolando os paulistas. O democrata afirmou que Aécio está jogando para conseguir colocar na presidência do PSDB os seus aliados, tendo assim, indiretamente, o comando do partido. "Hoje não é vantajoso para o PSDB ter o Aécio fora do partido. Tenho certeza que o partido vai viabilizar a candidatura de Aécio para a Presidência da República em 2014. Mas se puxarem o tapete do Aécio, na política tudo pode acontecer".
Dilma, entre fraudes e "fraudas" (2).
Por falar em "fraudas" e fraldas, acima, registrada nos anais da história da República, a "entrevista coletiva" concedida pela Presidenta, Dilma Rousseff, conforme publicado no site oficial do governo federal. Como ela é assertiva, vocês não acham?
Dilma, entre fraudes e "fraudas" (1).
Amanhã vai ao ar o primeiro "Café com a Presidenta". Além de anunciar que o governo agora vai distribuir "fraudas" geriátricas, conforme publicado no Blog do Planalto, Dilma vai cometer uma fraude, informando que o seu governo vai implantar a distribuição de remédios gratuitos para hipertensão e diabetes.
Em 1997, o governo FHC já atendia 1,092 milhão de pessoas, atendimento que subiu para 4,75 milhões, em 2001, e para 6 milhões em agosto de 2002. Neste ano, o Programa Especial de Hipertensão e Diabetes investiu R$ 80 milhões na aquisição, por conta do Ministério da Saúde, de remédios essenciais para essas duas doenças. Por meio de campanhas nacionais, foram identificados e cadastrados os hipertensos (pessoas que têm pressão alta) e os diabéticos. O Ministério passou a comprar os remédios principais e a enviá-los para distribuição gratuita pelos estados e pelas prefeituras. Já naquela época, dos 8 milhões de hipertensos, os 4 milhões mais necessitados eram tratados nesse programa. Os outros podiam receber medicamentos de estados e prefeituras por meio da Assistência Farmacêutica Básica ou da Farmácia Popular. Os diabéticos identificados foram 1,34 milhão. O Ministério da Saúde distribuiu remédios nesse programa para cerca de 850 mil diabéticos. Outros 500 mil dependentes de insulina recebiam o produto pelo SUS.
Em 1997, o governo FHC já atendia 1,092 milhão de pessoas, atendimento que subiu para 4,75 milhões, em 2001, e para 6 milhões em agosto de 2002. Neste ano, o Programa Especial de Hipertensão e Diabetes investiu R$ 80 milhões na aquisição, por conta do Ministério da Saúde, de remédios essenciais para essas duas doenças. Por meio de campanhas nacionais, foram identificados e cadastrados os hipertensos (pessoas que têm pressão alta) e os diabéticos. O Ministério passou a comprar os remédios principais e a enviá-los para distribuição gratuita pelos estados e pelas prefeituras. Já naquela época, dos 8 milhões de hipertensos, os 4 milhões mais necessitados eram tratados nesse programa. Os outros podiam receber medicamentos de estados e prefeituras por meio da Assistência Farmacêutica Básica ou da Farmácia Popular. Os diabéticos identificados foram 1,34 milhão. O Ministério da Saúde distribuiu remédios nesse programa para cerca de 850 mil diabéticos. Outros 500 mil dependentes de insulina recebiam o produto pelo SUS.
Portanto, nada de novo. A não ser esta invenção da novilíngua petista chamada “frauda” geriátrica.
Sem comentários.
Este blog não vai comentar a criação do Partido Militar Brasileiro, assim como não comentaria a criação do Partido da Agricultura Brasileira, do Partido do Magistério Brasileiro, do Partido da Medicina Brasileira, do Partido da Advocacia Brasileira e por aí vai. Existe uma legislação para a criação de partidos políticos e basta cumprir todas as exigências para uma legenda passar a existir e competir pelo voto do eleitor.
A rainha do Apagão.
Se o marqueteiro quer que ela tenha pose de rainha, Dilma Rousseff já pode ser chamada de rainha do Apagão. É o terceiro que ocorre durante a sua gestão no governo petista, como ministra das Minas e Energia, como candidata presidencial e, agora, como presidente. O mais incrível de tudo no apagão de sexta é que 40 milhões de brasileiros ficaram sem luz por horas a fio, Xingó e Paulo Afonso, duas imensas usinas hidrelétricas simplesmente pararam de funcionar, mas o governo não tem a mínima idéia do que aconteceu. E o mais incrível ainda! Tudo pode ter sido causado por falha em um pequeno circuíto eletrônico que, todos sabemos, deveria ter redundância, se tem tamanha importância ao ponto de , falhando, colocar o quase todo o Nordeste no escuro. O ministro Edson Lobão, que não sabe a diferença entre um fusível e um disjuntor, afirma que o sistema elétrico brasileiro é um dos mais perfeitos do mundo. Ontem, notórios corruptos foram nomeados para cargos estratégicos no setor. A rainha do Apagão, além de apagar a luz, também está apagando folhas corridas, gravações e impressões digitais. A falta de Luz para Todos está aí. É do escurinho que eles gostam.
Só quem perde é o eleitor.
O PMDB e partidos da oposição da Câmara serão beneficiados por uma das promessa de campanha de Marco Maia (PT-RS) à presidência da Casa. Apesar de terem eleito menos deputados na última eleição, as legendas vão aumentar o número de cargos de indicação política em suas lideranças na Câmara. O projeto ao qual a Folha teve acesso muda a atual regra, que impõe reduções para quem perdeu parlamentares em relação ao número da antiga legislatura. O texto, que deverá ser discutido na próxima reunião de líderes partidários, tem que ser votado em plenário. Pela regra atual, o PMDB perderia 14 cargos de confiança dos atuais 134. Pelo projeto em estudo, o partido aumentará o número de assessores e passará a ter direito a nomear 140 pessoas sem concurso na liderança. O DEM, que passou de 65 para 43 deputados, deve ficar com 116 cargos, enquanto deveria ter 85. Outro exemplo é o PPS, que foi de 22 para 12 deputados. O partido deve manter os 55 cargos, enquanto deveria ter apenas 37.
Os chamados CNEs (cargos de natureza especial) são cargos de nomeação política, sem necessidade de concurso ou de comprovação de competência técnica dos líderes, dos presidentes das comissões e das principais diretorias da Casas. Os salários variam de R$ 2.600 a R$ 12 mil. Os partidos que aumentaram de tamanho também vão ganhar vagas. O PT, por exemplo, elegeu 88 deputados, contra 81 da última legislatura. Pela regra atual manteria os 134 cargos, mas pela nova, irá para 140. Já o PP passou de 25 para 41 deputados. Pela nova regra, deve ter 116 cargos, em vez de 85. A justificativa dos líderes é que hoje há cargos vagos, já previstos para o Orçamento. O presidente da Câmara, eleito nesta semana com o apoio do Planalto e de 21 dos 22 partidos da Casa, não foi localizado ontem pela reportagem. ( A matéria é da Folha de São Paulo)
Dilma em busca de novas medidas.
Com quilos a mais na balança depois da campanha e da montagem ministerial, a presidente Dilma Rousseff aproveitou o primeiro mês no cargo para tentar recuperar a silhueta pré-eleitoral. A presidente aderiu agora a uma dieta rígida em que corta o consumo de carboidratos -estratégia que seu antecessor usava quando precisava enxugar medidas. Segundo assessores, ela já perdeu quatro quilos. A mais famosa dieta de restrição total de carboidratos é a de South Beach, desenvolvida por um cardiologista da Flórida. Na primeira fase, aconselha a eliminação de frutas do cardápio, além de todas as massas e pães. Dilma, entretanto, não tem sido tão radical, segundo pessoas próximas. Mas, nos almoços do Palácio do Planalto, se limita a carnes, legumes e saladas. Na Granja do Torto, residência oficial, ela tenta potencializar o efeito da dieta com caminhadas matinais e exercícios com pesos. A diferença já pode ser notada por quem presenciou suas últimas aparições. ( A matéria é da Folha de São Paulo)
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Michel Temer articula a criação da "janela" para mudança de partido.
O PMDB é o maior interessado em fazer com que políticos troquem de partido sem perder o mandato. O PMDB não pede, manda. Michel Temer já está garantindo que vai haver a famosa janela partidária. Como aquelas da Europa, que são abertas para levar os craques e poder inscrevê-los para a próxima competição. É por aí que o DEM caminha para a destruição e o PSDB para um profundo esvaziamento.
O velho Aécio prepara o PNR, Partido da Nova República. Dá para entender porque ele quer destruir o DEM e dividir o PSDB?
Dentro de suas pretensões políticas, visando principalmente às eleições presidenciais de 2014, o senador Aécio Neves (PSDB) já formulou um "plano B" caso encontre obstáculos dentro do ninho tucano. O tucano articula a criação de um novo partido. Para isso, ele já buscou aproximação com dissidentes de siglas como DEM, PTB, PR, PP e o próprio PSDB. Segundo informações de bastidores, o tema já havia sido discutido informalmente por Aécio na campanha de 2010, quando o PSDB escolheu José Serra para disputar a Presidência. Já com nome definido, o Partido da Nova República (PNR) agregaria ideais do avô de Aécio, o ex-presidente Tancredo Neves.
O mineiro já conta com apoio suficiente para criar a nova sigla. Entretanto, a intenção de Aécio é, em princípio, entrar em acordo com os tucanos de São Paulo para que ele possa ser o candidato do PSDB à Presidência em 2014. O "plano B" só seria tirado da manga caso Aécio tivesse espaços tolhidos dentro do PSDB. "Aécio quer implantar no PSDB medidas que já acontecem em outros partidos, como as prévias para a definição de candidatos. Ele quer ser escolhido de uma maneira democrática como o candidato do partido à Presidência. Caso isso não aconteça, ele não continuaria no PSDB e criaria um novo", revelou uma fonte do DEM.
O PNR teria, a sua frente, políticos jovens, como o próprio Aécio. A estratégia do tucano está tão avançada que, hoje, até a constituição regimental do partido, elaborada por professores universitários escolhidos por Aécio, já estaria pronta, nas mãos de aliados do mineiro.
Alerta. Não apenas ciente, mas, preocupado com a criação da nova legenda, o PSDB paulista estaria buscando alternativas para fortalecer o partido sem a imagem de Aécio. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso seria o protagonista dessa fase de reformulações. "Os paulistas estão aceitando as reivindicações de Aécio porque precisam dele, mas não estão nada satisfeitos", diz uma fonte que preferiu não ser identificada.
A própria base aliada do governo federal também estaria atenta à investida. Em uma confraternização de deputados federais, no último dia 1º, fontes informaram que Aécio teria ficado nervoso com a intenção do senador Clésio Andrade (PR) de também criar uma nova legenda. O problema é que as lideranças que Clésio procurava para formar um novo partido eram as mesmas que Aécio estava abordando. Segundo a fonte, enquanto Clésio buscava uma alternativa de legenda para engrossar a base de Dilma Rousseff, Aécio Neves tentava criar uma saída para a candidatura em 2014.
(Notícia publicada no Jornal O Tempo, de Minas Gerais)
Porque Aécio Neves não merece confiança.
Não é só porque traiu vergonhosamente a oposição em 2002, 2006 e 2010, entregando Minas Gerais para o petismo. É porque jogou fora as chances de 2014 e 2018, a não ser que surja um novo nome na oposição ou que um Egito ou um Haiti desabem sobre o Brasil. Por que Aécio Neves trabalha, hoje, para destruir o DEM? Para evitar que surja uma Kátia Abreu ou um Indio da Costa. Por que Aécio trabalha, hoje, para dividir o próprio PSDB? Para evitar que surja um Geraldo Alckmin ou mesmo um José Serra, novamente. Aécio Neves é um político destrutivo. É da sua natureza. É da sua trajetória. Com uma oposição fraca, ele pode fazer alianças com outros partidos, independente do que defendam, estejam à direita ou à esquerda. Não é assim que ele fez em Minas? Abaixo, um post publicado neste blog, em fevereiro passado. Cliquem para ampliar e ler.
Este post é dedicado aos traecistas, com um aviso: aqui não, violão.
Tá bom ou quer mais?
É inacreditável. Sabem quem está disputando a presidência da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados? Dois petistas. O chefe dos aloprados e fundador da Bancoop ,Ricardo Berzoini, e o mensaleiro João Paulo Cunha. O que for escolhido decidirá, por exemplo, se mudanças na Constituição seguirão ou não adiante para serem aprovadas pela esmagadora maioria da base aliada. Coisas banais como a reforma política, por exemplo. Tá bom ou quer mais?
Severino Estelita, o traidor que mora dentro de Sérgio Guerra.
"Foram uns três segundos a mais para o Aécio. Todo o esforço foi para evitar problemas".
Esta frase é de Severino Sérgio Estelita Guerra, o derrotadíssimo presidente do PSDB, tido e havido como o maior partido de oposição do Brasil, para explicar a supressão de imagens de José Serra, o candidato de 44 milhões de votos, do programa do partido. Esta frase sintetiza a pequenez e a mediocridade, além do servilismo, deste político que conseguiu desabar de senador a deputado, por falta de voto, além de não vencer a eleição presidencial em uma única cidade do seu estado de Permabuco. Aliás, lá resiste bravamente Jarbas Vasconcelos, dissidente do PMDB, que concorreu ao governo do estado para ajudar a oposição, sendo traído vergonhosamente pelo tucano. Severino Estelita, o traidor que mora dentro de Sérgio Guerra, quer mais um mandato como presidente dos tucanos. Viva Severino Estelita! Com Aécio Neves, eles formam uma dupla realmente imbatível nas piores práticas políticas deste país.
O grande programa do PSDB.
Acima, o programa do PSDB, do tamanho que ele ficou, dirigido por Severino Sergio Estelita Guerra. Sorte que o YouTube não aceita nada menor do que 200 pixels de largura.
Eles querem o ouro olímpico.
A mesma máfia (apenas sem o Maião) que multiplicou por dez o orçamento dos Jogos Pan-Americanos do Rio quer ver o ouro olímpico escorrer do peito para o bolsa na Rio 2016. Até estatal fajuta o ex-presidente velhaco criou, como mostra, abaixo, a matéria da Folha de São Paulo. Clique sobre a imagem para ampliar e ler.
Fiat lux, fiat Fux.
Ninguém duvida que Gilmar Mendes, pelo que já votou no caso e pela sua trajetória como presidente e agora ministro do STF, vai usar uma caneta italiana e dar um voto iluminado para despachar o terrorista assassino Cesare Battisti. Ninguém duvida, da mesma forma, que o recém-chegado ministro Luiz Fux também não vai manchar as mães com sangue de inocentes assassinados, na sua estréia na Corte. Por isso, o desespero do bandido e dos seu protetores, liderados por Eduardo Suplicy(PT-SP). Já vai tarde, Battisti. Fiat lux, fiat Fux.
O primeiro apagão da Dilma.
Uma falha no fornecimento de energia deixou boa parte do Nordeste do país sem luz no fim da noite de quinta e início da madrugada desta sexta-feira. Internautas de Salvador, Maceió, Fortaleza, Recife, João Pessoa, Natal, Teresina e São Luís relatam no twitter que as cidades ficaram completamente no escuro. Na cidade de Fortaleza (CE), o apagão teve início à 0h30 e durou aproximadamente 50 minutos. Cidades do interior do Estado também estão sem energia. Segundo a Coelce - concessionária de energia no Estado - a causa do apagão não foi originada no Ceará. Diversos bairros do centro e da zona norte do Recife (PE) também foram afetados pelo blecaute. A Celpe - concessionária de energia no Estado - informou por meio de sua assessoria de imprensa que aguarda informações do Operador Nacional do Sistema de Energia e diz que a companhia pernambucana não tem relações com o apagão.
A professora universitária Agnes Bezerra, 34, moradora do bairro Pituba, em Salvador (BA), disse que dá medo de descer e sair à rua porque não consegue ver nada, nem sequer os prédios vizinhos. “Eu já liguei para o meu pai que mora no bairro Stela Maris, próximo ao aeroporto de Salvador, e lá também falta energia”. O show da cantora Ivete Sangalo, no Festival de Verão de Salvador, começou com 40 minutos de atraso devido à falta de energia. Os equipamentos do palco estão funcionando com o auxílio de geradores. Ainda não há nenhum dado oficial sobre falta de energia nesses locais. ( A matéria é da Folha de São Paulo)
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Caneta italiana.
A defesa do governo da Itália entrou nesta quinta-feira (3) com duas ações no STF (Supremo Tribunal Federal) pedindo que a Corte casse ato do ex-presidente Lula que negou a extradição do ativista radical Cesare Battisti --determinando, assim, o envio dele ao país. A solicitação foi encaminhada ao relator do caso, ministro Gilmar Mendes. A torcida de quem é contra que o Brasil continue dando guarida a terroristas assasssinos é que a caneta do ministro seja italiana. Leia mais aqui.
Quer acabar com a miséria acabando com a agricultura?
Ontem, no seu discurso, Dilma Rousseff, embora indiretamente, reverenciou o agronegócio brasileiro:
O Brasil não pode aceitar mais que milhares de pessoas continuem vivendo na miséria, que não tenham alimentação suficiente, que não tenham um teto para viver. É vergonhoso que, em um país capaz de produzir no ano passado 149,5 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas, ainda haja cidadãos que passem fome. Esta não é uma missão que se restringe a nosso governo. É uma missão de todos os brasileiros.
Enquanto isso, os seus pares atuam contra o que deveria ser a primeira medida para garantir alimentos em maior quantidade e, obviamente, com menor preço para o Brasil: a aprovação do novo Código Florestal. O novo marco legal está sendo torpedeado por grande parte da imprensa, pela esquerda e por ongs internacionais que tentam, esperta e cinicamente , usar as recentes tragédias urbanas para imputar culpa aos produtores rurais, tolhendo completamente a produção agrícola do país. E estão usando a mentira e a desinformação para enganar a opinião pública. Reinaldo Azevedo tem tratado este tema com profundidade e desafiado colegas para o debate. Mas eles fogem. A continuar assim, os nossos agricultores serão proibidos de produzir arroz em várzeas ou café em encostas. É impressionante ver o governo federal fazendo um discurso contra a miséria, ao mesmo tempo em que coloca barreiras contra a produção agrícola no país. O preço desta imbecilidade, ao contrário do que a presidente discursa, será exatamente o que ela quer combater: a fome e a miséria, pois em vez de plantar e colher, o Brasil vai importar os mesmos produtos e isto tem um preço. E o pior: vai ter que importar de países sem o mínimo compromisso com o meio-ambiente e, aí sim, tornando-se mais um a contribuir para o desequilíbrio ambiental em nível planetário.Para entender um pouco mais do tema, vale resgatar um discurso da senadora Kátia Abreu(DEM-TO), presidente da CNA, feito em junho passado no Senado. Clique aqui para ler Abaixo, um pequeno trecho do discurso:
Não é justo que eu pegue um produtor rural lá do sul de Minas, que está lá há mais de 200 anos, passando de pai para filho, dos seus avós e bisavós, plantando café, produzindo leite, produzindo frutas; em Santa Catarina maçã, produzindo cana no Nordeste, produzindo arroz no meu Tocantins e assim sucessivamente, exigir dos brasileiros que cortem na própria carne, que reduzam a sua produção. Vamos reduzir? É uma decisão nacional. Se o Brasil quiser que reduza a produção de alimentos nós só temos que baixar a cabeça e obedecer, mas primeiro os brasileiros precisam saber da verdade, que nós vamos diminuir a produção aqui, que vamos ter de comprar de outro País. Não tem importância; só que aquele outro país não tem reserva legal, não tem APP em margem de rios, não tem nada; é uma hipocrisia que nós estamos tratando. Chega de ter medo de tratar essas coisas com transparência.
Não é justo que eu pegue um produtor rural lá do sul de Minas, que está lá há mais de 200 anos, passando de pai para filho, dos seus avós e bisavós, plantando café, produzindo leite, produzindo frutas; em Santa Catarina maçã, produzindo cana no Nordeste, produzindo arroz no meu Tocantins e assim sucessivamente, exigir dos brasileiros que cortem na própria carne, que reduzam a sua produção. Vamos reduzir? É uma decisão nacional. Se o Brasil quiser que reduza a produção de alimentos nós só temos que baixar a cabeça e obedecer, mas primeiro os brasileiros precisam saber da verdade, que nós vamos diminuir a produção aqui, que vamos ter de comprar de outro País. Não tem importância; só que aquele outro país não tem reserva legal, não tem APP em margem de rios, não tem nada; é uma hipocrisia que nós estamos tratando. Chega de ter medo de tratar essas coisas com transparência.
Em Brasília.
O Blog continua em Brasília, no dia de hoje. Já liberamos os comentários e o blog está minimamente atualizado. Como aqui não houve férias, dêem a este blogueiro anônimo o benefício de ir ver as coisas onde elas acontecem. Em Brasília, quase 9 horas.
Vai acabar.
As principais lideranças do DEM que ainda confrontam a entrega do partido para Aécio Neves estão procurando novos partidos. Tudo que parece especulação é, surpreendentemente, verdadeiro. Não existe energia para, dentro da atual legislação e conjuntura política, fundar um novo partido. O PP é o mais cotado para receber a bancada identificada com o agronegócio e, para o PMDB, deverá ir outra boa parte do partido. O resto irá para o PSDB de Aécio Neves. Quanto a necessidade de uma "janela" para transferência, para destruir o DEM isto é um mero detalhe: vai ter, sim. Quando o ex-presidente urrou que queria extirpar o DEM da política nacional não esperava que isto fosse feito por um tucano chamado Aécio Neves.
Ninguém fala em Dilma.
Em Brasília, a sensação é que Dilma Rousseff não existe. Ninguém fala na presidente. Nem políticos, nem jornalistas, nem motoristas de taxi. A discurseira de ontem caiu no nada e comprovou que tudo pode acontecer em uma terra onde a liderança máxima não tem o mínimo de carisma.
Não esqueçam a pipoca e o guaraná.
Hoje tem programa do PSDB na TV. O circo das mesquinharias já está armado, conforme informa o Painel da Folha:
Minutagem Preocupados com a sensibilidade de seus governadores, senadores tucanos sugeriram e obtiveram de última hora uma redução no tempo de tela de Geraldo Alckmin (SP) no programa do PSDB que irá ao ar hoje à noite. No processo, foram reduzidos os segundos de imagem de José Serra e aumentados os de Aécio Neves. Da fala de Alckmin, sumiu a menção ao senador Aloysio Nunes (SP).
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Brasília, lá vai o blog.
Hoje à noite e amanhã o Blog vai estar de mala, cuia, notebook e blackberry em Brasília. Hoje liberaremos comentários e talvez ainda algum post. Amanhã, o conteúdo será gerado na capital do país. Para os amigos que estão por lá, usem a DM do twitter. Um abraço e obrigado.
Dilma quer uma moratória para a herança maldita que ela e Lula legaram ao Brasil. O nome bonitinho é "pacto social".
É muita cara de pau. Pura desfaçatez. Dilma, a braço direito, a responsável, a grande artíficie do governo anterior, enterrou o Brasil na maior taxa de juros do mundo, na maior dívida pública de todos os tempos, na maior gastança da história deste país, na escorchante carga tributária, na volta da inflação e, agora, quer pedir uma moratória ao país. O nome bonitinho, mas ordinário, é "pacto social". Em nome deste acordo que só beneficia o infrator, Dilma quer arrocho no salário mínimo, corte nos investimentos, congelamento da tabela do IR, a volta da CPMF, entre outras medidas deste verdadeiro pacote de maldades. Quem vai fazer o "pacto social" com ela? Não se surpreendam se a turma da "oposição vigorosa" levantar e aplaudir a presidente, batendo as patas com força e relinchando alto no plenário do Congresso Nacional.
Questão fechada.
O PT, ex-partido da ética e da moralidade no trato da coisa pública, inventor do mensalão e protetor da roubalheira de Furnas, está convocando a deputança recém-empossada para fechar questão contra toda e qualquer CPI. É proibido assinar, sob pena de expulsão. É claro que a ordem não contempla estados e municípios onde o partido é oposição. Lá a ordem é bagunçar ao máximo. Tudo na mesma linha do Aécio Neves, que critica o excesso de medidas provisórias do governo federal, mas usou e agora apóia a lei delegada que permite que seu sucessor vire uma espécie de ditador em Minas.
Do twitter do Serra, coisas que você não vai ver no programa do PSDB.
joseserra_ José Serra
Temos os maiores juros do mundo e uma dívida governamental em mercado espantosa: R$ 1,863 trilhão. Mais de R$ 10 mil por brasileiro.
joseserra_ José Serra
A dívida governamental em mercado aumentou em mais de 70 por cento (descontada a inflação) durante o governo Lula-Dilma.
Em 140 letras, Serra faz mais oposição que todo o partido comandado por Severino Sérgio Estelita Guerra que é o nome completo do presidente dos tucanos e que quer fazer uma "oposição vigorosa" pelo bico do Aécio Neves.
Enquanto o PT paga salário e o PSDB bota na TV, a banda podre do DEM quer "extirpar" o seu presidente de honra.
Enquanto o PT vai pagar salário para Lula, enquanto o PSDB coloca Fernando Henrique Cardoso na televisão como a estrela da sigla, uma parcela do DEM, comandada por Rodrigo Maia, atua para expulsar o seu presidente de honra, o ex-senador Jorge Konder Bornhausen, o mais ferrenho adversário da esquerda brasileira, o homem que Lula quis extirpar da política e que, em vitória histórica, elegeu um dos dois governadores do partido, em primeiro turno, em Santa Catarina.
Está na imprensa que último ato partidário do Kaiser será em 15 de março próximo, na convenção do Democratas, que vai eleger um novo presidente. Se for assim, o gesto será por demais simbólico. Ele não só representará o encerramento de uma carreira brilhante, de um homem público de primeira grandeza, cruelmente traído por jovens que ele ajudou a colocar lá para revitalizar o partido. E que, em vez disso, falsificaram o estatuto para alijar definitivamente do comando partidário os seus fundadores, entregando a legenda para o projeto pessoal, mesquinho e traiçoeiro de Aécio Neves.
O gesto de Bornhausen representará o fim do Democratas, engolido pelo fisiologismo de figuras apagadas, sem história e, na maior parte das vezes, sem voto. A experiência e a astúcia do Dr. Jorge, como é chamado no partido, não poderia conviver com a ingenuidade e a falta de ética que dividiu o DEM. Sim, porque é de uma ingenuidade patética achar que Aécio Neves é um aliado confiável. Ao contrário, ele usará esta aliança oportunista enquanto dela precisar para, depois, buscar forças maiores para o seu Projeto Minas. Bastaria que este DEM que traí e sabota o próprio partido olhasse para Minas Gerais: dos 53 deputados federais eleitos em 2010, apenas 3 são do DEM e olhem que a coligação PSDB, PP e DEM elegeu 18 parlamentares. A fotografia do DEM, em Minas Gerais, que sempre apoiou Aécio, é a visão futura do partido no resto do Brasil, após ser vampirizado pelo mineiro.
Se trocar a botina com bico de aço por um par de havaianas, Jorge Konder Bornhausen terá toda a razão. É hora mesmo de curtir a vida, os amigos e a família. Não dá para vencer quando o inimigo está na própria trincheira. Não dá para fazer política ao lado de gente burra.
O velho Congresso.
Clique na imagem para ampliar e ver a força de cada partido e quem vai comandar cada casa neste velho Congresso que assumiu ontem. A arte é do Estadão.
Urgente, um "revólver" para Mabel.
Sandro Mabel, deputado do PR de Goiás, será expulso pelo partido por ter levado em frente uma candidatura à Câmara que mostra o quando a estratégia da oposição estava errada. Fez 109 votos sem o apoio de nenhum partido e botou água no chopp do PT e do seu presidente eleito, Marco Maia. Sandro Mabel, ameaçado de expulsão, afirma que vai "sair atirando". Por favor, alguém arrume um "revólver" urgente para ele. Fala, Mabel!
(O Gun Microphone é uma homenagem para a blogueira de primeira Velvet Poison, que fez a sugestão na área de comentários)
(O Gun Microphone é uma homenagem para a blogueira de primeira Velvet Poison, que fez a sugestão na área de comentários)
Como quem usa a expressão é Aécio Neves, troquem "oposição vigorosa" por "oposição vagarosa".
Conforme este Blog antecipou, ontem, o reizinho Aécio montou um séquito de adeptos ao traecismo para a sua entrada triunfal na corte. Quem estava lá? Pasmem! Não, não é preciso pasmar. Sérgio Guerra, o presidente do PSDB que dormiu senador e acordou deputado, mas que quer continuar presidindo o partido. Para isso, só com servilismo explícito. Também estava lá o Tampinha, o deputado Antônio Carlos Magalhães Neto, líder do DEM na casa, cujo avô era dado a estas coisas, com uma diferença: o Aécio era ele. Leiam abaixo, a matéria da Folha de São Paulo:
Momento Caras: Aécio com Marta Suplicy, logo após prometer uma oposição vagarosa, ops!, vigorosa.
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi recebido ontem no Congresso Nacional como o líder da oposição. Previamente convocados, seus aliados -incluído o comando do DEM -montaram uma recepção pela manhã na entrada do Senado. "Vamos formar uma turma boa", afirmava Aécio ao ser abordado por colaboradores.A movimentação deixou explícitas disputas internas na oposição ao governo Dilma. Hoje um dos maiores desafetos do ex-presidenciável José Serra (PSDB-SP), o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE), também participou da recepção.
A cúpula do DEM, por sua vez, um dia depois de derrotar o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), na disputa pela liderança do partido na Câmara, não só esperou por Aécio como posou para fotos ao seu lado. Ao comentar por que o senador fora tratado como expoente, o novo líder do DEM na Câmara, deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), foi direto: "Ele é o líder da oposição". Minutos antes de trocar sorrisos com a apresentadora Sabrina Sato, do programa "Pânico da TV", da RedeTV!, Aécio ensaiou um gesto de modéstia: "Não me julgo o líder da oposição. Serei uma das peças da oposição". "É preciso uma oposição vigorosa até para que o governo possa corrigir rumos eventualmente. Não há governo forte sem oposição forte", afirmou o senador tucano.
Quatro vezes Sarney. Como sempre, a mão dele nas piores coisas que podem acontecer à democracia.
Numa eleição sem surpresas, José Sarney (PMDB-AP), 80, foi eleito ontem para o seu quarto mandato na Presidência do Senado. Em discurso em seguida, disse que a ética tem sido seu "exemplo de vida inteira". Depois de responder a uma série de acusações nos últimos dois anos que levaram à maior crise ética da história do Senado, o peemedebista obteve vitória folgada. Ele recebeu 70 votos, contra 8 do adversário, Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) -estreante no Senado e que lançou candidatura de protesto contra Sarney. Nos últimos dois meses, o PMDB costurou o apoio a Sarney com o governo federal, na dobradinha PT-PMDB que marcou a eleição de Dilma Rousseff à Presidência.
Sarney só assumiu oficialmente que entraria na disputa semana passada, depois de negar por inúmeras vezes que seria candidato. No primeiro discurso após reeleito, reiterou que vai fazer um "sacrifício" ao ficar no cargo por mais dois anos. "Só a paixão da vida pública me afasta do meu bem-estar social. Avalio a dimensão do sacrifício pessoal que estou fazendo", declarou. Emocionado, Sarney chegou às lágrimas ao afirmar que este será seu último mandato no Legislativo, onde chegou em 1955.
Em 2009, Sarney respondeu a 11 pedidos de cassação de seu mandato no Conselho de Ética do Senado no escândalo conhecido como dos "atos secretos" -em que a Casa omitiu atos tomados pelo seu comando.Sem mencionar o escândalo, disse que sua "honrabilidade e conduta pessoal" jamais foram questionadas. "A ética para mim não tem sido só palavras, mas exemplo de vida inteira", afirmou.( O texto é de matéria da Folha de São Paulo)
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Uai, o que é bom para Minas não é bom para o Brasil?
O senador Aécio Aécio Neves criticou, hoje, o excesso de medidas provisórias no Congresso Nacional. "Eu sempre tenho dito que a forma que as medidas provisórias são usadas fragilizam o Congresso. O governo deve usá-las de forma mais parcimoniosa, somente com requisito de urgência". Enquanto isso, em Minas Gerais, o seu pupilo Antonio Anastasia (PSDB) governa como um ditador, protegido por uma lei delegada que lhe permite fazer o que bem entender, sem a interferência do Legislativo. Uma situação muito menos democrática, pois a oposição não conta nem com o recurso de trancar a pauta. Aliás, Aécio também usou a lei delegada quando era governador do estado. Portanto, a suposta estrela da oposição deve cuidar mais do que fala, para não deixar na reta para os adversários.
O novo ministro do STF, por Luiz Nassif apud Helio Fernandes. Querem opiniões mais insuspeitas?
Clique aqui e leia o que o blogueiro mais chapa Dilma e chapa Lula da internet tem a dizer sobre o novo ministro do STF, ao repercutir uma matéria de Hélio Fernandes.Como Nassif é patrocinado por estatais e tem um contratão com a TV Dilma, é quase um porta-voz oficial.
Sarney pressiona, Dilma indica citado na Boi de Barrica para comandar Furnas e PT fecha questão contra CPI na estatal.
Ufa! O título aí de cima resume o que está ocorrendo. Para saber quem é Flávio Decat, o novo presidente de Furnas, ponham no google o seguinte: "flávio decat+operação boi de barrica" ou "flávio decat+fernando sarney" ou ainda " flávio decat+dilma rousseff". Na eventualidade de uma CPI de Furnas, o PT fechou questão hoje e proibiu que qualquer parlamentar do partido assine pedidos de investigação. A ordem também veio de Dilma Rousseff, através do ministro Luiz Sérgio, das Relações Institucionais.
Ampliou tanto o conhecimento que virou guru dos petralhas.
Vejam a entrevista com o Zé de Abreu, o guru dos petralhas, aquele que, talvez usando os mesmos energéticos, fez uma twitcam caluniando José Serra na campanha eleitoral. Sintam o nível!
Eu usava maconha, tomava LCD. Era normal. Eu morei em Londres. Lá era liberado. Ninguém dava bola. Mas não uso mais. Foi uma coisa política. O movimento hippie, do qual eu participava, não tinha aquela coisa de ficar sem tomar banho. Era uma coisa mais profunda. A maconha era uma coisa de comunidade, de todo mundo fumar o mesmo baseado.
Você nunca teve uma experiência negativa com ácido?
A gente não tomava ácido para fazer besteira. Tomava para ampliar o conhecimento. Mas a gente se cuidava. Uma vez, li um livro que falava de experiências dos índios da Amazônia, de tribos que tinham essa coisa de ampliar o conhecimento para atingir um outro nível de percepção da vida. Quando a gente fazia uma viagem, a gente se concentrava. E havia pessoas que não tomavam o ácido para poderem cuidar da gente. Era uma dificuldade enorme só pra trocar um disco (risos). Com alguém de fora, não precisávamos nos preocupar com isso.
Aqui a matéria completa.
O reizinho Traécio.
Dos bastidores para vocês. Traécio Silvério Neves convocou todos os parlamentares tucanos para entrarem junto com ele, hoje, na posse. Aliás, atrás dele. Ponto de encontro: a chapelaria. Ninguém entra antes, ninguém entra depois. Ele quer mostrar prestígio e força diante dos adversários. Será que a tucanada traíra não vai quebrar o protocolo e carregá-lo nos ombros?
O meu programa preferido do PSDB.
O meu programa do PSDB preferido, que vai ao ar na próxima quinta-feira, abriria, obviamente, com José Serra,a maior estrela do partido, agradecendo pelos 44 milhões de votos recebidos nas eleições de outubro passado e reafirmando, em nome do PSDB, os principais compromissos de campanha. A partir daí, entrariam os oito governadores de estado, lançando uma pauta comum de ações que serão realizadas dentro de um mesmo projeto: um só projeto habitacional, um só projeto de defesa civil, um só projeto de geração de renda, um só projeto de educação. Na seqüência, haveria a participação do líder no Senado e do líder na Câmara, comprometendo-se com uma oposição sem tréguas, baseada na fiscalização do gasto público, na luta pelo salário mínimo de R$ 600, na correção da tabela do imposto de renda, no reajuste dos aposentados, na aprovação da PEC 300, entre outros temas. Encerraria, infelizmente, por questão de protocolo, com o presidente do partido, aquele que caiu de senador para deputado e que, mesmo coordenando a campanha presidencial, não conseguiu vencer as eleições em nenhum município do seu estado, o Pernambuco. O meu programa preferido não vai ao ar. E, tenho certeza, nem o do pobre do Márcio Aith, que por mais competente que seja, não vai conseguir fazer milagres, tendo FHC como uma espécie de Léo Batista tucano, narrando os melhores momentos do partido para um eleitor que não conheceu nenhuma outra moeda que não fosse o real.
Clique na imagem para ampliar e ler a matéria do Estadão.
Não é difícil ser oposição.
Ontem, este Blog publicou um post pedindo uma CPI em Furnas já, por motivos óbvios. Leiam, abaixo, a notícia veiculada hoje em O Globo:
Meu garoto.
César Maia, pai de Rodrigo Maia, criador da famosa Cidade da Música e candidato ao senado derrotado no Rio de Janeiro, defende a sua cria, que preside o DEM e que alterou o estatuto do partido na calada da noite, rasgando um acordo com os fundadores do partido:
"O caso da ata do DEM é como uma certidão de nascimento em que, por erro de digitação, trocou-se o sexo do bebê, e o novo escrivão quer mantê-la pois assim estava escrito."
Nesta linha, a comparação infeliz poderia ir mais longe. Não satisfeito em trocar o sexo do bebê, Rodrigo Maia também resolveu mudar a sua paternidade, transformando o DEM em enteado de Aécio Neves.
Triste democracia brasileira.
A imagem do Legislativo está tão abalada que, no dia em que toma posse o novo Parlamento, as duas grandes notícias são: a entrada triunfal do deputado analfabeto Tiririca, que quer fazer parte da Comissão de Educação, e o duelo entre o deputado Popó e o senador das cuecas vermelhas, entre outros adornos, Eduardo Suplicy. Para completar, a presidente fez a sua primeira viagem internacional às vésperas da posse, literalmente roubando a cena. E não esqueçamos: a Oposiçao votou em peso para eleger um petista para comandar a Câmara e Sarney continua sendo o rei do Senado, mesmo com toda a lama. Triste democracia brasileira.
Clique na imagem para ampliar e ler o artigo de Dora Kramer, no Estadão.
Clique na imagem para ampliar e ler o artigo de Dora Kramer, no Estadão.
Um APO no lugar de um CAPO.
A notícia é que Henrique Meirelles será a Autoridade Pública Olímpica, o APO da Rio 2016, responsável por gerir todos os investimentos que serão realizados para os jogos. Com isso, sai um possível CAPO, mafioso e corrupto como tudo indicava, para entrar um profissional respeitado e de prestígio. Se tivesse sido o APO dos Jogos Pan-Americanos, que até hoje não fechou as contas e consumiu dez vezes mais dinheiro do que o previsto, o país teria economizado, com folga, uns R$ 3 bilhões. É bom que Meirelles comece a treinar alguma luta olímpica para enfrentar a máfia organizada que gravita em todos do olimpismo brasileiro. Os planos não eram de comprar tapiocas com cartão corporativo, como era hábito do ministro comunista dos Esportes, Orlando Silva. Eram muito, muito maiores.
Assinar:
Postagens (Atom)





















