terça-feira, 7 de setembro de 2010

Não existe mais lei no Brasil.

Não há mais TSE. Não há mais STF. Não há mais Constituição. Lula, hoje, fez um ataque ofensivo contra José Serra, no programa eleitoral de Dilma Rousseff. Atacou. Agrediu. Mentiu. É crime eleitoral. Agiu de forma criminosa, falando como presidente da República, no dia da Independência, com uma mensagem de ódio contra a Oposição. Não existe mais lei no Brasil.

"Infelizmente, nosso adversário, candidato da turma do contra, que torce o nariz contra tudo que o povo brasileiro conquistou nos últimos anos, resolveu partir para os ataques pessoais e para a baixaria. Tentar atingir, com mentiras e calúnias, uma mulher da qualidade de Dilma Rousseff é praticar um crime contra o Brasil. E, em especial, contra a mulher brasileira"

O sujeito desprezível, que usa a Presidência da República como se fosse o seu chiqueiro ou a sua pocilga, deu a declaração acima. Não existe mais lei no Brasil. Ou desde quando um presidente da República pode usar o horário eleitoral, sem ser candidato, para ofender e caluniar um concorrente à sua sucessão?

Lula faz comercial às pressas para socorrer Dilma. Ui, mexeu com ela mexeu comigo.

Que presidente podia fazer campanha isso a gente sabia. Agora, presidente ser convocadao para ajudar a abafar crime de quebra de sigilo fiscal, essa é nova. É o Brasil do queijo podre. Os ratos estão assanhados.

Dilma: cristã de boca de urna.

"Eu vim hoje aqui porque os valores de Cristo são os meus valores. Eu não sou cristão de boca de urna para agradar eleitores, conquistar voto e no dia seguinte esquecer o assunto. Eu sou cristão por convicção e eu pratico cristianismo na minha vida pessoal e na vida política." 

José Serra(PSDB), hoje, em São Paulo.

Os ratos estão agitados.

O poder dos ratos está em polvorosa. Não porque tenham medo de que o crime de quebra de sigilo fiscal seja esclarecido e que alguns ratos vermelhos das tocas de baixo sejam presos. Que nada. Há muitos ratos, em todos os buracos do queijo podre do estado brasileiro para defender os criminosos. Ratos de colete preto. Ratos com toga preta. Ratos com foice na mão. A preocupação é que o povo possa entender o que está acontecendo e que  haja uma irreversível ameaça à continuidade do império dos ratos. O pavor e o desespero  tomaram conta desde o rato de cima, o Rei Ratão, passando pela  Rata Rainha, indo até o Camundongo Amarante. Houve um crime, mas crime é "futrica", eles estão acostumados a esconder dentro das tocas. A torcida do Rei Ratão, especialmente, é que o eleitor continue pensando que "dossiê" é "doce". Este é o retrato do Brasil de hoje. A preocupação dos ratos no poder não é que o crime seja descoberto e provado. O medo é perder votos e o domínio completo sobre o queijo podre em que o Brasil se transformou.

A pirâmide social do petismo, segundo Gilberto "Coveiro" Carvalho.

"São filiados na base, lá em baixo, que nunca participaram de nenhuma direção e um deles nem lembrava que era filiado [ao PT]. Transformar isso em petista, querer contaminar o partido com isso é no mínimo má vontade, má-fé"


A declaração acima é de Gilberto Carvalho, o coveiro do PT.Com ele, é sempre o ano do rato.

Assessor de Lula para assuntos de crimes petistas acha "tênue" ligação do PT com quebra de sigilo e tenta pautar imprensa.

Da Folha Poder:

O chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho, disse nesta terça-feira que os petistas Gilberto Souza Amarante, servidor da Receita Federal de Formiga (MG), e Antonio Carlos Atella Ferreira, envolvidos com a quebra do sigilo fiscal de tucanos, têm "tênue ligação com o partido." "São filiados na base, lá em baixo, que nunca participaram de nenhuma direção e um deles nem lembrava que era filiado [ao PT]. Transformar isso em petista, querer contaminar o partido com isso é no mínimo má vontade, má-fé", disse Carvalho, após assistir ao desfile do Sete de Setembro, em Brasília, ao lado do presidente Lula. Ele defendeu, entretanto, a expulsão dos dois do partido caso seja confirmado que cometeram crime. 
(Imaginem que os quadrilheiros iriam fazer o serviço sujo diretamente. Encomendaram a quebra para a massa de manobra petista, que tomou conta da máquina pública. Acharam dois Fred Godoy para botar a mão na betti.)
Ele disse ainda que é "absolutamente dentro da possibilidade" que "algum católico, algum membro de outro partido ou do PT" cometa algum erro. 
( Ciente da gravidade da denúncia e de como ela pode chegar ao povão, o ex-seminarista apela para o sentimento cristão para que o eleitorado mais simples perdoe os pecadores. É um pulha!)
Carvalho também criticou a campanha do adversário José Serra (PSDB) por imputar, sem provas, o mando das violações ao comando da campanha da petista Dilma Rousseff. Atacou também a imprensa por, segundo ele, tratar de maneira "desigual" casos de quebra de sigilo que tiveram como vítimas tucanos e petistas. "Tem um tratamento absolutamente desigual do que se faz. Nós estamos tranquilos porque nunca, nunca, pela luz dos olhos dos meus filhos, passou pela cabeça da campanha de Dilma qualquer tipo de montagem dessa natureza", disse ele.
( Agora a culpa é da imprensa que um bando de petistas do alto comando da Campanha da Dilma tenha entregue um Dossiê contra Serra para a Folha de São Paulo. A única coisa que a imprensa tem feito é desmentir uma após outras as tentativas do governo e da candidata de provarem que a iniciativa não foi da campanha petista. Cada vez se afundam mais.)
O chefe de gabinete qualificou de "armadilha" a tática dos adversários tucanos de explorar eleitoralmente a violação do sigilo, mas apontou que os eleitores não vão cair nela porque têm "juízo e bom-senso." Ele também disse que Serra e o PSDB cometem "crime" ao atribuir o ato à campanha petista. "Isso é um crime, uma irresponsabilidade, o que estão fazendo com Dilma e conosco", disse. "Não vamos levar essa pecha para casa, de jeito nenhum. E a verdade vai aparecer. Se houve petistas da base envolvidos, que paguem. Mas não pode imputar à campanha da Dilma." 
( O comentário soa como uma ameaça. Ao que tudo indica, como sempre, o ex-seminarista diabólico está coordenando uma espécie de Contra-Dossiê, para jogar a culpa para cima dos adversários. Olho vivo, este senhor é perigoso, que o diga o irmão de Celso Daniel, hoje exilado na França e ameaçado de morte)
Carvalho disse que as denúncias são "uma bala de prata" e uma "bala perdida" numa "guerra entre eles mesmos [os tucanos]", mas afirmou que não faria acusações antecipadas para "não cometer a mesma irresponsabilidade" dos tucanos. 
( A nova versão é que Aécio Neves comandou tudo. Querem matar dois coelhos com uma cajadada. Ganhar a eleição em Minas e jogar a culpa do Dossiê para os próprios tucanos. Vão comprar o jornal O Estado de Minas? Alguém vai dar crédito ao jornalista safado que estava montando o Dossiê?)
Ele também lamentou o destaque dado pela imprensa ao caso. "Eu lamento muito que a imprensa dê tanto espaço para um fato dessa natureza. Nós temos que discutir o país e não um episódio que não há prova até agora que incrimine qualquer pessoa da campanha da Dilma." 
( O recado é claro: eles vão acabar com a liberdade de informação no Brasil. Ele são contra a liberdade de imprensa. Eles não admitem cobertura isenta. Inclusive já colocaram outro blogueiro imbecil, o Maluco do Megafone, a entrar com uma ação ridícula e estúpida contra a Rede Globo e o SBT. O pobre diabo, sparring das porquices da dupla de ratazanas Amossif e Namorim, também fala muito em "bala de prata". )

Um presidente mentindo para o povo.

Clique na imagem duas vezes para ampliar e ler a coluna de Merval Pereira, em O Globo.

É muito azar do PT.

O PT é um partido azarado, vocês não acham? Tem 1,8 milhão de filiados, algo em torno de 1% da população brasileira. Um a cada 105 brasileiros é filiado ao PT. Agora vejam que bruta azar. O Violador de Sigilos I, de Mauá, São Paulo, é petista. Tinha 105 chances de não ser. O Violador de Sigilos II, de Formiga, Minas Gerais, é petista. Também tinha 105 chances de não ser. O PT é um partido azarado, vocês não acham? E mais: são 27 partidos no Brasil e os dois violadores de sigilo tinham logo de ser filiados ao PT? Até este caso da violação do sigilo de Verônica Serra existia um ditado no Brasil de que o raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Pois não é que o PT acabou com esta máxima? É muito azar, vocês não acham? Pelo menos é o que a Dilma, o Lula, o Dutra, o Cardozo estão dizendo, em outras palavras, quando afirmam que o PT não tem nada a ver com a violação do sigilo de Verônica Serra e dos dirigentes tucanos.
.................................................................................
Mas o cúmulo do azar aconteceu com o Violador de Sigilos II, o petista Amarante, lá da bela Formiga. Existem milhares de Eduardos Jorges no banco de dados da Receita Federal. Pois não é que o azarado foi logo acessar, por aquelas ironias do destino, o nome de Eduardo Jorge Caldas Pereira, o vice-presidente do PSDB? E o pior de tudo! Alguém, postado estrategicamente às suas costas, longe do seu raio de visão, em questão de segundos, roubou as informações e entregou para as ratazanas Amossif e Nassirim publicarem nos seus blogs do esgoto? Bruta azar, bruta azar! Vai te benzer, Amarante!

A Turma da Dilma comete o crime e Lula debocha da vítima.

Clique para ampliar e ler Editorial do Estadão.

PF a cabresto?

Está nos jornais que o presidente do PT está pedindo para que a Polícia Federal investigue um dos contratados pela Turma da Dilma para fazer o Dossiê contra Serra: o jornalista Amaury Ribeiro Junior, que era a fonte da esgotosfera liderada pelos blogueiros Amossif e Nassirim, liberando informações falsas aos pedaços, sobre o sigilo fiscal violado de Verônica Serra. Não pedem que Fernando Pimentel(PT), tido como o mandante, seja investigado. Não pedem que Luiz Lanzetta, o outro envolvido, seja investigado. Não pedem que o empresário Benedito de Oliveira, que pagavas as contas da Campanha, seja investigado. A PF deveria chutar a porta do Comitê da Campanha da Dilma, entrar, pegar computador, documentos e fazer o que sempre faz nas suas operações. Só falta a Polícia Federal obedecer as ordens de José Eduardo Dutra, presidente do PT e, três meses depois, montar uma Operação Cortina de Fumaça, no mesmo estilo da Receita Federal. O assunto já não pertence mais ao PT. Já está na opinião pública e vai custar muito caro. O segundo turno, com certeza. A derrota nas eleições, como forte possibilidade.

Espaço aberto para a "Turma do Chapéu".

Existe um grupo de jovens militantes tucanos, em Minas Gerais, a Turma do Chapéu,  liderada por Gabriel Azevedo ( a quem Hélio Costa quis processar por causa de um vídeo) que tem trabalhado muito pela eleição de José Serra(PSDB). O Blog abre espaço para que eles respondam o que está abaixo, publicado hoje na Folha de São Paulo:

"Cristianização cruzada" Não obstante a esperada aparição de Lula amanhã ao lado de Hélio Costa (PMDB), o comando da campanha de José Serra (PSDB) se convenceu de que Minas assiste a uma "cristianização cruzada": o presidente cumpre tabela em relação ao aliado local, que perde terreno para Antonio Anastasia (PSDB), cujo padrinho, Aécio Neves, tampouco se empenha por Serra. A percepção do QG serrista foi consolidada pela notícia, vinda do entorno de Aécio, de que ele e Lula tiveram longa e recente conversa por telefone. Na avaliação de aliados do candidato presidencial tucano, a contínua expansão do voto "Dilmasia" vale mais para o Planalto que a eleição de Costa.

O violador de sigilos de Verônica Serra é gato graúdo no PT.

Da Folha de São Paulo, mostrando os elos familiares do contador Antonio Carlos Atella Ferreira, responsável pela violação do sigilo fiscal de Veronica Serra com uma procuração falsa, na delegacia da Receita Federal de Mauá:

A família de Atella é militante histórica e fundadora do diretório do PT de Mauá na década de 80. Neuza Maria Ferreira Jaloretto, sua irmã, é filiada ao PT desde 21 de maio de 1981. A inscrição dela foi feita na 217ª Zona Eleitoral, a mesma em que Atella deu entrada na sua filiação.  Servidora da área da saúde da Prefeitura de Mauá, ela é casada com o oficial de Justiça João Primo Jaloretto, fundador do PT na cidade. Segundo o presidente do PT paulista, Edinho Silva, Jaloretto é militante histórico. O ingresso no PT ocorreu a partir de associações de bairro nos anos 80.  "Ele [João Primo] foi fundador do PT de Mauá, é militante do PT", disse. A família Jaloretto é dona de um imóvel alugado para as atividades políticas do deputado estadual Donisete Braga (PT). O aluguel, no valor de R$ 1.340 mensais, é pago a Durvalino Jaloretto com a verba do gabinete de Braga na Assembleia Legislativa.  Integrante do grupo político do prefeito Oswaldo Dias (PT), Braga é uma das lideranças do partido no ABC. Ele enfrentou processo -arquivado em 2006- por envolvimento no assassinato do prefeito Celso Daniel (PT). A quebra do sigilo telefônico de Braga, que nega envolvimento no crime, revelou que ele estava próximo ao local do cativeiro de Daniel um dia antes da sua morte.  A família de Atella em Mauá é ligada à do prefeito Oswaldo Dias. As filhas de ambos, Letícia Dias e Juliana Jaloretto, estudaram juntas. Hoje, o filho de Dias, Leandro, preside o diretório municipal do partido após seu grupo derrotar o do ex-vice-prefeito Márcio Chaves. A Folha identificou mais dois familiares petistas em Mauá: Maria do Carmo Jaloretto, filiada desde abril de 1981, e Anna Clélia Jaloretto, desde 1988.

Dilma encarna o "esse país" e repete o Lula do mensalão.

Hoje, em Valparaíso (a Dilma escreve Valparaízo) a candidata petista continuou tentando afastar a responsabilidade pela quebra do sigilo de tucanos e da filha de José Serra por da sua campanha.  Dilma afirmou que tudo não passa de "uma porção de falsidades, uma porção de factóides". "Eles são sempre contra alguma coisa. (...) Quero dizer pra vocês que nenhuma falsidade, nenhum factóide, nenhuma invenção que o desespero do meu adversário assaca contra mim vai impedir que o povo siga mudando esse país."  É ou não é a laranja do Lula? Enquanto ela mentia em cima do palanque, ao lado do Lula, várias versões petistas caíam no Jornal Nacional e ficou ainda mais claro que Dilma é a grande responsável pela produção do dossiê contra Serra, assim como foi a organizadora do "banco de dados" contra Dona Ruth Cardoso e Fernando Henrique.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Nem em 140 toques.

O twitter da Dilma é a cara da picareta.

Como mente o petista de Formiga. Aí está a prova de que ele está mentindo.

Somente no Portal da Transparência, que mostra os funcionários públicos que recebem diárias ou usam cartão corporativo, existem 46 Eduardo Jorge. Se fosse o banco de dados da Receita Federal, estes 46 seriam mais de 4.000, com toda a certeza. Em ordem alfabética rigorosa, haveria no mínimo uns 40 Eduardo Jorge a serem consultados antes do vice-presidente tucano Eduardo Jorge Caldas Pereira. No entanto,   o petista Amarante, o violador de sigilos tucanos de Formiga, Minas Gerais, acaba de mentir no Jornal Nacional. Ele afirma que ao buscar um homônimo, acessou os dados de Eduardo Jorge Caldas Pereira. Impossível. Ele jamais chegaria ao nome de Eduardo Jorge Caldas Pereira teclando apenas Eduardo Jorge. O petista Amarante violou o sigilo fiscal do tucano. Para provar, basta que um jornalista  com um pingo de profissionalismo, peça para que a Receita Federal chame a imprensa e tecle no computador o nome Eduardo Jorge, como o petista Amarante disse que fez, para ver onde é que vai aparecer o nome de Eduardo Jorge Caldas Pereira. É fácil provar que o petista de Formiga é mais um mentiroso da máfia deste partido que tomou conta do Brasil.

PSDB exige investigação séria e o fim das mentiras do PT.

Carta do PSDB

País está estarrecido com tentativa do PT de se desvencilhar das responsabilidades sobre o vazamento de dados fiscais sigilosos

Brasília (06) – O país assistiu estarrecido esta tarde a uma nova tentativa por parte da direção nacional do PT de tentar se desvencilhar das responsabilidades e das explicações que o partido deve aos brasileiros. Não apenas aqueles que tiveram sua vida e privacidade violadas, mas a todo conjunto da sociedade que exige a apuração e punição das ações criminosas praticadas contra a filha do candidato José Serra e três integrantes do PSDB.
A nova tentativa de desviar a atenção da imprensa e da opinião pública reforça a percepção que todos temos de que as ações criminosas ocorridas no âmbito da Receita Federal têm claras motivações políticas.
A tentativa de tratar como fatos isolados os recentes episódios que causaram indignação ao país tem como objetivo evitar que a sociedade brasileira perceba o alcance das mesmas. É de suma importância para o Brasil que recapitulemos o conjunto de fatos conhecidos.
As mãos que violaram os dados fiscais de Verônica Serra, Eduardo Jorge, vice-presidente do PSDB, Ricardo Sérgio Oliveira, ex-diretor do Banco do Brasil, do ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros e do empresário Gregório Marim, são as mesmas que violaram o sigilo bancário de Francenildo Costa, que produziram dossiês contra a ex-primeira dama Ruth Cardoso e apagaram imagens gravadas por câmeras de segurança do governo.
São as mesmas mãos flagradas carregando uma mala com R$ 1,7 milhão destinados a compra de dossiê montado, à época, contra o candidato a governador José Serra. São as mesmas mãos que alugaram casa de endereço conhecido em Brasília e, contrataram pessoas de nomes já divulgados, para abrigar “um serviço de inteligência” criado para montagem de novos dossiês.
Os novos fatos apontam para a existência de um verdadeiro esquema  de vazamento e manipulação de dados sigilosos envolvendo a agência da Receita de Mauá, na região do ABC de São Paulo, berço histórico do PT.
Ou seja, todos os fatos que vieram a público indicam que a violência praticada contra a filha de Serra e integrantes do PSDB são parte de uma mesma ação criminosa arquitetada para atender interesses políticos do PT.
O PSDB espera dos órgãos oficiais responsáveis uma investigação rigorosa e conclusiva. Que sejam ouvidos todos os técnicos da Receita Federal e também os técnicos responsáveis pelo sistema de câmeras de segurança do governo. Que seja trazido a público o resultado das investigações sobre a ação dos chamados aloprados na campanha de 2006 em São Paulo.
O Brasil não deve aceitar mais explicações rasteiras e fantasiosas. Atos criminosos que estarrecem a nação e atentam contra a democracia, e que devem ser banidos por completo da vida política brasileira.

Senador Sérgio Guerra
Presidente Nacional do PSDB
Brasília, 06 de setembro de 2010

Não acreditem em pesquisas do PT.

Esta conversa mole de que Dilma Rousseff(PT) caiu nas pesquisas internas do PT é notícia plantada. Os efeitos do crime fiscal e moral cometido pelo PT contra o PSDB, com o beneplácito da candidata e do presidente da República, só serão sentidos daqui a dez ou quinze dias. A fonte de quem deu a informação é petista, não vale uma nota de três reais. O esperto planta a notícia e sai um Ibope e um Datafolha igual. Pronto. A crise passou. E eles engambelam os tucanos. Ninguém dá má notícia em campanha eleitoral. Se tivesse caído, eles seriam os primeiros a não avisar. Aliás, quem faz as "internas" do PT é o mesmo Marcos Dilmaboy Coimbra que faz o tracking do IG. Lá subiu, não é? Portanto, o que vem do PT é bullshit.

Quebra do sigilo tucano: a mentira petista das 18 foi antecipada para 16 horas.

Da Folha Poder:

Em uma entrevista que durou nove minutos, realizada em um estacionamento atrás do prédio da agência da Receita Federal em Formiga (a 210 km de Belo Horizonte), o analista tributário Gilberto Souza Amarante negou nesta segunda-feira (06) que tenha acessado os dados cadastrais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge. Ele disse que o caso diz respeito a um "homônimo". "Nesse episódio, os levantamentos que fiz, que fizemos... o acesso foi feito durante horário de expediente, no atendimento. Há vários casos de homônimos com esse nome Eduardo Jorge. A nossa base [de dados] é nacional. Então, o que é factível é que houve um homônimo e esse acesso durou 41 segundos apenas, não foram dez acessos", disse ele.
.................................................................................
Acontece que o nome não é apenas Eduardo Jorge. É Eduardo Jorge Caldas Pereira. Além disso, a busca sempre é feita a partir do CPF, jamais a partir do nome, justamente para evitar homônimos.  É possível fazer pelo nome, mas profissional algum faz. A mentira petista chegou duas horas antes do previsto. Eles não têm vergonha na cara. Cadeia neles! Cadeia nos aloprados!

Cartório desmente mais uma versão dos aloprados do PT. Qual será a mentira das 6 da tarde de hoje?

Da Folha Poder:

Os registros do cartório da 217ª Zona Eleitoral de Mauá (Grande São Paulo) desmentem a versão do PT paulista de que a filiação ao partido do contador Antonio Carlos Atella Ferreira, o falso procurador da quebra do sigilo fiscal de Veronica Serra, não se consumou por um erro na grafia do nome dele. O banco de dados do cartório aponta o nome dele como filiado ao PT com a grafia correta. Além disso, indica que o cadastro dele na Justiça eleitoral existe desde outubro de 2003. Segundo registro do cartório da 183ª Zona Eleitoral de Ribeirão Pires (SP), domicilio eleitoral atual de Atella, também não há registros do cancelamento de sua filiação partidária. No sábado, o presidente estadual do PT, Edinho Silva, afirmou em nota que a filiação de Atella foi apresentada ao partido, mas não chegou a ser efetivada.  De acordo com o PT paulista, em outubro de 2003, o cadastro de inclusão do nome de Atella o registrou como Antônio Carlos "Atelka". "Desde então, o senhor Antonio Carlos Atella Ferreira nunca procurou os dirigentes do diretório de Mauá para corrigir a situação. Da mesma forma, ele nunca participou de qualquer órgão de direção partidária, nem de qualquer evento, seminário, reunião ou atividade, não tendo nunca cumprido quaisquer obrigações estatutárias, nem mesmo sequer comparecido para votar em quaisquer dos nossos processos eleitorais internos", diz a nota. Era mentira. Mais uma. Esperar o quê do partido da bandidagem?

O petista que violou sigilo de Eduardo Jorge poder ter apenas olhado seu CPF. A piada não é do CQC, é da Receita Federal

A Receita Federal saiu com uma nova, agorinha mesmo. O petista Amarante, que violou o sigilo de Eduardo Jorge, vice-presidente do PSDB, lá em Formiga, Minas Gerais, pode ter aberto o sistema por 10 vezes apenas para olhar o CPF do tucano, segundo o superintendente do órgão em Minas Gerais. A Receita Federal perdeu a vergonha na cara. Virou um antro da quadrilha petista. Para saber o CPF do tucano Eduardo Jorge Caldas Pereira, basta teclar o seu nome do google. Aqui, por exemplo, há um documento de 2004, dirigido ao Ministério Público Federal, onde constam todos os seus dados. Para que o petista Amarante precisaria dos dados cadastrais de Eduardo Jorge? É caso de polícia.

Para copiar e espalhar.

Saiu na Folha e por um lapso não foi publicado aqui o artigo abaixo, de Ferreira Gullar. Copiei na íntegra, lá do Blog do Angelo da C.I.A:

Vamos errar de novo?
FAZ MUITOS ANOS já que não pertenço a nenhum partido político, muito embora me preocupe todo o tempo com os problemas do país e, na medida do possível, procure contribuir para o entendimento do que ocorre. Em função disso, formulo opiniões sobre os políticos e os partidos, buscando sempre examinar os fatos com objetividade.
Minha história com o PT é indicativa desse esforço por ver as coisas objetivamente. Na época em que se discutia o nascimento desse novo partido, alguns companheiros do Partido Comunista opunham-se drasticamente à sua criação, enquanto eu argumentava a favor, por considerar positivo um novo partido de trabalhadores. Alegava eu que, se nós, comunas, não havíamos conseguido ganhar a adesão da classe operária, devíamos apoiar o novo partido que pretendia fazê-lo e, quem sabe, o conseguiria.
Lembro-me do entusiasmo de Mário Pedrosa por Lula, em quem via o renascer da luta proletária, paixão de sua juventude. Durante a campanha pela Frente Ampla, numa reunião no Teatro Casa Grande, pela primeira vez pude ver e ouvir Lula discursar.
Não gostei muito do tom raivoso do seu discurso e, especialmente, por ter acusado "essa gente de Ipanema" de dar força à ditadura militar, quando os organizadores daquela manifestação -como grande parte da intelectualidade que lutava contra o regime militar- ou moravam em Ipanema ou frequentavam sua praia e seus bares. Pouco depois, o torneiro mecânico do ABC passou a namorar uma jovem senhora da alta burguesia carioca.
Não foi isso, porém, que me fez mudar de opinião sobre o PT, mas o que veio depois: negar-se a assinar a Constituição de 1988, opor-se ferozmente a todos os governos que se seguiram ao fim da ditadura -o de Sarney, o de Collor, o de Itamar, o de FHC. Os poucos petistas que votaram pela eleição de Tancredo foram punidos. Erundina, por ter aceito o convite de Itamar para integrar seu ministério, foi expulsa.
Durante o governo FHC, a coisa se tornou ainda pior: Lula denunciou o Plano Real como uma mera jogada eleitoreira e orientou seu partido para votar contra todas as propostas que introduziam importantes mudanças na vida do país. Os petistas votaram contra a Lei de Responsabilidade Fiscal e, ao perderem no Congresso, entraram com uma ação no Supremo a fim de anulá-la. As privatizações foram satanizadas, inclusive a da Telefônica, graças à qual hoje todo cidadão brasileiro possui telefone. E tudo isso em nome de um esquerdismo vazio e ultrapassado, já que programa de governo o PT nunca teve.
Ao chegar à presidência da República, Lula adotou os programas contra os quais batalhara anos a fio. Não obstante, para espanto meu e de muita gente, conquistou enorme popularidade e, agora, ameaça eleger para governar o país uma senhora, até bem pouco desconhecida de todos, que nada realizou ao longo de sua obscura carreira política.
No polo oposto da disputa está José Serra, homem público, de todos conhecido por seu desempenho ao longo das décadas e por capacidade realizadora comprovada. Enquanto ele apresenta ao eleitor uma ampla lista de realizações indiscutivelmente importantes, no plano da educação, da saúde, da ampliação dos direitos do trabalhador e da cidadania, Dilma nada tem a mostrar, uma vez que sua candidatura é tão simplesmente uma invenção do presidente Lula, que a tirou da cartola, como ilusionista de circo que sabe muito bem enganar a plateia.
A possibilidade da eleição dela é bastante preocupante, porque seria a vitória da demagogia e da farsa sobre a competência e a dedicação à coisa pública. Foi Serra quem introduziu no Brasil o medicamento genérico; tornou amplo e efetivo o tratamento das pessoas contaminadas pelo vírus da Aids, o que lhe valeu o reconhecimento internacional. Suas realizações, como prefeito e governador, são provas de indiscutível competência. E Dilma, o que a habilita a exercer a Presidência da República? Nada, a não ser a palavra de Lula, que, por razões óbvias, não merece crédito.
O povo nem sempre acerta. Por duas vezes, o Brasil elegeu presidentes surgidos do nada -Jânio e Collor. O resultado foi desastroso. Acha que vale a pena correr de novo esse risco?

Quer ser incluído no quarto lote de restituição do IR, no próximo dia 9? Ligue já para o Comitê da Dilma ou para o Diretório do PT mais perto de você.

A Receita Federal libera nesta quinta-feira (9), às 9h, a consulta ao 3º lote multiexercício de restituições do Imposto de Renda da Pessoa Física, incluindo os exercícios de 2010 (ano-base 2009), além da malha fina de 2009 e 2008. Para ter a sua restituição liberada nesse lote, o contribuinte deve ligar para o Comitê de Campanha da Dilma Rousseff ou para o Diretório do PT mais perto de você. É devolução garantida!

DNA do PT e DNA da Dilma.

José Serra(PSDB) poderia ter ido um pouco mais longe, ao dizer que violar sigilos está no DNA do PT.  Poderia dizer que fazer dossiês está no DNA de Dilma Rousseff(PT), que chegou ao cúmulo de mandar incluir a compra de um pênis de borracha no cartão corporativo de Dona Ruth Cardoso, quando o governo tentava de todas as formas escapar do escândalo dos cartões corporativos. Para Dilma, aquilo era apenas um banco de dados. Era muito mais. Tanto é que o DNA de montar bancos de dados foi levado para dentro da sua campanha eleitoral. Obviamente, por ela, a maior especialista brasileira em dossiês.

Não falta aviso.































Clique na imagem para ampliar e ler editorial do Estadão.

Errou de novo.

Acima, a explicação dada pelo blogueiro e jornalista Ricardo Noblat, hoje, na página 2 de O Globo. O "erro" só não foi maior do que o de Romero Jucá (PMDB), que em pleno Jornal Nacional afirmou que estava provado que a procuração de Verônica Serra era verdadeira.Mas o caso de Noblat teve um agravante: ao contrário de Jucá, que é líder do governo no Senado, ele é jornalista e blogueiro, do qual todos devemos cobrar isenção e independência. Depois de reconhecer o "erro", Noblat continua com a sua coluna e, puxando de volta o tal comentário ao site da Globo,  idealiza a forma como o governo deveria ter agido. Baixou um misto de João Santana com Franklin Martins no blogueiro. Vai aos mínimos detalhes na sua orientação sobre "como deveriam ter enfrentado o problema", chegando ao ápice de concluir que, no final, se o Governo agisse de acordo com os seus conselhos " a oposição ainda seria obrigada a elogiar o governo".  A vítima aplaudiria o criminoso e ainda diria: obrigado por terem violado o sigilo da minha filha! Noblat ensina, com uma didática irretocável, que o crime eleitoral e fiscal poderia ter sido resolvido com base em uma estratégia ardilosa, quando deveria pedir, por exemplo, a riogorosa punição dos culpados. Preferiu mostrar como o Governo poderia ter embromado a Oposição, em vez de criticar as sucessivas tentativas que estão sendo feitas para abafar o caso.  Optou por "orientar" o Governo sobre como ele poderia ter escapado das justas acusações que têm recebido, feitas por homens de bem e por cidadãos brasileiros,com base na Constituição Federal. Virou advogado do Lula, da Dilma e do PT. José Dirceu, colunista do seu Blog, não teria montado uma defesa melhor para os seus mais importantes clientes. No final, como o governo não agiu de acordo com os seus conselhos, o Noblat finalmente aceita que o crime está configurado. Na verdade, sempre foi crime. O crime não mudou. O que mudou foi o jornalista e blogueiro, atropelado pelos fatos.
................................................................................
Tem uma frase na coluna do Noblat que diz o seguinte: " se a imprensa tivesse decidido esperar, é bem possível que nada ficasse esclarecido até o dia da eleição". Ainda bem que, apesar de tudo, existe alguma imprensa no Brasil. Tomara que exista alguma lei, ainda.

O apagão de R$ 2 bilhões da Dilma.

Da Folha:

O atual ministro de Minas e Energia advertiu em 2008 a colega Dilma Rousseff, então na Casa Civil, sobre a "necessidade premente" de corrigir a tarifa social de luz. A falha de cálculo custou R$ 2 bilhões aos consumidores -metade disso na época em que a hoje candidata petista à Presidência era a titular de Minas e Energia. Assinado por Márcio Zimmermann, o ofício de 20 de junho de 2008 defendia que a Casa Civil adotasse as recomendações feitas ao longo de cinco anos pelo TCU (Tribunal de Contas da União) a respeito da conta de energia. Essas advertências do TCU, como revelou ontem a Folha, foram completamente ignoradas pelo Ministério de Minas e Energia no período em que foi chefiado por Dilma (2003-2005). A pasta só se mexeu quando o ministro já era Silas Rondeau -e sete meses depois de Dilma ter saído para a Casa Civil.
.................................................................................
Apenas para que o povão entenda, o rombo que a Dilma deu no bolsos dos pobres daria para construir seis estádios do Corinthians. E não foi esquecimento não. Ela simplesmente desobedeceu o TCU. Com que interesses? Quem ganhou com isso? Aquem ela estava servindo, se estava tirando do bolsos dos pobres?

Conversa mole.

O servidor da Receita de Formiga (MG) que acessou dez vezes em 2009 os dados pessoais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, é filiado ao PT desde agosto de 2001.Os presidentes do PT nacional, José Eduardo Dutra, do PT-MG, Reginaldo Lopes, e do PT de Arcos, Hideraldo José, dizem que não conhecem Amarante e que ele não teve atividades partidárias nos nove anos de filiação. "A oposição vai fazer mais estardalhaço, mas não há nenhuma relação da campanha com esse episódio. O fato de ser filiado, é claro, por si só causa constrangimento ao partido", afirmou Dutra, que disse que ele será expulso se comprovada irregularidade. "Conheço o PT de Arcos, sou votado em Arcos, e nunca ouvi falar dessa pessoa. Se é filiado, não é militante", disse Lopes, do PT mineiro.
................................................................................
Se um petista "não militante" comete este tipo de crime, imaginem o que não seria capaz de fazer um petista "militante". Os Celsos e Toninhos estão aí, vagando insepultos, a clamar por Justiça.

Mais PT nas asas da corrupção.

Da Folha:

O fabricante de helicópteros que mais vende para o governo brasileiro pagou a viagem e a hospedagem de servidores do Ministério da Justiça responsáveis por liberar dinheiro para os Estados comprarem as aeronaves. O secretário Nacional de Segurança Pública do ministério, Ricardo Balestreri, e mais três funcionários da pasta aceitaram um convite para visitar a Eurocopter, em Marignane, interior da França, empresa cuja subsidiária no Brasil é a Helibras. Um programa do governo, sob a batuta de Balestreri, repassa dinheiro para os Estados, que compram, por licitação, aeronaves da Helibras e de outras empresas.
Neste ano, foram comprados quatro helicópteros da empresa pelos Estados do Tocantins, Pernambuco, Mato Grosso e Maranhão. Cada um custa entre R$ 6 milhões e R$ 8 milhões -dinheiro liberado após a ida dos servidores a Marignane. A Helibras tem vencido a maioria das licitações. A Eurocopter também vendeu para o Brasil 50 helicópteros dentro de um acordo chamado Brasil-França. O conselho administrativo da Helibras foi presidido nos últimos três anos pelo ex-governador do Acre Jorge Viana, petista e candidato ao Senado nesta eleição. A viagem de Balestreri e seus subordinados ocorreu em novembro passado. Eles estavam na Europa em visita oficial a França, Israel e Espanha, entre os dias 14 e 29 de novembro. Mas, do dia 19 a 21, desviaram a viagem oficial indo conhecer a Eurocopter. As passagens e estadias "extraoficiais" em Marignane ficaram em R$ 15 mil e foram bancadas pela Helibras.

CONDUTA
Balestreri, acompanhado dos servidores Daniel Ulisses Meireles da Rocha, Cleverson Lautert Cruz e Alex Canuto de Sá Cunha, desrespeitou o código que regula a conduta do servidor público. O código diz que a "autoridade pública não poderá receber salário ou qualquer outra remuneração de fonte privada em desacordo com a lei, nem receber transporte, hospedagem ou quaisquer favores de particulares de forma a permitir situação que possa gerar dúvida sobre a sua probidade ou honorabilidade". Diz ainda o código: "É permitida a participação em seminários, congressos e eventos semelhantes, desde que tornada pública eventual remuneração, bem como o pagamento das despesas de viagem pelo promotor do evento, o qual não poderá ter interesse em decisão a ser tomada pela autoridade". No dia 22 de dezembro de 2009, quase um mês depois de ter chegado da viagem à Europa, Balestreri tentou devolver aos cofres públicos US$ 2.000, cerca de R$ 3.500, que sobraram da viagem.
......................................................................................
Agora vejam quanto eles receberam para uma viagem que, em parte, foi paga por terceiros, segundo o Portal da Transparencia:


Ricardo Brizola Balestreri - 13 de novembro de 2009 - R$ 13.831,24
Cleverson Lautert Cruz - 13 de novembro de 2009 - R$ 11.713,04
Daniel Ulisses Meireles da Rocha - 16 de novembro de 2009 - R$ 11.262,20
Alex Canuto de Sá Cunha - 16 de novembro de 2009 - R$ 9.427,97

domingo, 5 de setembro de 2010

Este Aécio é mesmo um gênio ou Dilma é mesmo uma idiota.

Dilma Rousseff(PT) é uma pessoa reconhecidamente limitada. Não consegue completar uma frase. A menor crise, precisa ser escondida e blindada. Somente quando mente ou agride é que ela mostra alguma consistência. Questão de caráter. Treinamento no terrorismo. Hoje ela sugeriu, novamente, que Aécio Neves(PSDB) estaria por trás do Dossiê distribuído pela sua campanha contra José Serra(PSDB). Ou Aécio Neves é um gênio do mal ou Dilma Rousseff é uma idiota. Até agora, somente empregados da sua campanha ou companheiros de partido foram pegos violando sigilo ou distribuindo documentos roubados  para a imprensa. Será que Aécio é tão genial ao ponto de usar petistas para prejudicar um tucano, na busca da candidatura à presidência? E usar petistas de dentro da campanha da Dilma? A gente é obrigado, pelos antecedentes, inclusive criminais, a livrar a cara limpa do Aécio e considerar a Dilma uma idiota mal intencionada que acha que pode enganar o povo brasileiro.

Mauá, Formiga, Brasília: a quadrilha do PT age na Receita Federal em todo o país.

Do Estadão:

O analista tributário Gilberto Souza Amarante, que trabalha para Receita Federal no interior de Minas Gerais e acessou dez vezes os dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, é filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT) desde 2001.   De acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Amarante é um dos 276 filiados do PT que votam na cidade de Arcos, vizinha ao município mineiro de Formiga, onde o analista acessou, no dia 3 de abril de 2009, o CPF de Eduardo Jorge dez vezes em menos de um minuto. A identificação de Amarante foi feita pelo Estado com base no número do título de eleitor e do registro no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do analista tributário. A situação do registro de filiação de Amarante é classificada como "regular" pelo sistema do TSE. O servidor do Fisco vota na 18ª zona eleitoral, na seção 35, que fica na Casa de Cultura de Arcos. A agência da Receita Federal responsável pela região do município de Arcos é sediada em Formiga e está subordinada à Delegacia de Divinópolis, a 124 quilômetros da capital Belo Horizonte (MG). Leia mais aqui.

Com um discurso antiamericanista e de reverência à Cuba, Lula comemora o sucesso do Foro de São Paulo.

Assista, em pouco mais de 20 minutos, a assustadora "aula inaugural" proferida por Lula, no lançamento da Unila, Universidade Federal da Integração Latino-Americana, em Foz do Iguaçú, Paraná, no último dia 2 de setembro.Lula  "ensina" aos alunos a importância do Foro de São Paulo e que a esquerda somente chegou ao poder no continente depois da sua fundação. Credita ao Foro todas as vitórias. E conclui que somente a "democracia" praticada pelo Foro de São Paulo poderia ter permitido isso. Espertamente, Lula passa ao largo da "democracia" cubana, sem antes rasgar elogios a Fidel Castro, nomeando-o como o grande guru da sua trajetória política. Em todos os momentos, Lula explica o "sucesso" da união latino-americana pelo antiamericanismo, em um discurso de ódio ao país mais democrático do mundo. O mais assustador: Lula pede aos novos universitários que criem uma nova "doutrina" para estar em vigor na América Latina, em dez ou quinze anos. É a universidade a serviço da ideologia. Só faltou Lula gritar o famoso "Pátria, Socialismo ou Morte!"

Vídeo 1, Vídeo 2, Vídeo 3.

O grande erro.

Os candidatos a governador de oposição que não estão apoiando explicitamente José Serra(PSDB), com medo de perder votos nos seus quintais porque a candidata do Lula está à frente nas pesquisas, estão cometendo suicídio político. Se esta eleição presidencial for decidida em primeiro turno, nenhum, podem escrever, nenhum candidato a governador que seja de oposição ao Lula e a presidente já eleita, obterá mandato no segundo turno. Se Lula está cometendo o que está cometendo para eleger a sua sucessora, atropelando a democracia e a Constituição, imaginem a dupla Lula e Dilma, sentados lado a lado dentro do mesmo gabinete, dizendo claramente que haverá retaliações aos estados que não elegerem os candidatos indicados por eles. Alguém, em sã consciência, acha que eles não serão capazes disso? Só quem tem memória curta não lembra o que Lula fez no segundo turno de 2006. O que está ocorrendo agora será multiplicado por quantas vezes ele quiser. E mais: qual é a legislação que existe para conter um presidente eleito em primeiro turno, em relação ao segundo turno para governadores? E mais ainda: que ministro do TSE ou do STF vai peitar um presidente com a popularidade de Lula, que elegeu a sua sucessora em primeiro turno, para salvar a pele do Antonio Anastasia, do Geraldo Alckmin, do Marconi Perillo, de um Beto Richa e de outros tantos que andam por aí, se não vencerem no primeiro turno? A maior luta de hoje da Oposição dever ser levar José Serra para o segundo turno. Se isto não ocorrer, o candidato a governador da oposição que chegar lá só vai marcar presença, porque vai ser derrotado pela criminalização final da campanha eleitoral. Ninguém vai ter força para segurar. Não existe lei no Brasil que vá impedir que Lula complete a sua obra. 
..................................................................................

Santa Catarina poderá ser, assim, uma ilha perdida no meio de um Brasil inteiramente dominado. Não por ser apenas o estado que tem os melhores índices na educação e uma excelente qualidade de vida, para o qual nunca dependeu do Lula, muito antes pelo contrário. Aqui o candidato Raimundo Colombo, do Democratas, não esconde Serra. Inclusive, neste final de semana, cedeu os espaços da coligação no estado para José Serra, que está pedindo votos para os deputados federais. São dezenas de comerciais como estes que reproduzimos acima. Pela primeira vez, Serra supera em visibilidade a candidata do PT, que Ideli Salvatti transformou em bengala para a sua campanha. O DEM de Santa Catarina , não só pela excelente campanha que está fazendo, como pela sua honestidade e dignidade política, é um modelo para ser seguido em todo o Brasil, tanto pelos outros DEM como pelo PSDB. Como o DEM catarinense, existem raríssimas exceções. E nem é preciso dizer quem está por trás dele.
.................................................................................
Vejam que incoerência. Leonel Pavan(PSDB), que era vice do estado de Santa Catarina, eleito pela tríplice aliança composta por PMDB, DEM e PSDB, é o atual governador, pois Luiz Henrique(PMDB) está disputando uma cadeira ao Senado, tendo em vista que não pode mais se reeleger. Pavan deveria ter sido, naturalmente, o candidato indicado pela "polialiança" para concorrer. No entanto, envolveu-se em uma gravíssima denúncia de recebimento de suborno. Foi preterido, então, para que Santa Catarina tivesse o que merece: um nome limpo. Após uma luta interna do PMDB, a indicação recaiu sobre o terceiro nome da lista: Raimundo Colombo, do DEM. Pavan, então, magoado, como se não fosse um tucano com o rabo sujo e um poleiro de vidro imenso, fez corpo mole para a campanha de Serra até poucos dias atrás. E, para o governo do estado, liberou o PSDB e declarou-se neutro. Chegou ao ponto de flertar com Ideli Salvatti, candidata do PT, a quem recebeu em seu gabinete de governador. Não que o apoio de Pavan agregue muitos votos, dizem que em termos de marketing, pelas pesquisas realizadas, até é bom que não apareça. Mas o fato e a foto mostram o quanto a maioria dos tucanos, Brasil à fora, pensa apenas no seu próprio bico. Mesmo que esteja sujo, como o de Pavan.

A nova corrupção.

A organização do Estado brasileiro está completamente ultrapassada. As suas leis não contemplam o novo poder representado pela sofisticada organização criminosa do PT, que age impunemente no Brasil sob a tutela de Lula, sob a condução magistral de Lula, sob a liderança e inspiração de Lula. A Lei da Ficha Limpa, por exemplo, nasceu totalmente fora de tempo e lugar. Ela é uma piada e só pune político ladrão de galinhas. A corrupção do governante, hoje, não é mais um ato individual, cuja pena máxima é a inelegibilidade. Quem precisa de mandado para ter influência, ingerência e legitimidade como interlocutor do governo? Não está aí o José Dirceu para provar que, neste Brasil da nova corrupção petista, o poder  não é conferido pelas urnas? 

Com o advento do PT ao poder, a corrupção evoluiu para transformar-se em política de governo, basta olhar como Lula está comandando estas eleições, que deveriam ser as mais limpas da nossa história, regidas, pausa para uma gargalhada, sob a égide da Lei da Ficha Limpa. O que estamos assistindo? Um presidente da república que mente de forma desavergonhada, que desafia os demais poderes, que frauda a legislação, que ironiza, provoca, desafia. Um ministério totalmente a serviço de uma candidatura, combinando agendas e liberações de verbas públicas de acordo com pesquisas de intenção de votos. Por trás de tudo isso, o que existe? Um acordo com as elites dos banqueiros, dos cartéis, dos grandes industriais, muitos deles criados nos últimos oito anos, aos quais Lula entrega nacos do Brasil, recebendo em troca sustentação para colocar a máquina do governo nas mãos dos companheiros, especialmente os fundos de pensão que, em extraordinárias negociatas, participam das fusões e aquisições, proporcionando o nascimento de novos impérios empresariais. E o que dizer dos trabalhadores, antes representados pelo sindicalismo, berço histórico do PT? Há quantos anos não é feita uma só greve no Brasil, a não ser greves políticas, através das quais o PT ataca de forma suja os governantes adversários? Será que a vida do trabalhador brasileiro melhorou tanto assim? 

Não, nem vamos falar da Bolsa Família, deste limite imposto ao crescimento de trinta milhões de brasileiros, condenados à ração mensal que, em Cuba, é retirada nas filas das tendas da ditadura e, aqui, nos caixas eletrônicos do Banco do Brasil. A nova corrupção implantada no Brasil por Lula é algo que supera completamente qualquer possibilidade de análise. É impossível compreender toda a sua extensão. É por isso que os juízes não julgam e que a oposição não encontra um discurso consistente. Eles ficaram para trás, foram engolidos pelo império da corrupção inaugurado por Lula. Neste contexto, a honestidade de um José Serra soa como uma coisa antiga, revoltado contra a violação do sigilo fiscal da sua filha. O que funciona é  Lula gritando em cima de um palanque que a quebra do sigilo não existiu, quando ele mesmo, um dia antes, mandou investigar o crime até as últimas conseqüências. É nele que o povo brasileiro acredita, ao ponto votar em uma candidata imposta e criada em laboratório que, ao menor sinal de crise, precisa ser escondida, blindada, enclausurada, pois não tem preparo nem ao menos para completar uma frase que faça sentido.

Com uma eventual eleição de Dilma, a corrupção inaugurada por Lula atingirá o seu ápice. A máquina podre não precisará mais de um líder carismático. Ela andará sozinha, como se estivesse em piloto automático. A obra de Lula estará completa. E em pouco tempo teremos saudades do velho e bom político corrupto. Daquele que levava singelos 10% na obra aprovada. Daquele que vendia o seu voto por uma módica e aceitável quantia de dinheiro. Daquele que aproveitava o cargo para obter concessões de rádio e TV, para invadir uma área de terras da União, para se apropriar de um apartamento funcional. Os novos corruptos da Era Lula agem em rede e não fazem isso por dinheiro. São corruptos porque foram capacitados para serem corruptos. Eles já estão dentro da Receita Federal, do Banco do Brasil, da Petrobras, do BNDES, da Polícia Federal, plantados para garantir o partido no poder. Hoje violam sigilos na calada da noite. Para botar máscaras, pegar tacos de basebol e chutar a sua porta será apenas uma questão de tempo. Não há mais leis que consigam limitar as suas ações. As leis atuais foram feitas, a muito custo, para corruptos comuns. Para amadores como Sarney, Collor, Renan e outros que ainda eram votados. O estado brasileiro não estava preparado para a corrupção sofisticada implantada pela Era Lula. E o pior de tudo é que a luz no fim do túnel é apenas um trem-bala vindo em nossa direção, superfaturado em U$ 20 bilhões.

Luz para tolos.


Matéria com a manchete de capa da Folha de São Paulo:

A propaganda eleitoral tem apresentado a candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT) como uma eficiente gestora. Um erro cometido à frente do Ministério de Minas e Energia, contudo, coloca em xeque essa imagem. A falha foi apontada pelo TCU (Tribunal de Contas da União), em um processo que se arrastou por sete anos, e corroborada por uma auditoria do próprio governo. Segundo as decisões do tribunal, Dilma tardou em reconhecer e corrigir deficiências na tarifa social, um benefício concedido a consumidores de luz de baixa renda. O erro resultou no gasto inadequado, entre 2002 e 2007, de R$ 2 bilhões de um fundo mantido por consumidores de todo o país. Do total, R$ 989 milhões corresponderam à passagem de Dilma pelo ministério, de 2003 a 2005. A tarifa é coberta por um encargo embutido na conta de luz, a CDE (Conta de Desenvolvimento Energético). Gerido pelo governo, o fundo CDE remunera as distribuidoras de energia de acordo com o número de famílias beneficiadas pela tarifa social, além de bancar o Luz para Todos e outros programas federais. Os R$ 2 bilhões que, segundo o TCU, foram desperdiçados, poderiam ter sido usados para investimentos federais ou mesmo na ajuda a famílias pobres. Na época, um dos critérios para a concessão do benefício era o consumo residencial. Os técnicos do tribunal, contudo, concluíram que consumidores que gastavam pouco (até 80 kWh por mês), não eram, necessariamente, pobres -caso de donos de casas de veraneio. Por outro lado, consumidores de fato pobres ficavam de fora do desconto, pois podiam registrar consumo acima de 80 kWh/mês, devido ao alto número de moradores sob um mesmo teto. Ou seja, consumidores pobres subsidiaram ricos. O tribunal propôs, então, a reformulação dos critérios do benefício, criado em abril de 2002, último ano do governo FHC. Em três comunicados, o TCU alertou a ministra Dilma sobre o problema. Mas Minas e Energia só contratou o estudo requisitado pelo TCU em 2006, quando Dilma já tinha ido para a Casa Civil. E a lei acabou sendo alterada apenas em 2010. A primeira advertência ocorreu em abril de 2003. O então presidente do tribunal, Valmir Campelo, informou que os ministros, em votação no plenário, haviam aprovado acórdão que apontava as inconsistências. O texto recomendava à ministra, "com a urgência que o assunto requer", que adotasse cinco medidas, incluindo a contratação de estudo que indicasse o cálculo mais adequado para a tarifa. Em 2004, o TCU mandou para o ministério um grupo de analistas, que por 19 dias avaliou se as recomendações haviam sido adotadas. A equipe concluiu que a ministra não tinha feito as mudanças nem contratado o estudo. O ministério alegou dificuldades para unificar o cadastro dos programas sociais e pediu mais tempo. A explicação não convenceu. "Tal postura é preocupante", advertiram os analistas. Em 2005, os ministros do TCU reiteraram as recomendações de 2003. Dilma foi notificada, por duas vezes, no mês de fevereiro. Dois meses depois da saída de Dilma da pasta, o novo ministro, Silas Rondeau, criou um grupo de trabalho sobre o tema. O estudo requisitado desde 2003 foi contratado pelo governo no dia 16 de janeiro de 2006. A partir daí, o governo trabalhou para aprovar uma lei sancionada por Lula em janeiro deste ano.

A máquina corrompendo as eleições.

Clique em amplie para ler a reportagem publicada hoje pelo O Globo.

sábado, 4 de setembro de 2010

Este blog denuncia os crimes eleitorais do ministro Padilha há muito tempo. Virou reportagem do Globo deste domingo.

Leiam aqui. E aqui. E também aqui.

Matéria desde domingo em O Globo (amanhã postarei o fac símile) afirma:

Instalada no quarto andar do Palácio do Planalto, uma máquina trabalha a todo o vapor pela candidata do governo, Dilma Rousseff (PT). A rede montada na Secretaria de Relações Institucionais (SRI) da Presidência da República, comandada pelo ministro Alexandre Padilha, utiliza duas agendas: do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), que dão suporte e aparente legalidade às viagens de petistas que percorrem o país angariando votos nos estados junto a prefeitos, empresários e outros segmentos da sociedade, com diárias pagas pelos cofres públicos. É o que mostra reportagem de Fábio Fabrini e Regina Alvarez na edição deste domingo do GLOBO. Segundo a reportagem, o ritmo de viagens é frenético. Somadas, chegam a 44 as andanças do ministro Alexandre Padilha e de dois dos seus principais assessores entre o fim de maio e agosto. Como justificativa oficial, as reuniões do Conselhão (CDES) nos estados, que começaram a ser feitas em maio para discutir com empresários uma "Agenda para o Novo Ciclo de Desenvolvimento". E encontros com prefeitos para discutir projetos do PAC-2, a ser implementado no próximo governo, além de visitas às obras do PAC. De acordo com a reportagem, por si só, essas agendas, que servem para divulgar realizações e avanços do governo Lula, têm implícitas um viés político, já que acontecem no auge da campanha eleitoral. Mas, além disso, compromissos oficiais nos estados coincidem com eventos de campanha da candidata Dilma ou de aliados do PT. As viagens, as articulações e os atos da campanha estão registrados no Twitter. Padilha, tuiteiro compulsivo, escreveu no dia 15 de julho, quando estava em Curitiba (PR) para uma reunião do CDES e visitas a obras do PAC: "...Recebi a visita, aqui no Hotel Slaviero, do nosso cand a $do PR Osmar Dias, do nosso vice Rocha Loures e nossa futura senadora Gleisi" (mulher do ministro do Planejamento Paulo Bernardo). Padilha recebeu R$ 780 nessa viagem, equivalente a uma diária e meia, segundo a assessoria.
.................................................................................
Na última sexta-feira, este blog postou, inclusive, o encontro de Padilha com o aloprado favorito de Lula, o churrasqueiro Jorge Lorenzetti, na sede da FIESC, em Santa Catarina, onde estava justamente em um destes eventos políticos pagos pelos cofres públicos.
.................................................................................
Há pouco, o ministro tuitou isso aí ao lado. Assumiu o cargo de Advogado Geral da União. Sim, porque quem defende o Lula é AGU e não o ministério dele. O resto é aquele trololó petista de quem está se lambuzando com dinheiro público.

Bandidada com estrelinha no peito.

Da Folha Poder, confirmando o que este Blog já levantava em post de ontem à noite:

O comando da campanha de José Serra (PSDB) à Presidência acusou hoje o PT de ter simulado um assalto ao comitê do partido em Mauá (ABC de São Paulo) para "queimar arquivo". Ontem, o Tribunal Regional Eleitoral paulista afirmou que o contador Antonio Carlos Atella era filiado ao diretório petista no município quando retirou cópia do sigilo fiscal de Verônica Serra usando uma procuração falsa. O comitê petista foi alvo de assalto por homens armados na quarta-feira. Por enquanto, a Polícia Civil confirma apenas o roubo de armas e celulares. "Foi um roubo simulado, roubaram a si próprios. Desapareceram com fichas de filiações para esconder quem as abonou", afirmou o senador Alvaro Dias (PSDB-PR). "Foi queima de arquivo", emendou.

Democracia em risco.

Democracia virtual, por Fernando Henrique Cardoso

Vivemos uma fase de democracia virtual. Não no sentido da utilização dos meios eletrônicos e da web como sucedâneos dos processos diretos, mas no sentido que atribui à palavra “virtual” o dicionário do Aurélio: algo que existe como faculdade, porém sem exercício ou efeito atual. Faz tempo que eu insisto: o edifício da democracia, e mesmo o de muitas instituições econômicas e sociais, está feito no Brasil. A arquitetura é bela, mas, quando alguém bate à porta, a monumentalidade das formas institucionais desfaz-se em um eco que indica estar a casa vazia por dentro.

Ainda agora a devassa da privacidade fiscal de tucanos e de outras pessoas mais mostra a vacuidade das leis diante da prática cotidiana. Com a maior desfaçatez do mundo, altos funcionários, tentando elidir a questão política – como se estivessem tratando com um povo de parvos –, proclamam que “não foi nada não; apenas um balcão de venda de dados...”. E fica o dito pelo não dito, com a mídia denunciando, os interessados protestando e buscando socorro no Judiciário, até que o tempo passe e nada aconteça.

Não tem sido assim com tudo o mais? O que aconteceu com o “dossiê” contra mim e minha mulher feito na Casa Civil da Presidência, misturando dados para fazer crer que também nós nos fartávamos em usar recursos públicos para fins privados? E os gastos da atual Presidência não se transformaram em “secretos” em nome da segurança nacional? E o que aconteceu de prático? Nada. Estamos todos felizes no embalo de uma sensação de bonança que deriva de uma boa conjuntura econômica e da solidez das reformas do governo anterior.

No momento do exercício máximo da soberania popular, o desrespeito ocorre sob a batuta presidencial. Nas democracias, é lógico e saudável que os presidentes e altos dirigentes eleitos tomem partido e se manifestem em eleições. Mas é escandalosa a reiteração diária de posturas político-partidárias, dando ao povo a impressão de que o chefe da nação é chefe de uma facção em guerra para arrasar as outras correntes políticas. Há um abismo entre o legítimo apoio aos partidários e o abuso da utilização do prestígio do presidente, que além de pessoal é também institucional, na pugna política diária. Chama a atenção que nenhum procurador da República, nem mesmo candidatos ou partidos, haja pedido o cancelamento das candidaturas beneficiadas, senão para obtê-lo, ao menos para refrear o abuso. Por que não se faz? Porque pouco a pouco estamos nos acostumando que é assim mesmo.

Na marcha em que vamos, na hipótese de vitória governista – que ainda dá para evitar – incorremos no risco futuro de vivermos uma simulação política ao estilo do PRI mexicano – se o PT conseguir a proeza de ser “hegemônico” – ou do peronismo, se mais do que a força de um partido preponderar a figura do líder. Dadas as características da cultura política brasileira, de leniência com a transgressão e criatividade para simular, o jogo pluripartidário pode ser mantido na aparência, enquanto na essência se venha a ter um partido para valer e outro(s) para sempre se opor, como durante o autoritarismo militar.

Pior ainda, com a massificação da propaganda oficial e o caudilhismo renascente, poderá até haver anuência do povo e a cumplicidade das elites para com essa forma de democracia quase plebiscitária. Aceitação pelas massas na medida em que se beneficiem das políticas econômico-sociais, e das elites porque estas sabem que neste tipo de regime o que vale mesmo é uma boa ligação com quem manda. O “dirigismo à brasileira”, mesmo na economia, não é tão mau assim para os amigos do rei ou da rainha.

É isso que está em jogo nas eleições de outubro: que forma de democracia teremos, oca por dentro ou plena de conteúdo. Tudo mais pesará menos. Pode ter havido erros de marketing nas campanhas oposicionistas, assim como é certo que a oposição se opôs menos do que deveria à usurpação de seus próprios feitos pelos atuais ocupantes do poder. Esperneou menos diante dos pequenos assassinatos às instituições que vêm sendo perpetrados há muito tempo, como no caso das quebras reiteradas de sigilos. Ainda assim, é preciso tentar impedir que os recursos financeiros, políticos e simbólicos reunidos no Grupão do Poder em formação tenham força para destruir não apenas candidaturas, mas um estilo de atuação política que repudia o personalismo como fundamento da legitimidade do poder e tem a convicção de que a democracia é o governo das leis e não das pessoas.

Estamos no século 21, mas há valores e práticas propostos no século 18 que foram se transformando em prática política e que devem ser resguardados, embora se mostrem insuficientes para motivar as pessoas. É preciso aumentar a inclusão e ampliar a participação. É positivo se valer de meios eletrônicos para tomar decisões e validar caminhos. É inaceitável, porém, a absorção de tudo isso pela “vontade geral” encapsulada na figura do líder. Isso é qualquer coisa, menos democracia. Se o fosse, não haveria por que criticar Mussolini em seus tempos de glória, ou o Getúlio do Estado Novo (que, diga-se, não exerceu propriamente o personalismo como fator de dominação) e assim por diante. É disso que se trata no Brasil de hoje: estamos decidindo se queremos correr o risco de um retrocesso democrático em nome do personalismo paternal (e, amanhã, quem sabe, maternal). Por mais restrições que alguém possa ter ao encaminhamento das campanhas ou mesmo a características pessoais de um ou outro candidato, uma coisa é certa: o governismo tal como está posto representa um passo atrás no caminho da institucionalização democrática. Há tempo ainda para derrotá-lo. Eleição se ganha no dia.

Lula e o PT violam o estado de direito à luz do dia. Não há mais sigilo sobre para onde eles vão levar o Brasil.

Tomara que Lula estivesse bêbado. Que tivesse tomado "uns goró", como é do seu feitio. Que o seu discurso tivesse sido o resultado do álcool perturbando o seu raciocínio. Lula disse, em comício na cidade Guarulhos, hoje pela manhã:

 "Ninguém precisa tentar transformar a família em vítima. Cadê esse tal de sigilo que não apareceu até agora? Cade esse vazamento? Mentira tem perna curta."

A quebra do sigilo de Verônica Serra é fato comprovado pelo próprio Governo, através do Secretário Geral da Receita Federal. Há uma investigação aberta. Funcionários foram afastados. O próprio Lula mandou a Polícia Federal investigar quem quer que seja, custe o que custar. Aí o Presidente da República, em cima de um palanque, dá, mais uma vez, uma "hora de folga" para o seu caráter, a sua moral e a sua dignidade,  para afrontar autoridades e ao próprio estado de direito. Para colocar a Justiça sob suspeita.  De cima do palanque onde só está porque não tem um pingo de vergonha na cara, este animal político ulula, baba e urra pedindo que os criminosos ligados ao PT e a campanha da sua candidata mostrem o seu botim: os dados fiscais devassados e violados de Verônica Serra. Lula é daqueles animais sociais que não se contenta com as confissões públicas e com as provas documentais de um crime. Lula quer ver as fotos do atentado. Lula quer ver as marcas de sangue. Lula quer ver as manchas da violência. Lula quer levantar o lençol e ver a perfuração do tiro na testa da vítima. Lula parece ter aquele estranho prazer dos psicopatas que cometem o crime e ficam em roda do corpo, olhando a ação da polícia. O discurso ofensivo de Lula à Constituição e à Legislação é a maior prova dos riscos que o país está correndo tendo este animal politico conduzindo as eleições. Lula coloca-se acima do estado de direito. Lula coloca-se acima da democracia. Lula é um perigo para o Brasil. Tomara que estivesse bêbado. Mas, por tudo o que vem dizendo e fazendo, infelizmente não estava.
.................................................................................
O PT acaba de afrontar o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo dizendo, em nota oficial, que o tribunal mentiu e que o contador violador de sigilos bancários, petista de carteirinha, nunca foi filiado. O nome dele entrou para a lista de filiações em 2003, mas não passou, porque o nome estava errado. Ficou até 2009, dias depois que ele violou o sigilo fiscal de Verônica Serra. Aí o PT excluíu quem não tinha incluído. Aí o PT tirou do partido quem ele disse que nunca tinha colocado. O PT, assim com a Dilma, também rubricou, mas não assinou .Agora a gente tem certeza do que os bandidos roubaram na sede do PT de Mauá, onde estava a ficha do contador violador de sigilos, petista de carteirinha. Se Lula pode agredir o estado de direito de cima de um palanque eleitoral, por que o PT não poderia chamar de mentirosos os juízes do TRE de São Paulo?

Dilma é humor negro.

Do Guilherme Fiuza, na Época:

A presidenta no JG

Protegida pela liminar do Supremo que liberou a piada com candidatos, Dilma Rousseff se espalhou no “Jornal da Globo”. Disse que Lula foi um dos responsáveis pela libertação dos presos políticos cubanos. A família de Orlando Zapata, sobre cujo cadáver o presidente brasileiro sapateou sorridente com Fidel Castro, não deve ter achado graça. Mas a candidata do PT prosseguiu com as anedotas na tela da Globo. Disse que o governo tem que controlar seus gastos, não pode sair “gastando dinheiro a roldão”. A companheirada pendurada nos 39 ministérios não deve estar entendendo nada. Será que a presidenta vai botar todo mundo na rua? E a festa dos convênios com as ONGs amigas, a distribuição de mesadas para o MST, a UNE, os sindicatos? E as bolsas camaradas a fundo perdido? Calma, nada de pânico. Dilma declarou também que ajuste fiscal com aumento de impostos é crime – e, como se sabe, o governo Lula deu ao Brasil sua carga tributária recorde. Entenderam? Era só piada. O crime compensa. O “dinheiro a roldão” é a entidade mais sagrada do governo popular, acima até mesmo dos charutos cubanos de Dirceu e Delúbio. Dilma Rousseff é a candidata de um governo que explodiu os gastos públicos, com um aumento espetacular de 20% – ainda maior que o da carga tributária. Ainda bem que o Supremo liberou a piada na TV. Essa do controle de gastos ia dar multa pesada. (Se bem que multa, como já disse Lula, não é problema para eles). Entrevista de Dilma Rousseff é diversão garantida. No que lhe passam a palavra, ela manda qualquer uma. Firme. Contundente. Declarou, por exemplo, que o Brasil passou “mais de 25 anos” sem investir em infra-estrutura. É de rolar de rir. E a opinião pública brasileira, essa geléia, engole tudo. Viva o humor. É claro que essa brincadeira de presidenta não tem como acabar bem. Está certo que José Dirceu vai estar sempre ali pertinho, soprando o texto para sua afilhada. Mas a vida real, infelizmente, não é tão magnânima quanto a festa dos palanques. O Brasil, pelo visto, quer pagar para ver as caneladas da mamãe de aluguel. Pensando bem, ele merece.

Erraram em 2006, vão errar em 2010.

Neste mesmo período, em 2006, o quadro das pesquisas era rigorosamente igual ao de hoje. Lula venceria no primeiro turno e nada poderia mudar o quadro. Ricardo Noblat fez o seguinte post, há quatro anos atrás:
A imprensa e os institutos de pesquisa erraram em 2006. E, agora, estão em pânico porque vão errar de novo. Assumiram muito cedo a vitória esmagadora de Dilma no primeiro turno e, por isso, estão lutando com todas as armas para não perderem a credibilidade. Estão fazendo de tudo para minimizar qualquer reação da oposição, ao mesmo tempo em que juntam todo o tipo de argumento para defender que a eleição já está decidida. A torcida é escandalosa.

Em 2006, no dia 15 de setembro, explodia o caso do Dossiê dos Aloprados, que os analistas como Ricardo Noblat usaram como o fato que impediu uma vitória de Lula no primeiro turno. No entanto, em 27 de setembro, o Ibope ainda dava a vitória de Lula no primeiro turno como favas contadas. Somente na última pesquisa, em 30 de setembro, o Ibope colocou a possibilidade de segundo turno, claro que dentro da margem de erro, dando 49% dos votos válidos para Lula e apenas 37% para Alckmin. 

O caso da violação do sigilo de Verônica Serra, agora confirmado e com ligação direta com o PT, terá trinta dias para ser avaliado pelo eleitor, o dobro de tempo que teve no caso dos aloprados. Portanto, é prematura a torcida do Noblat, da Lobo, da Hippolito e do Rodrigues, para que o assunto não dê em nada e a vitória de Dilma venha no primeiro turno. A quebra do sigilo fiscal da filha de Serra é  um escândalo muito mais poderoso do que o dossiê de 2006. A primeira diferença que deve ser marcada (pelo menos é o que se espera da campanha tucana) é que não se trata de "aloprados". Muito antes pelo contrário. Basta provar, o que é muito fácil, que o crime ocorrido não foi fruto de uma ação de desmiolados: ele tem a marca registrada da "inteligência" do PT, foi urdido dentro da máquina pública, por gente do partido.

Desde Lula, que ontem chamou quebra de sigilo fiscal de "futrica", passando por Dilma que denominou o caso de "factóide", fazendo uma escala no ministro da Fazenda que considera uma coisa normal quebrar sigilos dentro da Receita Federal, chegando, finalmente, em um contador violador de sigilos filiado ao PT, a história é muito consistente. Se não existe uma pilha de dinheiro, como o Noblat, a Lobo, a Hippolito, o Rodrigues e tantos outros incensados e insensatos jornalistas cobram para considerar um crime deste porte como um verdadeiro escândalo, há uma série de indícios de aparelhamento do estado e de ameaça ao estado do direito. 

O povo brasileiro, por mais humilde que seja, é honesto e decente. Basta mostrar, nos próximos trinta dias, as ameaças que a democracia está sofrendo. É preciso mostrar às pessoas que, depois da quebra do sigilo sem punição, vem a quebra da propriedade privada, a quebra do segredo de correspondência , a quebra de tantos outros direitos fundamentais do cidadão. Basta  explicar ao povo brasileiro os riscos que ele está correndo. Faltam 30 dias. Não faltam tempo e nem elementos para desmanchar a mentira da vitória esmagadora no primeiro turno. Os adesistas de plantão erraram feio em 2006. Vão errar de novo em 2010, mas só vão dar o braço a torcer três dias antes das eleições. E sempre dentro da margem de erro que, para eles, é margem de segurança. Há muita eleição pela frente, ao contrário do que institutos, blogs e colunistas estão afirmando.

Quem no PT filiou e desfiliou o violador de sigilos? Fala aí, Dutra!

Os jornais informam que o contador Antonio Carlos Atella Ferreira era filiado ao PT quando usou uma procuração falsa para retirar na Receita Federal dados sigilosos de Veronica Serra, filha do candidato do PSDB à Presidência, José Serra. O Tribunal Regional Eleitoral informou ontem que ele se filiou ao PT de Mauá, no ABC paulista, em outubro de 2003, mas não confirmou se ele ainda é ligado ao partido.  Segundo o tribunal, consta uma anotação, de novembro de 2009, apontando "exclusão" do nome dele do cadastro de eleitores. Isso não significa necessariamente que ele deixou de ser filiado. Pode ter havido conflito de documentos ou mudança de domicílio eleitoral. 
..................................................................................
O PT é rigoroso e organizadíssimo em termos de filiações e desfiliações. Olhem só o que diz lá no FAQ do site do Maurício Rands, deputado petista pernambucano, sobre como fazer uma desfiliação:

Basta encaminhar uma cópia do pedido de desfiliação para o DN. Lembre-se, as exclusões de filiados no Cadastro Nacional de Filiados só podem ser realizadas a pedido, por falecimento, ou por expulsão após o devido processo disciplinar. A solicitação de desfiliação deverá ser sempre feita por escrito e assinada pelo solicitante. Nos casos de falecimento basta enviar um documento assinado pelo Presidente do DM. Já nos casos de expulsão é necessário aguardar o fim de todos os prazos para recurso e depois encaminhar a Ata da Instância, que julgou por último o processo.

No site do PT, tem  todas as informações sobre filiações e desfiliações. Inclusive modelo de ficha de desfiliação, que afirma que o pedido deve ser assinado.
É fácil o PT apresentar estes documentos, tanto de desfiliação como de filiação, pois uma cópia sempre é enviada para o Diretório Nacional, conforme podemos no Manual de Filiação, que é detalhadíssimo. Veja abaixo como o PT orienta o processo de preenchimento da ficha de filiação:
Então, o pedido é simples. Será que o presidente do PT, José Eduardo Dutra, poderia apresentar ao país o formulário assinado pelo contador violador de sigilos, pedindo a sua exclusão do Cadastro Nacional de Filiados do partido? Ou ele continua petista, só que, depois que cumpriu a sua missão em 30 de setembro de 2009, foi preventivamente retirado sem que assinasse desfiliação alguma? Mostra agora mesmo o formulário, Dutra! Mostra que foi ele quem assinou e pediu e não o PT que, ao receber a encomenda, deletou o contador violador de sigilos.

Deu no Globo.

Guerra? Que guerra? É apenas uma consulta ao site do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, que é aberto e público. Não é acesso a dados sigilosos da Receita Federal. Se existe alguma coisa pouco recomendável no processo citado, o problema é dos réus. Aqui o post publicado e referido pela coluna Panorama Político, de Ilimar Franco.

No RS do Tarso, a PF está cheia da grana.

Enquanto no resto do país as operações da Polícia Federal estão suspensas por falta de dinheiro, ele abunda no Rio Grande do Sul. Lá o ex-ministro da Justiça, o petista Tarso Genro, é candidato ao governo do estado e lidera as pesquisas. Casualmente, em 24 horas, a PF gaúcha, junto com o Ministério Público, deflagrou duas operações. Em uma delas, prendeu executivos de agências de propaganda e do marketing do banco estatal Banrisul que fazem a mesma coisa que empreiteiras e agências de propaganda que atendem o Governo Lula praticam: ganham uma licitação, cobram um preço e subcontratam por um preço menor, ganhando muito dinheiro com isso e distribuindo, é claro, algumas benesses aos gestores. Na outra operação, prenderam um militar que atuava dentro da Casa Civil da governadora Yeda Crusius, do PSDB, pela acusação de espionagem. Tarso Genro precisa tirar alguns pontinhos de Yeda Crusius para ganhar as eleições no primeiro turno, evitando um segundo turno, provavelmente, com José Fogaça(PMDB), onde fatalmente será derrotado. Mas é só uma casualidade o fato dele ser ex-ministro da Justiça, ex-chefe da Polícia Federal, que só tem dinheiro para operações bombásticas no Rio Grande do Sul, onde ele é candidato a governador.

Bolsa imprensa.

A coluna de Fernando Rodrigues, na Folha de São Paulo, começa assim: 

Só houve um assunto no mundinho da política nesta semana: o "receitagate", com o       vazamento sistemático de sigilos fiscais de centenas de contribuintes brasileiros, incluindo tucanos e a filha do candidato do PSDB a presidente, José Serra. Telejornais trataram do assunto extensivamente.

E termina assim:

Na disputa atual, por enquanto, o caso abraçado pelos tucanos para anabolizar Serra ainda não demonstrou ter octanagem para alterar o rumo da eleição.

Este jornalista é editor de política de um dos principais jornais brasileiros, em Brasília. É comentarista de TV. Para ele, tem o "mundão" da política que já dá vitória antecipada para Dilma , do qual ele participa, e tem o "mundinho" da política que fica indignado com o crime cometido para "anabolizar" a campanha da petista, conforme provas denunciadas pelo seu próprio jornal. Já no início do texto, Fernando Rodrigues "abraça" a versão oficial de que foram centenas de pessoas que tiveram o sigilo violado e, lá no meio deles, familiares de José Serra e colegas seus de partido, como se fosse por acaso. A conclusão do colunista, lá pelo meio do texto, é que o povão não entende a complexidade da quebra de um sigilo fiscal, pois nem mesmo declara imposto de renda. E que, por isso, as pesquisas continuaram iguais e o caso não terá influência nas eleições. O jornalista coloca o tema como se não fosse a sua obrigação profissional justamente interpretar, explicar, traduzir os fatos para os menos informados. O leitor comum procura um jornal justamente para entender a complexidade dos acontecimentos. Para entender o que não consegue resolver sozinho ou conversando com os amigos. Fernando Rodrigues se recusa, como profissional, a cumprir o seu papel de informar e formar, defendendo a cidadania e a democracia. Isto, para ele, é secundário.
O mais relevante, segundo o colunista, é que o assunto  da quebra de sigilo é muito complexo e que o povão só entende mesmo a Bolsa Família. Por este caminho, em breve  o Fernando Rodrigues estará recebendo a Bolsa Imprensa e trabalhando no Pravda BR. Isto se, hoje, já não estiver recebendo outros tipos de benefícios distribuídos aos jornalistas, tão comuns no Brasil do Lula e do PT.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Xô, Lula!


Gauchada vaia o presidente folgado que atrapalhou os trabalhos de uma feira profissional. Vai montar palanque em Garanhuns, babaca!

Que coincidência! O contador violador é filiado ao PT de Mauá, que foi assaltado na noite passada. Queima de arquivo?


Acima, o vídeo do Jornal Nacional. Abaixo, a matéria que o PT publicou. Ao que tudo indica, quando a coisa ia estourar, o PT assaltou o PT. Ou quem é que tem colete da Polícia Federal ao seu dispor, desde os aloprados de 2006? 


Faltou o presidente do PT lá de Mauá informar que roubaram as fichas do partido, entre as quais a do Contador Violador Aloprado Petista. Ou cinco homens vestidos de PF não levaram nada além de celulares dos guardas e mais duas pistolas? E o computador?  E o HD?Trocaram o velho onde constava a filiação por um novinho em folha?Ora, só quem não conhece esta bandidagem, esta rafuagem, esta camarilha, para não ligar uma coisa com a outra. A outra teoria da conspiração é que tudo não passa de um grande laranjal. E que o sigilo, na verdade, foi quebrado lá em cima, onde a "manteiga" não desanda, o "capacho" é grosso e sempre existe uma "guerra" pronta para matar em nome da mulher amada.