sábado, 27 de dezembro de 2008
Vem aí a Dilma "Chuchu".
E Lula reina soberano.
Mensaleiro petista vira dono de refinaria (2)
Mensaleiro petista vira dono de refinaria.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Clone do Lula.
Natal magro no varejo.
O garoto-propaganda das Casas Bahia fracassou. Bem que tentou, mas há coisas que a popularidade não compra: o instinto de sobrevivência do brasileiro e a sabedoria popular, por exemplo, frente a uma crise que ele insiste em negar. As vendas de Natal no varejo do País cresceram apenas 2,8% entre os dias 18 e 24 de dezembro na comparação com o mesmo período do ano passado, quando cresceram 5,3%. Os dados são do Serasa. Em São Paulo, o desempenho foi ainda mais fraco, com crescimento de de 1,1%. Na avaliação da Serasa, os juros altos e o maior endividamento levaram o consumidor a uma atitude mais cautelosa na hora da compra, principalmente em relação ao crédito e aos produtos de maior valor. A entidade destaca que as instituições financeiras e o varejo também foram mais conservadores na concessão de crédito. Ou seja: na hora da crise, nem 150% de popularidade podem mudar o mercado.Lula premiado na Espanha.
Pobre Cuba.
Perspectiva 2009, por Jeffry Frieden
Embora haja diferenças entre as crises de dívida americana e latino-americana, as semelhanças são esmagadoras. Para começar, a iniciativa partiu do governo, que contraiu empréstimos internacionais pesados para financiar grandes déficits. O setor privado seguiu o exemplo, usando fundos estrangeiros para expandir o consumo, especialmente no mercado imobiliário. Operações financeiras especulativas alimentaram e ampliaram o impacto dos empréstimos estrangeiros. Por quase uma década, o país viveu além de seus meios: consumiu mais do que produziu, investiu mais do que poupou, e o governo gastou mais do que arrecadou.
O rescaldo inevitável de uma crise financeira também é bem conhecido dos latino-americanos: estabilização, ajuste e reforma. Estamos agora na fase de estabilização, em que a principal tarefa é limitar os danos imediatos e impedir um colapso econômico mais extenso. Esta fase salienta uma grande diferença entre a atual crise americana e as crises latino-americanas anteriores: a americana não levou a um cessamento súbito da disposição estrangeira em emprestar ao governo americano. Isso significa que o governo pode se valer do gasto agressivo, mesmo em situação de déficit, para tentar estimular a economia e tornar o golpe menos doloroso. Isso é uma ótima notícia, tanto para os americanos como para o mundo. Se o governo dos Estados Unidos se visse impedido de contrair empréstimos, a recessão sem dúvida seria muito mais profunda, e seu impacto sobre o restante do mundo, sem dúvida, muito mais sério. Entretanto, é quase certo que haverá uma recessão grave nos Estados Unidos, e que levará pelo menos dois anos até que a economia americana volte a crescer.
Mesmo depois de restaurado o crescimento econômico, porém, os Estados Unidos terão de enfrentar os desafios do ajuste de médio prazo: havia anos a situação econômica do país já era insustentável. Todos os anos, desde 2001, os Estados Unidos tomam emprestado entre meio trilhão e 1 trilhão de dólares. Esse dinheiro é dirigido ao financiamento dos déficits maciços do governo, assim como dos imensos déficits da balança comercial e financeira do país para com o restante do mundo. Isso não pode perdurar. Assim que a crise mais imediata esteja contida, o governo terá de reduzir seu déficit orçamentário, e o país terá de passar a consumir menos e poupar mais, importando menos e exportando mais. Novamente, isso deve soar familiar aos latino-americanos, que já atravessaram essas experiências. Elas nunca são agradáveis. Nos Estados Unidos, o processo exigirá que se aumentem os impostos e se reduza o gasto do governo, forçando uma redução dos salários para aumentar as exportações, e elevando as taxas de juros para estimular a poupança. No geral, o resultado será uma redução dramática no padrão de vida de muitos americanos. Mas o ajuste é necessário para que se restaure o equilíbrio macroeconômico.
O ajuste macroeconômico não constituirá a etapa final do rescaldo desta crise, pois as instituições econômicas do país necessitam de reformas mais fundamentais. Em primeiro lugar está a demanda por uma regulação mais abrangente e eficaz dos mercados financeiros. Até que esta crise termine de fato, os contribuintes americanos podem ter de despender algo como 2 ou 3 trilhões de dólares para socorrer o sistema financeiro do país. Os americanos estão inflexíveis na convicção de que essa experiência não pode vir a se repetir, e de que a ausência de uma supervisão regulatória foi em grande parte responsável pelo desastre. Então o Congresso, o presidente e os reguladores terão de elaborar uma nova estrutura regulatória – provavelmente em conjunto com os governos de outras nações – para enfrentar as novas realidades financeiras.
Nenhum desses estágios será fácil. Somados, eles implicam uma guinada dramática em relação às políticas dos anos Bush. Haverá mais envolvimento do governo na economia, e mais supervisão pública dos mercados financeiros. Haverá também impostos mais altos e consumo reduzido, enquanto o pesadelo fiscal dos últimos oito anos for gradualmente desfeito.
Embora os desafios econômicos no caminho dos Estados Unidos sejam sérios, os desafios políticos talvez sejam ainda mais temerários. A crise certamente inflamará paixões políticas poderosas. Mesmo antes dela, havia um grande ressentimento em torno do abismo crescente entre ricos e pobres nos Estados Unidos; a maior parte das benesses da expansão econômica dos últimos dez anos foi colhida pelos 10% mais ricos da população, ao passo que os americanos médios não experimentaram grandes melhoras em suas condições.
Agora se pede aos americanos que se sacrifiquem para remediar os excessos de seu sistema financeiro. Os americanos ricos foram os principais beneficiários das políticas econômicas recentes. Quando essas políticas falharam, foi aos americanos pobres e de classe média que se pediu que socorressem a economia e amparassem aqueles que conduziram o país à sua presente crise.
Seja esse ponto de vista totalmente justificado ou não, o fato é que muitos americanos compartilham dele. Os americanos estão indignados, e o novo governo terá de dar respostas a essa indignação ao mesmo tempo em que trabalha para recuperar a confiança dos investidores domésticos e estrangeiros nos Estados Unidos. Essa será uma missão extraordinariamente difícil. O novo governo enfrenta a tarefa de pôr a economia americana, assim como o sistema político americano, no caminho de uma recuperação saudável. O presidente eleito, Obama, conta com uma grande reserva de boa vontade, em casa e fora dela, à qual recorrer; e precisará dela toda para que ele e seu governo possam renovar a política econômica americana.
Jeffry Frieden é professor da Harvard University e autor do livro Capitalismo Global.
Guiné: deposto agradece e apóia junta militar.
Nada como um dia depois do outro.
- Faturamento anual de R$ 170 bilhões
- Participação de 6% no PIB
- R$ 40 bilhões de impostos
- 450 mil empregos diretos
Somente nos seis anos do governo do Lula e do PT, o setor de telecom pagou R$ 180 bilhões em impostos. O Sistema Telebras, que pagava zero de impostos e era um cabide de empregos, foi privatizado por R$ 22 bilhões. Jamais teria capital para fazer os altos investimentos realizados pela iniciativa privada. À época, petistas e comunistas entraram com 89 liminares contra a privatização e promoveram várias manifestações contra a venda. O MST invadiu a sede do BNDES para protestar contra o financiamento concedido aos vencedores dos leilões. Hoje a importância econômica é tanta que o Lula e o PT estão "reprivatizando" o setor de telecom, com a fusão da Brasil Telecom com a OI, operação amplamente financiada pelo BNDES. Lula e o PT mudaram a lei para beneficiar um dos maiores doadores das suas campanhas eleitorais. Não vai ter leilão, não vai ter concorrência. Agora vai lá ver se o MST vai invadir o BNDES e o Banco do Brasil que estão financiando a fusão. Nada como um dia depois do outro.
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Caro C.Mouro: a carga tributária é de 42%, mas é calculada sobre a receita operacional líquida. Entre neste link, que o material dá uma visão completa do setor. Para 2008, vai até o terceiro trimestre e,por isso, foi feita uma projeção.
Ruína global.
Centrais sindicais nadam em dinheiro.
Praças da juventude.
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
800.000 acessos(2)
FBI interroga Obama.
Crise atinge mercado de carros.
2008: Lula não parou de falar.
A escancarada imprensa "chapa-branca."
No site do PT, banners anunciam promoção de veículos de comunicação chapa-branca: 50% de desconto para os filiados. Imagina se a Veja faz uma promoção como esta no site do PSDB ou do DEM. 800.000 acessos.
Coronel no Twitter.
Lula perdoa calote do Equador.
Pelo fim do embargo ideológico.
Do Blog Generación Y, da blogueira Yoani Sánchez, neste mesmo dia de Natal:
O problema de Cuba não é falta de dinheiro: é falta de liberdade. Liberdade de opinião, liberdade de ir e vir, liberdade de associação. Cuba fere os mais sagrados direitos do ser humano. O fim do embargo econômico vai encontrar uma ditadura organizada para isso e um povo completamente refém de todas as proibições. O dinheiro que entrar em Cuba receberá imediatamente as algemas de um regime que transforma a ilha em verdadeira prisão. Este dinheiro não servirá para que o povo construa a sua casa, escolha onde comprar a sua comida, decida onde os seus filhos vão estudar, tenha uma poupança segura, porque tudo isso é proibido e é contra a revolução. Nada está fora do controle absoluto do partido único. Até mesmo o câmbio negro, manejado pela máfia do partido comunista. É preciso, antes de tudo, acabar com o embargo ideológico. Contra este embargo, a esquerda e o jornalismo servil como o de Kennedy Alencar(e de praticamente toda a imprensa que não se incomodou com a presença do assassino e ditador Raul Castro no Brasil) jamais se manifestarão.
TCU autua o Exército.
Disputa de mercado
Exército afirma: custo final é menor.
Melhor dar calote no governo.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Feliz Natal.
A NG estava procurando um vídeo para postar em seu blog neste Natal - e achou! -quando descobriu um que combina com o Coturno Noturno. Aqui, sendo barbudo e trajando vermelho, não tem moleza mesmo. Divirtam-se com o vídeo acima e recebam os mais sinceros votos de um Feliz Natal.
Vem aí o "primeiro-damo".
A bioplastia realizada pela ministra Dilma Rousseff é uma técnica recente de cirurgia plástica que injeta sob a pele uma pequena quantidade de metacrilato -um produto formado por microesferas- que pode ser moldado para preencher imperfeições do rosto. É indicado para correções faciais, principalmente da região malar (bochechas) e para a porção inferior da mandíbula (queixo). Esta é a explicação oficial e, logicamente, mentirosa. O que a ministra Dilma fez foi uma pequena cirurgia para eliminar a papada e diminuir as bochechas rechonchudas. Tirou, em vez de botar. E já corre solto que o motivo da cirurgia de embelezamento da ministra obedece a um motivo mais do que feminino : ficar mais bonita para o "primeiro-damo", o companheiro que faltava para subir com ela a rampa do Palácio do Planalto, em 2010. O camarada já foi eleito e na hora certa será apresentado ao país.( ) um sósia do Che Guevara
( ) um clone do Luiz Favre
( ) uma versão masculina da atual primeira-dama
( ) um bolivariano tipo Rafael Correa
( ) um fabricante de cofres
"Cadê o áudio"?
500.000 desempregados no mês.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Lula quer burlar a máquina pública.
Recauchutagem.
Em algum lugar do Brasil.
Compre que o Lula garante.
Blogs cubanos fora do ar.
Vários blogs de Cuba estão com esta mensagem. Inclusive o Generación Y. Alguém pode traduzir qual é o problema? Obrigado...................................................................................
Dance! São pouco mais de 700 dias...
PRAAN(música de Gary Schyman - tradução livre)
A mesma corrente de vida
que corre pelas minhas veias
noite e dia
corre pelo mundo
e dança de maneira ritmada.
É a mesma vida que se lança
em alegria pela poeira
na terra
em numerosas lâminas de grama
e estoura em ondas tumultuosas
de folhas e flores
É a mesma vida que é embalada
pelo berço oceânico
do nascimento
e da morte,
em altos e baixos.
Eu sinto
que meus pulmões são gloriosamente feitos
pelo toque deste mundo de vida.
E meu orgulho
é da batida das eras
dançando no meu sangue neste momento.
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Conheça um pouco mais sobre a história do jovem Matt aqui. E no meio desta crise toda, lembre que o que vai contar são as boas idéias. Assista e dance. Só restam 738 dias no reloginho ao lado.
Que falta faz uma primeira-dama.
Petrobras raspa a Caixa.
A crise passa longe do Planalto.
- Área construída de 32.000 m2
- Orçamento de R$ 88 milhões.
- Média de R$ 2,4 mil/m2
- Média de 2,2 CUB/m2(CUB a R$ 1.129,36, o mais alto de Brasília)
- Área construída de 32.000 m2
- Orçamento de R$ 71 milhões (apenas para a obra em si)
- Média de R$ 2,2 mil/m2
- Média de 1,94 CUB/m2
Ao que consta o Palácio do Planalto não será reerguido, o que baixa substancialmente o preço. Não há dúvida nenhuma que o dinheiro não está indo somente para a obra. Para o bom entendedor meia palavra basta e o TCU que cumpra a sua parte, se tiver coragem para isso. Sem falar que, em tempos de crise, bem que o Lula poderia deixar a sua gaiola de ouro para depois.
Crise x marolinha.
O aparelhamento do IPEA.
Ipea sob risco.
Concurso com viés ideológico coroa mudanças negativas que colocam em risco a credibilidade do instituto.
Queda do emprego em todas as manchetes.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Protógenes acusa Gilmar Mendes, Demóstenes Torres e jornalista da Veja.
Protógenes, o maluco, no Roda Viva.
Lula: discurso de candidato.
Crise: o peru apitou mais cedo.
A marolinha pegou a fabricante de um dos ícones do Natal brasileiro: a Sadia. Nos próximos dias, 12.000 funcionários deverão entrar em férias coletivas. De um lado, a queda das exportações. De outro, os U$ 2,4 bilhões de dívida inflada pelos derivativos. Leia mais aqui.
Meirelles tenta consertar previsão de Lula.
Lula desmente Meirelles.
Petrobras desmente Dilma.
Lista WIP - Web Important People.
Esta é a lista dos 10 mais citados na internet, segundo ranking do Jornal El Pais, denominada La Lista WIP - Web Important People. Até aí nenhuma surpresa, a não ser a ausência de personagens como Bill Gates, por exemplo.
Aqui começam as surpresas. Mesmo numa ilha-prisão, onde a internet é praticamente inacessível, Fidel Castro aparece como décimo segundo colocado, seguido por Hugo Chávez, em décimo sétimo lugar. Até Raúl Castro está mais bem colocado do que Lula, que amarga um quinquagésimo terceiro lugar, praticamente empatado com Evo Morales.BC: crescimento cai pela metade em 2009.
Crise atinge em cheio o eleitor de Lula.
Cuba: Lula negocia apoio da França.
PAC do marketing.
Dilma
